Prosa de Amor

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Se acontecesse
com os guerreiros
Da minha Pátria,
A poética
que habita em mim
Também estaria
de prontidão,
Porque aonde
se falta liberdade,
A minha poesia
vira missão,
Vestir ou ter vestido
farda nunca
mediu nada,
E jamais servirá
De régua
para medir
a democracia
Que mora no coração,
O quê se mede somente
é o amor que se tem
Por toda a gente
da terra em questão
Assim canto pela libertação.

Ninguém mais sabe como
E para onde foi Lorent Saleh,
Ninguém mais ouviu sequer
Falar em devido processo legal,
Ninguém mais sabe de nada
E nem dos direitos do General.

Ninguém sequer mais sonha,
Ninguém sequer está dormindo,
Ninguém sequer mais se fala,
Ninguém está sequer cantando,
Ninguém está se alimentando,
Ninguém está mais sorrindo.

Ninguém sabe que a vergonha
Tem mais de um endereço certo,
E que vai além do Helicóide;
Envio esse poema como o céu
Envia para a Terra um OVNI
Para quem os maltrata à toa.

Ninguém resolve mais nada,
Ninguém mais sabe da tropa,
Ninguém possui mais fé,
Ninguém procura mais a saída,
Ninguém está contente com tudo,
Ninguém imagina uma alternativa.

De ninguém para ninguém
É assim que também me sinto,
Porque ninguém está me ouvindo;
Que ninguém se sinta ofendido,
Pois é assim que um povo se sente
Quando não tem mais governo,
E nenhum apoio: NINGUÉM.

Não ouvi o discurso
do orador em comemoração
a Batalha de Boyacá,
Mas o quê li a respeito
feriu-me gravemente como
punhal o meu coração,
E quero crer que seja
um equívoco ou se trate
mesmo de uma mentira.

Pois quem se encontra
preso por discordar
do poder vigente
mesmo em tempos
de paz e não desertou:

Jamais pode ser chamado
de traidor e dele
não pode ser tirada a vida.

Não se impõe disciplina
sacrificando ou incutindo
medo na tropa,
Um agir desta forma
é o pleno abandono
da herança mirandina.

Disciplina se impõe com amor,
constância e culto a valentia,...

Porque do meu breviário
sempre sairá
poesia insistente
que abra a sua mente,
ilumine os seus olhos
e restaure o seu coração
em nome dos mais
altos valores de Bolívar:

Pela liberdade da tropa
e do General não
vou parar nenhum
segundo de clamar.

O código da vida é bem
Claro toda a vez que
Ele fala comigo:
"- Ao vencedor
se deve a glória,
e ao vencido a honra."

E por isso persisto,
Que não se deve
Chamar de justiça
Aquilo que mantém
Preso quem sempre
Trabalhou pela paz,
E nunca foi inimigo.

A fé indestrutível
De quem é de paz
Faz história,
E mesmo que neguem
O quê lhe é devido,
O destino não abandonará
Aquele que é amigo.

Estava durante
entre os passos
da consagração
dos advogados
ali em Mérida,
Tu não me viste
Porque eu
era a oração.

Não sei se ela
quis ir por
vontade própria,
Se está presa,
sequestrada
ou se
a levaram
sugestionada,... Não me importa
o motivo:
me tragam
a Anabel
de volta até
se ela se
trata de mais
uma mentirosa;
Mas me tragam
essa moça
sã e salva,
Porque a Mãe
está sentindo
muita falta.

Te peço uma
Missa e um Culto
aos militares e civis
uma vez semana
até o final da pena,
a sua compreensão
e a sua paciência
para que se varra
toda a truculência.

Tudo faz lembrar
do General preso
injustamente,

Mesmo aquilo
que não tem
a ver com ele
ou que não faz
nenhum sentido:
Ele que não tem
acesso a Bíblia,
Não pode ler
nenhum livro
E foi posto na
redoma
de vidro,...
Sinto
tanto
o tempo todo,
que isso tudo
até parece que
aconteceu comigo.

VINTE E DOIS

O músico é uma criança à procura do futuro, do passado, do presente.
Do futuro do presente
De um presente do passado
De um passado de muitos futuros

A música é choro, é chão, é momento
A música é o sempre, é o agora, é uma coisa já vista/ouvida que sempre será novidade
Efêmera e eterna fertilização de corações e mentes.

A música é a definição indefinida do que almejamos ser ou não ser.
É a palavra mais inalcançável ao alcance dos mais incautos ouvidos

A música é uma estrela. Ou seria constelação?
Uma leve brisa ou um tortuoso tufão?

A música é a explicação ao inexplicável.
É o inexplicável translúcido em vasta amplidão
É a liberdade prisioneira
É o teto, a eira e a beira
É o que fomos, o que somos e o que seremos.

A música é utopia real
Fantasia da realidade
Realidade da fantasia

A música é uma criança à espera de zilhões de pais, mães, irmãs e irmãos.
É Arezzo, Cecilia e João, Sãos...

É a certeza da cura
É a cura desenganada
É a ilusão do horizonte
É a bebida que brota de toda e qualquer fonte

É a coisa sem fronteiras, que infelizmente alguns tentam podar.
A música é o mais reluzente significado para nossas vidas, quer queira, quer não .

É angústia, é ânsia, é susto, é suspense, é o amor!

E em seu dia elencado por mortais,
Tento em versos vãos externar o infinito solúvel e sem solução

A música é esperança, é uma criança, é a fêmea e o macho, do flautim ao contrabaixo
Do ventre à luz
Da alma aos sãos
Da cegueira à visão
Do oco aos atos.
Do ogro aos ratos
Dos gnomos aos patos

Da fome ao prato
Existem sons

A música é criança versada e versando
Canções

Luciano Calazans. 22/11/2017

À Deusa que rege a minha vida e a de Zilhões.

Inserida por Maestroazul

Luzes de um Ser Tão imerso


As luzes brincam de sertão
A saudade brinca de gangorra
Às vezes dói, vez em quando vêm alívio
A saudade é a flâmula do desejo de estar

O pai a léguas de distância então
Exalta a resignação forçada
a estar em uma feliz solitude
Tresloucada mordaça em contos de fada

Um vão suspiro - de alívio ou solidão
Enternece o pai distante não por querer
A causa vence efeitos, júbilos, grãos

Assim as luzes podem - e devem
Brilhar mais na seca paisagem
Brincar por raras folhagens
E brincar como seres fortes que são

Tão ser...

Luciano Calazans. São Paulo - SP, 13/09/2015

Inserida por Maestroazul

LU- Curas

Essa coisa que trago e que me traga
essa desmesura de luz que aporta
Em meu cais aberto às embarcações
vindas do nada, trazendo sua mercadorias

Catraias, saveiros, navios mercantes
diferentes idiomas, trazem consigo
Variados fusos e confusões diárias
esquecendo o silêncio profundo da alma

Sim, me tragam, sugam e devoram
parte dos restos em entropia latente
naus perdidas em águas, como gente

Num ato antropofágico e ambivalente
num vai e vêm interminável e angustiante
Ah! Que saudade de um novo Dante

Do Estige, hoje, paraíso revisitado
de círculos que poderiam não girar
Nessa coisa que traga, engole, rumina

Labaredas de um fogo eterno e nuclear
que só jaz quando o silêncio solitário
Traz a paz para uma reflexão

Que a vida me trague e me traga, então.

Luciano Calazans.

Inserida por Maestroazul

O que cabe no peito
De maneira indireita
Com sabor contente
Com cheiro de arco-íris
Desejo colorido
Confissões inesperadas
Dados quase revelados
Latente não se afasta
Arquétipo que deflagra
Um tipo recorrente
Vem de repente
Esporadicamente
Não busca por razão
Quer vivência
E também ilusão

Somente ignorantes enxergam na violência, uma resposta

Há momentos em que a ignorância e a Intolerância predominam, que a bestialidade humana emerge das profundezas da escuridão, e que ditadores se levantam para liderar a boçalidade e a estupidez, de que em parte somos feitos, ou pelo menos alguns de nós. Há épocas que o medo fantasioso de coisas que nem ao menos são reais, é usado como arma para iludir, alienar boa parte da sociedade. E esse medo se torna aversão, ódio, desprezo e asco, por outros, que não concordam, que veem o mundo de maneira muito mais ampla, do que o rebanho governado por tiranos egoístas e hipócritas. E é assim, que a violência, o derramamento de sangue, a selvageria, e o autoritarismo, é justificado. Mas no fundo todos sabemos que os fins não justificam os meios, que a pátria não é mais importante que vidas, que religião não deve ser usada como desculpa, para proferir preconceitos.
Como pode existir tantos humanos sem humanidade? Tantas pessoas que se consideram boas, incitando a brutalidade, a hostilidade? Será que param para pensar em seus atos? Será que não veem o tamanho da hipocrisia, em que estão imersos? Será que não percebem que opressão, intimidação, e agressão, não são a resposta? Pois, para fazer do mundo um lugar melhor, o diálogo, a autocrítica, o amor, o altruísmo e a lógica, ainda são as ferramentas mais eficazes. Não pode ser tão complicado, entender que a raiva, não nos leva a lugar nenhum, que pontos de vistas opostos, sempre existirão e que é isso que traz luz a escuridão da ignorância e nos torna mais sábios. Somos humanos, cometemos erros, mas não precisamos repeti-los.

Inserida por Sheilatinfel

Incertezas

As vezes estou a pensar
Como seria amar
Não que esse poema,
tenha que rimar.

São muitas dúvidas,
que preciso tirar
A questão é amar ou não amar ?
Meu orgulho fala mais alto
Tanto faz ou não se apaixonar.

Meus sentimentos são como,
fechar os olhos e dormir sem sono
Ser fria soa como uma única opção
Esconder sentimentos que vem do coração.

Inserida por lyviamel2010

Esvai-se o tempo paralelo aos precipícios
seus passos ressoam pelas paredes e correm para longe
ouve-se nada

De olhos escancarados e pernas bambas
cai
fita o esvoaçar das areias no céu crepusculoso
esfria

A noite vem chegando aos poucos
sua anunciação provoca espanto
medo

A possibilidade cada vez mais real daquela garganta vir a tornar-se
a sua tumba
seu eterno descanso
repouso
sem lamúria
de um cadáver que aos poucos derrete
calmamente
sendo apreciado com elegância pelos vermes
de outrora
e sempre

A noite
sem os ventos
traz o ensurdecedor silêncio
que até conforta
O céu
super estrelado
surge na fenda
que se estende por cima dos olhos

Como se estivesse frente a frente com um rasgo na imensidão única do espaço, numa brecha para as estrelas, distantes luzes a vagarem violentamente pelo negro esplendor entre as galáxias emaranhadas nas teias do cosmo. Leve, separa-o do chão flutuando hipnotizado pelo infinito espaço celeste conduzindo seu espírito elevado para além do cânion , para além do vale, percebe-se afastando de si seu mundo deixado para traz, pronto para abandoná-lo à própria condenação. Vai para o eterno abismo escuro onde o mundo ainda está a cair, cercado por distantes pontos de luz flutuando no vazio.
Torna-se ausência...
some
Enquanto seu corpo o perde de vista mergulhando entre os astros, deixa de sentir, morre o tato, olfato e paladar. Como uma pedra qualquer, ignora sua dureza e passa a afundar na areia levando consigo a insensibilidade fria para o passeio petrificado de quem nunca sai do lugar. A partir de agora é vaga lembrança de si, aos muitos esquecida e mil vezes fragmentada em poeira de olvidamento.

Inserida por crislambrecht

Apenas existimos...

A felicidade é apenas momentos...
Em que existem Tudo e Nada em simultâneo...
Que se acaba
Quando os sonhos se destroem...
Em que nós apenas Somos...
A estrada é estreita e longa
Quando olhos se perdem...
À procura do que se esperou...
Apenas existimos com o nosso sentir
No amor não existe escala de tempo
E a emoção é intensa
Nós poderemos estar em mares distantes
Mas o que vivemos... Continua nos corações
E nas lembranças mais doces
Mas tu sempre poderás sentir o meu amor
Talvez seja o acordo do alvorecer
Uma luz que se acende no peregrinar da vida
É assim que refugio o destino
Nos braços de um novo dia...!

Inserida por celinavasques

Proseador...
Proseador e narrador confesso
Poeta não sou.
Cascateiro e amante das letras sim
Eterno admirador das guerreiras poetisas,
Talentosas e majestosas escrevinhadoras,
Encantadoras, me cativam sem querer,
Dia e noite acarinhando, escravizando.

Belas, somam vassalos mil,
Eternos garotos
Ardorosos amantes platônicos,
Tímidos transamazônicos.

Antes inseguros astronautas,
Agora arrojados internautas
Agitam reluzentes espadas digitais
Elogios sempre em lautas pautas...
(JM Jardim - Santo André - São Paulo)

Inserida por Superjujar

O balé de uma alma

Num universo tão repleto, se você tiver sensibilidade;
Poderá sentir, ouvir e observar um balé.
O balé de uma alma só.
Segue os mundos na sua trajetória.
Infinitos mundos...
Cada um com sua estória.
Muitas vezes colisão, muito pó na explosão.
Resta nada, somente o silêncio, triste conclusão.
Segue a alma seu bailar, sons variados têm que dançar.
Muitos temas a abordar...
Palavras a formar, desenhos para pincelar.
Letras desenhadas numa folha de papel.
Todas elas um passo, nesse balé de transformação.
Balé transformando sentimentos.
Melodia em passos.
Palavras viram desenhos.
Letras se harmonizando, virando sonhos...
Criando asas...
Pássaros da imaginação...
Voando pelo universo ao som da melodia.
Mensageiros, esses pássaros...
Portadores de segredos escondidos em suas penas.
Todas elas disfarçadas. Coloridas e lustradas.
Executando com maestria, as notas da partitura.
Todas as cifras cuidadosamente camufladas.
Pássaros que voam um voo infinito.
Procurando um pouso, um alento...

Sombras - Su Aquino
https://www.clubedeautores.com.br/book/193165--Sombras…

Inserida por SuAquino

Na arquibancada ou no picadeiro

Espectadora na arquibancada da vida.
Artista do picadeiro do tempo;
Nesse palco iluminado pelo sol
Banhado pela chuva.
O tempo vai arquivando os momentos.
Cada texto encenado, aplaudido ou não, registrado está.
Nada nesse espetáculo é ensaiado. Nada é acaso.
Às vezes, estou no centro da cena. Às vezes, não.
Muitas e surpreendentes novidades tem o espetáculo.
Quando aceitei que o Autor tem o poder, Descansei.
Submeti-me e desfruto dos aplausos, entendo as vaias.
Tudo é parte da caminhada. Faz parte do aprendizado.
Sigo eu, nessa turnê de surpresas, desfrutando a beleza;
Muitas vezes em um trapézio de incertezas.
Outras vezes, fazendo malabarismo da tristeza.
Mas sempre vivendo na certeza: Na arquibancada ou no picadeiro;
O show tem que continuar.

Sombras -Clube dos autores

Inserida por SuAquino

Apreciar é um dom
Observar uma habilidade
Descrever é talento
.
Qualquer um pode fazer
eu só descrevo tentando fazer poesia,
é facil como maresia
;
Mas pra quê?
Que hei de fazer com tanto verso
Onde ponho tanta prosa
,
Se olhos apressados como a corsa
Passarão e não verão
Como a brisa não enchergarão
!

Inserida por StaWod

Título: O cansaço das palavras

Até onde uma poesia pode explicar nossos sentimentos,
Até onde um poema pode demonstrar nossos momentos,
Até onde uma prosa pode transparecer meus pensamentos,
Até onde um verso pode traduzir meus entendimentos.

As palavras cansam,
Mas a vida não descansa,
O tempo gera episódios sem calma,
Porém, a maioria fica dentro da nossa alma.

Não se penitencie por não conseguir escrever,
A sua vida poética sempre estará no vosso ser.

Autor: Nélio Joaquim

Inserida por NelioJoaquim

Minha avó chora.

Antes ela não chorava, mas de dois anos pra cá, desde que precisou sair da sua casa, ela chora. Por diferentes motivos, mas um dos motivos causadores de choro recorrente da minha avó, em seus quase noventa anos, era exibição de reprise do programa Viola Minha Viola.
Minha avó chorava dizendo que a Inezita estava doente, que não estava bem para gravar o programa, por isso estavam passando reprise. Explicávamos que era Natal, Páscoa, Ano Novo, que Inezita estava de férias. Não adiantava, minha avó sofria por Inezita não estar ali, ela tinha medo do inevitável. Até eu estava ficando com medo de quando acontecesse. E aconteceu.
Inezita era a motivação de vida da minha avó, porque ela era idosa e cantava, sorria, estava na televisão, com tudo. Se Inezita poderia fazer um programa usando fralda geriátrica a minha avó, com suas fraldas poderia fazer tudo. Não tinha outro programa para minha avó no horário da Inezita.
Minha avó está chorando desde que recebeu a notícia, quando pensamos que ela se acalmou, as lágrimas estão caindo de novo. Eu tento dizer algo para consola-la, escuto seu choro e tento não perder nenhuma das suas palavras: "A única coisa que eu tinha era ela, agora eu não sei o que vai ser, era um costume de muitos anos. Tem alguma coisa muito errada, não tem mais novidades, só temporal, não sei se é muita gente, muito cimento em cima da terra... Eu não sei, eu fico imaginando… Tentando saber o que vai ser... Só sei que eu não queria que a Inezita tivesse ido embora".

Inserida por LucianaMariaTicotico

Quem escreve tem grande responsabilidade com quem ler.
Descobri, talvez tardiamente, que existem pessoas de fato interessadas em aprender algo nas redes sociais.
Há por exemplo, pessoas que escrevem muito bem, apesar da imaturidade intelectual, pessoas com verdadeiro potencial para crescer, nesta seara produtiva e insalubre, que é a literatura, seja na poesia ou na prosa.
Penso que os mais maduros, não os mais sábios, pois não há garantia de sabedoria na maturidade, devem ter como preocupação e premissa, passar algo de substancial para esta geração, que ora se apresenta com bastante vontade de produzir literatura no Brasil.
Com base nisto, tenho sempre cuidado com o que escrevo, se o que digo pode de fato acrescentar algo de conhecimento sobre um norte para quem deseja viver de literatura ou viver por literatura, que não é a mesma coisa.
Escrever é muito bom, mas não é muito bom não ter bons e inteligentes leitores, pessoas que dediquem um pouco do seu precioso tempo para ler aquilo que produzimos, seja por enfado existencial ou por mera vaidade ociosa.
Então resolvi sempre ficar atento a estas pessoas que passam por minha sala virtual, que curtem e às vezes compartilham aquilo que escrevo.
Obrigado meus caros colegas, escritores, poetas e generosos leitores, que agora somam milhares, em duas páginas do Facebook, Instagram, dos sites que edito e do twitter com 19 mil leitores.
A título de informação relevante neste contexto, segue alguns autores que ajudaram a formar minha personalidade poética e filosófica:
Machado de Assis, Nietzsche, Fernando Pessoa, Saramago, Camus, Proust, Cervantes, Dostoiévski, Manuel Bandeira, Kafka... e outros tantos, então quem escreve tem grande responsabilidade com quem ler.

Inserida por EvandoCarmo