Procuro em Amor que ainda Nao Encontrei
Se você quiser alcançar um objetivo, é extremamente necessário conversar sobre ele, ainda que apenas consigo mesmo.
Um corpo se prende pela corrente
Ainda que enclausurado, pode estar livre
O pensamento se prende a ilusão
Daqui, mesmo solto estará trancado
A mente sã ilumina o caminho
Enquanto for luz, te seguirão
Pois a clareza é pura e distinta
A escuridão é uma carga penosa
Eu te deixei entrar, mesmo ainda sendo um desconhecido
Logo, você apareceu no meu sonho como se fosse meu
E meu corpo tensionava sempre que eu te via
Até que você cometeu um ato clichê
Partiu meu coração, sem saber
Quando o sol se recolhe e ainda assim dá o melhor de si para que a lua se apresente, seria desrespeitoso da minha parte não fotografá-los.
Que o nosso olhar seja, agora mais do que nunca, sincero e humilde!
Ainda que, com o sorriso escondido, as nossas palavras sejam sempre genuínas e meigas!
E você, que diz ser humano,
como trata seu irmão
seu semelhante,
filho da mesma gênesis?
Se ainda é capaz
de chama alguém de lixo,
despreza o ser Supremo
que nos criou.
Seu cheiro mantém-se em mim; ainda sinto seu gosto; as batidas do seu coração; o calor do seu corpo. Sua voz sussurra-me ao ouvido mesmo longe. Paixão enlouquecedora, está fazendo-me delirar por você.
Flávia Abib
Ainda vejo-te, através das sombras das lembranças que ficaram. Ainda lembro-me do cheiro da sua doce pele, da maciez dos seus cabelos. Você está longe, mas deixou que seu coração e sua alma ficasse para sempre comigo, aqui, em mim. Pedaço perdido de mim.
Flávia Abib
tô com saudade dos seus conselhos, tô com saudade das suas brincadeiras, tô com saudade mais ainda do seu sorriso e sua risada!!!
O desejo é grande, a razão consegue ser maior. A vontade do desatino é incontrolável, a razão ainda sim, é maior. A briga é constante entre o ego, id e o superego; entre a realidade, desejo e as exigências do que é certo. O amor? Fica no meio dessa luta constante.
Flávia Abib
Onde quero...
Ainda aqui, ai ou por ai,
Sabe-se lá meu momento,onde está,
Ainda passeando sobre a terra que piso,
Arrastando desejos e sonhos em um vazio ditador,
Vago e ilusório é o chão que piso,
De promessas e conteúdo sem assinaturas,
A procura já me desistiu, desatamos de nós,
Deixou-me assim sem uma única nota musical,
Entre as canções não há mais nenhuma dança,
Um enorme não sei de tudo ou de nada,
Criando universos de opções, numerando estrelas,
Procurando sábios em loucos,
Plageando meu sorriso para os espelhos que me cercam,
Meus olhos estão distantes do qe vejo,
E não vejo o que quero ver,
Meus lábios não sabem o que dizem de mim,
Discordo de minhas palavras quando as ouço,
Silêncio eu entendo bem, é um diálogo mais sincero,
Apaixonado e verdadeiro é o sentimento,
Minto a mim mesmo e na verdade me calo,
Ouça-me por dentro, leia-me em seu coração,
O que amo está em mim, no eu guardado em ti,
Em um enorme não sei de tudo que sem ti é nada,
Não vejo o que quero ver,
Mas posso tocar no que sinto,
Quando caem minhas lágrimas,
Ainda que por aqui ou por ai ao sabe-se lá onde,
Estou sempre contigo,
Onde quero...
José Henrique
Sempre⚘
Nas aventuras de encontrar-me
Ainda levo na bagagem
Sementes de uma alegria perdida
Onde neste ou em qualquer mundo
Um simples e de vocabulário humilde
De um codinome poeta
Possa tão simplesmente viver
Na maravilhosa cultura do amor.
.
.
José Henrique
Se a vida é feita de fases de acordo com a idade, muitas ainda estão na fase infantil com a idade bem elevada, o processo de amadurecimento talvez esteja travado sem expectativa de conserto.
Às vezes ou com frequência eu cometo nos meus textos o erro de concordância verbal. É algo ainda a acertar na minha (ainda jovem) escrita. Sete anos. Escrevo desde 2013.
Não prometo, nem garanto nada para não decepcionar ninguém. Não sei se um dia eu atinjo a perfeição nesse quesito.
Árvore em poesia
Recordo-me com alegria
Quando ainda era criança
Eu tinha uma casa na árvore
Em cima de um pé de amora.
Era uma casa muito engraçada...
Não tinha teto, não tinha quase nada.
Mas tinha muita imaginação.
Não tinha mesa, nem cama
Nem geladeira, nem fogão.
Mas tinha lindas almofadas.
Todas bordadas a mão.
Tinha um tapete de nuvens
Como plumas de algodão.
As cortinas eram de seda
E bailavam com o vento.
Tinha um sabiá laranjeira
Que cantava só pra mim
Tinha flores amarelas
Miosótes e jasmim.
Minha casa na árvore
Meu escritório de fazer “arte”
La eu pintava telas, cantava
Era escritora, poetiza e jornalista...
Sentia-me em um grande palco
As folhas eram plateia
Com tanta imaginação
Nem me sentia sozinha
As ideias fluíam tanto
Que até escrevi um poeminha.
Minha casa na árvore
Que saudade sem fim.
Guardo-te em minúcias
Foi lá que me descobri
Não te esquecerei jamais,
Pois és poesia de mim!
Por Marta Souza
Realmente tive essa casa na árvore.
Esse desprezo vem me matando
Prefiro a morte a ficar te esperando
O teu regresso ainda to aguardando
Vem me dar carinho e limpar os meus prantos.
Rosa de meu eu.
Um sim para aceitar
Aceitar para viver
Sofrer para mais ainda amar
Entender não é possivel
Ainda distante sensível
Toque de algo imperdível
Fotografias permanentes
Em sons e vídeos mentais
Sempre em meu sempre
No que se continua vivendo
Parte de um grande espaço
Tamanho é o abraço sentido
Aqui estou ainda lá
No procurar de mim,
Ainda não em meu eu,
Solto ao vento o perfume
Um leve sabor do colo mais doce
Saudoso o olhar que não mais se tem
Guardado seguro
No coracão da lembrança
As mais doces recordações
De uma História de vida
Que sem ti continuo a viver
Sendo tu uma rosa em minha vida
Vermelha como os lábios da paixão
Encantada sob o luar do amor
Em mim a flecha de um cupido
O feitiço em te olhar foi para sempre
Onde de ti não saí
mais,
De mim não mais sairás.
José Henrique
