Procuro em Amor que ainda Nao Encontrei
E foi na solidão da noite que eu te encontrei.
Chorando,
Sofrendo calado,
Magoado,
Triste,
Foi assim que eu te encontrei, mas por outro lado eu estava feliz por ter encontrado a pessoa ideal, para mim,
Foi justamente quando eu precisava mais de ajuda, de carinho e atenção.
Você veio de repente mi causou um grande impacto, mi deixou sem folego,
Você mi deu mais do que eu precisava além do que eu imagina.
Como que eu pude gostar de alguém assim como você...
Você entrou na minha vida, depois você saiu...
Agora você esta aqui na minha vida novamente.
Espero que você entre na minha vida e nunca mais saia dela.
Eu hoje gostaria de ter conversado sobre abstração, universo, ângulos ou visões... Mas so encontrei sacos vazios que insistem em ficar de pé.
Eu encontrei uma razão para mudar quem eu costumava ser, uma razão para começar de novo e a razão é você.
Na busca da pessoa ideal encontrei você, na tentativa de tentar acerta no alvo flechei você, na força que fiz em realizar meus sonhos o primeiro foi você! Então para que insistir em outros caminhos, se todos me levam a você.
Saudades
ontem te encontrei
simplesmente pirei
te olhando ali parada
vi no canto dos seus olhos correr uma lagrima
enquanto os meus corriam uma maratona de saudade
simplesmente meu amor
a distancia me matou e junto levou o nosso amor!
não posso mais te amar
sei que você voutou
mais e tarde mais!
me coração se foi tentando sobreviver a falta do seu!
’Vasculhando nas memórias algum assunto, encontrei a carta que eu rabisquei na capa de um livro: “pra você”, era o destinatário. Não sei por que não mandei, talvez não quisesse passar a limpo o passado. Em letras garrafais eu te dizia: “acertei o caminho não porque segui as setas, mas porque desrespeitei todas as placas de aviso”. E achei curioso eu usar essa metáfora sem nem ao certo saber o que queria te dizer com isto. E depois de repousadas aquelas palavras eu percebi quanta coisa eu escrevi pra você, querendo dizer pra mim. Porque eu jamais chegaria aonde cheguei se só andasse em linha reta. Tive que voltar atrás, andar em círculos, perder dias, perder o rumo, perder a paciência e me exaurir em tentativas aparentemente inúteis pra encontrar um quase endereço, uma provável ponte: a entrada do encontro.Você tão ocupado com seus mapas, tão equipado com sua bússola, demorou tanto, fez sinais de fumaça e não veio. Você simplesmente não veio. Mas me ensinou a intuir caminhos certos, a confiar nos passos, a desconfiar dos atalhos. Porque eu estava do outro lado e só. Sem amparo. Mas caminhava. E você estava absolutamente equipado com seu peso. E impedido de andar por seus medos.
A casa dos sonhos?
Eu encontrei a casa dos meus sonhos
e para lá eu fui de mudança
E naquele quintal imenso
eu plantei as flores da esperança
O meu sonho mais sonhado,
finalmente eu havia encontrado
O meu lar com muito amor eu comecei a enfeitar
Os três primeiros anos foram de muita alegria
A minha casa estava finalmente do jeito que eu queria
O jardim enfeitado com flores de todas as cores;
era lindo de se olhar!
Não faltava mais nada para a felicidade me abraçar
Mas o tempo passou e algo mudou
Eu sentia, eu percebia; mas não queria enxergar
Ouvia, mas não queria escutar
Sons e ruídos que vinham do lado de lá
E aquele pequeno transtorno, eu decidi ignorar
Quem sabe esquecendo, aquilo tudo iria passar?
E tudo o que eu mais temia me acompanhava,
e apavorada eu fugia
Só que de ruídos então passaram
a ser estrondos e isto era todo dia
As paredes falavam, porém eu fingia não escutar
Um barulho que me tirava o sono
e não me deixava pensar.
Eram as vozes do ódio com ferros e pregos a se misturar!
E para me acalmar nas claras manhãs,
só os comprimidos eram bem vindos!
E o meu pavor foi crescendo, sem dimensão
O ponteiro do relógio não andava,
aumentando a minha depressão
Quanto eu mais rezava,
aquele fantasma vinha me assombrar
E eu já não mais existia,
eu era o próprio medo a me arrastar
Nas paredes do corredor
haviam mãos que estavam prontas para me puxar
À noite pesadelos estranhos;
uma criatura agarrada no teto a me fitar
Então um dia eu decidi,
ir para rua para esquecer um pouco o tormento
Porém quando eu voltei,
a casa parecia que ia cair a qualquer momento
Tremia, ruía, balançava
e tudo naquele ambiente parecia querer me expulsar
E o susto foi tão grande que eu me ajoelhei e cheguei a vomitar!
Ali eu já não me sentia sozinha,
sombras obscuras me acompanhavam em todo o lugar
E dentro de casa com muito medo, eu andava devagar
No quintal eu ouvia as vozes dos homens
que estavam na fábrica a trabalhar
Barulho de ferros, brocas e metal;
muitas risadas e todas elas eram para me assombrar!
E enlouquecida eu havia me tornado,
em uma mulher sem nenhum horizonte
Suja, triste, sem esperança e sem fome
Pelos móveis da casa
se espalhavam os meus comprimidos
E assim se passaram sete anos,
entre prensa, martelos e ruídos
E as vozes e as risadas se transformaram em gritos!
A casa dos meus sonhos tinha se transformado no inferno
Morreram as flores, e o meu jardim com cores obscuras
só conhecia o inverno!
Como eu sobrevivi?
Hoje eu estou viva e posso lhe contar!
Eu fugi!
E a fábrica se encontra no mesmo lugar!
Esses dias encontrei o passado. Ele passou tão perto de mim que, por alguma vez, o que passou, tinha sido presente de novo.
Encontrei tanta felicidade em seu olha que nem uma vida inteira , nem a marcas do passado , nem o tempo grande vilão das lembranças me farão esquecer a paz que so ele me deu desde o primeiro momento que o vi.
Andei por muitas avenidas, mas nunca encontrei
a "Catedral".
...Contudo destruí altares
[rebuscando a História.
S. Garcia Vilches, em Abril de 2003
(fragmento de "Cores do meu tempo")
