Povo
Vejo o povo dizer
Que perdeu um amor
Que quando estava lá
Só rimava com dor
Isso não é perda
Isso é livramento
Hazaras um povo esquecido.
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A primeira vez que eu vi um Hazara na minha vida foi num hotel à beira do Mar Morto. Eu estava em peregrinação para Jerusalém _Yerushalaim_. Fiquei abismada com uma moça asiática bem mais baixa que eu, de rosto arredondado, mas olhos grandes e verdes. Ela falava oito línguas. E na Jordânia relatou que não sofria preconceito, apesar de saber que nunca casaria. Pois sua raça não era aceitável para os cidadãos de lá. Como era mulçumana e muito culta não servia para o casamento.
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Dois anos mais tarde, indo para Tiro, conheci vários Hazaris. Eles são mais tranqüilos e não tem tanto preconceito com estrangeiros. Mesmo porque eles são sempre estrangeiros na sua própria terra. O Afeganistão. Para quem nasceu num país gigantesco que de uma capital à outra demora seis horas de avião, mas em todo ele fala-se o Português é difícil compreender uma raça com uma língua e costumes próprios dentro de um país do tamanho aproximado da Bahia com tantas divergências étnicas.
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Os hazaras são descendentes dos mongóis com os afegãos. Por isso, os olhos verdes com o rosto asiático. Porém diferem em muitíssimo dos chineses, coreanos e japoneses. Para quem os conhece já vê a diferença entre eles, eu sei reconhecer facilmente. Mas os hazaras são singulares no aspecto físico. Apesar de abrigarem-se ao longo do tempo, desde a invasão de Gengis Khan,em Cabul. Sempre foram considerados inferiores. Com a imposição do regime Talibã começou a “limpeza étnica”. Eles passaram ser exterminados como num novo Holocausto. Mas desta vez no século XXI entre mulçumanos sunitas contra xiitas.
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Na Ásia Central nós encontramos sempre algum hazara. E quem encontra pela primeira vez um, tem um sinal de espanto mesmo. Geralmente, eles são belíssimos. Chamam muito na atenção. Um asiático de pele clara e olhos grandes e verdes diferem de todos. Têm uma profunda dedicação ao estudo e ao conhecimento. Mas no país deles, por serem considerados inferiores, têm de fazer os piores trabalhos. Existe um ditado por lá que descreve que para um afegão existem vários lugares, mas para um misturado _hazara_ somente o cemitério.
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Num país de desertos, de uma diferença gigantesca para a superlativa natureza brasileira, você vai encontrar o asiático mais lindo de toda a Terra. Mas um povo dentro de seu país que não é considerado. Uma sub-raça. Algo muitíssimo difícil de ser compreendido por um americano. Seja de qualquer lugar que ele for. Afinal, as Américas são junções e miscigenações. No Brasil, então, muito mais.
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Mas eu vou abrir os olhos hoje para eles, os Hazaras. Um povo esquecido pelo mundo. Mas que existe e está aí para quem quiser ver.
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20/11/2015
Política...
Não se faz um povo próspero, empobrecendo ricos. Se faz um povo próspero gerando e dividindo riquezas.
Pense...
Pr. Valdemar Fontoura
Você já parou para pensar que toda sociedade, povo ou nação têm a ideia de uma divindade seja no passado, hoje ou amanhã? Em qualquer tempo histórico houve e haverá essa sensação intuitiva. Sabe por quê? Porque nascemos programados para crer e buscar descobrir o nosso Designer, pois a criatura só se realizará no Criador.
Perdão, Pátria amada!
Perdão por atearem fogo às tuas florestas.
Perdão por tirarem do teu povo o direito à saúde e educação.
Perdão pelos poderosos que te exploram,
pelos corruptos que denigrem o teu nome;
Perdão pelo desamor com que te tratam.
Pátria amada! Perdão!
Cika Parolin
Num eventual "Caos", o mais provável é que o "Mundo" seja tomado pelo povo mais bem preparado militarmente, intelectualmente e de tecnologia bastante avançada, surgirá então a formação de um "Governo Mundial Totalitário".
Aquele que afirma ser humanista, e não ama o seu povo, é mentiroso. Pois quem não ama o seu próprio povo, ao qual vê, como pode amar a Humanidade, a qual não vê?
Este povo é um sorriso,
simulado de antemão,
transmitido às descendências...
Até que ganhe o juízo
que perdeu na ilusão
de viver prás aparências.
O bebê cresceu
Você chamará o nome de Jesus, porque Ele salvará o seu povo dos pecados deles. - Mateus 1:21
Até os cristãos podem perder o objetivo da história do Natal se não forem cuidadosos. Halford E. Luccock alertou sobre esse perigo em um ensaio instigante. Ele escreveu: “Podemos ficar tão encantados com a história de um bebê que ficamos sentimentais com isso. Não pede que façamos algo a respeito; não exige nenhuma mudança vital em nossa maneira de pensar e viver.
“A grande questão para nós é a seguinte: o nosso Natal ainda é apenas uma história sobre um bebê, ou é mais, uma história sem morte sobre uma pessoa na qual o bebê cresceu, que pode resgatar o mundo de seus pecados e que nos chama em parceria com Seus grandes e poderosos propósitos? ”
Quando o anjo do Senhor apareceu a José, ele disse: "Você chamará o nome de Jesus, porque ele salvará o seu povo dos pecados deles" (Mt 1:21). Somente quando vemos o nascimento de Jesus à luz de Sua crucificação e ressurreição é que conseguimos compreender todo o significado da vinda de Cristo.
Com os olhos bem abertos neste Natal, responda a Deus com amor e comprometimento pelo presente de Seu Filho. Concentre seus pensamentos, ações e motivações para honrar o bebê que cresceu e morreu por todos os nossos pecados.
Cristo Salvador nasceu!
Quando olharmos além da manjedoura
Para a cruz do Calvário,
saberemos o motivo pelo qual o Natal
traz tanta alegria para você e para mim. —DJD
A missão da cruz está oculta na mensagem do berço. David C. McCasland
mil politicos corruptos cairão a minha esquerda e o povo a minha direita e eu não serei atingida pela intolerância politica!
Se me permite uma brincadeira, o maior motivador do mundo foi Moisés. Ele fez o povo andar 40 anos no deserto para ver um terreno. E como motivar gente que viu o mar se abrir e mesmo assim descreu? É o desafio da natureza humana.
Ao longo da sexta-feira, o povo, em alvoroço, pensa o que faz ao almoço, mete água na frigideira... Farta-se, dessa maneira, das horas e do lazer... O dia passa a correr, com gambuzinos baratos, beija-se a mão a Pilatos, Cristo tem mais que fazer.
" Um povo só é livre, quando se interessa por sua política. Um povo apolítico, é um povo esmagado por seus políticos."
A pobreza do bem
O povo precisa de heróis, precisa se sentir em pouco herói.
E para existir herói, precisa se existir bandido. Mas quando esse não existe, e se percebe que em seu "território", os que poderiam ser rotulados assim, nada tem de diferente dele mesmo, o povo fica impaciente, sempre procurando um, que o faça se sentir melhor, superior, o faça se sentir herói. Nada melhor para um herói que um bandido, pois este é quem permite a existência do outro. Só que nessa busca há sempre muitos enganos, muita chirinola, porque se procura o ' diferente', o que não parece igual (a ele, o povo), e como gente é mais fácil, ou ás vezes só é possível ver o invólucro, coitado daquele que não se assemelhar com o povo, pois este poderá despertar todo tipo de fantasia de monstruosidades no tolo do povo, tornando se alvo de toda ambição do povo de se tornar melhor, herói. E é incumbido a esse ser, aparentemente diferente, toda sorte de coisas bizarras que só os 'diferentes poderiam fazer'. Só que ao perseguir apenas por ser diferente, não se percebe quem é o bandido e quem é o herói. Não percebe, o povo, que é ele quem está criando heróis.
Maria de Fátima S Ribeiro
2003
O desinteresse dos governantes por suas obrigações com o povo é resultado de mentira, pois quem foi eleito não é ou nunca foi um governante, apenas um ladrão que planta esperança para roubar os frutos dela posteriormente.
