Pouco
O celeuma da existência é a paradoxal e pouco semântica agrura de elocubrar um amor eternal quando a vida tão finita, se esgota pelas diuturnas volições...
Um sábio não tem pretensão de alto defesa, ele sabe que a pessoa de pouco conhecimento pode lhe agredir com palavras rudes pode, no entanto o sábio não vê motivos para provocar o indeciso.
Um pouco é muito também há muito sem nada, o mundo vive a empatia mesmo sem conhecer o viver, a dor e o caos vivido, sem o conhecimento necessário não há dignidade pra assumir outros valores por orgulho ou vaidade.
Nem tudo que acontece é bênção. Quando a tempestade chegar, pare um pouco, vá descansar, refletir. Um corpo cansado não vence as dificuldades vividas para ver dias melhores.
Pouco vivendo pouco aprendendo, na evolução o tempo esconde o cronograma do conhecimento impossibilitando a evolução natural.
Alma nua vá repousar um pouco. Amanhã tu vai levantar jovem, nem os anos que carrega é capaz de amordaçar a criança que há em ti.
Quem tem tudo jamais deverá esquecer que o dia teve pouco, no entanto não tem o direito de arrancar o pouco do que tem pouco.
Todos os caminhos de certa forma estão ligados no vai e vem na vida, no entanto pouco conhecem a direção para onde seguir.
Respira joga o ar quente dos pulmões para fora senta um pouco aqueta-te, agradeça seja grato por tudo, tudo tem um propósito, o que for de ser teu vai te procurar.
Um pouco a mais não corrigi o de menos, os laços de confiança após quebrado não mais serão o mesmo.
