Pouco
É a vida sim, uma escola, onde aprende-se de tudo e até mesmo, um pouco mais, do que possa-se imaginar e por meio, do livre-arbítrio.
Sempre haverá um pouco de nós na gentileza de nossos filhos e netos, que decerto aprenderam algo conosco e nos levam em forma de gestos.
No dia em que cada homem usar um pouco de sua inteligência para consertar o erro de um semelhante, chegaremos num determinado momento em que teremos necessariamente que errar para equilibrar a balança da humanidade.
A consciência do homem se desenvolve de acordo com seus pensamentos. Se falar pouco, errará menos e pensará em tudo. No entanto, se falar demasiadamente, o erro será uma constante em sua vida e fatalmente esquecerá o que pensou.
O Chá...
Estava cansada daquela rotina
e pouco ou nada,
tinha alguma importância.
A saudade, já era passado
e o passado, uma página virada,
não existia mais.
Bebi mais uma xícara de chá
e sem nenhuma dúvida, decidi
que era hora de ir embora.
Não disse adeus,
mas tranquei a porta,
e joguei as chaves pela janela.
by/erotildes vittoria
Cada sociedade personifica o Mal da forma que melhor lhe apraz, contanto que seja algo pouco numeroso e que tenha um grande poder ou que a maioria acredite nisto.
Todo dia é dia de aprender um pouco do muito que a vida traz...
As vezes tudo o que a gente, precisa é de um pouco de carinho.
Verdade, gosto disto mas, seu seria especial,
Nos levaria lugares legal,
Dentre nós tudo seria normal.
Uma vez que, nosso olhares se cruzou,
Algo nos tocou,
Estes mesmos ambos inspirou.
Sim, sim foi de repente,
Estava ali sem mais sem menos e
Nos trombamos consequentemente,
Foi certo modo , jeito fiquei descontente,
Pois na realidade queria é lhe abraçar moralmente,
Fato este não tenho por ti verdadeiramente.
Pois sei que és guerreira, valente,
Sou perto de enes amigos seus, diferente.
Obrigado
Acabar com tudo. Está aí uma coisa da qual não sei lidar. Não gosto de finais, tão pouco os de semana. Não sei me despedir, não sei ir embora de uma vez. Mas eu queria muito que você tivesse se despedido de mim. Tivesse dado aquele " Tchau, fica com Deus " acompanhado de um beijo qualquer no rosto. Queria muito que você não tivesse deixado pra mim a tarefa árdua de terminar com alguma coisa. Queria também não ser eu a pessoa a mandar aquelas mensagens dizendo o quanto você foi ruim pra mim, o quanto fez errado.
Por quê raios você deixou pra mim essas obrigações?
Logo pra mim, que não sei terminar com nada. Quem foi que disse que no impossível a concorrência é menor?
Ah, como queria ser a pessoa que depois de tanto tempo não gosta do impossível. Como eu queria, não gostar de você.
O MUNDO DE HOJE
De quem é a culpa pouco importa
Todos somos culpados deste sono profundo
Ninguém faz nada para sair deste naufrágio
Até os bons samaritanos estão adormecendo.
Enquanto o circo pega fogo neste universo ostentoso
Ficamos como palhaços adormecidos dentro dele.
Meus advérbios são de intensidade. Nunca me contentei com pouco. Gosto de tudo em abundância. Sou escandalosamente exagerada em tudo que sinto.E gosto de receber em troca com a mesma intensidade. Quero tudo ao mesmo tempo. Quero tudo agora. O depois me desanima, cansa. Se aceitasse menos, não seria eu.
Será que você é realmente feliz? Pessoas felizes não perdem tempo com picuinhas e nem tão pouco, tentam entristecer outras com atos e palavras que, por vezes, são os próprios sentimentos ruins guardados dentro de si.Pessoas felizes, são aquelas que ama bonito. Pessoas felizes transborda amor até no olhar. Pessoas felizes quer e faz o bem. Pessoas felizes, simplesmente são.
John Kennedy
Olá John.
Tomo a liberdade de dizer antes de tudo que meu coração
É um pouco teu apesar de já te encontrares
Em outras dimensões quando pude alcançar a tua história.
Se estivesses aqui ainda,
Talvez fosses o meu único e grande platônico amor.
Mas, escrevo-te este não para falar
Do teu sorriso provocante que ainda quando vejo fico a
Desejar as brumas milagrosas de Deus.
Tão pouco falar de coisas desabridas
Para não carregar de rancor as tuas páginas
Tais como a guerra do Vietnam e os anos de chumbo
Do Brasil. Neste espaço eu me permito realçar apenas a nobreza
Não a vileza, pois todos nós temos um pouco dela, senão muito.
Não John.
Vou dizer-te coisas boas que fizestes e que tratam da derradeira
Ordem do Criador quando quis sua imagem
Refletida na criação:
“Amai-vos uns aos outros.”
Agora pesquiso a tua história
E está tudo lá:
O teu grito de amor tingindo as velhas páginas
Com a cor, o cheiro e o sabor da verdade:
Querias um mundo mais humano
Com direitos iguais para os filhos desprovidos
Da fartura do rico império impiedoso de alguns.
Querias "um mundo de lei e livre escolha,
“Banindo a guerra e a coerção”.
Teu governo desenhou o início
De uma nova esperança na direção
De direitos iguais entre americanos
E em busca da paz mundial.
Tentavas desmilitarizar
– ABSURDO –
O mundo feito à base de sangue e armamentos.
Como John?
De que maneira derreter
Os moldes dos impérios fortes forjados
Com o aço das lâminas assassinas
Que enriqueceram alguns.
E como enriqueceram!
Até se esqueceram que são mortais.
Projetaram-se deuses e ditaram extermínios.
E existem, também, e lamentavelmente,
Os fanáticos.
Aqueles que matam em nome do nada,
Sem causa, sem origem.
Apenas matam.
Eliminam sem piedade os homens carregados
De sonhos e projetos.
E como os tinha John!
Estavas grávido de idéias
E teu ideal de mundo não diminua tua glória.
Esplendoroso e viril. E belo.
E homem.
E presidente de uma nação despontando forte,
No Norte da América.
Então, o covarde Lee Harvey Oswald,
Calou a tua oratória e pôs fim
Ao teu inflamado discurso que arrebanhava multidões
E te privilegiava com uma boa popularidade.
E morre contigo, a esperança.
O sonho de uma América mais humana,
Mais justa e sem armas.
E, depois de muito, vem historiadores
Sustentarem a tese de uma conspiração.
Quão inventivos!
Será John que aquela bala disparada
Fora programada
Para partir na tua direção,
Pois terias contrariado profundamente os interesses
De indústrias bélicas
E de militares ao lutar pelo fim da corrida armamentista,
E como resposta,
Industriais e militares poderosos teriam
Tramado a tua morte?
Ditado a tua sorte?
Ah! John! Não!
Eles não seriam tão radicalmente perversos
E frios
E desumanos e
Bestiais a tal ponto.
Não ao mesmo tempo.
Não comungariam a mesma horrenda e macabra idéia.
Bom pensar que a maldade foi apenas de um único ser.
Fica mais fácil assim John.
Suportar o mal, encarar o mundo.
Viver.
Ainda precisamos acreditar na bondade.
Tanta perversidade
Apaga em nós a chama
Da esperança de um dia sermos todos iguais.
E por falar em igualdade.
Descanse em paz, a tua América mudou de cor.
Hoje a Casa Branca tem inquilinos
Da Raça dantes espezinhada.
Diminuída e combatida
Por puro preconceito vazio e sem sentido.
Ela alçou o voo da vitória.
E a na história ficará o registro da passagem,
E porque não?
Da permanência longa de uma era nova,
Sem racismo,
Pedantismos
Dos brancos engravatados ou não.
Até sem colarinhos,
Portando a simplicidade nas vestimentas,
Mas por dentro,
Lamento...
Tanto; são rebuscados
E empertigados torcem pela guerra
E muitos a fomentam.
Do ódio, do preconceito virulento que destrói a paz.
Chegaremos lá John?
No teu tão sonhado mundo de igualdade?
Que Deus permita!
E continue salvando as Américas.
Elas todas: Sul, Central e Norte.
Brademos, então, uma vez mais com muito fervor.
Deus Salve as Américas deste rapaz sonhador!
mil palavras para dizer seria pouco, eu não me engano
se todas elas se abreviassem eu só diria, eu te amo.
