Portão

Cerca de 266 frases e pensamentos: Portão

Um Homem está em frente ao portão contemplando a natureza e diz: "Todo mundo aprendeu a viver... Ninguém vai mais continuar pedindo perdão de ninguém".

___Respirando Ar Puro___

Inserida por marcelio912

⁠Às vezes pela confiança se perde a esperança. A certeza de que é pelo Perdão que abre — se o portão do paraíso.

Inserida por PoetaFernandoMatos

⁠"Lá onde o Sol nascia
Onde a pipa estancava
Portão de madeira na segunda casa

Lazer sem piscina
House improvisada
Crescia o moleque no Sol da quebrada

Que acreditou no que era medo
Matou a inveja e seus segredos
Percebeu o gênio do espelho que realiza os seus desejos"

Inserida por AndersonBelemCosta

Ela não tá mais no portão!
Nem com frio
Nem com medo
Nem ansiosa
Nem se sentindo insuficiente
Nem se sentindo Sozinha
Nem se sentindo esquisita
Nem se sentindo Insuficiente
Menos Que Nada!
É! Eu Fui lá e a peguei no colo, e disse a ela o quanto é Linda é Incrível!
Ela secou as lágrimas e sorriu!
Perguntei se depois de Tudo isso o Amor enfim acabou?
Sorrindo ela me disse com a voz em Paz: O Amor não acaba, ele morre e ele morre esmagado nas mãos de quem o recebe e o faz definhar com abandono, engano, mentira e traição!
Em alívio no rosto e paz no olhar, hoje seguimos lado a lado, querendo apenas viver sem mais vegetar e definhar!

Inserida por RogeriaCardealHta

✍️⁠Quem se instruiu em fofoca de portão, vai sempre acreditar na mediocridade. Lembrando que o portão era o livro, na vida de mocidade.
😏🥱😱👣👣👣👁️👁️🕉️🕉️✔️📱

Inserida por luiza_andrade

⁠✍️Esperar gratidão de alguém é o mesmo que esperar, no portão de casa, o trem das sete, que nunca vem. Não tem UBERTREM
😏☸️♾️🕉️🧘🏼‍♀️✔️

Inserida por luiza_andrade

A notícia da partida da vovó que vendia sacolés pelo portão da casa verde no Sana desceu amarga. Como eram gostosos os sacolés vendidos por aquelas mãos. Podiam não ser lá muito higiênicos, isso é verdade, mas que eram gostosos eram. Aliás, essa questão de higiene, àquela época, não era muito levada em conta. Não que isso fosse coisa do século passado, quando ainda não se sabia muito sobre vírus e micróbios. Não. Mas também fiz uma pesquisa e vi que sacolés eram vendidos na década de 20, e, já então, as autoridades sanitárias faziam exigências que ninguém cumpria, como hoje. Daí, aquela gente imunda e encharcada com a água que lhes descia pelo corpo proveniente do degelo mal contido nas sorveteiras que equilibravam os isopores carregados de sacolés na cabeça. Mas, gula sempre foi gula. Voltando aquela senhora do Sana: os dedos que tocavam o dinheiro transportado por uma bolsa de coro que andava com ela eram os mesmos dedos que apanhavam pra mim dois guardanapos, que eu sempre pedia. Era daquela mesma bolsinha onde guardava o dinheiro que puxava os guardanapos. Me limpava como um pinto no lixo após degustar sempre a dobradinha: "um de coco e um de baunilha vó". Era o sacolé gostoso que compensava depois daquela manhã inteira torrando no sol na cachoeira. E o mais engraçado é que era tão bom, que até engolir pedacinhos de plástico mordendo o sacolé a gente engolia. Aquela casinha verde fica logo atrás da pracinha, do coreto. Quando ela abria a porta, dava pra ver lá dentro uma forma cilíndrica, de zinco, onde ela acondicionava todos os sacolés. Em torno desse cilindro, gelo picado e sal grosso com um pouco de serragem. Eu perguntei preocupado com a cor avermelhada da serragem. Coroando isso tudo, uma espécie de rodilha de pano, sempre suja, protegendo a tampa, impedindo o ataque de insetos durante a madrugada. A última vez que estive com a vovó do sacolé no Sana, custava R$ 2. Funcionava todo dia até às 18h, mas nas noites quentes de verão era comum ver-se à porta da casa aquela senhora se abanando com uma folha de bananeira estendendo mais um pouco o horário das vendas pra nossa alegria e dos colegas no camping, que nem esperavam que fossemos lembrar deles, de tão bom que o sacolé era. Uma vez, no desespero, bati palmas em seu portão 1 hora da manhã, bêbado, pra pedir sacolé. Tomei um esporro da vovó, mas pergunta se ela deixou de me atender e, depois do esporro, lembro que passou docemente a mão em minha testa e avisou que amanhã estaria mais cedo vendendo os sacolés. Os sabores eram: laranja, abacate, manga, caju e, nos últimos anos, começou a ter de chocolate, além do tradicional coco e baunilha. Mas, nenhuma delas, superava o coco-baunilha, que eu ia degustando ao mesmo tempo. Que me perdoem a propaganda, mas hoje, com todo progresso e processos modernos de fabricação mecânica, como toda e relativa duvidosa higiene no fabrico, o sacolé da minha vó do Sana continua insuperável. Os picolés de hoje, ridículos até no nome, as conchas novas que têm dado forma empírica aos sorvetes, não irão conseguir nunca matar a saudade que comecei a sentir a partir deste momento, quando recebi a notícia. Não sei se exagero ao afirmar que os sacolés do meu tempo, até os extravagantes e alcoólicos que começaram a pegar moda nos blocos de carnaval, nunca serão mais gelados do que aqueles sacolés de coco-baunilha. Faltarão neles agora, eternamente, o perfume delicioso de sabonete que vinha daquela senhora. Faltarão neles, inclusive, a poesia do pedido batendo palmas no portão, e do sorriso carinhoso e aconchegante na entrega. Siga seu caminho vovó. Novos sabores chegaram pra senhora. Delicie-se.

Inserida por AlessandroLoBianco

A crença é um portão fechado para o conhecimento.

Inserida por walaguia

⁠Ontem de madrugada, despi-me e abrir a porta de casa, em seguida o portão. No silêncio da noite, caminhei pelas ruas e senti o gosto da liberdade pelo meu corpo, nu de qualquer vaidade ou sentimento que não fosse pelo prazer de sentir solto. Os meus poros sensíveis ao ar da rua, tocava a minha alma. Andei pelo bairro e não encontrei ninguém, parecia que todos tinham mudado, sei lá. Os meus pés descalços caminhavam em nuvens de alcatrão com cheiro de chuva. Caminhei por um tempo. Voltei para casa, abri o portão, em seguida a porta, tocou o despertar e acordei.

Inserida por nereualves

Na madrugada de ontem, despi-me e abri a porta de casa, seguido pelo portão. No silêncio da noite, caminhei pelas ruas e esquinas, sentindo o gosto da liberdade percorrer meu corpo, despido de qualquer vaidade ou sentimento que não fosse o puro prazer de sentir-me solto.
A brisa noturna tocava minha pele, e a escuridão acolhedora envolvia-me como um manto, proporcionando uma sensação de renovação e conexão profunda com o momento presente. Depois de vagar por algum tempo, voltei para casa, entrei, fui até o quarto, deitei-me na cama e adormeci.
Quando acordei, percebi que tudo não passara de um sonho, um sonho, um sonho.
Nereu Alves

Inserida por nereualves

Quem fica no portão falando mal do vizinho, colhe no quintal fruta bicada pelos passarinhos.

Inserida por BrioneCapri

⁠A felicidade não se espera sentado, e nem no portão, se espera com a plena certeza, que ela está por aí.

Inserida por hamilton_rodrigues_2

Só, ela fecha.
Só, ela abre.
Ela, é a dona do portão.⁠

Inserida por hamilton_rodrigues_2

⁠Seu relaxo era charme, a negligência consigo mesma, forjava sua singularidade. Empurrou o portão, saiu. Na rua, na realidade mundana, era o centro, o centro de convergência, centralizava a atração.

Inserida por michelfm

Antigamento era assim:
namorava-se no portão,
noivava-se na sala e
casava-se na cama.
Tudo tão simples, e dava certo!
☆Haredita Angel

Inserida por HareditaAngel

⁠No portão principal
da Armada foi
deixada por populares
uma coroa de flores
em protesto
pelo assassinato
do Capitão-de-Corveta
Para que o mundo
não se esqueça
que ele foi
uma vítima fatal
do Inferno
de cinco letras;
Mas dois guardas
foram detidos
como suspeitos
deste mal
sem conserto.

Persistem
a escassez
de gasolina
e a falta
de notícia;
Porque justiça
ali já não
existe há
muito tempo.

Enquanto isso,
do General
que foi preso
injustamente
há mais de um ano
nada mais sabemos;
E da mesma forma
dos demais
desaparecidos.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Eu cheguei em frente ao portão, meu cachorro me sorriu latindo, minhas malas coloquei no chão, eu voltei. Tudo estava igual como era antes, quase nada se modificou, acho que só eu mesmo mudei, eu voltei. (...)
Fui abrindo a porta devagar, mas deixei a luz entrar primeiro, todo meu passado iluminou, e entrei. Meu retrato ainda na parede, meio amarelado pelo tempo (...) eu voltei.

Roberto Carlos

Nota: Trecho da música O portão.

Inserida por TiagoScheimann

CRISE DOS 13 ANOS
Tudo eu!
Tudo eu!
Tudo eu!...

... e assim,

engolindo o pranto
engasgando de cólera,
entre espasmos e soluços.
...
Um dia eu vou me embora...
Tomo chá de sumiço.
fujo dessa casa,
e não volto jamais.

Eu vou,
Um dia eu vou...
Na calada da noite,
por aquela portão, e em ponta de pés.

Me vou aos diabos e nem olho pra trás.
Que adoeçam de angustia e saudades de mim.

Sem deixar nem bilhete.
eu juro que vou.
...
... e assim,

mitigando choro,
abrandando os soluços
e cessando a cólera...
...
-Mãe, tem café??

#Embora #queira #minha #alma...


Tomar o tédio...

Ao meu jardim...

Em doce labor...

Retorno...



De pequena semente...

À mãe terra lançada...

Cuido com esmero...

A flor desabrochada...



Raízes deitando na terra...

Ramos que se abraçam...

Flores que sobem aos céus...

Perfumes variados...



Pequeno mundo por mim criado...

Que por Deus é abençoado...

Anjos caminham pelo pátio...



Sempre é uma grande satisfação...

Visitantes receber...

Abrir com sorriso o portão...

Para quem traz a paz no coração...



Mundo encantado...

No coração da cidade...

Junto às pedras azuis...

E ao seresteiro que canta a saudade...



Em madrugada a dama da noite...

Que no céu bela e fria vagueia...

Arrasta junto a si as estrelas...

E minha casa...e flores...prateia...

E tão longe o violão chora...

Em suave melodia...



Quando vem a aurora...

Tímidos raios de sol lançados...

Acorda o preguiçoso sereno...

Buscando o horizonte...

Pássaros voam com seus trinados...



E assim seguem os dias...

Em minutos e horas presentes...

Aguardando a chegada...

Aguardando todos que vem a #Conservatória...

Ouvir a serenata...



Sandro Paschoal Nogueira

— em Conservatória, Rio De Janeiro, Brazil.

Talvez o meu romantismo tenha acabado ou talvez eu ainda esteja esperando chegar flores no meu portão

Inserida por LOliver