Porque
Sou um homem rico
Sou um homem milionário
Porque na conta do meu coração
Está cheio de amor e paixão
"Somos conduzidos como gado ao matadouro porque, em algum momento da história, abrimos mão de nossa identidade. Antes inquestionável, hoje ela é volátil; aderimos a ideologias e seguimos, de forma efêmera, abrindo mão de valores e assimilando outros."
"NÃO JOGUE O SEU DINHEIRO NO LIXO, GASTANDO COM VÍCIOS, SUPÉRFLUO, ETC. PORQUE VOCÊ PODE PARAR NO LIXO, AGIR COM PARCIMÔNIA É MELHOR QUE SER PRÓDIGO" Ademar de Borba
A Peleja hoje finda sem muita complicação. Vamos colocar os pontos no Ypsilon, porquê no Í só tem um com razão.
"Perdoe sempre... porque melhor que o perdão só o Amor!!"
Otávio Abadio Bernardes
Goiânia, 17 de dezembro de 2025.
Pessoas rasas criam um atalho entre Deus e o Diabo para explicar tudo!
Porque ao tolo, é mais fácil não raciocinar!
Religioso, entenda o básico
Não porque os demais possuem uma fé diferente da sua, significaria que eles são ateus!
Não por ser outro dogma, precisa te falar!
Nem por ser algo que desconheces seria do mal!
Aquilo doeu mais que qualquer cobrança teria doído. Porque não veio como pressão. Veio como carinho puro.
Amar dói, sim. Dói porque amar é se permitir ficar vulnerável diante de alguém, é baixar as defesas, abrir o peito e deixar que o outro conheça lugares dentro de nós que quase ninguém alcança. Machuca quando os sentimentos não caminham no mesmo ritmo, quando um sente mais depressa, quando o outro não consegue compreender a intensidade daquilo que carregamos, quando faltam palavras, quando sobra distância ou quando a saudade deixa de ser apenas ausência e passa a pesar fisicamente no peito, como se também tivesse corpo, presença e voz. O amor assusta porque nos tira a ilusão de controle, desmonta certezas, expõe medos, inseguranças, expectativas e todas aquelas pequenas rachaduras que passamos tanto tempo tentando esconder do mundo. Amar alguém de verdade é aceitar que essa pessoa terá acesso às nossas partes mais sensíveis e, justamente por isso, também terá, mesmo sem querer, a capacidade de nos ferir. E talvez seja esse o preço inevitável de sentir algo tão profundo. Mas, apesar de todo o risco, dos tropeços, dos desencontros e das dores que aparecem pelo caminho, amar ainda é uma das coisas mais bonitas que podem nos acontecer. Porque, junto com o medo, existe o acolhimento; junto com a saudade, existe a alegria do reencontro; junto com a vulnerabilidade, existe a liberdade de poder ser quem somos sem precisar esconder cada imperfeição. Existe o riso frouxo que nasce sem esforço, o abraço que parece colocar o mundo em silêncio por alguns instantes, os pequenos gestos de cuidado, os olhares que dizem mais do que qualquer palavra e aquela sensação rara e insubstituível de encontrar em alguém um lugar seguro para descansar o coração. Talvez amar seja justamente isso: aceitar que algo tão bonito também pode machucar, compreender que não existe entrega verdadeira sem algum risco e que não existe vínculo profundo sem vulnerabilidade. No fim das contas, a gente se machuca um pouco, aprende, cicatriza, se reconstrói e, mesmo sabendo que amar nunca vem acompanhado de garantias, continua querendo sentir tudo outra vez. Porque, por mais assustador que seja entregar o coração e correr o risco de vê-lo ferido, viver tentando protegê-lo de qualquer sentimento seria um estrago ainda maior. Talvez seja por isso que continuamos escolhendo o amor: porque algumas dores passam, algumas cicatrizes permanecem, mas aquilo que sentimos quando encontramos alguém que nos faz sentir acolhidos, compreendidos e inteiros é grande demais para ser trocado pela segurança de nunca sentir nada.
Hoje o brinde é pelas perdas que a gente esquece de contar — porque terminar com alguém, às vezes, é terminar com um mundo inteiro que vinha junto.
Quem conhece o Teu nome, Senhor, confia em Ti, porque sabe que jamais abandonas quem Te busca. Que a nossa fé permaneça firme, mesmo quando tudo parecer perdido, pois quem caminha contigo nunca está só.
Sankofa é o gesto político de voltar para resgatar o que foi silenciado, porque nenhum futuro é possível enquanto a memória estiver acorrentada.
Lilian Morais
Eu me digo o que ninguém ousa
porque o silêncio sempre cobrou caro demais.
Aprendi que não nomear
é permitir que o erro volte
com outro rosto
e a mesma violência.
Eu não fui feita para a paz passiva,
mas para a vigília.
Observar é um gesto ético.
Falar é uma forma de cuidado.
Quando digo o nome das coisas,
não crio conflitos
eu interrompo ciclos.
Não carrego culpa que não é minha.
Carrego palavras.
E palavras, quando ditas no tempo certo,
impedem a repetição do horror.
Eu falo
porque existir em silêncio
nunca me protegeu.
Lilian Morais
“Me vi pensando em Van Gogh:
Escrevendo para alguém que ô leria,
Porque falar? Se ninguém o ouvia.
Ele escrevia..”
Livro “o quarto dos poetas”
Maysa S. Barrocal
Querido, eu tenho evitado te escrever porque sabia que, quando pegasse na caneta e rabiscasse alguns versos, meu coração começaria a sangrar. Contudo, parece que agora a hora chegou.
O amor não tira a vida, mas quando vai embora, tira o porquê de viver. E isso dói mais do que qualquer fim. 💔
Só queria lhe falar sobre o tempo.Porque é sobre isso que as pessoas falam quando não tem assunto ou quando querem evitar um determinado assunto,não é mesmo? Choveu hoje o dia todo.Parecia que o mundo ia desabar,baldes e baldes de água.Bem,as plantas ficaram muito felizes,ganharam um brilho novo coberto pelas gotas da chuva,também,depois de tanta seca…Ventou bastante também.Mas você não estava aqui para ver,não é mesmo? A essa altura eu já devia ter aprendido a parar de lhe escrever,parar de ser tão tola,parar de amá-lo tanto.Mas esqueça a parte sentimental,rasgue-a quando a ver,embora tudo que lhe escrevo seja sempre sentimental…acabe com tudo isso,mas acho que eu queria apenas lhe dizer “cuide-se” ou algo assim antes de eu começar a ser tão prolixa.E já nem lembro o que eu ia lhe dizer.
Eu elegi quinta- feira como meu dia preferido, mesmo preferindo a sexta, porque era na quinta que eu o via, que ele me cumprimentava e eu correspondia com um sorriso. Passei a amar as terças, porque era nas terças-feiras que ele conversava comigo por longos minutos até o ônibus parar em seu destino e ele me acenar um adeus. Coloquei as quartas-feiras em um altar, porque era nas quartas que ele me beijava, dizia que me amava, me cobria de elogios e promessas me dizendo um "até logo" cheio de segundas intenções. E eu odiava as segundas- feiras, porque era tudo cinza e sem graça sem a presença dele ali, como se nada tivesse importância e perdesse o tom, o sabor, a cor. E agora eu prefiro as segundas porque não preciso vê-lo, porque na segunda o coração não dói, porque não preciso me fingir distraída para não vê-lo quando ele passa, porque na segunda eu consigo respirar aliviada. Porque na segunda-feira, de algum modo, o coração não sangra.
