Por Voce eu Pegaria mil vezes
As vezes me pergunto o porquê de tantas coisas, vejo um mundo complexo e sem rumo. Onde a maldade não tem limites e a inveja destrói, as pessoas ficam fazendo planos para destruir o seu próximo.
Acabamos sucumbindo dessa terra sem levar nada, espero deixar pelo menos sementes de amor plantadas, mesmo que não agrade a todos .
Não nasci perfeito e nem quero alcançar a tal, que venham dias vitoriosos desses que jamais esquecemos.
Sempre questionei a mim mesmo.
Faço-me perguntas que, às vezes, não tenho as respostas.
Às vezes, surpreendo- com cada conclusão, que, nem sempre são conclusivas.
Arrisco-me pelo misterioso e desconhecido "mundo do silêncio" à procura de respostas das quais ainda nem fiz as perguntas.
Vez por outra, encontre-me desnorteado entre "intuição" e "opção".
Na insana vontade de encontrar um porto seguro, afogo-me em oceanos de dolorosas lembranças.
Do passado, agora só me restam vestígios de sonhos não concretizados.
Nos caminhos que percorri, em alguns momentos, deixei cair lágrimas, em outros, plantei sonhos e esperança.
Mesmo em meio a esses terremotos de opções, intuições, dúvidas e aventuras não bem sucedidas, acabei descobrindo e conquistando o melhor de cada um desses mundos: " O APRENDIZADO".
Claudio Martins.
As vezes não escrevo nada, nem sequer me atrevo a pegar no caderno, a pegar na esferográfica, quando isso acontece, é porque a minha escrita esta cansada e precisa relaxar, e eu tento ser respeitoso...
Somos ilimitados e nunca iremos satisfazer por inteiro, independente do q for. As vezes o que precisamos é dar oportunidade pra nós mesmo. oportunidade de recomeço, oportunidade de mudanças,
oportunidade de fazer e ter o melhor de Deus na nossa vida.
Dê uma chance pra vc mesmo, tem coisas que só virá ao nosso encontro se nos desprendemos dos velhos hábitos.
A LÍNGUA
Minha língua,
minha dita, me edita,
as vezes medita informal.
Minha língua sem sal
em saliva com sal... palpita,
Por bem, ou por mal.
Essa língua maldita
com sua dita edita...
Um caótico carnaval.
Antonio Montes
Desejo
As vezes vejo alguém "invejar" as coisas que tenho. Minha forma de ser. Meus amores.
Fico refletindo o quão é inócuo.
Um desejo de placebo.
Nada é meu, isso sei. São só uma parte do que fui ou, tive ontem.
Nada me pertence. Sabe porque?
Não sou, não tenho e, mais que isso, nada possuo, ou possuirei. Só vivi!
Se quiser desejar, deseje viver o que vivi, nada mais. Pois o que vivi, me trouxe alegria e realização.
Nunca teremos nada para sempre, nem que seja pelo segundo adiante do agora.
Se assim for, desejar viver a realização que vivi, não estará invejando nada, não pagara o preço da paga.
Somente estará desejando aquilo que te é possível e, novamente, estará em comunhão com teu ser.
Na busca de tua possibilidade, do teu eu possível, procure distinguir a diferença, para que Ele possa estar contigo.
Às vezes é preciso ser "complexo" para poder conseguir enxergar e ser capaz de dar valor às coisas mais simples...
Muita das vezes fazemos perguntas à Deus ou alguém, mas no fundo já se sabe a resposta.
A pergunta é para ter a esperança de uma resposta diferente do que já se sabe.
Sempre me lembro de todas as boas "primeiras vezes" em determinados sentimentos ou afazeres, como qualquer um lembra do primeiro andar em uma bicicleta, da primeira vista dum arco-íris, do primeiro amor, do primeiro beijo... Lembro-me muito das felicidades que eu tive nos últimos tempos, e por mais que eu tente evitar, todas elas tem você. Não é simples passagem, é na verdade, um extraordinário começo, um resistente meio e um próspero futuro, pois entre nós, não desejo fim. É tão bom lembrar da infância, de todas as alegrias. É tão lembrar da vida, de cada pessoa que nos proporciona um primeiro grande momento. É tão bom ter um primeiro momento, como também é tão bom te ter, pois sei que cada momento com você será o primeiro de cada eternidade pra se sonhar.
►28 de Fevereiro
As vezes me pego pensando nela
É difícil aceitar a ausência permanente dela
Relembrar dos momentos que vive com ela
E eu sei que estou sendo um idiota
Em escrever em forma de poema uma antiga história
Não conheço nenhum homem que faria o mesmo
Escrever poemas para o amor desfeito
Mas eu simplesmente não consigo parar
Já tentei, não consegui, então aceitei.
Fico tão triste quando me lembro daquele tempo
Lá no parque aproveitando, junto à ela, a brisa do vento
E que agora me encontro assentado relembrando dos momentos
Pior mesmo é saber que o sofrimento é em vão
Que ela provavelmente já está vivendo uma nova paixão
E eu afundando de vez na solidão
Mesmo com o carnaval reunindo uma multidão
Me encontro sem escutar batidas do meu coração
Pensei que escreveria um poema de alegria para o fim de Fevereiro
Mas simplesmente não esqueço o que vivi o ano passado inteiro
A tristeza, e o desânimo, se acomodaram sobre meus ombros
Que me deixam tonto, sem ter um plano, sem ter por onde caminhar
Acho que por hora não há nada para se fazer
Não consigo me ajudar, não sei como devo me convencer a viver.
Tenho o amor de meus pais e da minha tia
Mas por que que, apesar disso, eu não sinto alegria?
Por que não tenho autoestima?
Não sei mais o que é sorrir, me perdi
Sei muito bem que "é normal"
Hoje não consigo nem mesmo rimar
Acho melhor eu terminar aqui
Mas quero sorrir, só isso que gostaria de pedir...
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