Por Voce eu Pegaria mil vezes
Às vezes tu me irrita tanto
Às vezes eu queria te mandar pra longe
Às vezes eu sou muito chata, e acabo por dizer as palavras erradas, e logo em seguida eu me arrependo, e eu sinto medo que você se vá.
Eu queria poder admitir sem receio, você conseguiu me conquistar, mesmo sendo tão diferente de mim, coisa que jamais alguém fez sendo o meu oposto.
Mas você é tão insegura, é tão cheia de receios com o seu passado. Não é medo da rejeição eu não admitir, é medo de você me confundir com o seu passado, e me abandonar.
As vezes eu fico pensando que as pessoas falam mal uma das outras só para se sentirem melhores do seu próprio sofrimento.
Algumas vezes eu achei que não fosse conseguir superar a ausência, cheguei a
pensar em desistir de tudo, em ir embora para ver se eu a esqueceria. Doeu bastante quando ela se foi, só eu sei o que passei, o quanto sofri, o tanto que chorei. Sério, eu pensei em morrer. Hoje eu paro e reflito, vejo o quanto eu fui fraco em duvidar de mim, em achar que eu não conseguiria superar e chegar onde eu me encontro. Às vezes, parece que não superei, mas sim, posso dizer que estou totalmente curado, nada dói como antes, a ferida cicatrizou e liberto estou.
As vezes eu choro, mais por menos do que por mais, as vezes imploro talvez salgado e não sagaz, vôo no horizonte sem asas mas fugaz, em qualquer tempo momento sem intento. Sou eu me buscando no meu próprio eu.
Folhas de diário de amor.
As vezes eu me levanto da grama,
Com meu coração nublado...
Como é que a gente faz dar certo amor de amigo?
De repente eu pensar assim é egoísmo.
O mundo pára quando escuto sua voz.
Quando ele fala mil e uma bobeiras...
Eu acho que eu tenho medo de coisas boas...
Pedi minha mãe uma Dipirona pra vê se passava uma dor por dentro.
Dizem que Dipirona passa tudo.
E será que passa a vontade de ficar mudo?
A gente fica mudo quando se apaixona?
Tá certo, você é um diário mudo apaixonado...folhas caladas.
É tão frio longe da grama
A mão de Levi é quentinha...
Que ele nunca leia meu diário
Que a boca dele tenha gosto de biscoito de abacaxi.
Amém.
Ah obrigada por Arethusa
Ter virado cuscuz de avestruz.
Amém.
Sara Cindy
Holambra, 7/11/2019
Ciúme toda vez que alguém te abraça
ou não me dá atenção
Sinto ciúmes
Várias vezes eu me fiz de Durão
Mas no fundo
me sinto triste até um pouco de ódio
Não consigo falar o que sinto por ela
Por isso fasso este poema
Para Me expressar
Não me lembro quando comecei a gostar
Várias vezes eu estava triste
Mas quando a encontro
Tudo começa a melhorar
A mina perfeita me encantei
Pelo seu sorriso
Pelo seu olhar
- As vezes eu não vejo interesse, falo coisas, talvez sem sentido, e espero uma resposta.
Mas as pessoas de forma geral estão brochantes, me afasto, não tenho apego.
Dou chances.
Faça silêncio, não fale nada. Se afaste.
Longe dos olhares do mundo, às vezes sonho com sítios onde não estive, como se eu própria me abandonasse e fosse outro ser que não sou.
Eu espero por uma mensagem que parece nunca chegar
Perdi as contas de quantas vezes já abri sua conversa com a esperança de te ver digitando
Você sabe que pode me escrever
Você sabe que deve me escrever
Por que você insiste em demorar?
Por que você parece não se importar?
Quanto tempo mais eu vou ter que esperar sua mensagem dizendo que sente muito e que ainda se importa?
Quantas vezes já passou por sua cabeça em me ligar? Escutar minha voz, minha respiração...
Eu te chamo, eu fecho os olhos e te chamo, eu sei que pode me ouvir, ou melhor, me sentir, siga minha voz, siga sua intuição e venha até mim, esse é o pedido de um homem desesperado que anseia pela sua chegada...
Sabe as vezes eu fecho os olhos e queria lhe falar coisas da qual não teria coragem de lhe dizer.....
Chego ao ponto de imaginar conversas que sei que não iremos ter...
Tudo por medo de não ser compreendida, pois enxergo o mundo sob outras lentes da vida.... Talvez se um dia vc pudesse estar do lado de cá e admirar o mundo sobre como eu o vejo.... Então vc compreenderia a dimensão e a sensação que sinto ao amar você
Nós, ela e eu
*Ju Assunção*
As vezes a gente briga
Se desentende
Pra que seguir em frente?
O amor não se explica
Só se sente!
Temos nosso cantinho
Ali é o nosso ninho
Onde trocamos carinho
Sem farpas, nem espinho
Quando estamos abraçadas
Me sinto segura
Pode até parecer loucura
Mas ela é minha cura
Seu beijo doce e lento
É um tormento
Me enche de ansiedade
Me faz invadir sua carne
Fugindo da realidade
O desejo fala mais alto
Não consigo me esconder
Ela me faz esmorecer
até estremecer
Fácil chegar na lua
Para sempre serei sua
De ogro a lady
Em um segundo
Minha cabeça gira com tudo
Com ela vou até o
Fim do mundo.
(Poema dedicado a minha esposa Isabel)
Quantas vezes eu me peguei cuidando da criança que existia ontem, apenas para perceber que ela acordou como alguém completamente novo hoje?
Tem vezes que eu crio cenários paradoxos na minha imaginação. Eu viajo entre nuvens e estrelas e depois parece que o céu nem existe de verdade. Às vezes mergulho nas profundezas de um rio tranquilo e de repente estou apenas perdido entre árvores de uma natureza sem fim. Eu me animo com pouco e me entristeço por muito. Sou fala, voz a ás vezes somente silêncio e solidão. Tem dias que sou vento forte e às vezes apenas sopros na calmaria. Tem dias que sou festa, aventura, e outras apenas passageiro num caminho sem volta. Sou esforço, capacidade e depois apenas tédio numa vontade promíscua de desistir. Sou novidade, boa nova, e às vezes apenas passatempo temporário. Tem dias que sou arte, música boa de se ouvir e depois apenas extermínio e crise existencial. Eu sou uma pessoa forte, determinada e depois alguém cheia de medos e fraquezas. Às vezes sou janelas e pores do sol radiando por dentro da minha imensidão e outras vezes sou apenas uma escuridão despercebida. Eu sou muitas vidas, infinitas perspectivas e histórias, e nessa narrativa paradoxal de querer ser, eu me vejo sendo tudo pra depois ser nada, e essas são apenas minhas estranhas maneiras de existir.
Eu sou calmaria, as vezes furacão.
Sou chuva serena, as vezes tempestade.
Sou brisa leve, as vezes tornado.
Sou mar calmo, as vezes revolto.
Minhas oscilações são como os fenômenos da natureza que ocorrem na maior parte das vezes sem um aviso prévio. Deixam marcas, mas sempre trazem algo de bom consigo.
Às vezes, eu ficava presa às outras pessoas por muito tempo, porque era mais fácil do que ficar dentro de mim.
Às vezes sinto que eu sou um barco sinuoso... balançando para o mar negro infinito. afastando-se de quem eu sou.
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