Poeta Viver Sozinho Solidao
A SENSIBILIDADE DE UM POETA.
By Harley Kernner
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Não é que existe escassez de inspiração para escrever poesias que perfez, mas é o aumento de tudo que pode fazer um coração sofrer.
Existem muitas mulheres bonitas, rosas perfumadas, o céu continua azul, as quatro estações sempre chegam cada uma a seu tempo, e do nascer ao pôr do sol sempre aduzem grandezas, são essas coisas que nos inspiram a escrever as mais belas poesias...mas o seu lindo rosto é minha maior inspiração!!
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Meus sonhos são lindos, mas o meu acordar desperta em mim uma realidade de uma escassez de: Companhia, carinho, do perfume adocicado, e da colônia feminina.
Ainda creio que tudo que acontece comigo é um castigo passageiro de Deus...
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Ainda que as feridas não cicatrizam, a lacuna globalizou-se em meu interior, meus olhos estão cansados de olhar para o fundo do túnel e nada Ver, mas acredito no amor, e esse amor é a minha razão de viver...
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Sim, não é falta de inspiração para escrever uma poesias, mas para quem escreverei? e quem está disposto ao ouvir o BLÁ BLÁ BLÁ do meu pobre coração?
Quem teria a coragem de narrar minhas poesias, e depois escolher se iria chorar ou sorrir, ou mesmo desacreditar que alguém passaria por tudo isso sem ao menos merece o amor de uma MULHER.
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" SERÁ QUE TEM ALGUÉM ME OUVINDO DO LADO DE FORA DO MEU CORAÇÃO?
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MARIA ALICE
Romance em Poesia
Edição: Poeta Mudo
Coitado do poeta....
Iludido como em seu poema
Seu poema!Se a julgar o
que já tem escrito.
Coitado do poeta!
Fases e faces do poeta.
O poeta é tal como a lua
Tem fases e faces...
As vezes é " cheia" de inspiração
Iluminada totalmente pelo astro rei,
é beleza e introspecção.
Em outras míngua.
Perde a luminosidade,
o tédio logo o invade...
Silencia o verbo
mas não mata a utopia.
Adormece então, nele
a poesia.
E em sua transitoriedade
faz-se nova sua face...
Mas a luz ainda é arredia.
Apenas se insinua ao poeta, os versos.
Acalenta-os...
Acaricia-os...
Coabita com eles.
À esperar um novo dia.
Agora é crescente.
Emprenhou a palavra!
Eufórico, aguarda o seu rebento,
o poema, pelo qual tanto ansiava.
Ei-lo que vem...
Jovial e trazendo boas novas.
Eis que a vida se renova!
Então, mais uma vez,
eis o poeta em plena cheia
Crisálida e sereia!
Deuses no olimpo...
...Pássaros á revoar
...Mares transbordantes
...Amores e amantes
Eis a sua face mais bela
Lua cheia na janela
E a poesia à bailar!
O Poeta e a Inspiração
Se o Poeta sente
quer então escrever
fala do que sente
e por quem sente.
Poeta que faz do silêncio
uma inspiração!
E com a caneta no papel
descreve seu coração.
Poeta que faz da dor
uma experiência
que rima com persistência,
que faz da desilusão
um dueto com a superação.
Poeta que ama amar
que gosta de sentir,
e que tudo faz rimar e inspirar!
Sou um poeta ,
Que a noite vaga
Sem ser visto pela natureza
Sem saber onde está ,
Só sei que sozinho estou ,
Na procura de alguém ,que não vejo
Quem é esse alguém me perguntou ..
Mesmo que a poesia seque em mim
Entre espinhos, lamentos e emoção
O poeta é como o sequioso cerrado
Sobrevive as intemperes do sertão
Duma gota tem o embrião brotado
© Luciano Spagnol
poeta do cerrado
Rio de Janeiro, RJ
Poetar...
... não é só escrever
é mais que sonhar
é mais que ser
é o poeta chorar
rir, olhar
e viver...
É a extasia da rima certa
é o achado sem se ter...
Pois, a poesia não é do poeta
é de quem primeiro ler.
© Luciano Spagnol
poeta do cerrado
Cerrado goiano
fluorescência
cerrado
fulgor de cascalho
e vagalume alado
© Luciano Spagnol
poeta do cerrado
Cerrado goiano
Fico maravilhada com a inspiração
que abocanha o poeta,
ele é engolido com sua caneta,
e seu coração em pura volúpia,
Cospe versos estupendos
que, parecem asas deltas.
A alma do poeta é realmente um balsamo às infelicidades mais sofridas, da humanidade.
Este abençoado, que em nada se difere de nós, no que se refere às nossas necessidades humanas, consegue fazer de seu próprio drama uma poesia, de sua própria dor, um pensamento positivo, e de sua angustia uma declaração de amor.
São almas como estas, verdadeiros anjos a aliviar nosso fardo por aqui, que nos faz suportar todo este tempo longe de nossa morada definitiva, com Ele.
(Teorilang)
SINA DE POETA
A noite já chegou
e eu aqui estou
na solitude do silêncio
abro a porta
fecho os olhos
tua imagem vem
em minha mente
sinto teu perfume
e tuas mãos
te abraço no vazio
tudo é mera ilusão
abro os olhos
olho o céu
chamo por ti em vão
tudo é escuridão
fecho a porta
procuro um papel
uma caneta
e cumpro minha sina…
esta sina de poeta.
PAPEL DO POETA
Palavras flutuam no vazio
em sílabas desconexas
o papel está repleto
de versos incompletos
a noite cumpre seu papel
já passou de meia
e um pássaro noturno
canta seu canto por completo
as sílabas se conectam
palavras ganham nexo
os versos se completam
e cumpro meu papel de poeta.
SONETO ABSTRATO
Na prosa do poeta, não só tem poesia
às vezes de tão vazia, o abstrato pinda
arremata cada imaginação, e aí, ainda
nada lhe completa, nada tem harmonia
Tu'alma inquieta, o verso na berlinda
a solidão, a lágrima, a dor em romaria
se perfilam no papel em uma rima fria
e assim, a privação na escrita brinda
Neste limitado querer, sem simpatia
o silêncio, o belo, no feio prescinda
e a inspiração, então, fica sem orgia
Aí, o soneto sem quimera, não finda
e os devaneios perdidos na ousadia
sem fantasia, a ausência é provinda
© Luciano Spagnol
poeta do cerrado
Dezembro, 09 de 2016
Cerrado goiano
Simplesmente poeta
sim ... trago a poesia em mim
sim... quem lê , percebe e sente...
tenho um alvo, almejo, traço metas...
eu sou... simplesmente poeta.
Na linha do tempo:
Sem seu amor, sou como o poeta triste na vaga madrugada.
Sem a sintonia, sou o poema sem a rima.
Mas com você, sou o verso, sou verbo do amar, só por te querer cada dia muito mais.
Cada verso contado, exponho o meu desejo.
São sentimentos da minh'alma, que saem em desespero.
Pois não posso nem sussurrar ao vento,
para não espalhar meu segredo.
Que eu nasci para te amar e você nasceu para brilhar, dentro do meu peito.
Um amor eternizado no olhar, nem mesmo o tempo, é capaz de apagar.
Poema de autoria #Andrea_Domingues
Todos os direitos autorais reservados 22/10/2019 às 14:00 horas
Manter créditos para autora original #Andrea_Domingues
