Deste que passaram-se horas
Do velho ano
Do ano que já é outrora
Agora recordação, tempo profano
A cada segundo, minuto, hora
Dia após dia, quotidiano
O tempo vai, vai embora
Sorrateiro e ufano
Muito antes, antes de mim
Veloz e insano
Sem parar, até o fim...
No diverso plano
Vida que segue, "Quixotesco" no seu rocim
Adeus velho ano!
Filho é o amor mais sem vergonha que temos. Sem vergonha alguma em dizer que se ama todo o tempo. Parece um mantra, mas é a melhor das pragas de Deus. Que bom que Deus nos fez crianças sem vergonhas. Já o caráter é coisa dada pelos pais e mestres.