Poeta
Me diverto com as pedras do meu caminho,
As guardo no bolso em dias de calmarias
Com os pés no grande rio as lanço para
O fundo das sua águas.
Na íris vejo vidro venho,
meus neurônios não
se agradam do que ver.
Em dentes a pétalas de
rosas as qual deixam o
hálito nada agradável.
A língua gravada de
espinhos espelhei o
agridoce desejo em
se morde.
O meu oceano só tem
um mistério e jamais
revelaria o mar das
suas águas.
Ele adorava contar piadas
Sobre os negros,brancos gay,
Gordos, homem, mulher, velho, jovem...
Até o dia que virou a piada, perdeu a voz.
Café em falso sobre a mesa,
xícara de porcelana trincada
em um Pires de barro.
Tomei um chá de espera,
puis duas colheres de açúcar
no tempo, assim não perceber
as horas amargas passarem.
Nos teus braços o meu pequeno uniVERSO,
Meu presente a ti quero dar.
O passado apenas um embrulho de minhas rimas, No Presente sempre com a tua inspiração quero respirar.
O que você faz quando está sozinho e ninguém te vê faz a tua vida mostrar a você mesmo o seu caráter.
O seu amor, o seu carinho estão até hoje guardados em meu coração. Você é uma pessoa que não se encontra hoje em dia.
Ontem, hoje e sempre você e eu.
