Poesias sobre o Frio
"Nenhum indivíduo consegue ser frio o bastante para não ter sua gaiola emocional, mas também ninguém consegue ser livre o suficiente para abri-la"
Me pego pensando nele toda hora,ansiosa pra vê-lo novamente,com um frio na barriga e um no na garganta toda vez que o vejo,fico boba com a voz e o sorriso e perdida com um toque suave,quando ele me abraça sinto como se me completasse,será q eu estou apaixonada?
Talvez eu esteja sendo frio, frio egoísta comigo mesmo... me perdoa, amor, não sei o que se passa nessa minha cabeça aleatória. Vou mudar e melhorar.
Em algum momento da vida serei como a madrugada cinzenta, e no silêncio começo a compreender o frio do anoitecer, e aprendo a ver além, e através da neblina densa da alvorada, enquanto ouço canto do galo.
Sabe... Eu sou como a lua, tenho um lado oculto do qual ninguém consegue ver, lá é escuro, frio e solitário e nenhuma luz consegue alcançar.
No abismo da desilusão, enfrente o eu, mesmo que esteja pelado e frio caminhando no limbo das suas escolhas, o mais desprezível inimigo é duvidar de si mesmo.
A noite chegou o frio se aproximou. Com o tempo que vivi e batalhas que enfrentei encontrei nas feridas as cicatrizes que eu nunca quis. Quem me dera acorda e te ver de novo minha amada,descansar em teus braços e por ti ser amado. Mas o tempo te levou dos meus braços e procuro outra vez em sorriso ou abraços. A razão de viver novamente sem ter os teus abraços. Autor Jefferson almeida
E o mal inventou o frio e eu inventei o conforto. Ele criou o sofrimento e eu a paz. O capeta inventou a solidão e eu acabei com a bagunça e inventei a Mãe.
Fiz um acordo com o tempo, combinei com ele, pois vai fazer frio por esses dias. Pedi para que ele passe bem devagar e me deixe ver os ipês, que ainda estão floridos, neste final de outono. Que ele me deixe admirar as flores de maio
Homens que se propõem a passar frio, fome, medo e falta de ar, escalando montanhas gigantescas e geladas durante dias, semanas até meses. Muitas vezes perdem amigos durante essas jornadas, alimentam-se mal, perdem peso, perdem tempo. (Tempo não, horas). Tudo isso com o constante pensamento de que tudo pode dar errado a qualquer momento... Aí eu te faço uma pergunta, a troco de quê? É uma ótima pergunta... Para alguns é praticamente impossível entender que, nem sempre, o troféu é o que importa, o prêmio, ou o desejo tão almejado que te faça cair em sua zona de conforto. Para alguns, na maioria das vezes, o que realmente importa é a conquista, ou o modo como foi conquistado. O caminho, o trajeto, o percurso. As dúvidas, os receios, os anseios, e finalmente as certezas. No final, que seja. Aquele frio na barriga que nos alerta sobre o risco, mas que ao mesmo tempo atiça nosso brio, dando pista de como saboroso pode ser escalar mais um objetivo. E se mais uma montanha for escalada? E se no topo houver sol, houver céu azul, houver tudo? E se não houver nada? Só gelo, frio e vazio? Não faz diferença. Existem outras montanhas a serem escaladas. Outros caminhos a serem percorridos, outros aprendizados, novos medos a serem enfrentados, novas conquistas. As escaladas sim nos ensinam. E antes de se acomodar no topo da sua montanha, pare pra pensar que ás vezes o finalmente. Ás vezes o finalengana. Ás vezes ainda não é o final. E ninguém aqui está falando de alpinistas, montanhas ou gelo. Isso é a vida.
No fim do poço eu já decorei as pedras, eu já senti o frio, eu já tive medo e já quase desisti mas chegou a hora de começar a subir.
Por mais que exista mesmo um vazio, por mais que sinta que meu coração passa frio sei que um dia vou viver um conto de fadas com você.
O inverno traz algumas rebeldias curiosas, por exemplo, do bebedor de cerveja que, mesmo no frio, toma o troço gelado pensando que é quentão; do lavador de carro que acorda pensando: vários banhos gelados de novo não?!; do solteiro que quer ter um amor para transformar em cobertor todas as noites; e do meu cobertor que vive brigando com os meus pés, pois não consegue aquece-los!
Vem cá, como você pode chamar de amor, se você mais chora que sorri? Pra mim amor é frio no estômago, contemplar o luar, pegar no sono de tanto imaginar, acordar e continuar a sonhar. Amar é não se conter de tanta felicidade e assim não escutar as dores desse mundo. Então, pensa bem. Se chora mais que sorri, você não ama, se ilude. Que o vento leve essa angústia, que a magia do amor, fique a seu favor, faça sorrir e permaneça em ti.
Em um dia normal te avistei e do nada minha pulsação acelerou,suei frio... Na hora pensei q naõ seria nada, mais hoje percebo que você faz parte dos meus pensamentos... Tentei mea aproximar mais não foi da maneira que eu esperava... Mesmo assim ainda quando td vejo fico perdido feito bobo... Não sou de me apegar assim, maas infelizmente o inevitável acontece... To levando devagar, na esperança de poder algum dia olhar no fundo dos seus olhos e falar tudo o que to sentindo agora...
Quando eu vim de minha terra, passei na enchente nadando... Passei frio, passei fome... passei dez dia chorando... por saber que minha vida... pra sempre estava passando!... nos passo desse Calvário __ tinha ninguém me ajudando ... estava como um passarinho __perdido __ fora do Bando !..."
Já me apaixonei algumas vezes. Entretanto, nunca senti o coração descompassado, pernas bambas, frio na barriga. Nunca estremeci por causa de um alô, de um "como você está?", nem quando me chamaram de "minha princesa"! Com você tudo é tão diferente!!! Chega dar medo! Somos tão antagônicos! Mas que graça teria a vida se as pessoas fossem iguais? Nenhuma! Adoro seu sorriso expressivo, seu sotaque lusitano, sua pele branquinha! Adoro modo que me faz sorrir ou ficar pulando pela casa depois de suas ligações! Amo sentir minhas bochechas queimarem de alegria por saber que passou o dia pensando em mim! Amo ver seu nome na janelinha do Skype quando você entra para nos falarmos! Enfim..... Amo estar com você!!!!! Não sei para onde a vida nos levará, mas espero que nos leve juntos...
Deixa eu te amar. Tirar sua roupa em plena luz da lua. E com um frio de fazer arrepiar ainda assim te fazer transpirar.
