Poesias sobre o Brasil
Redes sociais
O Brasil não irá pique pelos que estão nos surrupiando e sim pela imensa população que aceita passivamente .!!!!
A denúncia e a saída para uma melhor vida de nossos filhos e netos . Aqui, agora , denuncie !!!!
É o único espaço que nós temos!!!!
Podemos escrever a vontade , espernear , chorar sorrir e ter sempre espaço para se expressar !!!
Uns gostam , outros não mas essa é a nossa verdadeira democracia
Parabéns a vc que faz esse momento nas redes sociais
🇧🇷 O Brasil é maior que qualquer buraco
As tarifas do Trump não vão destruir o Brasil. Pelo contrário: elas podem, sim, fortalecer o nosso mercado interno. O povo brasileiro talvez finalmente volte a comer peixe pescado daqui, tomar suco de laranja de verdade, saborear uma boa picanha, frango com preço justo — e quem sabe até tomar um cafezinho de verdade, feito com o que há de melhor do nosso solo. A produção nacional vai ficar mais acessível — e isso é bom para quem vive aqui.
O que está acontecendo é simples: quem sempre pensou apenas em exportar, esquecendo do povo, está começando a sentir o baque. Mas o Brasil não vai afundar. Porque o Brasil é maior do que qualquer crise, maior do que qualquer buraco.
Quem vai perder com isso? Aqueles que sempre defenderam interesses externos, que nunca olharam para as necessidades do povo. Pessoas que se diziam patriotas, mas que, na prática, sempre atuaram em causa própria, pensando só em benefícios pessoais e familiares.
Está mais do que provado: o Brasil precisa de quem acredita nele, não de quem torce contra. E pra quem ama mais a América do que essa terra aqui, fica o recado — o caminho está aberto. Vão pra Disney, vão pra Orlando, pra Nova Iorque, Miami, Chicago, Dallas, Houston, Los Angeles, Carolina do Norte, Carolina do Sul, Texas, Califórnia, Arizona, Nevada… Vão pra onde o coração de vocês estiver. Porque quem não valoriza o Brasil, sinceramente, não faz falta aqui.
O Brasil segue em frente. Com dignidade. Com luta. Com o povo no centro.
E quem não se alinha com isso, que deixe o caminho livre.
A gente se basta. A gente resiste. A gente cresce.
—
Nereu Alves
Por amor ao Brasil e ao seu povo
O Brasil se choca com o sonho de quem espera por um futuro que valha a pena... E todo e em qual quer que seja o caminho a escolha sempre será confusa, esperando o inicio pelo filtro...
Desenrole o fio de cobre ascendendo as ideias pelo avesso que o dialeto xingou em línguas estranhas para variar o idioma;
Mais um round em reflexos das importâncias no Brasil... É triste saber e querer que tenhamos uma cela em extensão de um parlamento... Suspeitos de crimes!... Nacional;
Onde vamos parar?... Com tantas consequências, escândalos e flagrantes no início da década de 90... Propinas que consistia em interesses que desequilibrava o país...
Façamos do descaso: escolas para educação? Ou hospitais para a saúde geral da nação? Acho que os impostos serão para extensão de penitenciárias em um complexos do congresso nacional;
Viver indignado em ver o incorreto no Brasil:
É um rasgar-se em um choro seco
E remendar-se pelo desespero;
Quando a sociedade perceber
que a própria força sempre
terá o seu próprio valor...
O Brasil deixará de ser
escravo da política;
Indignação na arrogância do supremo do Brasil;
Em nível superior, julga? Não a mim, só quem pode me julgar é Deus;
A vida é uma luta sem empatia!
Uma guerra de um homem só, avenida Brasil de uma única via;
Uma arma sem violência, autoridade sem decência... Esperança inalcançável, sem verdades e sem reticências;
A vida me apaga sob à luz de lamparina, as oportunidades pintam palavras de pura adrenalina;
Minha guerra é inventada, vivo promessas de mentira;
A coragem é um artifício que a virtude influência;
me conhecia como um cara viril,
comigo conheceu ceará sem ir pro brasil,
provou de berlim sem ir para a alemanha,
no topo da montanha, minha juba assanha,
meu som imita muito mais um rugido do que uma voz estranha,
peso uma tonelada e não apenas algumas gramas,
primeiro lugar na minha vida e segundo em outras tramas,
dispenso paredes e camas,
fiz por mim: a minha casa está em chamas.
No Brasil até o sucesso tem que ser bissexto,
ocorrer paulatinamente no máximo de 4 em 4 anos.Agora o fracasso este pode ter em excesso, sem culpa e sem medo, com muito prazer por que todo mundo erra o tempo todo nesta diuturna e frenética busca insana dos acertos.
As manifestações políticas aparentemente populares no Brasil e o os gazes fétidos intestinais são muito parecidos.
Os dois tipos de distúrbios incomodam a muita gente e a certeza de que logo após a fedentina a coisa não só vai ficar pelo feder vai fisicamente engrossar e sujar em alguma direção, e muito mais.
Entendendo sobre a Bandeira do Brasil.
O retângulo verde: simboliza os Braganças para representar poeticamente as matas brasileiras.
losango amarelo: simboliza os Habsburgos para representar poeticamente o ouro do Brasil.
O círculo azul: representa o céu brasileiro no dia do golpe republicano (15 de novembro de 1889), cada estrela refere-se a um Estado. Assim, a quantidade de estrelas variou ao longo dos anos. Hoje são 27. É interessante lembrar que a estrela isolada não trata-se do distrito federal, mas sim do Estado do Pará.
frase escrita: a frase escrita na bandeira “Ordem e Progresso” refere-se ao lema positivista “O Amor por princípio, a Ordem por base, e o Progresso por fim”.
Sobre o assassinato do maior museu do Brasil!
Dor que dói com razão
Dor que dói sem emoção
Dor que dói pelos livros e pela decoração
Dor que dói como o desmoronamento de um monumento
Dor que dói e sem nenhum tipo de questionamento
Dor que dói cheio de raiva e sofrimento
Dor que dói...
Dor que dói sem palavras pra descrever a decepção
Dor que dói a alma e o coração
Dor que dói ver algo tão belo ser morto em vão
Dor que dói com desejo de revolução
Dor que dói vindo como um forte deslizamento
Dor que dói e sem nenhum tipo de salvamento
Dor que dói em pensamento
Dor que dói e só dói porque há consentimento
Dor que dói e que talvez seja a solução, pra salvar o país da podridão e da corrupção
Dor que dói com um grande descontentamento
dor que dói...
Rap
Surgido entre 1960 e 70
No Brasil em 80
O Rap tem origem jamaicana
Mas foi em terra americana
Que o som explodiu
Antes de chegar no Brasil
Com ritmo e poesia
É uma música que denuncia
O racismo, desigualdade social
Também abuso policial
Entre outros problemas sociais
Em busca da paz
Mesmo sendo discriminado
É um som politizado.
Espírito Santo
Espírito Santo, Estado da região sudeste,
Que no mapa do Brasil quase não aparece,
E que deve mesmo ter o “espírito santo”
Para não ser engolido pelo Atlântico.
Tem por capital o nome de rainha
Vitória, vulgarmente, Vitorinha,
Menininha lindinha
Misteriosa, uma ilha.
Aqui nascidos, somos tupiniquins,
Capixabas do roçado para milho e mandioca.
Os nativos com os imigrantes se entrelaçaram
Formando uma raça compatriota.
Dos imigrantes, o quê dizer?
Português a procriar
Formando a etnia popular.
Raças puras... Os alemães a labutar
A beleza italiana
Para o mundo se encantar.
Têm as praias, que lindeza!
A Bacutia, com a sua elegância,
É das pessoas belas da nobreza
É de entusiasmar.
Quem aqui vem, nunca mais volta,
Porque aqui, Deus não escreve por linhas tortas,
É o “espírito santo” a comandar.
Espírito Santo
Espírito Santo, Estado da região sudeste,
Que no mapa do Brasil quase não aparece,
E que deve mesmo ter o “espírito santo”
Para não ser engolido pelo Atlântico.
Tem por capital o nome de rainha
Vitória, vulgarmente, Vitorinha,
Menininha lindinha
Misteriosa, uma ilha.
Aqui nascidos, somos tupiniquins,
Capixabas do roçado para milho e mandioca.
Os nativos com os imigrantes se entrelaçaram
Formando uma raça compatriota.
Dos imigrantes, o quê dizer?
Português a procriar
Formando a etnia popular.
Raças puras... Os alemães a labutar
A beleza italiana
Para o mundo se encantar.
Têm as praias, que lindeza!
A Bacutia, com a sua elegância,
É das pessoas belas da nobreza
É de entusiasmar.
Quem aqui vem, nunca mais vai embora,
Porque aqui, Deus não escreve por linhas tortas,
É o “espírito santo” a comandar.
Embaixo do Equador
No Brasil é assim
Três meses de bom tempo
Nove meses de inferno
Porém, colonizadores aqui chegaram
Inteligentes como eram
Ao invés de tirarem os agasalhos
Vestiram os Tupiniquins
Fomos ul-trajados a rigor
Brasileiro que se preze
Não camufla a sua beleza
Mantém a sua frescura e pureza
Embaixo desse hemisfério
é povo que anda nu.
VAI MEU POVO
Vai meu povo vai meu povo
Que o Brasil redondo
Não vai parar de girar
Enquanto você Choramingar
Faça a sua parte faça sua parte
Lute pelo pão de cada dia
Porque a sua alegria
Só depende de você
Outro não pode realizar
Os sonhos que você carrega
Faça tudo acontecer
Mesmo que estoure as prega
Vai meu povo vai meu povo
Que o Brasil redondo
Não vai parar de girar
Enquanto você Choramingar
Poeta Antonio Luís
14 de Maio
No 14 de maio de 1888, o Brasil amanheceu livre. Ou ao menos, livre o suficiente para se parabenizar diante do espelho.
A escravidão fora abolida na véspera, por um gesto régio, breve e elegante, como convinha à pena de uma princesa. A tinta mal havia secado, e já se cochichavam loas nos salões. O Império, enfim, provara sua humanidade — ainda que com duzentos e tantos anos de atraso. Diziam-se modernos. Civilizados. Cristãos.
Mas, nas ruas, não houve fanfarra. Nem pão. Nem terra. Nem nome.
Os que saíram das senzalas na véspera encontraram, no dia seguinte, o mesmo chão duro, as mesmas mãos vazias, e o mesmo olhar de soslaio da cidade que os libertara com uma assinatura, mas não com dignidade.
Alguns acreditavam que o trabalho viria como recompensa. Outros, que a caridade cristã desceria dos púlpitos e dos palácios como chuva mansa. Mas a chuva não veio. Nem a caridade. Nem o trabalho. A liberdade, como os santos nos altares, era bonita de se ver, mas inerte ao toque.
Os senhores — agora ex-senhores — mostraram-se melancólicos. Alegaram prejuízos, saudades das "boas relações" com seus cativos, e passaram a vestir ares de vítimas. Alguns, mais práticos, converteram antigos escravos em serviçais por salário algum, chamando isso de transição. Outros apenas viraram o rosto, como quem se desobriga de um cão abandonado ao portão.
O Estado, por sua vez, considerou missão cumprida. E foi descansar.
No dia 14 de maio, portanto, nasceu no Brasil uma nova classe: a dos livres-sem-lugar. Cidadãos sem cidadania. Homens, mulheres e crianças com a dignidade estampada na Constituição e negada na calçada.
Seguimos livres no papel, presos na realidade. As correntes caíram, é verdade — mas com elas não caiu o silêncio, nem a desigualdade. Só mudou a forma da prisão.
Assim diz o Senhor: Ouve Tu Brasil, povo meu!
Eu te amo, mas mesmo muito! De verdade!
Tu és meu totalmente, tu povo de em mim liberdade.
Fica sabendo! Que eu estou contigo, em sofrimento teu!
Em ti está o povo santo meu, os que têm a doutrina da verdade!
Os que adoram só a Jesus o filho de Deus e não a outro!
Tu és o país onde o meu espírito está a dar ao povo unidade.
Por isso segue a doutrina dos que são da verdade!
Nao temas quando passares pelo mar, povo santo!
Pois eu te dou tanto mas muito encanto!
Que é a tua ação, linda espiritual!
Eu sou o Senhor que estou contigo!
Sou teu único amigo...
A quem ninguém é igual!!,
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