Poesias sobre o Brasil
✍️O mal do Brasil foi permitir a ascensão a bens móveis, "líquidos" e manipuláveis sem a devida atenção e necessidade de BENS DURADOUROS como EDUCAÇÃO, SAÚDE, TRABALHO, RENDA, TRANSPORTE, ETC...
👁️👁️🥴
🇧🇷" O Brasil que eu quero ainda não existe... feito de gente que persiste é jamais desiste...O Brasil que eu quero não têm corrupção...muito menos desigualdade...somente liberdade e respeito...no agir e no pensar.
O Brasil que eu quero vive no futuro...nas mãos de uma nova geração... educação prioridade...liberdade de expressão... respeito as diferenças...unidos em ação...Brasil minha terra...uma Nação."🇧🇷🇧🇷🇧🇷
PEDRO PAULO DESENCOBRIU O BRASIL
E aê, Mano Brown!
O maior poeta contemporâneo, e vivo. Um alvinegro... Com sua poesia marginal; fez o cântico dos loucos e dos românticos. Poeta por dentro e por fora. Santista de alma! Um negro drama de pele clara.
Um homem em reconstrução/ desconstrução na estrada.
Me inspirou, e me inspira até hoje a ser um sujeito homem! Pedro Paulo foi quem desencobriu o Brasil criado por D. Pedro, com suas crônicas cantadas.
Na moral, Caminha nunca iria lhe alcançar com seus rolês.
A rua lhe atraiu mais do que a escola.
Daí, Pedro Paulo virou educador: contra-hegemônico!
...Tem formado uma pá de gente.
Sem nunca ter “lido” Freire.
Se “Ivo viu a uva”,
O “Negro drama”,
Tenta ver e não vê nada
A não ser uma estrela
Longe, meio ofuscada!
Ele sintetizou à educação quando declamou: Da ponte pra cá antes de tudo tem uma escola.
Pedro Paulo, pedra negra, um homem no fim do mundo, que dá de beber as plantas,
Canta até o fim,
Recita os versos da periferia: és um poeta goat, diante dos cânones, de touca
Firme e forte, guerreiro de fé
Vagabundo nato!
Vida Loka!
A "Estória do Brasil"
Nossa "História" mentiu!
Quando afirmou
Que uma tal princesa Izabel
Os escravos libertou.
Nossa "História" mentiu!!
A independência do Brasil
Nunca existiu.
Nossa "História" sim!!
Transformou corruptos e assassinos
Em "santos" e "heróis"
"Mostra tua cara"
Chega de farsa Brasil.
No Brasil, surgiu uma controvérsia
Uma questão que envolve a nossa justiça
O tal Marco Temporal, uma manobra astuta
Que coloca em risco a terra indígena e a luta
Os povos originários, donos dessas terras
Vivem há séculos suas tradições e quimeras
Mas o Marco Temporal quer retroceder
Negar-lhes direitos, é o que se vê
A tese é simples, porém, temerosa
Diz que só têm direitos quem estava na posse
Em 1988, no dia da promulgação
Da Constituição, essa aberração
Ignora a história e os direitos fundamentais
Dos povos que aqui vivem, ancestrais
Não leva em conta o tempo imemorial
Da ocupação indígena, que é real
Com o Marco Temporal, a terra é negociada
Para grandes empresários, apropriada
Os interesses econômicos são prioridade
Enquanto direitos indígenas são deixados de lado
A Constituição de 1988 foi um avanço
Na proteção dos povos indígenas, um compromisso
Mas o Marco Temporal quer rasgá-la
E abrir caminho para uma nova batalha
É preciso resistir a essa injustiça
Lutar pelos direitos, não ceder à preguiça
Não podemos permitir que a ganância
Ditada pelo Marco Temporal, nos lance
Os povos indígenas têm direito à sua terra
Respeito à sua cultura, à sua guerra
O Marco Temporal é uma falácia
Uma farsa jurídica, uma desgraça
É hora de nos unirmos e protestar
Contra esse retrocesso, contra o abusar
Dos direitos indígenas, que são fundamentais
Para a construção de um Brasil mais igual
Que o Marco Temporal seja questionado
E que os povos indígenas sejam respeitados
A luta continua, a resistência é vital
Pois só assim, podemos vencer esse embate desleal.
brasil, 8 de fevereiro de 2025.
a um morto qualquer a quem se aplique,
você foi incrível, blá, blá e blá.
sua trajetória de vida foi linda, blá, blá e blá.
faz falta, blá, blá e blá.
quantos sonhos que nunca serão realizados, blá, blá e blá.
blá, blá, blá e etcetera.
mas a quem temos, a partir de agora, são os outros: flores aos vivos!
ao morto: meus sentimentos!
com afeto,
BANDEIRA UNIVERSAL
Este céu do Brasil e do Japão;
do Sudão, do Himalaia ou do Haiti;
pano azul estendido sobre os mares
dos confins e daqui, é o mesmo pano...
A bandeira infinita, indecifrável,
que nos banha de aurora e de luar,
borda estrelas ou tece o breu total,
faz amar e sofrer em qualquer chão...
Entretanto se ainda somos tristes,
algemamos em nós os nossos sonhos,
temos dedos em riste para o outro...
... É que ainda não vimos mais profundo;
este mundo é presente unificado;
uma prenda embrulhada pelo céu...
BANDEIRA DO BRASIL
Demétrio Sena, Magé - RJ.
Obrigado, Bandeira, por ter tremulado
aos meus olhos carentes de afeto e de letras,
ter me dado essa chave da porta pros livros
que devoro e que sirvo num ciclo constante...
Pelo dia em que pude colher tua ESTRELA
DA MANHÃ que mudou minha vista pro mundo,
numa caixa sem fundo que as traças roíam;
elas quase se fartam de seus madrigais...
Por meus versos ou plágios que fiz inocente,
mas que foram sementes dos originais
que mais tarde se abriram na minha lavoura...
Um acaso feliz me vestiu de magia
e da sua poesia me reconstruiu;
obrigado, Brasil, porque tive Bandeira...
UMA GRANDE PERDA PARA O BRASIL
Demétrio Sena, Magé - RJ.
Brasil perde Zé Silva de Souza. O pedreiro morreu na manhã desta segunda-feira, vítima de um infarto do miocárdio. Em estado de choque, neste momento a família recebe as condolências de vizinhos e amigos, todos muito emocionados.
Natural do Cariri, no Ceará, Zé Silva chegou ao Rio de Janeiro no fim dos anos setenta, para tentar a sorte no seu ofício. Morava no Morro Dona Marta, e além do próprio barraco, trabalhou na construção dos cafofos de João Guerra, Tonho Bocão, Maria do Josenaldo, e também ajudou a erguer várias construções consideradas importantes. Carreira digna de um homem simples e trabalhador.
Em pronunciamento à turma do Boteco da Graça, Mané Zoião declarou que que Zé Silva era um grande sujeito, pai carinhoso, e provavelmente um marido arretado, pois a patroa, Chica das Dô, sempre foi doida por ele.
Com diploma do antigo primário, Zé Silva lia razoavelmente bem; fazia contas com ligeireza; não tinha preguiça. Nunca usou drogas nem se meteu com traficantes, milicianos ou políticos.
Além da patroa, filhos, amigos e admiradores, o pedreiro deixou alguns "cachos", porque não era ferro, e a carne é fraca. Ele foi sepultado em um cemitério da baixada fluminense, região da qual não gostava, pois era torcedor do Flamengo.
BRASIL: QUEM SOBREVIVER VERÁ
Demétrio Sena, Magé - RJ.
Em todas as instâncias, os governantes deste país estão apaixonados pela crise. Também pudera. É a crise que lhes dá os argumentos necessários para que possam embolsar cada vez mais o tesouro público, e cobrar do próprio tesouro, para depois embolsar mais ainda, sem a vigilância criteriosa de um povo que já se habituou às explicações oficiais.
"infelizmente, por causa da crise, teremos que atrasar os salários...", "devido à crise que atravessamos, este ano seremos obrigados a suprimir alguns benefícios...", "informamos ao servidores que a crise está nos levando a deixar de cumprir a segunda parte do décimo terceiro...", "pedimos desculpas aos fornecedores, mas, em consequência da crise, não poderemos honrar nossas dívidas...", "brasileiros! Infelizmente, a crise nos obriga a majorar os impostos, os combustíveis e tudo o mais, para tentarmos recuperar a economia!". Blá, blá e blá...
A paixão é assim: fazemos tudo em seu nome. Usamos de todos os artifícios para mantermos o alvo do sentimento. Não seria diferente com a crise, que o governo federal manterá indefinidamente para facilitar a própria vida e a dos demais governantes, sem contar os parlamentares, ministros e demais assessores. Graças à crise no Brasil - que não é a mesma do mundo, e sim, causada especialmente pela onda de corrupção política -, executivo e legislativo de todas as esferas seguirão roubando impunemente, certos de que o povo seguirá pagando a conta.
Só quero ver, no ano que vem, se faltarão recursos, por exemplo, para cumprir todas as metas inerentes à olimpíada. Se faltarão, em algum momento, recursos para os inúmeros assistencialismos que garantem milhões de votos... e se também faltarão recursos para campanhas eleitorais, tanto em 2016 quanto em 2018. Quem sobreviver verá.
PRÉ-BRASIL
Demétrio Sena, Magé – RJ.
Neste momento inacreditável de pré-Brasil “reditadura”, quiçá “recolônia”, conquistado pela força e a motivação inexplicáveis de maioria dos brasileiros, eis aqui um feliz perdedor. Tenho grande honra de compor o grupo dos compatriotas derrotados, por uma razão também inacreditável – neste caso, para os milhões de vencedores: Eu seria muito infeliz, caso a força e a motivação que me levassem a qualquer vitória na vida viessem do moralismo raivoso, do preconceito generalizado e da fome voraz de poder sobre a natureza do próximo.
PÁTRIA NADA BRASIL
Demétrio Sena, Magé - RJ.
Seguirão desatentos, fiéis e tristonhos;
nada mais os desperta e provoca sentidos;
são robôs desarmados de visão e sonhos,
que se pensam completos, mas estão partidos...
Servirão ao poder, faça ele o que faça;
não importa que o próximo sofra com isto;
sacrificam afetos no fogo da praça,
se lhes for ordenado pelo novo Cristo...
Cumprem ordens expressas de nada e ninguém,
obedecem aos gritos que julgam de além,
mas que nascem da raiva generalizada...
Tinham Deus, mas agora escolheram ter dono;
já não olham pro céu, se renderam ao trono
duma pátria perdida com vista pro nada...
À BEIRA DO CAOS
Demétrio Sena, Magé - RJ.
De repente um Brasil que perdeu toda brasa,
se desfez do sentido forjado em brasão;
ficou triste, carvão, do carvão se faz cinza,
feito casa que agora não abriga um lar...
Meu Brasil "pátria nada", mátria que sonega
sua essência, seu seio, seu aleitamento,
Já não rega o presente pra florir futuro
nem se abre no campo de nossa esperança...
Um país que aceitou se calar ante o nada,
onde o tudo é a farsa cruel do poder,
da mentira que agrada os que se valem dela...
Uma terra que aterra verdades vencidas,
põe as vidas mais frágeis pendentes no caos,
desmorona os conceitos de cidadania...
BRASIL SÉCULO XXI
- Perdeu! Perdeu! Mãos na cabeça! Isto é um DEUS, PÁTRIA E FAMÍLIA!
... ... ...
Respeite autorias. É lei
O vírus chegou,
Na China matou,
desolou.
A Itália chorou
O Brasil brincou,
não acreditou
Fantasia imaginou
Errou!
Agora o que fazer?
Se recolher
Se proteger
Rezar
Cantar
Se acalmar
Assim a "gripinha"
Que é sua e pode ser minha
Vamos combater
E vencer
O que falta para mudar os rumos do Brasil?
Falta consciência política, união, espírito de luta, coragem, força e vontade de mudança. Mas o que vemos é acomodação, indiferença e um povo desunido. Só sabemos reclamar nas redes sociais.
Indiguine-se!
O Brasil está morrendo à deriva, sem eira nem beira. Sem projeto, sem comando.
Força Manaus!
Brasil do avesso
Brasil mudou de roupagem
Roubou nossa coragem
De ser um povo hospitaleiro, Fraterno, afável, amável
Agora viramos inimigos
Adversários
Pregamos o armamento
Para ceifar o contrário
O Brasil se reduziu
A privilegiados marcados
Enquanto a maioria ridicularizada
A fome sente amargada
Até o papa é xingado
Desacatado, odiado
Por pregar fraternidade
Onde reine a solidariedade
O Brasil virou do avesso
Grotesco sem compaixão
De gente roubando gente
Na dignidade, sobriedade
Negando a partilha do pão
Mas a Esperança não pode sucumbir,
se inibir, se calar mas gritar
Para um Brasil desempobrecido
Renovado, amado, prosperado
Em Países SADIOS, o funcionalismo público trabalha para o Cidadão.
No Brasil, o Cidadão trabalha para o funcionalismo público.
Subitamente me dei conta, do quanto tenho usado reticências...
então percebi que no Brasil,
raramente nossas tragédias têm
um ponto final...
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