Poesias sobre Mãos

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Construa a sua jornada com as próprias mãos. A caminhada aceita companhia, mas a aprovação é estritamente individual
🙂‍↕️🙏

João 20:27

Depois disse a Tomé: Põe aqui o teu dedo, e vê as minhas mãos; e chega a tua mão, e põe-na no meu lado; e não sejas incrédulo, mas crente

Quando Jesus revela Sua glória, toda dúvida se cala, todo orgulho se curva e toda esperança renasce.

Salmos 19:1
Os céus declarar
a glória de Deus
e o firmamento anuncia
a obra das suas mãos.

“Os céus nunca se calam; dia e noite proclamam que Deus reina!”

Conexões da alma 🤍


Eu posso te amar
sem te prender nas minhas mãos.
Posso te querer perto,
mas ainda assim sorrir
se a tua alegria vier de outro abraço,
de outra voz,
de outro caminho que não cruza o meu.


Porque amar, do meu jeito,
não é possuir —
é desejar que floresça,
mesmo que o jardim não seja o meu.
Eu me sinto em paz
sabendo que quem eu quero bem
está bem.
Mesmo que eu não seja
o motivo do teu riso,
sou sincera no desejo
de que ele exista.


Viemos sozinhos ao mundo,
e por mais que as conexões aqueçam a alma,
nem todo mundo permanece.
Alguns são estação,
outros são ponte,
outros são só vento que passa —
mas todos deixam marcas.


E cada marca é história.
Cada despedida, um capítulo.
Cada presença, ainda que breve,
é prova de que viver
é colecionar passagens
e aprender a amar
sem perder a leveza de deixar ir.

No silêncio está a provação:
Portas vão se fechar;
Oportunidades irão escapar das suas mãos;
Pessoas que não se alinham a sua futura realidade irão se afastar;
Não tema, Deus está alinhando.

Tudo é para honra e glória do Senhor. Aceito e entrego em suas mãos.
Aceitar e entregar é dar a ele o arbítrio para ele alinhar o que precisa para te ver feliz e prosperar.

As minhas mãos percorrem
o teu corpo
com a urgência das marés cheias,
e o teu corpo responde
em ondas que quebram, insistentes,
na areia quente do teu ventre.


As nossas bocas procuram-se
como se o mundo fosse acabar
no próximo segundo,
línguas que escrevem promessas
no sal da pele arrepiada.
Somos dois abismos
à beira do mesmo precipício,
caindo um no outro
sem medo da queda.


E quando o prazer nos atravessa
como um relâmpago a rasgar o céu,
não há mais nome, nem forma,
apenas o pulsar desmedido
de carne, desejo e entrega.
Depois, exaustos e ainda a arder,
repousamos na brasa suave do pós-fogo, sabendo que basta um olhar
para que tudo comece outra vez.

'... os deuses da razão
repetidas vezes estenderão as mãos
aos dispostos a lutar pela melhoria de si
mesmos; uma vez que somosnós - e não
os deuses - os legítimos causadores
do nosso aprimoramento
e bem-estar!

O mundo que tentam Destruir, Dominar ou Suportar, sempre esteve, está e sempre estará nas mãos do Filho do Homem.


O mundo que por vezes tentamos carregar nos ombros, dominar com nossas próprias forças ou até destruir com a nossa cegueira, nunca deixou de estar nas mãos do Filho do Homem.


Há quem se esgote tentando sustentá-lo sozinho, há quem se iluda acreditando ser dono dele, e há quem, por desespero ou revolta, queira vê-lo em ruínas.


Mas o mistério maior está em compreender que não fomos chamados nem para destruí-lo, nem para controlá-lo, e muito menos para suportar seu peso sozinhos.


O convite do Cristo é outro: confiar!


Confiar que o mundo repousa seguro em Suas mãos.


Confiar que nossa parte é ser presença de cuidado, de amor e de esperança dentro dele.


Quando aceitamos essa máxima, o peso diminui, a vaidade perde força e até a destruição parece inútil.


Porque se o mundo já está nas mãos do Filho do Homem, cabe a nós apenas abrirmos as nossas para servi-lo.

⁠A Janela do Discurso sempre se moveu pelas Mãos Invisíveis das Narrativas.


Se reinventar já era mais do que esperado…


Mas nada foi tão Medonho quanto a vê-la se valer da “Idoneidade Policial” e da “Fé Religiosa”.


A Janela de Overton — esse mecanismo silencioso e traiçoeiro que define os limites do que é socialmente aceitável — sempre se moveu pelas mãos invisíveis das narrativas.


Ideias outrora impensáveis se tornam plausíveis, discutíveis, desejáveis… e até aceitáveis.


Nada disso é novo.


Mas há deslocamentos que ultrapassam o jogo das ideias: eles tocam em pilares que, uma vez manipulados, comprometem a própria estrutura da convivência civilizada.


Nada foi tão medonho quanto assistir a essa janela se valer da “Idoneidade Policial” e da “Fé Religiosa”.


Ambas, por natureza, deveriam inspirar confiança — não manipulação.


Quando começam a ser usadas como régua para definir quem merece voz, respeito ou até mesmo existência, o que está em jogo não é mais apenas a opinião pública: é a própria noção de justiça e espiritualidade.


A confiança na justiça perde o chão quando o discurso sobre “idoneidade” é moldado para blindar abusos e silenciar denúncias.


E a fé, que deveria acolher, se torna instrumento de controle quando usada para validar narrativas de exclusão, discurso de ódio, intolerância ou superioridade moral.


Quando a Janela do Discurso se move por esses vetores, não estamos apenas assistindo a uma mudança de ideias.


Estamos permitindo que conceitos sagrados e instituições essenciais sejam descaradamente arrastados para a seara da manipulação.


Toda e qualquer forma de manipulação é ruim, mas valer-se das autoridades presumidas para inviabilizar o debate e a crítica é de uma sordidez sem precedentes.


E isso, sim, é digno de temor.


Tenho medo…

⁠Sei que sou a dama
das tuas doidas fantasias
mais picantes e divertidas,
Nas tuas mãos serei
absoluta mais do que
uma obra prima de da Vinci,
Sou convencida que és
a maior prova de que o amor existe.

De qualquer lado
que abra ou feche
a porta a chave
está nas tuas mãos,
Em qualquer estação,
sem emergência
e de todo o coração.


É sobre ser suave
com quem nasceu
livre tal qual ave,
Que só elege ficar
por saber o quê é
e o quê não é amor
por eleger esperar
sem precisar capturar.


Deste Médio Vale
traz a tranquilidade,
o encanto e o culto
ao paradisíaco em Rodeio,
Para retribuir sempre
o quê for preciso
e inabalável seguir contigo.

Com flores de Agoniada
brotando do coração
para as nossas mãos,
Nas trocas de cumprimentos
ou até em silenciação
pode ser sentida ou lida;
Escrita ou não pode ser
percebida pela carga
lírica por toda a eternidade,
Que a morte é a saudade
que sempre em nós fica;
E nunca haverá tradução
que a defina nesta vida.

Com camélias brancas
nas minhas duas mãos,
Levo a fiel convicção
além Médio Vale do Itajaí,
para te dizer que não
existe para a Nação
uma rota de liberação
que não inclua para nós
Zumbi em cada ação,
Porque ainda não foi
cumprida a abolição.


(Nós somos a chama
perpétua de rebelião).

A chance está lançada
ao alcance das tuas
mãos amorosas e divinas
que por muitas luas
será o teu Titânio onírico
entregue nu e dissolvido
pela audácia da quentura,
sem exitar de ser contido,
e sim irá se fundir íntimo
com o doce Cristal líquido
entre minhas hastilhas
conduzidas pelas tuas
ainda bem mais infinitas.


Murtinhas perfumadas
hão de ser degustadas
com arte aveludada,
compartilhada e dedicada
há de ser por nós celebrada.


Afinados como uma
orquestra de música clássica,
convictos seguiremos adiante
sem desejar da vida mais nada
que não seja viver de romance.

Com as mãos seguras
no Camboim testemunha
carregado de frutas,
Estremecidos por teu ser
íncubo a gente se festeja,
Enquanto os frutos brindam
a espádua perolada,
Palores lascivos alcançam
e resistem porque da cena
acordados estamos a permanecer,
Porque o livre encantamento
selvagem chegou para envolver:


(Viramos habitantes do querer).

Na nuca o sopro lascivo,
percorre, domina e põe
totalmente em transe,
Coloquei nas tuas mãos
a volúpia de alta voltagem,
- para o mútuo deleite;
De ti, minha vida, só quero
mesmo o que é selvagem
e de êxtase me arrebatem.


Confio no meu olhar e ginga,
e confio ainda mais nas tuas
delicadezas vorazes e lentas,
para que com todo o tempo
venha, converta, se rendas.


Render-me ao frenesi
do primeiro beijo com sabor
de Gabiroba entregue,
E embarcar a cada devaneio
e vertigem que só nos inclua
na lista de passageiros,
porque o mundo é grande,
e o senso de aventura
tal qual o nosso romance
- são ainda muito maiores.

A senha serpenteando faz arrepio
entre os meus montes ao alcance
das afáveis mãos e do altíssimo
lance e da tua intrépida escalada,
Para que no espaço de um assobio
venha com os apelos sedentos,
rumo para desinibir os trejeitos
por intenção desavergonhada.


O prazer é comando compartilhado
entrego-te o cetro, o corpo e o poder,
Sou tu'alma nenhum pouco recatada,
terra ocupada e paraíso consagrado;
o encaixe eleito feito para o amado.


Onde a liberdade é a régua por regra,
em tempo de colheita de umbus,
com a maior consagração e entrega:
o amor em nós sempre se celebra.

Trazer o discreto deliquescente
pôr nas tuas mãos a fermosa
para desmanchar de prazer,
Revolver - filar o teu corpo;
em cativanza vir total a maer,
para que nada mais nos escape.


Renovar a merencória conquista
de pacificamente despertar
os estados e nossas atmosferas,
Jazer o mundo até a próxima
cena de espasmódicas quimeras
em indomáveis adstringências.


Elevar a temperatura e o clímax
para atravessar as auroras,
Deixar que a alva Lua alcance
como voyeur e do assento
ledo me aposse como mulher
plena em sinuoso movimento.


Colocá-lo para descansar meio
em meio ao eflúvio vivido,
despertar e sair como Eva
insinuante e tátil pela mata,
sem temer que estejam olhando,
e colher pitangas-pretas
para o café-da-manhã nubívago.

Minha mente e mãos
trazem sempre algo
das quebradeiras de côco
da Mata dos Cocais,
Há tanto tempo faz
que canto para os vivos,
e também para os mortos,
Porque não aceito jamais
o meu chão em destroços;
De tudo o que a Carnaúba
que vida nos traz carrego
tudo sem nada deixar,
Seja com o Bem e o Mal
para virtuosa lidar,
Nada devemos deixar
passar ou deixar de aprender,
para trilhar o caminho
certo para sempre crescer.