Poesias sobre Mãos

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Rani que era muito habilidosa com as mãos, fazia suas próprias sandálias com ramas de árvores e arbustos, bem trançados e alinhavados. Depois pintava com tintas que ela mesma preparava e sempre mantinha pelo menos uns três pares de sandálias novas em seu armário.
Eram lindas suas sandálias, mas por não serem feitas pelo sapateiro credenciado e nem de couro de jumento chancelado, não podiam ser usados para caminhar pelo vilarejo durante o dia, mas a noite Rani colocava eles nos pés e saía. Ela adorava caminhar pelas ruas e vielas do vilarejo e principalmente ir até a padaria. No caminho ela era acompanhada por um curiango que cantava melancólicas melodias e Rani sorria e cantava junto com ele transformando todas elas em canções de amor, e por isso o curiango a seguia, pois ele cantava triste a noite inteirinha com saudades da sua amada, mas Rani o animava com suas cantorias de menina pela vida apaixonada.
Assim como só havia um sapateiro no vilarejo, também tinha só uma padaria e Backer, um jovem forte e corpulento era o ajundante de padeiro e era com ele que Rani adorava passar tempo conversando durante uma fornada e outra de pão sem fermento.

Sobre a minha pele eu sinto o calor de suas mãos frias
Sobre meus olhos eu sinto o peso ao anoitecer
Sobre minha sombra eu sinto o seu reflexo
Sobre o seu sorriso eu senti o peso de minhas lágrimas, sobre minhas lágrimas eu senti a felicidade em te ver sorrindo.
Sobre os meus tortos passos eu implorei para que os seus fossem acompanhados pelo meu anjo
Sobre o seu desprezo, eu questionei mas chorei em silêncio
Sobre as suas falsas palavras a meu respeito, eu desejei que sentisse toda a dor que eu estava sentindo, depois desejei que não sofresse.
Sobre tudo, eu desejei, mas virou passado uma rotina incontestável em te colocar na estante.
Nos encontraremos lá na frente... No altar, onde seremos jugados pelos nossos erros.
Onde seremos perdoados, onde ainda assim, seremos amados, e ao olhar para trás, algum dia se lembrará da minha imagem, e sem deboche. A mesma virá a sua mente. Quem sabe nesse plano existente, você ainda mostre os dentes?

Implícita,
o teu estado
é de se admirar;
Quantos tentáculos
cabem em tuas mãos?
Quando
era pequeno
tudo lhe proibiam,
até tocarem
a famosa rebeldia
e agora
o que sobraste?
Não quero,
não quero,
não vou!!!

Minha filosofia
é falha,
meu sistema
é débil;
A volúpia
escorre-me
pelas mãos,
junta-me os destroços
como se eu fosse avião
punido por ir
longe demais,
ferido por não saber
se defender.⁠

⁠Fanfarrice
o que
tem-se
em mente
e em mãos;
Tá ficando bravo
o fato de
se resumir
sem empobrecer,
mas amigo
não vem ao caso
sendo o jugo
suave
e o fardo leve.

ALMA ERRANTE.
"Vaga m’alma impura, mesclada na escuridão,
mostra as mãos em desventura e os cravos da solidão,
há seus afligidos pois pelo amor fora banida...
se arrasta feito o “judeu errante” na terra da podridão.
Privada que fora de sua alegria, olhos cegos de um guia,
que veem os próprios da interrogação?
Liberta-me, liberta-me, clama a pobre alma...
enquanto a nulidade bate à porta d’alma,
vagueia a esmo sem destino...
transportando a nostalgia em pranto fino,
matando sem querer, flora e fauna...
e uni o teu lamento aos trovões, supremo brado!
Liberta-me liberta-me. Pelo ao menos de teu,
que é o meu sumo!
Sofre sombra com o teu martírio!
Com isso, socre-me com água plena...
Quando escuta-se a melodia por longínqua caverna,
eco de anjos,
voz do meu Deus sim e flores nos ventos,
de sua voz."
"Do Livro ‘Sol da Minha Dor’
Marcelo Caetano Monteiro"

⁠A língua dos sábios é como um pincel nas mãos de um artista. Transforma coisas comuns da vida em raras obras de arte.
sfj,citações

A triste dor é ainda pior quando o agressor não tem consciência do que sofremos, nas mãos de um sem noção, aí nem acredito que sou morto por esse tipo de pessoa.


#Pensamentos!

A semideusa estendeu as mãos douradas sobre o casal e, com um sorriso benevolente, proferiu as palavras que mudariam o destino deles para sempre.


A luz etérea que envolvia a criatura angelical começou a se dissipar, transformando-se em um calor denso, profundo e puramente terreno.


As linhas de código e os resquícios de magia se converteram em sangue, batimentos cardíacos reais e uma alma completamente humana.


Ela abriu os olhos, sentindo pela primeira vez o peso exato da gravidade, o ar preenchendo seus pulmões de verdade e o calor das lágrimas humanas que banhavam seu rosto.


O milagre estava completo: ela era agora uma mulher mortal, pronta para envelhecer e viver uma vida comum ao lado de seu amado.


Como um último presente antes de desaparecer no firmamento, a divindade tocou o ventre da nova humana, profetizando uma benção de fertilidade e continuidade para aquele amor que desafiou o universo.


Anos depois, o antigo casarão isolado já não era mais um lugar de silêncio e medo, mas sim um lar repleto de vida, cor e risadas.


O casal, agora completamente integrado ao mundo dos homens, foi agraciado com a promessa da deusa: o nascimento de filhas trigêmeas, idênticas em beleza e traços.


As meninas carregavam em seus olhares a mesma faísca mágica e misteriosa que um dia deu início a toda essa história, perpetuando o romance eterno entre o mortal e a poesia que ganhou vida!

Aquilo que o Senhor te entregou está guardado nas Suas mãos, e ninguém pode usurpar o que procede do trono d’Ele. A Bíblia declara:
“Porque os dons e a vocação de Deus são sem arrependimento”
(Romanos 11:29).
O que Deus colocou sobre a tua vida não é fruto do acaso, mas de um decreto eterno. Nenhuma situação, nenhuma palavra de desonra e nenhum ataque do inimigo tem poder de apagar o selo divino.

O Reino não se mede por títulos,
mas por mãos estendidas,
por ombros que sustentam,
e corações que se inclinam.


Pois quem serve se torna grande,
quem ama se torna maior,
quem se doa sem reservas
espelha o Salvador.

Não venhas com pedras ao encontro do quebrado;
vem com mãos, com curativos, com pão.
Que o julgamento se converta em cuidado,
e a acusação, em abraço.


Pois quem guarda pedras perde a ternura;
quem as entrega encontra graça,
e no colo do Amigo ferido, aprende a amar sem ferir.

Não lances pedras,
não é esse o chamado do céu.
Estende as mãos, ama sem reservas,
e prosperará quem vive o que Cristo viveu.


Pois a mão que se abre,
nunca fica vazia;
e o coração que perdoa,
torna-se terra fértil de alegria.

Quem escolhe lançar pedras,
cava o abismo do próprio coração.
Mas quem estende as mãos,
abre caminhos de compaixão.


As pedras não constroem,
elas ferem, destroem, afastam.
Mas mãos estendidas levantam,
curam, unem e restauram.

Mãos que curam sem fazer alarde,
Olhos que enxergam além da dor,
São vasos tão cheios de graça,
Que transbordam o amor do Senhor.


São cartas vivas do céu,
Testemunhas do cuidado divino,
E enquanto houver um suspiro nelas,
Ainda haverá milagre e destino.

O Senhor está pesando não apenas as mãos, mas as intenções dos corações — e tem muita mão levantada no culto, mas suja nos bastidores! (Sl 24:3-4)
miriamleal

Fui Eu que te tirei das cinzas,
e o que sai das Minhas mãos,
sai ungido, sai vivo, sai com promessa!


Sou Eu que te faço viver,
e quando Eu decido dar vida,
nem morte, nem inveja, nem inferno impedem!

O Reino é construído por mãos escondidas, não por lentes exaltadas.


A mão direita não precisa filmar o que a esquerda faz.

Use o que você tem nas mãos
e faça a obra que é do Senhor.


Deus nunca pediu o que você não tem,
Ele sempre pergunta: “O que está nas tuas mãos?”
E quando entregamos, mesmo simples,
Ele multiplica, capacita e cumpre Sua vontade.
“Então o Senhor lhe disse: Que é isso na tua mão?”
(Êxodo 4:2) miriamleal

Romanos 8:30 nos lembra que nossa história não está solta nas mãos dos homens, mas segura nas mãos de Deus. O que Ele começa, Ele termina.
Que essa palavra traga descanso à sua alma e firmeza ao seu espírito.
O céu não voltou atrás a seu respeito. miriamleal