Poesias sobre Comida
Somos aquilo que vemos, aquilo que ouvimos e aquilo que fazemos, logo, o que falamos muitas vezes pode não ser de fato quem somos, ou o que gostaríamos de ser. Você pode estar vivendo uma fantasia e fingindo ser quem não é... Isso te incomoda, te machuca e te corrói. Quer mudar você!? Quer ser realmente quem você diz que é? Então escolha bem o que você vê e filtre bem o que você ouve, pois os teus olhos são a lâmpada do teu corpo, se eles forem bons, todo teu corpo será bom e os teus ouvidos cuide de provar as palavras, assim como o paladar prova a comida e assim você evitará seu corpo de ingerir algo estragado, contribuindo para que se aproxime realmente de quem diz ser.
Sufixa na mente: Cubra-se, das coisas de Deus. Confia e afixa tuas causas a Nossa Senhora e entrega para Ela. E faz na tua vida, até da comida o suficiente.
Escolha os sentimentos que te alimenta a alma, com o mesmo cuidado que você escolhe os que te alimenta o corpo.
A vulnerabilidade de algumas pessoas é o prato perfeito para outras, mas independentemente de servido quente ou frio, o prato sempre terá o mau gosto do falso moralismo.
Quando você prepara um alimento com emoções negativas, toda a energia vital do alimento é sugada e quem o come demandará mais energia para digeri-lo. Ou seja, o alimento drena mais energia vital do que fornece ao corpo. O pão parece normal, porém pode estar energeticamente morto.
Você não é o que você come, você é muito mais do que isto. Você é o que pensa, o que luta, o que absorve e o que transmite, é muito mais
Ele era um simples animal faminto, e não se importava com o que estava comendo ou com o seu gosto. Era como tomar aspirina para fazer uma dor de cabeça passar.
Por conta da hodierna “chiênchia”, TODA alimentação sofreu transformação genética e agora chegou à vez de TODA a humanidade passar pelos mesmos processos degenerativos de suas células. Doravante, TUDO será (já é) “trans”!
Houve um tempo no qual a indústria da seca era o prato principal no restaurante Brasil. Hoje a indústria da arte domina o cardápio que está nas principais mesas de todas as filiais do Restaurante Brasil.
Que nunca nos falte o pão que alimenta o corpo, a fé que alimenta o espírito e a magia da poesia que nos alimenta a alma.
dividir o pão ao meio não significa solidariedade, muitas vezes é exatamente ao contrário, lhe será roubado a manteiga, o queijo, para o recheamento desse pão que será devorado pelo outro.
Convidei um senhor de rua para almoçar. Após o almoço, em razão de um aperto de mão, contraí uma uma irritação braba na pele da mão e do punho. Precisei tratar com um remédio forte. No final da consulta, o médico pediu para que eu não fizesse mais isso: "Aprendeu agora, né? Vê se não faz mais isso! Parece maluco..." Apertei a mão dele e disse que, no lugar do conselho, poderia me dar luvas.
Muitas pessoas levam pitzzas e coca-cola às reuniões da igreja, ignorando o poder do Evangelho como principal fonte de sustentação dos pecadores.
Beba e coma devagar, saboreando o que Deus fez com ações de graça por todos nós e viu o que era bom.
O trabalho infantil é crime, mas a ociosidade sem as políticas públicas ocupacionais efetivas para a educação é a mais dura perversidade cometida pela sociedade amoral diante do falso argumento e justificativas do social e da legalidade.
Não nos basta a liberdade se não temos as condições necessárias para sermos livre. O sistema nos acorrenta a submissão, sonhar com a liberdade por rebeldia nos prende a consecutivos erros, ate cair em si, na depressão. O passarinho livre tem que buscar a comida todos os dias mas o de gaiola, não.
Como seria bom se a engenharia de alimentos conseguisse que os produtos mais baratos durassem mais enquanto que os produtos mais caros durassem menos. Com isto resolveria parte da logística contra a fome no mundo.
Não existe dieta saudável alguma que não permita, sem culpa, de comermos alguma besteira, de vez em quando.
A humanidade urbana hoje gritam aos brados pelas cidades, salvem as indefesas baleias, protejam as sacrificadas "elefantas" mas não podem ver ao lado, uma pessoa obesa, que generalizam de gulosas, indisciplinadas, mórbidas, preguiçosas e doentes. A empatia selvagem, distante da verdadeira realidade é bem mais prospera aos que vivem em rebanho.
Consigo lembrar de todos os pratos gostosos que já comi, mas, não consigo lembrar do que continha sequer em um saco de lixo que joguei fora.
