Poesias Famosas de Agua
Pra isso nunca me faltará água, detergente, vassoura, sabão e muita disposição!
Publicada no Facebook num comentário na página de Luciana Portela de Almeida, numa citação de Caio Abreu, que diz assim:
"FAZER A FAXINA DA MENTE, DA ALMA E DO CORAÇÃO"
É loucura o toque,o cheiro,
e o arrepiar da pele.
É loucura a mistura minha e tua,
é água em terra seca que inunda,
que corre e escorre,feitos leito de rio.
Vera Queiroz
Decidi por janeiro
Esta água está limpa,
Só não tão limpa quanto minha mente.
Seja lá o que você sinta...
Meu coração será teu pra sempre.
Poetas sofrem mas amam também.
Amar não é sofrer,
Quem irá me compreender?
Feche os olhos,
Pense nisto:
Nossa vida se cruzou por um átimo
Seu nome na areia a água do mar apagou
Seu perfume rapidamente no ar se evaporou
Suas palavras um clique deletou
Seu beijo minha boca nunca tocou
O nosso amor nunca se concretizou
Sua imagem à minha mente voltar se recusou...
Abra os olhos....
Diga-me quem pode impedir isso?
A poesia
É como um gole
De agua abrasador
Que queima como álcool
Bebida do torpor
Assim, como um animal
Sem avença
Descrença
Perdido
Ferido
Entre as estradas
Sem idas
Triste
Só
Único
Poesia
Nem sempre é para ter nexo
Do complexo
Teto
Minha
Só
Me
Sinto
Um animal
Sentimental sem ida
Perdido nas estrada
Entre verdejais poesias
Minhas!
Estou vivendo que nem água corrente.
E sei que tenho muitas curvas de rios para passar.
Vou sair de cada uma devagar , para que quando passar não olhar nunca mais para trás.
" Terráqueos insanos
rebeldes sem natureza,
devolva toda a água e sol do planeta,
a terra ta cansada, cheia disso tudo,
querendo que o ser humano seja excluído do mundo."
Vivendo
Sinto-me soterrado pela tristeza. A terra está submersa pela água e essa água não é passageira. Procuro encontrar o caminho, mas o peso parece tirar-me os últimos ares de vida que habita em mim. É cansativo, outrora era sorrisos, agora é lástimas, o industrial parece ter poluído a terra de tal forma em que todos parecem está soterrados na mesma terra e submersos pela mesma água, pesados e cansados, sem vontade de lutar para viver, sem vontade de encontrar o caminho. Talvez eu só quisesse ser feliz sem ter motivos, mas hoje é triste pensar nisso, pois não tenho motivos nem para tristeza, já que ela está toda por cima de mim…
Quero ser...
A água cristalina, no momento da sede.
O pássaro, que canta na aurora.
O vento, que sopra a verdade.
O sol, que queima a insegurança.
A lua, que clareia a escuridão.
A terra, que abriga o desabrigado.
A razão, na qual vejo o motivo.
Quero AMAR...
Para não incriminar,
Para não desprezar,
Para não discutir,
Quero ser o amor que não morre,
O que não só quer, mas o que só é,
Quero emudecer para acordar mais confiante!
Desejei o céu e ganhei uma estrela.
Pedi o mar e ganhei uma gotinha de Água.
Eu quis a floresta, o campo, acabei ganhando uma flor.
Eu pedi o universo de presente para (DEUS), ele colocou você em minha frente.
Então depois que eu te conheci, eu percebi que tudo que eu pedi a (DEUS) ele me contemplou e me fez ver que com você eu consegui muito mais do que tudo que eu queria ter,o amor e entendi então que tudo que eu pedi não tinha sentido nem valor sem você ao meu lado..
Como posso me olhar no espelho,
Como os olhos rasos d’água
Nem posso olhar em teus olhos
Se eles estão cheios de mágoa
Teu semblante acusa-me de que não sei!
Teu olhar duro e frio dita tua sentença
E eu inocente sofro porque não sei onde errei.
Por favor, se tenho culpa, me esclareça.
Se a ti dedico todos os meus dias,
Em meus pensamentos ocupas todos os espaços
Tu e todos sabeis que és o motivo da minha alegria,
E para que não canses teus pés, carrego-te em meus braços!
De que me acusa e me condenas
Faltei-te com a verdade, faltou fidelidade?
Minha vida é tão calma e serena
E eu jurei-te amor pela eternidade
Será que tudo isto não é porque hoje juras de amor eu não te fiz?
Se for amor é porque queria fazer-te uma surpresa adorável,
Não dá para esquecer o dia em que me tornei à criatura mais feliz
Por isso amor nós vamos fazer este dia e esta noite interminável
Isso não é choro, é só água caindo; gravidade.
Eu não sinto mais nada.
Deus do céu.
Eu não sinto mais nada.
RUA DA MINA
A fonte termal
de água alcalina
Hidrata as mulheres,
hidrata homens
A favor de todos
Para a boca com sede
Onde as que bebem,
pedem mais
Sou rua de mina
Sou a Rua da Mina
e um parque de águas minerais
Sou salutar
Sou Salutaris
Nos lábios das africanas
e dos africanos
Molhando a seca do Brasil
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Homenagem à Paraíba do Sul, Bairro Lavapés, ou seja, Rua da Mina!
A borboleta se transformou no próprio espelho d'água, como Narciso se transformou no lago em que viu sua imagem. A borboleta se integrou ao espelho d'água, tornando-se água viva.
O tempo às vezes caminha de costas buscando recuperar o tempo perdido. Mas nunca alcançará, pois o passado é um abismo inalienável, que arrasta para a morte aqueles que por ele se apaixonam.
O rio que evapora em seu ciclo vira chuva que alimentará novamente o rio. O fim é inexorável, todos desaguando no mar, como eu deságuo no peito do homem que eu amo e me silencia.
A solidão se transforma em duas cidades: uma feliz, e outra infeliz. Na cidade feliz ela é calma nos corações e convida a uma produtividade serena. Na cidade infeliz a solidão corrói os corações e pela alma uma ausência ancestral. A solidão pode ser as duas cidades ao mesmo tempo.
Acreditar se alimenta do néctar das flores. Dorme abraçada a um urso hibernando e existe em cada coração que planta esperança.
Assim foi dito: que as águas transcorridas, repletas de tesouros, não movem o lamaçal de uma chuva impetuosa.
A cor do silêncio é transparente e luminescência. Ela povoa um coração angustiado, sem ser notada, mas com sua força de cura transforma em brilho. E o ser pode resplandecer.
Emergem fragmentos que se encaixam para restaurar a linguagem, pois a linguagem nunca morre, assim como minha esperança de achar petróleo no quintal. Ficar rica somente para seduzir esse amor bruto que não cala em meu peito.
Sou mais eu quando explodo, e partes de mim alcançam seus dedos de música, que me comove e me consome, como a aranha viúva negra, que mata ao acasalar.
Eu sou o vento, a brisa que te refresca gratuitamente. Os cabelos se movimentam, como o movimento que faço para que meu amor me enxergue. Se ele não me ouve como brisa, viro tempestade a molhar seu corpo. Não morreremos, pois assim como Jesus no mar bravio apascenta a água.
Teu corpo é um Oceano
Toquei a tua água sem saber que era minha.
Tua corrente me puxou —
e achei que era perigo.
Mas era abraço.
Eu achava que era um barco.
Mas era uma gota.
E sendo gota, descobri:
não precisava salvar ninguém.
Bastava dissolver.
Teu corpo era oceano,
e eu tentei controlar as ondas.
Mas agora…
deixo que as ondas me contem quem sou.
Se for tempestade,
danço molhada.
Se for calmaria,
respiro fundo.
Porque voltei a nadar.
Não como fuga.
Mas como retorno.
Desconectar
Calma… tudo pede calma.
Respire.
Escute o som da água.
Sinta o calor dos raios de sol tocando sua pele.
Observe o balançar das árvores.
Apenas sinta o mundo ao seu redor:
a areia tocando os dedos
e fazendo cócegas nas rachaduras da pele.
Calma.
Pare.
Apenas respire... A VIDA.
Grace Carneiro, Praça do Derby, Recife. 18/07/2025, às 10h51.
Lembrança de Mãe
Era pura como a água
Que acalma a sede da alma.
Tinha o perfume da rosa
E um jeito leve que espalhava calma.
Brincava, sorria, me envolvia —
Era amor em forma de gente.
Carinhosa, presente,
Minha mãe, minha alegria.
Foi ela quem me deu o dom da vida,
Me guiou quando o mundo parecia escuro,
Ficou do meu lado nas quedas,
Fez do seu abraço o meu porto seguro.
Mas um dia… ela partiu.
Fechou os olhos e subiu,
Pra um lugar onde a dor não alcança,
Onde tudo é paz, luz e esperança.
Meu coração se partiu em silêncio,
Chorou noites inteiras de saudade.
Não nego — ainda dói.
Mas sua ausência também me traz verdade:
Ela vive em mim.
Na lembrança, no gesto, no olhar.
E eu sei, com toda a certeza do mundo,
Que um dia… vamos nos reencontrar.
Silêncios que Gritam
Me sinto como peixe fora d’água,
sufocando em um mundo onde o mar se afastou de mim.
Luto sozinha por algo que só eu quero,
enquanto o outro apenas respira sem me notar.
Cansei.
De dar, de esperar, de me doar até não restar nada.
Só eu estou aqui, amanhã após amanhã,
tentando salvar o que nunca foi meu.
Por trás do meu sorriso,
vive um grito de socorro que rasga minha alma.
Meu coração chora calado,
mas ninguém vê — só eu ouço o eco.
Num planeta com mais de 8 bilhões de corações,
fui amar justo o que não liga para o meu.
Queria ser vista nos detalhes,
amada sem precisar implorar.
Desejada como um sonho que vira verdade,
receber carinho sem pedir,
atenção sem gritar,
e amor... sem dor.
A amamentação
com mil bocas você
sugando o que me sobra de água,
mas não é com suas bocas todas,
sanguessuga,
que me esvazia.
é em seus olhos que vejo-me,
escorrida,
ausente da chance de ser o que espera de mim.
Minha raça é nordestina
meu sustento vem do chão
minha água é cristalina
da fonte do ribeirão
quem vê de longe não imagina
que essa cor de azul piscina
vem do céu do meu sertão.
