Poesias de Gregorio de Matos Guerra
Você inspira poesias onde quer que eu vá, que entre seus olhos vejo minhas incertas inventadas, mas com verdades sinceras;
É como me entendo na fuga da esperança esquecida em qual quer lugar, mas eu calei com o medo de sofrer novamente não Quiz o meu querer;
por não querer amar que eu me entrelacei entre os seus sentimentos acariciando os seus sentimentos;
Você me inspira poesias, quando penso em você e quando me deparo com seu singelo rosto fazendo-me perceber o quanto lhe quero em meu mundo;
Não vejo a hora de estar ao teu lado, te abraçar e te dar o meu calor;
Vendo o teu sorriso o meu prazer de te contemplar só propaga para meu ser se alegrar e cumprir minhas doces promessas;
Nem tenho palavras para descrever o que realmente sinto por você com imensas poesias de clara-esperanças;
Pois o teu sorriso é a minha poesia em versos que encanta o mais lúcido entendedor, atravessando a dor e se encontrando o amor;
Na maioria das vezes o meu coração se faz o meu amigo bandido, se inspira em poesias românticas e ama quem não deve;
Mas ainda assim me arrisco na vida de romântico apaixonado pela música, poesias e o meu violão...
Morri nas poesias e sobrevivi em minhas razões, invertendo os valores de quem sonhou com o coração;
Me encontrei em meios amores descobrindo as verdades habitável que se acerta com a minha perdição;
Sou versos singelos e intensos, provocante, acalentador inspirado na tua beleza para te oferecer o meu amor;
Dar-lhe-ei a felicidade a maneira que desejas, seguirei a por montes e castelos por toda vida, para que fixemos o nosso amor por toda eternidade;
Minhas poesias vieram do meu coração descrevendo os meus segredos e destilando sentimentos errados ao momento;
Portanto eu sou como me vêem às vezes sou calmo e também tenso, mas com a vida que tudo acontece chorando por não ter o seu amor;
Minhas poesias são como uma droga viciante, limitando o seu coração para me dar toda atenção;
Pois posso descrever os teus segredos mais intensos com palavras singelas que façam o maior sentido, mas sempre enfrento com otimismo;
Rompo a sombra da loucura para que eu possa destilar as minhas dificuldades fazendo minha motivação;
Ofereço-te todas as poesias do mundo, pois és merecedora de toda exaltação em jubilo;
Longe de você e do teu cheiro eu posso até enlouquecer perdendo o sentido de viver imaginando a felicidade junto a ti;
Tenho-lhe como a promessa de uma chance de viver junto ao teu coração mesmo em um mundo sem razão;
O importante mesmo é ter o amor desejado sem juízo e sem razão para ver no que dá;
As minhas filosofias são respostas do meu coração
E as minhas poesias não são profecias
Que dão direção para qual quer superação...
Mas sim uma reflexão que possa estar por vir;
Não prego o errado nem o certo, apenas experiências...
Que absorvi da minha vida, no qual possa servir;
Poesias são frases presas
Na mente do menestrel
Que por um descuido seu
Fogem para o papel.
Gélson Pessoa
Santo Antônio do Salto da Onça RN
Terra dos Cordelistas
24 Janeiro 2025
"Em dias tristes, arrebento-me em poesias.
Em dias felizes, arrebento-me em cantos.
Em dias "normais", apenas sorrio.
Afinal ninguém senão Eu, têm culpa dos meus passares."
☆Haredita Angel
Programado
Eu, Eu... Eu vi...
Eu vi minhas poesias escorrerem
Entre os dedos das mãos
Descobri no meu mundo
A inconstância do ser a vagar na razão
Movimento perdido, espírito adormecido
O desertar de um corpo
Eu, eu...
Eu era a seta
Mas não acertava o alvo
Por não estar plugado
Entre o mim e o EU
Espírito e alma, amor e calma.
Me procurei em mim
Mas eu não estava lá
Dei de cara com o vazio
De minhas angustia
Descobri que ao procurar
Nem sempre a gente
encontra o que busca.
Tudo isso é fruto do medo
Implantado em nós
Somos muitos, mas não podemos
amplificar nossa voz.
Eu, Eu...
Qual robô eu era programado
pra dizer sim ou não
Pra satisfazer você,
Mesmo que ferisse a verdade
do meu coração.
Em vez de Deus, consultamos Freud
Somos mantra do que pode
ou não pode.
Maquiagem a cobri semblantes triste
De atores tristes de um filme triste
Eu sei bem
quem eu sou,
e que em dias
normais quem
veste calças
escreve poesias
para inquietar
e em outros dias
quem veste saias
escreve poesias
para perturbar.
Quem possui
pensamentos
de libertação,
quem é poeta
não é liderado,
me leve a sério:
o autoritarismo
mora ao lado.
Quem nasceu
herdeiro de um
vero legado,
sabendo que há
prisões politicas,
jamais seguirá
em frente e calado.
Diante dos olhos,
na leitura labial,
com as minhas
poesias todos
os dias crescendo
no seu coração:
Até na tua oração
estou presente
como teu indelével
amor e adoração.
Resolvi te trazer
as poesias das sete
cores para fazer esta
sublime declaração,
O poema branco é
para afirmar a conexão
mais alta do coração.
Eu te cubro todo
com as poesias
das sete cores,
E trago para perto
o poema amarelo
com a fé que o nosso
amor vai dar certo.
Te envolvo com
as poesias das sete cores
por morrer de amores
por você todos os dias,
O meu poema azul escuro
traz tudo de céu e de oceano
por este amor profundo
que me faz o bem querer,
benfazer e bendizer.
Entre os meus cabelos
tenho magnólias,
Entre meus segredos
tenho poesias que
nunca na vida revelei,
Quando você chegar
o amor será nossa lei,
Eu nunca te contei
que foi pelo teu
sorriso que me apaixonei.
Não sou feita de tíbias palavras
Sim, sou feita de poesias plenas,
Não sou feita de tristes amarras.
Eu sou poesia que fica,
Sou a perfeita indecência,
Eu sou a própria malícia.
Sou feita do teu doce sorriso
Não, sou a tua fina safra..,
Sou feita do teu verso despido.
Eu sou a mulher feita de poemas,
Eu sou a tal cheia de sol...,
Eu sou toda coberta de estrelas.
Não invado, sou poesia
O meu verso é de ferro,
E o meu corpo é de fogo.
Eu sou a menina fingida,
Eu sou a mesma [mulher],
Eu sou alguém que te quer.
A minha ambição é discreta,
Não desafio, porque sou lira;
Escrevo para uma paixão secreta.
Porque eu amo, sou poesia.
Porque tenho sede, sou poesia
Porque eu te espero, sou poesia.
Não vou além, porque sou poesia...
Porque como toda a poesia: sou poesia.
Tenho o balanço das amendoeiras
(mãos extremamente macias),
Tempo para escrever poesias
(tenho muito o quê cultivar),
Tempo para ventar versos...,
(para espalhar o meu perfume)
E no teu íntimo penetrar.
Valsa em mim, não durma!
Balançam as amendoeiras,
Lá no meio da rua...,
Assim sendo infinitamente - tua,
Um acorde iluminado pela Lua
Ciente de que és o Sol e regente,
Das orquestras das orquídeas
Dos afetos sem perfídias,
Valsa em mim porque me toca
Algo mui sublime que plantaste
De tal forma que hoje rio à toa.
Tenho tempo porque tenho,
Tempo e o balanço
das amendoeiras,
O que há em mim,
tem tempo para tudo;
Tenho no pulso
O relógio do amor,
Para mim, o amor não passa
E não muda - nunca!
Brisa tão mansa,
Como a infância,
Doce esperança,
Mística cândida,
Sublime poética
De ser trigueira
E madrugadeira
Que balança
Como uma amendoeira.
A minha extravagância
Tão atemporal,
A minha loucura
Tão celestial,
Nascem do desafio
Tal como o vento
Cortante,
No oceano
A desafiá-lo,
Sou um mistério
Inteiro;
Nascido para te desatinar.
