Poesias de Gregorio de Matos Guerra
Às vezes a paz surge em meio a uma explosão, que assusta e apazigua o ódio que só alimenta a guerra...
A peste corrói os corpos, a guerra destrói as nações, e a bolha econômica ilude as mentes — mas é a ausência de sabedoria que perpetua todas elas.
A peste revela a fragilidade da carne, a guerra expõe a selvageria da alma, e a bolha econômica denuncia a vaidade do espírito — o colapso do mundo começa onde a sabedoria se ausenta.
No jardim, através da delicadeza de uma flor, conheci o espinho. Na guerra, em meio ao caos, aprendi sobre a lealdade. Não é o ambiente é sobre quem está do seu lado e não te abandona. Já brinquei de bem-me-quer com um cactus e acabei me machucando, já vi monstrinhos e uma pessoa e ela me trouxe a cura e me apresentou o paraíso, tenho essa mania de amar aquilo que invento nas pessoas, às vezes tem mais a ver com que despertam na gente e nos fazem sentir, do que quem são elas.
Quando você estiver em meio a uma guerra psicológica, feche as janelas killer para que elas não te matem.
Se a humanidade não começar a apaziguar a guerra e lutar para reverter a mudança climática, estaremos perdidos. Afinal, isso não será feito pelos governos, a não ser que os jovens ocupem as ruas e os obriguem.
A guerra nunca é inevitável, as armas podem e devem silenciar, porque não resolvem os problemas, mas os aumentam; pois entrará para a história quem semeia a paz, não quem provoca vítimas; porque os outros não são inimigos a serem odiados, mas seres humanos com os quais dialogar.
A paz que excede os homem pode-se tornar em maldição, pois, percebe-se que há mais valor na guerra do que no ouro.
Política é uma guerra onde os adversários quando estão disputando, escondem de você o que eles mesmo fizeram de bom.
Aquilo que proclama a guerra, precede o motivo de encontrar a paz, rebelião sobre reticências, que não se apagam mais.
Se você não consegue enxergar a sua vida como uma guerra, então pare de afirmar que todos os dias são batalhas!
Quem entra em guerra com quem não tem nada a perder, de antemão, já perdeu. Quem não tem nada a perder, já começa a luta em vantagem.
Estas eleições estão marcadas por uma intensa guerra de reputação: um, sujo, que se autodeclara limpo a qualquer custo, e não gosta quando outros mencionam sua sujeira; outro, até o momento sem qualquer condenação judicial por corrupção, afirmando sua boa reputação, mas tendo dificuldade em ser reconhecido como tal, uma vez que o sujo inescrupulosamente o acuso de sujeira, com o objetivo de desacreditá-lo perante a sociedade brasileira e, assim, obter vantagem política. Tantas são as acusações, que gerou uma outra guerra, a judicial: cada qual recorre a justiça, a fim de se defender. O triste é perceber, que estas tão elevadas e necessárias instâncias da Justiça, não estão sendo cegas, como deveriam ser. Enxergam quem querem ver, e favorecem quem querem ver no poder. A continuar assim, perguntemo-nos: Que país vamos ter? Deus tenha misericórdia de nós, e venha nos socorrer!
A maior vitória não é ganhar uma batalha contra outro, mas sim o quanto aprendeu na guerra contra si mesmo
Ainda sou daqueles que acho que uma guerra não serve para nada, os poderosos querem na verdade enriquecer as custas povo, engraçado isso, a economia mundial tem que dar uma atenção especial aos pobres e carentes, a diferença social nos prepara para algo maior e extraordinário.
A guerra é um grande paradoxo. Primeiro ela te destrói, depois te constrói. Todo sofrimento gera uma dor, toda dor te torna mais forte, decidido, confiante e intrépido.
No final até aqueles que sempre buscaram a guerra irão desejar desesperadamente a paz , pois a paz é o paraíso no coração dos homens .
O soldado que se alista voluntariamente não tem o direito de reclamar das dificuldades da guerra. Mesmo que se aliste em tempos de paz
