Poesias de Estrelas
Sim, é um adeus, seguirei meu caminho
Cortarei ventos, amarei as estrelas
O brilho da lua, do fogo as centelhas
Em tudo que eu toque não estou mais sozinho
O cheiro da rosa, a flor e o espinho
É que uma vez tendo amado, aprendi a sonhar
Novo modo de ver, sentir, falar
Mas humildemente te falo
Ao meu orgulho eu calo
Se decidires voltar
Você mesmo(a) pode ser um extraterrestre!
O universo é gigantesco. São bilhões de estrelas, planetas. Você só conhece duas gerações. Pais e seus avós.
Imagina a 10,30 mil anos...
São Luís só minha...
“São Luís é só minha, como um segredo compartilhado com as estrelas. Ela me abraça nas noites quentes, quando o céu se enche de estrelas e os poetas declamam versos para a lua. Eu fecho os olhos e me deixo levar pela batucada, pelo som das ondas quebrando na praia, pelo cheiro de jasmim que paira no ar. São Luís é só minha, mas também é de todos os que a amam. Ela é um farol que guia os sonhos, uma partitura eterna que ecoa em cada esquina. E quando eu partir, sei que ela continuará a cantar, como uma canção que nunca se cala.” 🎶
CONQUISTAS
"Sob o brilho das estrelas do destino, os complexos desígnios dos planos futuros entrelaçam-se, guiando em direção às conquistas grandiosas além das fronteiras do possível."
Refletiu em seus olhos o mar e as estrelas; lua prateada nasce sobre sua cabeça com digníssima beleza.
Seu olhar era o meu céu, o brilho neles provindo dos cosmos; quem entenderá o coração que veem com estranhos olhos?
Águas perturbadas, não cries ondas, sejas calma; meu amor por ti é brilhoso, da magnitude solar, e seu conforto, não que eu esteja errado, é frio e gracioso, ó lua nas espelhadas águas portentoso.
Tal como a água, que varre a terra, forte e impetuosa, me vens e vai-te quando retorna; foi-se também aquele olhar, a beleza que meus olhos desabam em pesar agora.
Ondas turbulentas, doces como és, por que me fazes sentir o salgado das lágrimas? Seca-me os lábios, alegra-me a face.
Noite após noite, seu espelho sereno me revela, brilha as estrelas, a lua, e nas águas, ela me será eterna.
Hoje, minha noite está mais cinza.
Venha, e devolva-me as estrelas! Devolva as cores que dão sentido à vida! O sol! Devolva-me as flores...
Vamos de contra a toda desarmonia, apenas segure minha mão e não solte mais, nunca mais.
For: T. M
Ainda que às estrelas se apagam
Ainda que o sol desapareça
Ainda que a Lua não venha brilhar
Você é a luz que faltava no meu mundo.
Tomara que todos às estrelas do céu se apagam
Tomara que o sol desapareça sobre as nuvens
Tomara que a Lua não venha irradiar o seu brilho.
Isso não importa, por que tenho você como luz do meu universo.
Gritou ela...já sem vóz...
Acordei sem estrelas...
Pra onde foi o brilho..?
Que me entrava pelas janelas...
Onde está meu mundo..?
O que me tornou feliz..?
Onde era criança sem maldade...
O brilho que sempre quiz...
Correr,gritar e viver...
Começava a ser feliz..
Roubaram meu sonho..sem aviso...
Talvez tivésse morrido..
Mas ficou o meu sorriso
Ela é aquela menina que sonha com as estrelas, que acredita no poder dos sorrisos e que enxerga beleza até nos dias mais cinzentos.
Ela é feita de poesia e coragem, de delicadeza e força.
Seus olhos brilham como diamantes e sua voz ecoa como uma suave melodia.
Papoulas são como estrelas cadentes
Que iluminam o céu da terra
Com suas cores e formas
Que encantam quem as observa
Papoulas são como canções de amor
Que tocam o coração da gente
Com suas fragrâncias e sabores
Que alegram quem as sente
Papoulas são como presentes divinos
Que enchem o mundo de graça
Com suas mensagens e significados
Que inspiram quem as abraça
Instantes Eternos
No vasto cosmos, onde estrelas brilham sem véu,
Somos seres fugazes, numa dança de céu.
Num instante efêmero, único e transcendental,
Somos parte do enigma, do mistério sideral.
Entre galáxias e névoas, nossa essência se esvai,
Como brisa suave que ao vento se desfaz.
Façamos deste momento nossa eternidade a criar,
Cada pulso, uma sinfonia, cada respirar, um altar.
Neste universo vasto, és a luz, sou a sombra a vagar,
Como estrelas cadentes, a se encontrar.
Que cada instante seja um poema, uma prosa em nós,
Onde a alma do efêmero perpetue, em eterno solstício após nós.
"O amor é a melodia de cada batida de coração, escrita nas entrelinhas das estrelas e recitada no silêncio dos olhares...
É o eco eterno de dois universos que se encontram e se reconhecem,
fundindo-se em uma só essência."
No crepúsculo suave, Victoria surge,
Entre estrelas douradas, seu nome se insurge.
Um sorriso que dança como raios de lua,
Seus olhos, faróis que minha alma flutua.
Victoria, a musa em noites de encanto,
Seu toque, poesia, como um doce canto.
No jardim do coração, suas pétalas florescem,
Um amor que no peito, eternamente enobrece.
Seus passos, suaves como brisas noturnas,
Despertam desejos, como canções taciturnas.
No palco do amor, Victoria é a estrela,
Cintilando na noite, como promessa bela.
Oh, Victoria, em teu nome a melodia se entrelaça,
Como uma canção de amor que o coração abraça.
Nas linhas deste poema, tua essência floresce,
Victoria, em meu ser, eternamente merece.
Atenção quando avistar estrelas, se observar com cautela poderá me entrever ao cair da
noite, quando Vênus apresentar-se com seu vasto brilho, contemple nesse instante estarei sorrindo
para você.
Quem sou eu?:
No silêncio das estrelas, eu me perdi,
Nas águas profundas do meu ser, me encontrei.
Sou o eco dos ventos que sussurram na noite,
Sou a dança das folhas ao amanhecer, tão solene e tão leve.
Sou feito de sonhos e de realidade entrelaçada,
Um poema sem fim, uma história não contada.
Sou a luz que brilha na escuridão densa,
Sou a sombra que se esconde na presença intensa.
Sou o riso que se espalha pelo ar,
Sou a lágrima que escorre sem cessar.
Sou a busca incessante por significado,
Sou o mistério que desafia ser decifrado.
Sou feito de pedaços, de memórias e anseios,
Sou o caminho que trilho, cheio de receios.
Sou a voz que ecoa no universo vasto,
Sou o eco do tempo, o presente, o passado.
Quem sou eu? Uma pergunta sem fim,
Um enigma, uma jornada, um destino enfim.
Sou a resposta que se revela aos poucos,
No palco da vida, onde os sonhos são loucos.
Sou eu, em toda minha essência,
Um ser em constante evolução, em sua fluidez.
Quem sou eu? Ah, quem sabe ao certo?
Sou apenas eu, um ser humano, completo.
Em sonhos de estrelas, eu te imagino,
Numa dança de luz, num doce destino.
Ainda que distante, meu coração te espera,
Pois sei que um dia, juntos seremos primavera.
O sol se despede
Para aqueles dias pálidos
Enquanto estrelas vagam na tristeza
O amanhecer chega e se vai
E deixou suas almas sozinhas
Homens, com medo em seus olhos
Foram vencidos pela escuridão
- The Silent Winter
Capazes
Somos capazes de voar sem asas,
De alcançar estrelas em nossas asas,
Somos capazes de amar sem medida,
De tornar o impossível em nossa vida.
Autor: David Pereira
