Poesias de Dor
A dor do luto é a dor da ausência de quem se ama. A ausência dolorosa de não ver mais fisicamente quem tanto amamos. Não é uma questão de tristeza, é uma questão de saudade.
Lamentável coração
Amores se afastam
Risos perdidos
Inevitável essa dor
Sentimento vêm e se vão
Sabe disso muito bem
Amanhã será que vou esperar
Suprema Aspiração” Mensagem
Nos braços teu eterno pai...
Em horas de tristeza e dor...
A descansar, minha alma vai.
Confiando em ti meu redentor.
Doce e calma minha alma vai...
No terno abraço do teu constante amor.
Nas tentações e no amargor...
Que o mundo a mim vem dar.
Tu és meu Deus, meu protetor...
Em ti me vou refugiar.
Das minhas dores e meus terrores...
Sua presença me vem livrar
A sua sombra correrei, e aos seus pés repousarei.
Por Ti serão guardados.
Medo angustia dor e tristeza, não mais terão vigor.
Quando o mundo o mundo em fim passar...
Aos pés do trono irei cantar.
Agradecendo a TI o amor que deu...
A mim.
"meu poema"
Quando a saudade chegar...
Quando sentir sua dor...
Lembre-se que estarei...
Sentindo o mesmo.
Quando pensar em mim...
Num momento de solidão...
Lembre-se de que de você...
Não esqueço um segundo.
Quando sentir frio...
Ou medo da tempestade...
Lembre-se de que você...
E minha unica segurança...
Mesmo estando distante.
Quando olhar triste para o mar...
Que reflete o sol...
A se esconder no horizonte.
Lembre-se de que você...
É minha unica lembrança.
Quando sentir falta...
Dos meus carinhos...
Quando sentir falta...
Do meu abraço...
Quando precisar do...
Meu amor...
Lembre-se de que preciso de você...
Lembre-se de que TE AMO.
“Foi timidez”
Às vezes, uma dor me desespera...
Nestas ânsias e dúvidas em que ando.
Cismo e padeço, neste outono, quando calculo o que perdi na primavera.
Em meus tristes versos sufoquei o amor que sentia.
Um grande amor eu sufoquei dentro do meu coração.
Numa explosão sincera eu te perdia.
Mesmo que houvesse mais cem vidas para viver...
Nunca amarei como amei você.
Sinto o que desperdicei por calar meu coração...
Deixando uma grande paixão sufocar minha alma.
Não sei se fui...
Mártir da hipocrisia ou da virtude.
O amor que não tive por tolice...
Por timidez.
O que sofre por amor não pode condenar um grande amor.
E por pudor os versos que não disse!
Ao Coração que...
Sofre e morre por amor.
Ao coração que sofre, separado...
Do teu, no exílio em que a chorar me vejo...
Não basta o afeto simples e sagrado...
Com que das desventuras me protejo.
Não me basta saber que sou amada...
Nem só desejo o teu amor.
Desejo ter nos braços teu corpo delicado...
Ter na boca a doçura de teu beijo.
E as justas ambições que me consomem.
Não me envergonham...
Dizer que amei...
Nem pela a terra pelo céu seu amor eu trocarei.
E mais elevei o coração num gesto simples de amar.
Ser para o ser amado sempre a maior pureza
Ficar na terra e humanamente amar.
“Foi timidez” Poema
Às vezes, uma dor me desespera...
Nestas ânsias e dúvidas em que ando.
Cismo e padeço, neste outono, quando calculo o que perdi na primavera.
Em meus tristes versos sufoquei o amor que sentia.
Um grande amor eu sufoquei dentro do meu coração.
Numa explosão sincera eu te perdia.
Mesmo que houvesse mais cem vidas para viver...
Nunca amarei como amei você.
Sinto o que desperdicei por calar meu coração...
Deixando uma grande paixão sufocar minha alma.
Não sei se fui...
Mártir da hipocrisia ou da virtude.
O amor que não tive por tolice...
Por timidez.
O que sofre por amor não pode condenar um grande amor.
E por pudor os versos que não disse!
Ao Coração que...
Sofre e morre por amor.
Ao coração que sofre, separado...
Do teu, no exílio em que a chorar me vejo...
Não basta o afeto simples e sagrado...
Com que das desventuras me protejo.
Não me basta saber que sou amada...
Nem só desejo o teu amor.
Desejo ter nos braços teu corpo delicado...
Ter na boca a doçura de teu beijo.
E as justas ambições que me consomem.
Não me envergonham...
Dizer que amei...
Nem pela a terra pelo céu seu amor eu trocarei.
E mais elevei o coração num gesto simples de amar.
Ser para o ser amado sempre a maior pureza
Ficar na terra e humanamente amar.
Em que momento me perdi?
Não sei se no riso ou na dor.
Na razão ou no amor.
Espero apenas me encontrar.
EM VOCÊ
Em você encontrei abrigo,
Meu porto seguro.
Alento para a dor antes infinda,
Meu sonho bom.
Rosas em meio ao deserto,
Um sorriso largo e perfeito.
Abraço apertado,
Meu aconchego!
Você é o pensamento que invade,
Amor que consome
Certeza que penetra,
Meu lugar, Minha alma gêmea!
Confia.
Porque mesmo na dor
Ele está te moldando
para algo tão lindo
que só caberá
no coração que aprendeu a renascer.
Entre cicatrizes e primavera existe um território silencioso, onde a dor se transforma em sabedoria e o tempo, paciente artesão ensina a florir de novo.
É ali, nesse espaço que vive entre o que feriu e o que renasce,
Eu deixares-te ir
Já que nada lhe darei
Senão a dor de minha ausência
É o sofrimento de minha angustia...
Uma dor que se chama solidão.
Uma angustia que enche o peito.
Lagrimas que trasbordam os rios da vida.
Deixando a Vontade de viver não mais existir.
Dando espaço a um sentimento chamado tristeza.
Ordnael Skelsi
(Poeta Solitário)
"Eu não me atrevo a perguntar a quem amo qual a sua dor.
Morro todos os dias um pouquinho por saber que a sou, e que os amo tanto.
E sofro mesmo..."
Em momentos de dor nunca encontro palavras para exprimir o que trago no peito. Parece que o espírito fica preso, tornando incapaz o riso e o choro. Costumo desenhar sonhos, brincar com letras, sorrir para o horizonte e plantar flores, plantar árvores, mas as vezes me distraio e vôo com as borboletas, as vezes me distraio e sou arrastada por temporais e tempestades, tendo lápis e papéis levados nas correntezas, e vejo minhas palavras molhadas, sendo diluídas.
Mas como fui feita da terra, de flores, ar, cores e sentimentos, então me reúno a cada manhã, me misturo, me refaço, tiro o que está fora do contexto e recomeço. Dia a dia, uma noite por vez, para brilhar com o raiar do sol. Faltam palavras, faltam poesias, mas meus sentimentos riscam traços na linha infinita da vida!
G.M.
Hoje, vive com intensidade!
Se algo te causa dor, não faças dela um motivo para desistir!
Usa o sofrimento como uma arma que Deus te dá para te fazer mais forte, e capaz de derrubar cada um dos obstáculos no caminho. Não desistas!
Luta, mas luta para vencer como um atleta de Deus. Não te importes com as dificuldades!
Deus prometeu estar a teu lado em todas elas. Luta de mão dada com Jesus, levanta o teu olhar, sorri, confia, pratica a tua Fé! Fortalece-te nela!
Deixa-te contagiar pela serenidade de Deus. Mergulha na Sua paz. Não te deixes perturbar pelo que te parece difícil de realizar, sente a presença de Deus!
Não lamentes, recorda sempre que para cada desafio, tens Alguém a teu lado para te dar a força que precisas. Luta pelo teu sonho, luta pelo teu ideal, luta por teres Deus sempre em primeiro lugar no teu coração, e luta pelo teu amor, mas nunca esqueças que não andas só!
Não desesperes no campo de batalha da vida, porque a força que Deus tem para te dar, dia a dia, passo a passo, é Real, é Divina!
É tua! Tu és Dele!
Não podemos dizer à dor do outro pra parar,
muitas vezes nem conseguimos dizer isso às nossas!
O que podemos fazer é contribuir, no que nos couber,
para que seja suportável, para o outro, senti-la.
É, eu sei! Ajudar é bem mais difícil que falar.
Não é só um cão na rua,
É a dor que ninguém vê.
É a fome disfarçada
Na espera por um porquê.
Não é só um latido solto,
É um pedido contido no ar.
É o grito de quem um dia teve dono
E hoje só tem o caminhar.
Não é sobre raça, nem porte,
É sobre omissão e descaso.
É sobre quem fecha os olhos
Enquanto outro limpa o estrago.
Se alimenta, cuida. Se cuida, assume.
Não é bondade largar depois.
A rua não ensina carinho,
Só ensina a fugir dos “heróis”.
Ter um animal é promessa
De presença, cuidado e ação.
Se não for pra ser abrigo,
Não alimente a ilusão.
O Silêncio Música
Uma dor muda,
Num som sem volume,
O vazio estilhaçado no voo
À janela fechada.
Às vezes no silêncio da vida
Mora a nostalgia da alma.
Ficamos sem voz
Com o nó das palavras
Amarradas na garganta,
Numa estreita passagem de indignação.
E noutro dia,
O sol dá passagem
E, de tanta luz,
O Silêcio torna-se música.
(Suzete Brainer)
