Poesia sobre poesia
✅ SOBRE O HOMEM, O PECADO E A LUZ
O Teólogo Jalison Santos disse:
"O homem é filho do pecado até que chega o tempo em que ele encontra a luz. A luz vem do conhecimento da verdade, da letra original, do sentido real que estava escondido e agora é revelado."
"Nascemos na escuridão, sob o pecado, recebendo o que vem dos homens, o que foi corrompido. Mas quando buscamos, quando estudamos, quando voltamos para a origem — aí encontramos a luz que corrige, revela e mostra o que realmente é a Palavra de Deus."
Lendo um capítulo bíblico por dia e orando sobre o texto, conclui-se a leitura da Bíblia em quatro anos.
📖🙏
O que o evangelho fala sobre dinheiro?
Não seja preguiçoso nem avarento, mas trabalhe a cada dia para ter o seu pão. 🥖
📖 2 Tessalonicenses 3.10
O desgosto é uma noite profunda da alma,
uma sombra que pousa silenciosa sobre o peito
como se o mundo perdesse, por instantes, a própria cor.
Mas até a noite mais escura
carrega em si o sussurro de uma aurora.
Assim também é o desgosto:
um véu que desce,
não para sufocar,
mas para revelar o que estava invisível na luz.
Ele chega quando a alma está madura o bastante
para compreender o que ainda não queria aceitar.
E no seu amargor, há um convite secreto:
o de voltar-se para dentro,
onde mora um sagrado que não se abala.
O desgosto dobra o ser humano por fora,
mas desperta, por dentro, aquilo que jamais se dobra:
a centelha divina,
o fio luminoso que liga cada coração ao eterno.
A dor, então, deixa de ser ferida
e se torna passagem.
A queda vira caminho.
O silêncio vira oração.
Porque cada desgosto,
por mais duro ou injusto que pareça,
é também um gesto misterioso da vida
guiando-nos de volta ao essencial —
ao que não depende de ninguém,
ao que não se quebra,
ao que é nosso desde antes
de qualquer tristeza.
E quando o espírito percebe isso,
o desgosto não some,
mas se transforma:
vira sabedoria,
vira força,
vira luz que, lentamente,
começa a brilhar onde antes havia apenas sombra.
“Na psicanálise, entende-se que a dependência emocional muitas vezes não é sobre o outro, mas sobre o vazio que tentamos preencher através dele. O difícil não é perder alguém — é reencontrar a si mesmo sem precisar dessa repetição afetiva.”
Dr Ederson Dantas psicanalista CBO 2515-50
Quando nos deparamos com os questionamentos sobre nossa serventia para as pessoas que amamos, inevitavelmente olhamos para todos os esforços que fazemos ao longo da vida, para as coisas de que abrimos mão, ou não, pelos outros. Buscamos atender às demandas da nossa família, não deixando nada faltar ou, pelo menos, garantindo o essencial para uma vida confortável.
Essa sensação de quem chegou lá, de quem cumpre seu papel, de quem consegue suprir as necessidades, é completamente desconhecida por mim. Eu vivo uma desordem constante. Por mais que me esforce, não consigo fazer tudo o que preciso pela minha mulher, pelo meu filho, pela minha mãe e por mim. Me sinto sobrecarregado, cansado, triste e sozinho. Me vejo em um barco muito grande, movido a remo, e o único que está remando sou eu. Pior do que isso, tenho a sensação de estar remando na direção errada.
Eu nem sequer me sinto bem por me sentir assim. Me acho fraco por deitar e perder uma noite de sono chorando por não conseguir alcançar todos os objetivos ou por ser egoísta a ponto de desejar ter ou fazer algo que não está entre as prioridades da minha família.
No fim das contas, acho que todo homem vive assim, as cobranças, os anseios, as responsabilidades… A diferença é que alguns dias são mais sombrios do que outros e essa noite está demorando a passar.
Sobre lugares e pessoas que eu prometi nunca mais voltar,
Até aqui,
Minha parte do nunca está mantida.
Sobre meu passado eu vendi o prédio inteiro por uma pechincha.
O tempo até demoliu,
Não existe mais.
Se sentir que vai morrer de saudade,
Procure distância de quem te feriu.
Isso não é sobre orgulho,
É sobre dignidade.
A geração das redes sociais criou o assassinato de reputações. E o brilho sobre a desgraça alheia.
Um crime sem legítima defesa e contraditório.
Ministério, da Música.
Aprender, sobre a música.
Trabalhar, com a música.
Música do passado, do presente, & do futuro.
Instrumento(s).
Caixa, de som.
Com fio, & sem fio.
Tecnologia.
Limpeza.
Vários tipo(s), de música(s).
Às vezes eu quase te conto
sobre os abismos que carrego no peito, mas tenho medo que o peso das minhas marés
afogue a leveza do teu sorriso.
Não é tristeza,
é intensidade demais
para um mundo que ama raso.
Eu sinto fundo, eu amo largo,
eu me entrego sem margem
de segurança.
Sorrio para todos,
mas é você
quem percebe quando
meu olhar se perde.
Você não entende cada
silêncio meu
— e mesmo assim, fica.
E é por isso que eu te amo:
porque não tenta me consertar,
apenas me abraça como quem diz
“eu não entendo tudo, mas escolho você.”
Porque amar nunca foi sobre equilíbrio, foi sobre entrega —
e eu sempre te amei
com tudo que o mundo nunca viu.
Você é um enigma deixado sobre a mesa do meu peito, uma caixa antiga sem manual, cheia de símbolos que não se repetem.
Cada gesto seu muda a ordem das peças, e eu quebro a cabeça, não por falta de entender, mas porque decifrar você exige mais sentir do que pensar.
Perfeito amor…
Não é sobre começos,
é sobre o que ficou depois deles.
Sobre nós, que não passamos —
criamos raiz no tempo e fizemos morada no sentir.
Te amar
virou rotina daquelas bonitas,
que não pesam, que não cansam.
É o tipo de certeza que não precisa ser dita, porque vive nos detalhes que a gente nem percebe mais.
Nos dias difíceis,
teu nome ainda é abrigo,
teu abraço ainda resolve o mundo.
E mesmo quando o silêncio chega,
ele vem cheio de nós dois,
nunca vazio.
Se isso não for
o tal do perfeito amor,
então eu não sei o que seria.
Porque o que temos não grita… permanece, e tudo que permanece, no fundo, é eterno.
O Nosso Verão
O sol caía como ouro derretido sobre nossas peles,
E a brisa trazia cheiro de mar e de mangueira,
Risos escorriam pelos becos da cidade antiga,
Enquanto a música do verão tocava em cada esquina.
O vento embalava histórias que ninguém contava,
Veleiros de papel flutuavam nos rios da lembrança,
E nossas mãos, cúmplices, desenhavam no ar
Mapas secretos de cidades, de amores, de esperanças.
As cores do entardecer tingiam nossas sombras,
Laranjas, violetas e vermelhos de promessa,
Enquanto o cheiro de café e pão quente da rua
Misturava-se ao perfume dos nossos sonhos.
Mesmo quando o inverno tentou apagar a memória,
O calor voltou em lembranças de ruas e risos,
Guardando o nosso verão em versos e saudade,
Como quem transforma o tempo em poesia viva.
Gosto das flores...
Mesmo murchas, não negam a sua fragrância ..."
Isso não é sobre as flores!
Haredita Angel
27.02.18
- Relacionados
- Poemas sobre arte
- Frases curtas sobre boa companhia para valorizar quem está do seu lado
- Te Amo minha pequena
- Declaração de amor à distância (virtual)
- Poemas sobre saudade para transformar ausência em palavra
- Frases de despedida para refletir sobre finais e recomeços
- Frases Bonitas sobre Saudades
