Poesia sobre Corrupção
No Brasil os governos mudam, mas os altos índices de criminalidade e impunidade persistem, especialmente em razão da corrupção enrustida no serviço público, que pelo mesmo motivo não é alcançada pelo Sistema de Justiça.
Se alguém financia um governo corrupto ao aceitar, passivamente, impostos abusivos, torna-se cúmplice, direta ou indiretamente, das atrocidades cometidas, por vezes, contra os princípios e valores que sustentam a família e a fé, permitindo que esse governo os destrua lentamente.
O verdadeiro inimigo não é o vizinho que vota diferente, mas o sistema que rouba a todos igualmente.
A imensa maioria da classe política brasileira só está preocupada com a manutenção dos seus esquemas de corrupção.
..."Quando a injustiça e a impunidade imperam, outorgar-se-á ao povo fazer justiça com as próprias mãos." ... Ricardo Fischer.
Mentiras, alianças espúrias, corrupções, omissões na aplicação das leis em vigor, e sigilos inconstitucionais, eis algumas das principais práticas políticas e judiciais mais danosas para a humanidade.
Montar num cavalo que passa arreado é uma opção a depender do seu destino; se o animal for para o campo da honestidade, montarei de imediato; se for para a imundície da política partidária, que siga sozinho ou leve consigo o vírus da corrupção.
Necessitamos afastar-nos do assistencialismo imoral corruptível, e aproxima-nos da caridade, amor e da intensa busca pela dignidade e respeito à pessoa humana.
"É difícil manter a moral imaculada em um mundo corrompido pela ganância e egoísmo. Ser incorruptível significa manter os próprios princípios intactos. É um desafio constante, mas também uma fonte de força e honra pessoal que sustenta o propósito da minha existência".
Político não é artista, senão mero empregado do povo; sua principal função é administrar o dinheiro do povo; se lhe faltar caráter na administração, sobrevém aquilo que chamamos de corrupção, uma espécie de quebra do coração
Qualquer um que exponha, através do exemplo de seus próprios atos corretos, as idiotices, corrupções e absurdos dos outros, será odiado e atacado feroz e sistematicamente, até a sua total desqualificação ou morte.
O desarmamento do cidadão civil não é injusto, injusto é o desarmamento apenas das vítimas dos que andam armados.
Houve um tempo em que a lei da bala, do punhal e da ignorância pesava mais que a própria letra da lei — dissonante, injusta e opressora. Feita não para os pobres, mas para perpetuar, justificar e sustentar, imoral e descaradamente, os privilégios das elites dominantes. Sem mesuras, sem compaixão, sem respeito pelo ser humano — e, por conseguinte, sem qualquer temor pelo Deus dos humildes e dos oprimidos.
Quando um país tem uma população majoritariamente religiosa, qualquer pessoa que use o nome de Deus como chancela convence o povo.
No Brasil o povo vende sua dignidade por um favor, depois acha ruim os políticos fazerem o mesmo, só que em escala maior.
O "modus operandi" de projetos ilegítimos de manutenção de poder, que se materializa na máxima “uma mão lava a outra”, pavimenta caminho para os desvios de recursos públicos, irriga o sentimento de impunidade e mina a finalidade preventiva dos sistemas de responsabilização.
Mesmo diante da omissão daqueles que se furtam ao dever de interditar os arbítrios estatais, as deslealdades e abuso das prerrogativas funcionais, o terreno institucional democrático há de mostrar que a “lei é pra qualquer um, seja quem for”, como cantou Dominguinhos.
É essencial que agentes do Estado tenham independência e segurança para serem os olhos da sociedade no Estado. Se o agente, contudo, atua mirando em projetos pessoais, a prerrogativa da independência se transforma em privilégio, em instrumento para traições institucionais.
