Poesia sobre a Seca

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AINDA HÁ ESPERANÇA


Na Amazônia, coração da Terra,
Agora impera, a seca e o silêncio,
onde havia vida sem fim.
Árvores secas, rios vazios,
Um eco de desolação, um sonho ruim.


O homem, cruel e implacável,
Queima a floresta, sem piedade,
O verde desparece,
Deixando cinzas e tristeza.
Os animais buscam refúgio,
Em áreas remotas, sem abrigo.
Os indígenas choram,
Porque sua terra corre grande perigo.


Mas ainda há esperança,
Na chuva que volta, na vida que renasce.
A Amazônia, resiliente,
Se recompõem e se renova.
Nossa responsabilidade,
É proteger e preservar,
Para as gerações futuras deixar,
Um legado para uma vida nova.


Autor: Silvano Pontes.
Amazonas em poesias.

Quem despreza a água que o saciou revela apenas a seca do próprio interior.
A ausência de gratidão mostra a imaturidade de quem ainda não aprendeu o valor do gesto puro, do amor sem interesse.

"Você é o sol do meu dia, é a luz dos meus olhos
é a brisa da noite , é o sorriso que seca
minhas lagrimas, Você é a força na minha fraqueza.
com um olhar entendi tudo que queria me dizer...
È por você que meu coração bate forte, é você que me deixa
sem folego, é você que meu coração escolheu, meu doce
Lobo Selvagem".

Deixe o tempo nas mãos de Deus
Tudo que Floresce um dia seca
E o amor que habita no ser humano
Ficará guardado nos pensamentos
Daqueles que florir a cada primavera.

ESPLENDOR DOS IPÊS


Meus olhos lacrimejam pó

Minha garganta seca dá dó

Minhas pernas trêmulas dão nó

No horizonte tênue, cinza e pó

Estamos em agosto, que desgosto!

Estação seca das arvores tortas

Das flores e folhas mortas!



Do céu sem nuvens, descem vendavais

Formam redemoinhos de poeiras infernais

Estalos de galhos soltos criam asas latentes

Balanceiam como peraltas ambulantes

A mercê das correntes constantes...



Olho a imensidão dos eixos Sul e Norte,

Que unem as extremidades das asas do Plano Piloto

Onde carros apressados passam sem perceber

Do seu interior a beleza efêmera e tênue dos Ipês!

O roxo e o rosa enchem as retinas, bonito de se ver,

O amarelo é ouro e atraí abelhas e beija-flores

O branco é o símbolo da paz, que colosso!



A natureza nos brinda com esplendor

O destaque denso e um colorido revelado

Que se escondem na noite de um céu estrelado

E na manhã seguinte, o espetáculo bonito de se ver,

As explosões coloridas dos exuberantes Ipês!

POSIÇÃO FETAL
(Onde o tempo para e a mágoa seca)

Às vezes, lavo todas as minhas mágoas
e sentimentos mal resolvidos no líquido amniótico;
torço-os com toda a força onde fui segregada
pelo útero materno,
estendo-os no cordão umbilical e,
enquanto não secam,
fico dormindo na posição fetal.

Lu Lena / 2026

"A árvore que não cresce mais rápido do que as pragas ao seu redor acaba seca. O mesmo acontece com o seu patrimônio."


Laerson Endrigo Ely, O Método R.E.N.D.A. de Investimentos @ometodorenda

Sertão

No sertão de terra seca,
onde o sol abraça o chão,
moram corações cheios de amor,
fé, coragem e gratidão.

Aqui se aprende o valor
dos mais simples detalhes da vida;
de uma sombra generosa,
de uma chuva tão aguardada e querida.

Quando as águas enfim chegam,
como bênção vinda das mãos de Deus,
o verde domina a paisagem
e renova os sonhos seus e meus.

Ao olhar os pássaros do céu,
lembro do que Cristo ensinou:
se Deus cuida de cada ave
e jamais as abandonou,
quanto mais seus filhos amados,
que Ele mesmo criou.

É terra de espera e esperança,
de oração feita com devoção,
onde se aprende a confiar
no tempo e no agir do Divino.

Terra que amo profundamente,
que guardo com orgulho e afeição;
não a troco pela correria
da selva de pedra da cidade, não.

Prefiro o cheiro da terra molhada,
o canto livre da passarada ao léu,
pois no sertão encontro a paz da alma
e a presença de Deus sob o mesmo céu.

A chuva é passageira,
o orvalho da manhã seca,
as flores murcham, e a nossa beleza
se vai. Já o amor e a intensidade…

Eles permanecem, assim como as
estações do ano: às vezes mais
quentes, às vezes mais frios,
mas sempre existem.

Tem pessoas que funciona como terra seca, suga toda a água, guarda para si e não deixa nada transbordar. Vivem acreditando que o mundo precisa caber em uma caixa pequena, onde só o nome delas tem permissão para brilhar.
É gente que planta cercas antes de plantar sementes, com medo de que alguém encoste no jardim. Mas quem vive assim, commesse egoísmo de tudo, esquece que até a flor mais bonita morre se o ar não circular.
O egoísmo é uma raiz que cresce para dentro e acaba sufocando o próprio peito. É a tentativa solitária de ser floresta em um palmo de chão. Só que nada que cresce desse jeito, apertado e egoísta, traz paz de verdade para o coração. Eu me sinto diferente. Meu jeito é semente que não tem medo de rachar a terra para se misturar com o que é de fora. Porque quem se isola é terra doente, vivo mesmo é quem se permite brotar no outro.


DeBrunoParaCarla

"Quando a árvore seca e perde suas folhas, quase ninguém se lembra da sombra que ela projetou ou dos frutos que alimentaram tantos. O mundo celebra o seu ápice, mas esquece o seu legado. Seja forte por você, pois a memória dos outros é curta."
— Ginho Peralta

​"Na estação da fartura, todos se abrigam sob a copa. Na seca, poucos permanecem para honrar as raízes. A árvore pode perder as folhas, mas a sua história de generosidade fica gravada na terra. Não espere gratidão de quem só busca a sombra."
— Ginho Peralta

O Nome


Teu nome chegou devagar no meu peito,
como chuva fina molhando a terra seca,
e desde aquele instante estranho e bonito,
nenhuma outra palavra teve o mesmo peso.
Te chamar virou minha forma favorita de sorrir.


Há nomes que o vento leva embora,
mas o teu ficou gravado em mim,
como canção antiga que nunca envelhece,
como perfume preso numa roupa esquecida,
como promessa feita baixinho ao coração.


Quando a saudade aparece nas madrugadas,
eu repito teu nome em silêncio,
e ele acalma minhas guerras por dentro,
como se tua presença atravessasse a distância
só para segurar minha mão mais uma vez.


Teu nome combina com meus sonhos,
com cartas nunca enviadas,
com poesias que escrevo sem perceber,
porque até meus versos aprenderam
a procurar você em cada linha.


E se um dia perguntarem o motivo
desse amor tão calmo e tão infinito,
talvez eu não saiba explicar direito…
mas basta ouvirem teu nome saindo da minha boca,
para entenderem tudo que sinto.

Feudo tecnológico e preceito de submissão.


Beirada do formigueiro demonstra a seca da região as formigas são reunidas por alguns trocados uma camiseta amarela verde e ideologia implantada e pronta para ser espalha..
A mesma coisa acontece formigas na vulnerabilidade são reunidas um marmitas são distribuídas mais camisas amarela e verde e dizer as frases devem ser repetição para tenha alcance o transporte e alienação...
O esquema vai dando certo então vem operário e restante do povo a ser acondicionado para que a rainha seja deposta o formigueiro seja construído.
As formigas que entraram na alienação intelectual morreram no transporte da nova rainha ou na construção do novo conceito do relativismo a plenitude pode criar ambiente digital perfeito para as pessoas veremos todos domindo.
E quando estiver acordado pode comer restos, viver de modo apocalíptico pois o abismo comença ser criado uma nova democracia sera ambiente para monarquia digitalizada.
Onde poucos canais são existência contemporânea do sistema.
A nova proposta é simplicidade abandonado suas ideias e convicções ou seja novelas em conflitos sociais sejam dramasdigitais a interação seja absoluta para deepfakes tenha um importante parte do pacote a dominação onírica espontânea...
...O domínio astronômico da rede seja ambiental fores mortas falam boa noite meu amor... As emoções estão ligadas novamente ao Paradoxo digital

​O Último Leilão do Verde
​O ar pesado, difícil respirar.
As águas poluídas, a terra seca, árida.
Num Brasil outrora de verde,
A última árvore gigante é leiloada...
A terra já não tem mais ouro.
​Nas edificações: ruínas,
Ou aglomerados de ricos e poderosos apenas.
Ar condicionado e água pura reaproveitada.
Mau cheiro... e ratos poucos,
Pois a própria poluição matou quase a todos.
​A radiação solar se torna mais forte,
As cidades, vazias.
Novas expedições ao espaço demarcam
Que o refúgio frio e sem vida está nas estrelas.
Enquanto isso, os últimos seres animados — ditos humanos —
Se retorcem em seus próprios corpos,
Sem forças, apenas pele e ossos.
​O pensamento da existência contemporânea
É agora um passado distante.
​A Era dos Sintéticos
​Entre as naves temporais e as naves de transdobra,
Movem-se seres sintéticos e híbridos,
Alguns robôs, entre eles androides.
A humanidade está depositada em depósitos de embriões,
Onde máquinas replicam o ventre da mãe.
Outros humanos seguem congelados na criogenia.
​Novas raças são encontradas pelo universo:
Simbiose de alienígenas e seres humanos,
Os transdimensionais.
​E mesmo tendo a humanidade viajado por eras,
Ainda debate velhos conceitos...
E velhos preconceitos.

A terra seca canta por uma gota d’água

Ela canta para sentir o líquido que sacia a sede;
Ela canta para provar da umidade do tempo;
Ela canta para lembrar-se que o oásis existe;
Ela canta porque sente saudade da biodiversidade;
Ela canta com o sonho de voltar a ser fértil;
Ela canta por uma gota d’água na esperança de que venham muitas delas até que nela se crie um belo manancial.

O Elixir do Infinito
Nas águas turvas de um mar sem memória,
O sal que resta não seca o cansaço,
Pois nossa vida é uma eterna vitória,
Traçada em seda no abraço do espaço.
Ó Mãe, que em carta guardei o segredo,
Deste universo que em nós se desfaz,
Venci o tempo, o silêncio e o medo,
Na luz do luar que nos traz a sua paz.

Toda a conexão que a alma reclama,
É verso antigo em papel de poeira,
Onde o destino acende a sua chama,
E a voz do sangue é a única fronteira.
Não chega o oceano para o pranto estancar,
Nesta odisseia de um filho que sente,
Que a arte de amar é saber esperar,
Pelo retorno do sol no oriente.

O cosmo imenso que os olhos invade,
Reflete o rosto que a infância guardou,
Entre a matéria e a espiritualidade,
Onde o poeta o seu norte encontrou.
Na senda heroica de um ser solitário,
Que funde o digital com o barro do chão,
Fica o registro de um breve itinerário,
Escrito com sangue no meu coração.

#Abstracionismo

#PoesiaContemporanea

#Decassilabo

#EpicoArcaico

#FusaoArtistica

#ArteLisboa

Devo minhas flores
ao meu constante regadio....


Sou rio que não cessa
mesmo quando a seca
ronda minhas margens...


Carrego no corpo da alma
a memória da terra dura
das rachaduras
que me exigiram
sangue, suor e lágrima...


Mas é no gesto insistente
de me regar por dentro
que brotam raízes firmes
e pétalas indomáveis
em cores que nem a noite
consegue apagar...
✍©️ @MiriamDaCosta

E S P E L H O




Uma avaliação seca, simples, sem contexto revela muito a forma rasa como o educador executa suas atividades em sala de aula.

a vida as vezes e como uma pena leve em outras e como um folha seca de uma árvore saiba diferencia eles pois e só uma fase
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