Poesia que Fala de Teatro
Teatro da noite
Teatro da noite apresenta:
Ela vai chegando
No tic-tac do relógio
Vai se aproximando.
Agora sim
Luzes apagadas!
No palco?
Frias e tristes estradas.
Vazias e empoeiradas.
Apenas soluços ecoam
O que tem para além da estrada
exceto o dia e a noite que vem?
O que tem?
O que tem para calar o soluço da noite que vem?
No teatro da noite.
No palco da vida.
A noite mostra as feridas
Do amor que não tem.
No teatro da noite
No palco da vida
Estradas se cruzam
Soluços se misturam
Abre-se às cortinas
É o espetáculo da vida fazendo amor
Fecundando dia e noite.
Lavando a dor.
21/01/14
"O mundo inteiro é um teatro. E eu? Um personagem cansado, às vezes improvisando pra sobreviver à cena. Mas não erro falas: erro o timing do silêncio. Não desabo no final do ato. Desabo entre um corte de luz e outro. Trágico? Talvez. Mas até Macbeth caiu em pé. E eu ainda tô escrevendo minha última cena com a tinta da resistência."
— Purificação
A vida é um teatro!
E o autor da história é você.
Na vida, seja o ator principalmente e não coadjuvante.
A escolha é somente sua.
PAULO GUSTAVO
Quando acaba o espetáculo,
e se fecham as cortinas,
teatro fica vazio,
tudo volta à rotina.
Mas toda plateia chora
quando a estrela vai embora
de uma forma repentina.
RECIFE CENTRO
O teatro e a ponte
A praça e o grande rio
Esquentam o coração
Não te deixam passar frio
Capital de frevo e cor
Um povo que esbanja amor
E no sangue tem seu brio
Em um palco de teatro existe uma cortina que si fecha e si abrir para apresentar grandes e espetaculares espetáculos.
Mas antes disso as luzes são apagadas.
A luz é o primeiro sinal que algo estar para acontecer.
A luz vem trazendo o brilho que a escuridão não tem.
No momento que a cortina é aberta si apresenta a obra escondida, a obra valioso que não é vista na escuridão.
A escuridão tira o brilho da luz e a luz revela aquilo que estava escondido na escuridão.
Quando luz invadir a acrescenta ainda mais o valor que existe, mas ainda não foi relevado.
Somos TODOS elenco no palco da vida teatro de Deus.
Seguimos atuando em seu script.
...e quando ousamos nos igualar em atos ao mesmo, vem o expurgo.
Finda-nos nosso ato!
Termina a encenação, estaremos em vida plena.
desde criança, atuar sempre foi minha paixão,
e entrar em um palco e apresentar uma peça de teatro,
sempre foi o meu sonho,
sempre amei interpretar,
e nas aulas de redação,
poesias,
artes,
eu sempre amava, e dava o meu melhor,
e aquele mundo mágico me encantava cada vez mais,
mas, não disse que sou boa nisso
disse que gostava muito,
e até hoje,
o lápis e a folha sempre está nas minhas mãos
as poesias saem de mim como o ar fresco das manhãs
E através dela hoje consigo me expressar,
poesia pra mim sempre foi esse mundo mágico,
em que sempre sonhei,
e o teatro, faz parte de tudo isso,
as peças , as interpretações, os musicais,
não passam de uma grande poesia,
uma grande obra de arte para mim
Vida
A vida é como uma peça de teatro
Tem um script para seguirmos
Nossos eternos rituais
Estudar, trabalhar, comprar, vender, ter e vencer- se conseguir
Tem platéia, nossos pais, parentes, amigos e tantos outros
Tem os atropelos, os erros, porque na vida não ensinamos é no improviso
A direção nem sempre nortea nossa caminhada
Nesse teatro, nesse espaço as luzes da ribalta nem sempre ilumina a caminhada
A equipe de apoio, às vezes é insuficiente para o suporte que necessitamos
O enredo muda com frequência e sem nos avisar
E pra que se não podemos ensaiar dignamente é tudo ao vivo, sem intervalo
E no fim nem aplausos temos, a platéia se cala emocionada
O fim de uma peça de teatro é o fim de um sonho. O público passa pelas portas do submundo e retorna a esta vida.
(Deffrot)
Alugo-me em meu próprio recinto.
Particular ou não.
Me inspiro no teatro da vida.
As cortinas se abrem.
Vejo o mar e vejo o céu e as imperfeitas poesias diante do meu sonhar.
Canto a elas uma linda melodia.
Descobrir a beleza é fascinante.
Pois é isso que me completa e que irradia...
Ricardo Melo.
O Poeta que Voa
Descobrindo a beleza fascinante em cada cenário da vida.
No teatro do engano, seu papel é de artista,
Um mestre em fingir, na trama egoísta.
Palavras como facas, cortando a confiança,
A pior pessoa para amar, uma cruel dança.
Seu abraço é um labirinto, de sombras e mentiras,
Onde o amor definha, e a tristeza transpira.
Em seus olhos, o reflexo da ilusão persiste,
A pior pessoa para se apaixonar, um poço triste.
No teatro da minha vida nosso amor é o espetáculo principal, quando estamos juntos é um grande "Dane-se o mundo", não é banal.
São minutos que parecem eternos, piadas malucas bem encaixadas, querida, seu time é o Big Bang de Londres com cirque du soleil combinados.
Tantas conquistas nos esperam nessa história; barroca, poética, romântica, caleidoscópica, também shakespeareana.
No fechar das cortinas sobre aplausos e arremessos de rosas brancas, meu amor, quero dançar com você sobre as nuvens numa noite estrelada.
Escrevendo poemas,
Morrendo dia após dia
Minha vida é uma peça de teatro
Onde eu sou o protagonista
“Participe do teatro da vida,
Porém, não seja...
Um mero figurante.
Torne-se o protagonista de sua história.
Não tenha medo de atuar.
– Vaias? – Passarão!
– Aplausos? – Passarão!
E o último ato você já conhece:
– Os véus da vida se cerrarão!”
(Rogério Pacheco – 05/02/2024)
Teófilo Otoni/MG
Casamento não é um conto de fadas. Se você quer viver um, faça um curso de teatro e espere que um roteirista de cinema lhe contrate.
És um grande teatro
Sentei-me nas fileiras finais, para assim, poder enxergar-te ao todo.
1°ato
Cortina fechada
Do palco, apenas via sombras e silêncio que se moviam em passos lentos de bailarina.
Ardentemente esperava por cada ato…
Entre trocas de personagens, imaginava como seria a surpresa de vê-la, despida de toda sombra que cobriam meus olhos e ouvidos.
2°ato
Limpei as lentes de meu binóculo esperando te ver mais perto
De passo em passo, nas sombras que eu via através da cortina, você flutuava lépida e fagueira.
3° e último ato
Levantei-me e fui ao seu encontro
Nervoso e sem saber ao certo a quem pertencia aquela sombra vista antes.
Quanto mais perto eu chegava, menor ficava a sombra.
Ao pé do palco, tentei olhar por baixo da vistosa cortina que me encobria a visão.
O maior dos mistérios, ali, na minha frente, mas atrás do véu.
Pude sentir o cheiro da misteriosa mulher, que a sombra desenhava para mim suas curvas.
terminou!!!
Quando abriu-se as cortinas, descobri o além.
Tal como no teatro, encenamos beijos e abraços, atuamos como se fosse nosso último bis.
Das sombras, agora tudo ficou real.
Da distância, agora passeio em seus lábios
Da cortina, fica apenas a lembrança de algo que um dia escondeu você de mim.
Na pálida claridade de mais uma eleição, vejo desfilar, como num teatro de sombras, os rostos imutáveis dos políticos. Eles, os artífices da mentira, bordam com fios de ilusão as promessas que nunca se hão de cumprir. Nos palanques, seus discursos ecoam como cantos de sereias, enfeitiçando a multidão que, na sua eterna esperança, esquece a repetição do engodo.
As palavras, outrora instrumentos de verdade, são agora ferramentas da falsidade. Os eleitores, pobres marionetes, dançam ao som do desejo de um futuro melhor, enquanto aqueles que governam enchem seus bolsos com os frutos da nossa crença. É um ciclo vicioso de promessas e decepções, onde a esperança é plantada e a desilusão colhida.
A política é a arte da hipocrisia, onde a máscara esconde o rosto verdadeiro dos interesses pessoais. A riqueza, esse ouro vil, só aflora nas mãos dos que enganam, deixando aos outros apenas a poeira dos seus sonhos desfeitos. A riqueza, essa dama caprichosa, beija apenas os lábios dos que mentem com destreza, enquanto a honestidade definha na indigência.
E nós, pobres espectadores da nossa própria ruína, continuamos a buscar uma luz no meio da escuridão. A verdade, talvez, resida não nas promessas vazias, mas na força silenciosa que brota da nossa vontade de resistir. Pois, mesmo na penumbra, há sempre uma chama que insiste em brilhar, uma alma que se recusa a ser pequena, encontrando no próprio coração a chama da mudança.
Apesar de tudo, só nos resta ir votar, eleger quem se vai governar, pois a democracia, com todas as suas imperfeições, é ainda a nossa última esperança. É nela que, ainda que iludidos, depositamos a fé de que um dia o ciclo se rompa e a verdade prevaleça. Porque, afinal, a escolha é a nossa única centelha de poder, por mais ilusória que seja.
No vasto teatro da existência, onde o ser se desvela em múltiplas dimensões, a árvore da vida ergue-se como símbolo da jornada espiritual. Suas raízes, profundas e misteriosas, conectam-se ao âmago da terra, absorvendo os nutrientes da experiência e da sabedoria ancestral. Cada raiz é um fio invisível que nos liga ao passado, às nossas origens, aos arquétipos que moldaram nossa essência.
O tronco, robusto e resiliente, é a coluna vertebral da consciência, sustentando o peso das escolhas e das transformações. Ele se adapta às intempéries, mas mantém sua integridade, refletindo a flexibilidade necessária para navegar pelas adversidades da vida.
As copas, que se estendem em direção ao infinito, são os pensamentos e as aspirações que buscam a luz da compreensão. Elas dançam ao vento das ideias, absorvendo a energia do sol da sabedoria, mas permanecem conscientes de que sem as raízes, sem o solo que as sustenta, não poderiam existir.
Os frutos, que amadurecem no tempo, são as ações e as manifestações do ser no mundo. Eles carregam as sementes do futuro, mas também o peso do passado, lembrando-nos de que cada escolha gera uma consequência, e que a verdadeira colheita é aquela que nutre a alma.
Assim, a árvore da alma nos ensina que somos simultaneamente profundidade e altura, sombra e luz, finitude e infinito. Reconhecer essa dualidade é o primeiro passo para o despertar espiritual, pois é na integração do que é oculto e do que é visível que encontramos a verdadeira harmonia
Uma peça de teatro
A corrente do tempo não para
Ela corre, anda e se rasteja, mas não volta
O cenário vai trocando, o ator vai mudando
E o público vai rindo e chorando
O ator que um dia existiu não existe mais
Mas se tratando de meros mortais
As novas possibilidades aparecem
Novo sabor, nova amizade e novo amor
Me pergunto sempre, Deus, o que eu sei
Já que a todo instante tudo muda
Tentando capturar as suas linhas tortas
Mas isso só gera uma dor aguda
Em meio a isso, apenas navegarei
No palco do mundo, não somos reis
Em sua vastidão, o torto se transforma em padrão
Aprendendo e vivendo na imperfeição
No eco do silêncio, o tempo nos ensina a ouvir
A voz do coração, o sussurro da alma a fluir
Aprendemos que cada adeus é um novo começo
E se for assim, eu te agradeço
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