Poesia os Dedos da minha Mao
Tenho o controle sobre os meus atos, mas não tenho sobre a minha mente. Consigo controlar o que faço, mas não consigo controlar o que penso.
Posso te chamar de minha? Posso te fazer feliz? Posso ficar ao seu lado pra sempre? É tão simples o que eu quero, será porque é tão difícil?
Procurei em todas as fontes, mas nenhuma delas respondia aquela imensa dúvida que permanece na minha cabeça. A dúvida que eu tinha era sobre as tristezas que surgem sem razão alguma. Pensei: por que ficamos tristes por qualquer coisa? Às vezes até as mínimas coisas corrompem o nosso humor e faz com que a única solução disponível seja a estratégia.
Minha busca pelo saber é como o mar. Não há um ponto final, mas também não se mede o nível exato de profundidade.
Eu acordei perdidamente apaixonada pela minha vida. Parei para pensar em quanta coisa boa eu tenho colecionado a medida que fui vivendo. Quantos lugares eu tive oportunidade de conhecer. Quantas pessoas eu pude abraçar, quantas luas eu pude admirar. Eu parei de reclamar das dores de cabeça, do frio que fazia lá fora, das minhas roupas que iam ficando apertadas. Eu passei a amar ser o que eu sou, eu passei a sorrir para a vida!
Muitas vezes minha face só demonstra o que minha mente e meu coração querem esconder, por isso levo meu sorriso, e por tras dele minha alma guardada as sete chaves.
Por isso que hoje em dia é minha felicidade em primeiro lugar, pois irão te pedir chances, mas quando você pedir ninguém te dará.
Nos braços de minha mãe, sentia-me o Menino Jesus, pois neles estavam o acolhimento da manjedoura e em seu nome a expressão completa da família Sagrada: Maria José, tendo por sobrenome Ferrera de Andrade, alguém que conserta com ferro e madeira. Não se impressione, sou uma extensão de tudo isso!
Não há nenhuma evidência que me responsabilize pela minha existência, portanto, eu não tenho o que pagar!
Nada escuto a não ser as batidas do meu coração, o ritmo da minha respiração e o cansaço da vida. Tem fungo por toda parte.
Minha maior mentira foi tentar enganar meu coração, dizendo que eu não me importava com suas atitudes e nem por onde você andava.
Saí da minha cabeça, saí já da minha vida, saí dos meus pensamentos, das minha vontades, das minhas saudades. Seu demônio.
Minha maior angústia foi tê-lo visto caminhar em busca de uma nova vida, cheia de oportunidades. Não fazer mais parte disso me doía. Deus, você não imagina como doeu te perder. Ainda dói, dói muito.
Minha vida, sem querer, transformou-se em uma vida de desculpas. Infelizmente acho que virei um adulto.
Eu cada dia, mato um pouco de mim mesmo, com o objetivo de fazer calar minha voz interior, ou melhor, estou tentando me livrar das perturbações interiores desenvolvendo uma consciência depravada, fraca, viciada que me faça feliz no torpor da vida. Quero me aquietar diante dos homens e de Deus. Ou perder o respeito de mim mesmo. Ou ainda deixar de preocupar com o que os outros pensam de mim. Nesse suicídio a prestações, mareio meu brio.
Momento na vida, esse momento de ansiedade total que consegue roubar toda a minha criatividade. Esse momento onde a ansiedade me possui me leva ao abismo profundo da incerteza e das dúvidas. [...] Quais são as causas dessa confusão mental? Meu mental confuso me torna vunerável os sentimentos confusos e distorcidos e me deixa sem defesa contra os pensamentos abstratos.
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