Poesia Nascimento
O dia de meu nascimento, o dia de hoje e os dias que ainda virão... Qualquer que seja o dia, ele é precioso.
A vida é uma auto escolha consciente, todavia não compreendida, que perdura desde o nascimento até a morte.
Amor? Ah, sim o doce amor, que recebemos desde o nascimento... Como posso senti-lo? Para preencher essa casca morta repleta de ódio.
No mesmo hospital que temos uma notícia de um nascimento, temos uma notícia de morte, alegria e tristeza andam juntas.
Se o homem pudesse evitar o seu próprio nascimento, não se sentiria tentado depois de nascido, a buscar a sua própria morte.
A minha vida é um grande livro de histórias. E eu sei que, na página do seu nascimento, o meu capítulo terá que se encerrar. Mas, em vez de fechar o livro para sempre, eu me transformarei em uma estrela na capa, para que eu possa, de lá, brilhar e iluminar todas as páginas que os meus quatro outros filhos irão escrever. O meu último suspiro de vida será a primeira e mais bela respiração de uma nova vida. E a minha ausência, no chão, será a luz que os guiará no céu.
É impossível uma pessoa que passou pelo novo nascimento em Cristo continuar vivendo da mesma maneira.
“Meu berço de nascimento é o mundo. A ignorância foi quem criou fronteiras. Não cultivo falsos patriotismos.”
Natal consumista esbate a magia original da época em que o nascimento do Deus menino em palhas deitado revela o desprendimento da fausta "festividade" de hoje.
“No Natal, o nascimento de Cristo nos recorda que o verdadeiro propósito da humanidade é o amor incondicional, sem distinções.” - Leonardo Azevedo. A frase articula o Natal não como um evento meramente histórico ou ritual, mas como um marco ético e existencial, ao apresentar o nascimento de Cristo como um chamado à memória ativa do propósito humano. Ao afirmar que esse propósito é o amor incondicional, a sentença desloca o eixo da experiência natalina do sentimento passageiro para um princípio estruturante da convivência humana, enquanto a expressão “sem distinções” amplia o alcance da mensagem, recusando fronteiras morais, culturais ou identitárias. Assim, o enunciado propõe uma compreensão do Natal como oportunidade de realinhamento da consciência coletiva, onde a humanidade se reconhece não pela diferença que separa, mas pela capacidade de amar sem condições que excluam.
“Que o Natal, memória do nascimento de Cristo, nos recorde que antes de sermos povos distintos somos humanidade compartilhada, e que nenhuma fronteira é maior do que o chamado à paz, ao cuidado mútuo e à dignidade que nos une.” - Leonardo Azevedo.
O desconforto é, paradoxalmente, um dos lugares mais férteis para o nascimento do sucesso. Ele funciona como um berço invisível, um espaço onde somos empurrados a crescer, desafiados a despertar capacidades adormecidas e conduzidos à construção de uma versão mais forte, mais sábia e mais resiliente de quem somos.
O "natal" é o milagre anual onde famílias miseráveis celebram o nascimento de um homem que pregava a pobreza contraindo dívidas que não podem pagar, apenas para impressionar vizinhos que elas detestam com objetos de que não precisam.
No dia do meu nascimento, eu não apago velas — eu acendo fogueiras sob os pés dos tolos, enquanto meus aliados juram lealdade eterna. Parabéns a mim, o arquiteto do caos calculado.
Sou piauiense de nascimento, mas herege por vocação climática: gosto do frio, não sou calorenta, e isso me coloca numa categoria à parte, quase teológica, entre os meus conterrâneos.
"Nenhuma imensidão de trevas é capaz de resistir ao nascimento de uma luz. Assim como uma pequena faísca vence a floresta mais sombria, um lampejo de fé é o suficiente para dissipar o vazio e iluminar o sentido da nossa existência."
A experiência do novo nascimento nos faz lembrar de agradecer diariamente a Deus pelo maior milagre que Ele graciosamente operou em nós: A Salvação eterna!
A falta de recursos não é um decreto de falência, mas a condição necessária para o nascimento da genialidade. Quando o solo é pobre, a raiz é obrigada a ser inteligente; quando o tempo é pouco, a ação é obrigada a ser essencial. A escassez é o cinzel que remove o supérfluo para que a obra-prima, finalmente, apareça.
Mundo novo é aquela semente que plantamos, regamos e cuidamos para que seu nascimento seja próspero.
