Poesia Felicidade Fernando Pesso
Uma doce canção
é como uma poesia que aquece o coração.
Acalenta os sonhos,
faz florescer amor em qualquer estação.
A poesia é a magia dos Sentimentos que transcende o olhar para em palavras transbordar luz, alegria amor e o que mais você desejar!
A poesia é a vida e o viver, em versos!
Salve o dia da poesia e,"viva a poesia!, 17:03, Lida
POESIA NAS REDES SOCIAIS
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E transmita o amor
Com boas ações
Vocês aliviam corações
"Nossa vida é uma constante Poesia...
Poesias que vem e vão;
Poesias de uma tarde ensolarada de primavera;
Poesias de um amor de verão;
Poesias dos domingos e também das segundas-feiras;
Poesias e mais poesias. Somos verdadeiras e constantes Poesias."
A poesia transforma a dor em beleza
e a beleza em sentido —
mas o belo nunca foi o seu destino,
e sim o humano.
O CORPO DE UMA MULHER!
O corpo de uma mulher
É uma verdadeira poesia
Sua pele é uma rima
E suas curvas, melodias
É uma grande inspiração
Verso a verso se completa
Ter um corpo de violão
Na imaginação de um poeta...
Qualquer mulher pode declamar
Um poema formoso
Palavras de se encantar
O estilo do seu corpo...
O corpo de uma mulher.
Poesia é divindade; coisa de força extranatural.
Ninguém a explica e tanta gente se identifica.
É mágico. Talvez poeta tenha muito de anjo.
Poetizar é o percurso da alma ao coração, com coragem e doçura.
Cada poesia em mim transcorre como um rio de águas límpidas e serenas, rumo ao destino revolto de uma tempestade que chega sem avisar.
As palavras vêm e vão… e lançá-las ao ar é meu maior desassossego.
SE
Se todos gostassem da minha poesia,
Jamais haveria
Paz no mundo.
O mar e as fontes secariam,
Os rios ao contrário correriam,
O ovo não teria gema
Nem o ovário
Seria berçário
De hormonas,
Neste meu mundo de sintomas
Da falta de teorema.
Seria o caos completo,
Tudo morreria
O absoluto e o obsoleto.
Por favor:
Para que haja paz no mundo,
Nunca leiam a minha poesia;
Podem até falecer de ironia,
Ou então ficar moribundo.
(Carlos De Castro, in Há Um Livro Por Escrever, em 12-11-2023)
Seus pares de olhos
Gritam a poesia
Que tanto tento escrever.
Rasgo e amasso papéis
Com a esperança de que
Meus dedos dancem até a
Reposta.
A cor de sua poesia é
Indecifrável;
Nem o arco íris a possui.
Direta e única,
Picasso correria atrás
Da suavidade de sua íris.
Poesia: Medo de Crescer 01
Olhar de Criança
Quando pequeno pensava
Nas coisas que vó dizia.
Nos bichos que existia
E que no terreiro rodava
No vicente finim ela falava
Neu até medo botava
Com aquelas prosas boas.
Eu como o minino que era
Com tanto medo que o coro pela
Num duvidava de coisa atoa
Daí o tempo foi passando
E eu o acompanhava de perto,
Ligeiro, garoto esperto
Crescendo e já fui notando.
Dá conversa desconfiando,
O medo já me deixando,
E eu já difícil de crer.
Histórias que outras horas,
Como do saci ou da caipora,
Agora não tinha mais paricê.
Cresci e também percebi
Que o tempo foi o meu pecado.
O que me deixava assombrado
Não é nada do que vivi.
O mundo me calou aqui
E mesmo tentando insistir
Nada me assusta tanto
Que me faça esmurecer
Mais do que pude perder
Com o tempo que me tirou em prantos.
Hoje a bassora caída
No assusta mais ninguém
E até o grito de alguém
Passando nalguma avenida
Num soa mais forte que a vida
Quando bate despercebida
Vindo deixar algum recado.
Os bichos foram tudo embora,
Acabou-se os medos das histórias.
Ficaram os contos no passado.
Tsharllez Foucallt.
terreiro: quintal.
Vicente finim: busca no google.
Caipora: Mãe da mata.
Paricê: parecer.
Esmurecer: enfraquecer.
Bassora: vassoura.
Nalguma: Em alguma.
Poesia sobre maternidade
Dentre tantos sonhos que podemos sonhar
O mais lindo eu pude realizar
Mãe eu me tornar
E descobri que a cada dia que passar
Meu coração se põe e dilatar
E o maior amor a me transformar.
Te conheci poesia,
Hoje, lhe vejo em versos
Desgarrados, desalinhados,
Grandes garranchos
Entre as finas linhas do
Caderno da vida.
Todo Poesia
A poesia se esconde nos impronunciáveis momentos provados pela alma.
A tentativa objetiva de expressar a subjetividade dos mistérios.
Poesia é fantasia, é mágica é maestria.
O contorno do corpo sob a luz da lua, envolto num cobertor para fugir do frio.
O sono gostoso enquanto espera pelo jantar.
Poesia é o segredo das noites em fuga, o esconderijo nas manhãs de sol. (Júlio Raizer)
Poesia Voluntários da Pátria I
Até quando esperar?
Até quando esperar se nada mudou,
se nada te importa?
Até quando esperar se é complicado te dizer alguma coisa?
Até quando esperar se já se perdeu,
se ficou pra trás?
Mas não é nossa culpa,
não é desculpa.
Pois eu sei que uma só força da fração do seu amor,
desse amor que só acontece quando realmente se quer,
é grande,
é como se fosse um “eu te amo” na primeira semana.
Ouvir um “eu te amo” na primeira semana
faz disparar seu coração,
despeja na corrente sanguínea adrenalina suficiente pra você nunca ter que pular de paraquedas na vida,
te faz sentir vivo.
E mesmo sabendo
que toda a riqueza que anda por aí tá nas mãos erradas,
que existe corrupção,
que existe injustiça,
a força de um “eu te amo” na primeira semana
nos dá a certeza de que
juntos
nós vamos ganhar o mundo.
Ainda que hoje seja um dia comum.
Busque-me na poesia
Quando meu espírito partir desse mundo
Pois lá eu estarei.
Em cada verso que escrevi
Deixei um pouco de mim
Na maioria deles sangrei e morri
Mas um pedaço da minha alma se prendeu entre as palavras.
Se quiser me encontrar, saiba
Estarei em todo lugar
E também em lugar nenhum.
Estarei esperando
Por uma vida melhor
Ou, talvez, apenas me una ao nada
E seja parte do vazio
Dentro de ti
Mas de toda forma, saiba
Nunca duvide
Que estarei aqui.
- Marcela Lobato
Poesia Cantada — Corrupção do Gênero Humano
Desde o nomadismo até o sedentarismo //
O homem foi escravo do seu próprio fetichismo //
Mudou de paisagem, mas não de abismo //
Saiu da caverna, mas levou consigo o cinismo //
Criou o pauperismo, progressismo, vários ismos //
Cada nova doutrina só mudou o mecanismo //
Mudaram os nomes, não mudou o organismo //
Toda civilização foi só cadáver com verniz fino //
Mais tarde as “cracias” dominaram o expansionismo //
E cada império chamou saque de heroísmo //
Cada rei chamou massacre de patriotismo //
Cada Estado chamou medo de civismo //
Ergueu governos frágeis sob despotismo //
Povos ajoelhados sob autoritarismo //
Veio a monarquia, pariu o imperialismo //
E o trono foi apenas a cadeira do egoísmo //
Surgiram preconceitos, conceberam tribalismo //
Estereótipos raciais deram forma ao racismo //
O Holocausto só mostrou com requinte e formalismo //
Que o homem é laboratório do próprio sadismo //
— Miguel Chiyo Tomás
O divórcio da música e da poesia
Fui privilegiada
passei minha adolescência
nos anos oitenta e fui contagiada
Tive como meus pais
a música e a poesia
o casal mais perfeito que já conheci
e por anos me tocou os sentidos
principalmente os ouvidos
embalou meus momentos
fez parte da minha história
e conquistou meu coração
mas infelizmente de uns anos pra cá
não estavam mais em harmonia
e a falta de cultura detonou esse casamento
e também a falta de respeito
mas eu tenho comigo seus filhos; meus irmãos
os músicos e poetas
e o álbum de casamento
ficou-nos de herança
e eu levo com carinho
ensinando aos meus filhos e sobrinhos
as boas lembranças que sobraram
desse intenso casamento.
Poesia do Amor divino Emanuel Bruno Andrade
Amor, eu sei que espera mais de mim.
Seu olhar me incendeia, meu coração dispara em um ritmo frenético.
Nesta noite, meus sonhos serão nossos.
Nossos espíritos se entrelaçarão em um voo celestial.
A melodia angelical dos serafins nos guiará,
Enquanto a proteção dos arcanjos nos envolve em seu manto.
Flechas de amor serão disparadas contra os desejos obscuros,
Libertando nossos corações para que possam se unir.
Sobrevoaremos prados verdejantes,
Jardins floridos e árvores de todas as cores.
Transcendendo os limites do humano,
Habitando o cume do desejo em nossa cúpula particular.
Apesar de alegre sofro perdido.
No enigma desmedido no navega
Por uma felecidade rompida
Pelo cupido
O peso é medido
Pela escuta atenta
De um destino inverso que se revela
No silêncio da madrugada,
Despertando-nos para a sublime verdade do nosso amor.
Eternamente entrelaçados...
Inseparáveis...
Em um amor que desafiador.
Para a respeitar nas complicidade memoraveis
Unos em toda parte
Para receber o calor
Da suavidade
Da senda da corrente
Corrida dos tempos
A favor e contra
Os ventos
Pairam desejos de sermos
Carne com carne
Para sair dos sofrimentos
Da magua e amargura da vida.
Emanuel Andrade
