Poesia eu sou Asim sim Serei
Já fiz tudo que eu podia para chamar sua atenção;
Fiz verso , fiz poesia , poema , já fiz canção;
O que mais posso fazer, para ganhar seu coração !
Eu não tenho mais nada,
nem alegria e nem risada.
A poesia está abafada,
foi adiada pela danada,
mas peço-te ó amada:
não faça-me rodeios
que quero beijar-te os seios.
Faca/poesia
A faca me corta o dedo
A poesia todas as partes
A faca eu manuseio
A poesia me move inteiro
Da faca perdi o medo
Da poesia, o pudor
Parei de falar de perdas
Cansei de falar de dor
Da faca arrumei o fio
Da poesia desfiz a razão
De tudo que resta em mim
Sou sangue, carne e pulsação.
JANELAS PARA Á MINHA PRIMAVERA
POESIA
Eu o vi no canto de lá,
Uma alma iluminada,
Tão iluminada quanto á minha áurea
Eu o vi ás verdes pastagens,
Sobre os meus vales de sonhos.
Eu o vi á sua alma de luz entrelaçar,
Sobre o ventre do meu rico solo.
E logo me surgiu, ás suas cortinas de cores.
Imponente,
Nostálgica,
Soberana e inspiradora.
Vinha-se ela com o seu olhar cintilante,
Como dona e deusa,
De minhas estações de anil.
Eu o vi atalhado em seu corpo,
Um mundo revestidos de pétalas,
Agregado á sensibilidade e á autenticidade da vida que me á.
Aos olhos de minha vaga imaginação,
Abracei-o. como se abraçastes á minha própria razão de ser.
Mas logo renomeie-lhe com um tema.
Cujo tema:
Janelas para á minha primavera.
No canto de lá,
Sobre o leito dos meus rios de sonhos,
Soavam-se entre ás sinuosas curvas,
de seu destino e do tempo que lhe á,
Cantos dos meus sabias,
Melodias dos brandos ventos de sua aurora,
E ás boas novas de suas aves migratórias.
Que sobre ás galhas de minhas doces roseiras,
E das copas dos meus verdes arbustos, vinha-se elas pousar.
Eu o vi o branco dos lírios anunciar,
a nobre chegada de minha imponente primavera.
Eu o vi em festa,
No canto de lá,
Toas ás almas da vida se renovarem,
sobre um inusitante cenário de cores.
Ilhas de flores,
Pomares frutíferos,
E inúmeras revoadas de andorinhas,
Entre um horizonte á outro, á proclamarem,
Ás boas novas da proa de minha primavera.
Eu o vi, o porto soberano de seus vastos canteiros,
A bailar entre ás asas dos sopros de sua nova aurora.
E assim,
Meus olhos o contemplavam, o inovo de cada vida,
A natureza em raras formosuras.
sobre á:
Janela de minha primavera
.
Deixa eu cantar pra você
Deixa eu te escrever poesia
Deixa somente eu ser (eu)
Deixa tudo e não se queixa
Deixa tudo e não me deixa
Não. Deixa.
[eu poeta, você poesia]
eu imagino a pele que não toquei
o beijo que não dei
o calor que não senti
a roupa que eu não tirei
e o verso que eu não escrevi
a curva que não virei
o trajeto que eu segui
o caminho errado que eu fiz
o passado que passou
e lá você ficou
a saudade que bateu
o amor que gritou
o som que ecoou
e você não escutou
a lembrança que me afoga
a escrita que me afaga
escrevendo algo que não aconteceu
naquela noite você e eu
mas era tudo o que eu queria:
eu poeta
você poesia.
Eu adoro o romance da poesia...
mas não acredito no amor...
amor é utopia...
Mas ainda assim...
Eu gosto da química do romance...
Eu procurei alguém que soubesse poesia,
e que gostasse de mim...
procurei nos olhares sóbrios, pelo dia e pela noite,
e nada encontrei...
Eu encontrei você que gosta pouco de mim, mas que não sabe
poesia, a magia do amor.
A minha rima eu reparto
Onde a palvra sofre o parto
Criando a poesia no dia a dia
Em tarde quente ou noite fria
mais não sei não tenho certeza,
poesia vem, poesia vai,
e eu com a caneta e o papel,
escrevendo aqui na mesa.
olhe,se eu fosse poetico,escreveria-te a poesia mais linda do mundo
se eu tivesse assas leva-te a uma viagem dos ceus.
se eu fosse eginheiro costruia-a cabana mais segura de todas,
se fosse liguistica soltava-te as palavras mais carincias e carinhosas,
mas sou simples humano que so sei dizer que ti amo.bom dia.
A tua poesia que me faz
Escrever,
Ela é simples
Mais pura e sincera.
Quando digo assim:
Eu te amo
Como poeta verdadeiro
Que descreve
O meu simples verbo
E predicado...
Eu te AmO.
TEU NOME
Nesse dia da poesia
Quisera eu, escrever
Mas minha mente tá tão vazia
E eu não sei o porquê!
Queria, em versos falar
Tudo o que sinto agora
Mas as palavras ficam no ar
A inspiração foi-se embora!
Quisera falar de amor
Falar da mágoa e da dor
Que invade o meu coração
Mas só lembro do teu nome
E a saudade que me consome
Sorrindo, me estende a mão!
Se fosse tão fácil explicar
O que sinto por você,
Eu não procuraria uma poesia
Como forma de dizer...
Daquele dia em diante,
Ineditamente, como nunca antes,
Encontro-me assim:
Descartando diamantes,
Rasgando dinheiro,
Cantando belas canções no chuveiro.
Só eu não sabia o quanto é bom amar?
Daquele dia pra cá,
Passo o dia a me lembrar,
Do seu corpo, do seu olhar,
Do jeito de lidar, seu jeito de me amar!
Sinto um abalo sísmico de dentro pra fora,
Toda hora que você diz que me ama. Toda hora!
Revira a a madrugada, mistura neblina com aurora.
Enquanto o céu chora, amor, me namora?
Namora? Mas namora agora!
Agradeço imensamente
Cada momento da gente!
Não vá embora, nunca, por favor!
Pois não sei viver sem você,
Meu grande amor!
Amo-te tanto
Que nem em qualquer
Verso ou poesia
Eu seria capaz de lhe mostrar
O quanto te ver
Me falta o ar
Eu te espero. .
Como a noite espera o dia..
Como a música respira poesia..
Como a pele anseia pelo toque..
Te espero.. Te desejo... Te procuro..
feito a letra pra rimar a melodia..
feito suspiro.. feito delírios. . feito sorrisos..
É poesia o sofrer
Eu te amo? Tu me amas?
E onde está o amor?
Está na trama urdida
pelos teares da dor;
tecida por mãos profanas,
com cores sacras tingida.
Não é humano sofrer!
Eu te amo? Tu me amas?
E onde está a ternura?
Está lá fora, perdida,
sem fé e sem tempo, a procura
de mão que proteja as chamas
das ilusões desta vida.
Não é sagrado sofrer!
Eu te amo? Tu me amas?
Por que nunca nos encontramos?
Porque fomos feitos "poeta"
e o amor que imaginamos
é feito das várias tramas
da arte que nos completa.
É poesia o sofrer!
Não sei reinventar minha vida, reinvento Poesia.
Quando tudo chegar ao fim, eu desapareço me " decompoemo" .
Poe.mo.[l]de.lo
Na (poesia), poesia-
mode.lo não tem mo[l]de.lo
Na moda mode.lo molda
Eu mor.do mode.los e mo[l]de.los
Eu morto
Renasço em outro (mo[l]de.lo)
dele não me escapo
ou se não me capo
ou me re.mo[l]de.lo
poesia mo[l]de
(mascara) máscara
poe.molde poe.mode
(pô, e pode?)
Eu me alimento de versos e canções, me alimento da poesia, da nostalgia, de trovas e inspirações, dos mundos que caminharam outros pés, das belezas que navegantes viram, sentiram e ouviram...
Eu vislumbro as mãos que apalparam tantas árvores do oriente, os cedros campestres e atravessaram os mares...Eu viajo sem sequer sair do chão!
Eu me embriago do poder que alucina, da beleza em forma de rima que outros olhos perceberam e nos presentearam ao contar, registraram através dos escritos que nos narram, os perfumes, licores e amores que a vida audaz ousou saborear...
