Poesia eu sou Asim sim Serei
Eu tenho um Senhor.
E o que me importa é serví-lo, independente se agrado homens ou não.
Seu nome:
JESUS CRISTO!
"Eu alimento a
minha mente,
e minhas mãos traduzem
em pinturas a essência do aprendizado que
floresce em mim"
E o gestor disse: "E se eu treinar a equipe e eles forem embora?"
E eu respondi: "E se você não treinar a equipe e eles ficarem?"
Pense nisso!
me lembro de contar a você histórias sobre as estrelas e a Lua...
engraçado que hoje eu conto à elas as nossas histórias
Dançaremos novamente sob a luz das estrelas?
as mesmas que me contam de passado que eu preciso esquecer
e de um futuro que nunca poderei escrever...
Texto: palavra viva
Há quem leia
dez livros
em um mês.
Eu acho fantástica
essa rapidez.
Creio nos jovens
por essa façanha.
Desconfio dos velhos
leitura tamanha.
Minha leitura
é lenta,
cheia de fios.
Respeito os verbos
Nos seus desafios.
E os advérbios,
braços de rios.
O que eu penso gera o que eu sinto!
As emoções têm um grande impacto nas decisões, e essas decisões, por sua vez, afetam a qualidade de nossas vidas.
O meu poder de tocar
No dia que perdi o meu direito de tocar
Eu desabei, e comecei a murmurar:
Por que eu não posso tocar?
Será que eu coloquei a segurança em primeiro lugar?
Eu não posso levar meu filho na escola
Pois sua mão eu não posso segurar.
Eu posso olhar para ele, mas não posso tocar.
Se eu pudesse voltar no tempo eu não ocuparia esse lugar.
Tomar banho, brincar e trabalhar
Meu Deus como eu quero voltar no tempo e mudar!
Colocar a segurança em primeiro lugar.
Esse relato é de um trabalhador
Que estava trabalhando no meu lugar
Enquanto eu levava a minha família para viajar
Isso serve de exemplo para tomar
Como eu amo o meu poder de tocar.
AUTOR: WILLIAM VASCONCELOS
Flores que já afaguei.
Caminhando pelo asfalto quente,
Nesta vida,amarga e vazia.
Eu me encontro num presente
Que a muito tempo já conhecia.
Vejo as ruas, já as vi antes,
As flores,eu já as afaguei,
Rostos tristes e outros radiantes,
Choros e sorrisos que admirei.
Alguns choravam por seu amor,
Outros sorriam a falta da dor,
Nessa vida de almas inexatas.
Vivo o passado no presente, caminhando pelo asfalto quente,
Como se lê velhas cartas...
Tô cansado de perreco
Eu tô cansado de buxixo
Vivendo sem compromisso
Virado pra lá e pra cá
"Letras clichê no fim do mundo"
Eu me esqueço
Eu me lembro
Sempre que acordo
Eu continuo vivendo (sofrendo)
No fim do mundo
Nos estaremos lá
A te esperar
Vamos sorrir
Vamos dançar
Meus caros
Porque a vida é uma total ilusão
E não há quem contradizer
Hoje eu vi meu pai
Juro, quero ele vivo ao amanhecer
Me abandonaram
E eu não me esqueço
Por mais que minha propria voz grite na minha cabeça
As vezes eu só quero que tudo desapareça
Constantemente enganado
Revolta do tonto
Desalmado
Escrevendo coisas sem sentido
Impareavel
Esse sou eu
E não sou nada
Um ser com medo
Não sinto nada
Mentiroso compulsivo
Segue a palavra
Arrependido
Tenha calma
Do you still love me?
Eu queria saber, sabe?
Olha eu, mais uma vez "pagando de maluco"
Você já disse que não sente nada por mim
Indiferente estas palavras
No fim do mundo
Do mesmo jeito que eu não tenho abrigo
Eu me seguro tanto, me sinto tão sozinho
Eu me seguro tanto, mas tanto para não me cortar
Julgando se vale a pena
Todas as cenas passando
Pela minha cabeça
Ainda me pedes pra explicar o que aconteça
Agora eu choro pensando: "Eu só queria me matar!"
Na verdade o que eu queria era
De maneira sincera
Ser uma pessoa normal
Logo repenso e chego a conclusão de que não existe normal
Todo o problema é esse
É tudo tão relativo
É tudo tão confuso
Letras clhichê no fim do mundo
Paz e amor
É o que eu quero pra nós
E que nada nesse mundo cale a nossa voz
Céu e mar e alguém para amar
E o arrepio toda vez que a gente se encontrar
Sonho e saudade
Ontem, após alguns anos,
Sonhei que você chegava
Que outra vez eu te via
Que outra vez te abraçava
Foi um sonho quase real
Que sonhei estando acordada
Mas o sonho foi resultado
De tanta saudade guardada
Na última vez que nos vimos
Do até logo então dado
Do dia alegre vivido
Se eu pudesse, não teria sonhado,
Não teria saudade,
Se eu pudesse, tu não terias ido.
Estado do poeta
Ó poética, estás onde? Imaginação
Eu cá já embriagado no sentimento
Trazido pelo tempo em suspensão
A saudade, o amor, o tal momento
Do poetar, ó pura, serena sensação
O quanto me faz feliz o sacramento
Que vem d’alma de singular emoção
Que me sacia e desta magia sedento
Arrio as palavras em oração, e crio
Vai-se o vazio, e me vem o estado
Fantasia e a ventura, na ilusão fio
Desfio a cada verso embaralhado
E o poema – do infinito, um arrepio
Pondo o feitio inteiramente afiado!
© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
2023, 18 de agosto – Araguari, MG
Quando um dia baterem à minha porta
e eu não responder
saibam que apenas me evadi,
mergulhei na Luz e no silêncio!
Não chorem ...
ABANDONO
No abismo do teu silencio, eu tateei por mim…
Chuvas de lagrimas regaram o meu rosto acabrunhado…
o meu coração ferido gemeu, do teu olhar sempre
afastado mas como o cipreste rompe da terra, cresci
alta demais para curvar-me a teus pés!
Encara-me agora … sou eu!
Que cesse o teu buscar-me, a minha alma não esquece.
AQUELA MELODIA
E Quando tu fostes embora,
Deixando meu coração sofrer ,
Eu era teu amor tua Senhora,
Tu deixaste-me só a padecer.
*
Em completa solidão chorei .
Eu Pensei que ia enlouquecer,
quando ouvia a nossa canção
Rasgando meu triste coração.
*
Eu Pensei que não ia suportar
A tristeza pela madrugada fria;
Até que, eu consegui superar,
dando adeus a Solidão que vivia.
*
perder você foi insânia, loucura,
Como se jamais houvesse cura,
E hoje, ao ouvir aquela melodia,
minh'alma canta feliz de alegria !
Maria Francisca Leite
Direitos Autorais Reservados Sob a Lei-9.610/98
Eu costumo dizer que não se trata de religião, escolhas ou opções, que nos diferenciam. Mas, o quanto demonstramos amor verdadeiro para nos aproximar e nos tornar iguais, diante de Deus.
De uma maneira a evidenciar o quão importante você, sempre será para mim, independente de qualquer coisa.
Agorazepam
Volta, cabeça
Do ar pro seu lugar
De novo eu aqui
E você aí a flutuar
Ouvindo o estalar seco
De um canavial tão verde
Mas também tão cinza
Árido, de vento sem eco
Eu aqui e você aí
Na copa de um arvoredo
Que resiste em meio
Ao deserto verde traiçoeiro
Volta, cabeça!
Do ar pro seu lugar
Um, dois comprimidos
Amortece, acalma, adormece
Ouvindo qualquer barulho
Desperto, estado semi-consciente
E penso, vale o que vejo,
Ou vale o que piso?
Será que subo o corpo
Ou será que apago a mente?
Flutuar atualmente parece
tão inconseqüente
Mas lá de cima talvez
Minha mente quer mostrar
O que entre cascavéis e vinhaça
É impossível mirar
Ainda não sei o que é
Mas sei que há de haver
Um ponto de encontro
Um rumo que seja
Então volta, cabeça
Do ar pro seu lugar
Quero ver o horizonte daqui
Um, dois comprimidos, despertador
23:23
Às vezes nem eu mesma entendo meus próprios poemas e todos aqueles dilemas. Talvez seja porque são palavras que voam, leves como uma pena. Mas que são certeiras e dolorosas como flechas, meus poemas são sentimentos reprimidos, e oprimidos bem lá no fundo... em um lugar onde ninguém pode ver.
Poucos sabem que por trás daquele sorriso e daquelas diversas risadas tem um gigantesco buraco negro que me arrasta para meus próprios pesadelos... mas voltando para meus poemas que não são apenas dilemas mais formas de me identificar, com eles entendo um pouco mais sobre tudo a minha volta, talvez até um pouco mais sobre mim que sempre confusa está, é sobre essa pessoa que dentro de mim que algum dia se libertará…
