Poesia eu sou Asim sim Serei
Diga-me
Diga-me que o amor é uma alegria que não tem fim;
Diga-me uma frase ´para eu pensar em você sem intervalos durante o dia;
Diga-me sussurrando no meu ouvido que eu não estou sonhando;
Diga-me que amanha será melhor que hoje;
Diga-me que a nossa história tem capítulos infinitos;
Diga-me que o mundo já sabe que é tudo verdade, o que existe entre nós;
Diga-me em fim, que não haverá fim.
Rotas do amor...
O amor fala comigo! Quisera eu entende-lo, mas suas mensagens na maioria das vezes são indiretas e apresentadas como enigmas.
Quem dera, eu saber os planos do amor com antecedência, seriam tantas as possibilidades e escolhas certas que eu faria na minha vida, nem posso imaginar como seria bom reconhecer e ao mesmo tempo desviar das angustias, incertezas, dos lamentos e das cicatrizes ocasionadas pelos péssimos caminhos traçados por meus sentimentos.
Mas não é bem assim! O amor vaga sozinho tomando suas próprias decisões, seguindo na sua peregrinação rumo ao lugar mais sagrado do meu corpo, o meu coração.
Gota de lágrima
Nos olhamos verdadeiramente e eu vi aquela gota de lágrima caindo lentamente do teu olho esquerdo,
Depois de anos eu ainda guardo nas minhas memorias essa gota de lágrima.
A inveja do meu Eu:
Juliano Assis.
Saio do parque com o livro debaixo do braço. Aquela lagarta fica comigo. Tenho para mim que a única forma honesta de heroísmo é esta: ver a existência como um breve flash entre dois infinitos de escuridão — e mesmo assim insistir em contrariar as regras. Camus chamou isso de revolta. Eu chamo de birra. E que seja.
Fotografia em 3000
Ah, eu sei bem da história,
Eles cantam vitória,
E eu canto mais amar.
Ah, eu sei bem é da glória.
Eu fico para a história,
Eles ficam para ganhar.
Senta limpo na estrada,
Molha o pé na calçada,
Meio fio de Ninguém.
E na hora da Pedrada,
outra bruxa. Ah, Coitada.
Liberta e é refém.
Nessa minha geração
Que não conhece nada
Por inteiro
Nunca abre o livro, então,
Diz que ele é
Feiticeiro.
Viver na sombra lenta
Junto aos subestimados
Na verdade, acalenta
Todos os gênios cansados.
A cultura na fogueira,
Brutalmente assassinada
E na fulgura, berradeira,
O povo faz outra piada.
Prepotente, berra um.
Suicida, berram dois.
“Eu sei mais do que o comum”
E pediu feijão com arroz.
Ah, eu sei bem da história
De quem levanta seu cartaz
Faz a arte, ganha escória
Apenas por tentar demais.
“Não levante tanto a voz”,
“Não fale tanto de si”,
Ah, eu tiro bem os pós
E esfrego no que li.
Todos morrem sem flores
E florido é o caixão
Ah, querem mais é dos autores
Do: “calados vencerão”.
Ah, eu sei bem da história,
Eles cantam a vitória
Com meu sol escaldante.
Mas
Quando tudo for memória
Veremos a dedicatória
A quem morreu com
Seu berrante.
(Vanessa Brunt)
Hoje eu me sinto cansada, Senhor, das lutas do dia a dia, do trabalho constante, do peso da responsabilidade que eu mesmo tomei sobre meus ombros.
Também me sinto só, por conta de mim mesmo, pela falta de confiança que nao tenho nem da minha própria sombra, pelo pouco do amor que diminuem em minhas veias, de tanto espreme las para dar de beber as vidas que dependem do meu ser.
E para que esse sentimento nao me consuma ainda mais, procuro olhar para céu e comtemplar tua grandeza, pois so posso ver a tí desta maneira, como é linda a lua , como brilham as estrelas!
Hoje me vi de frente com o passado, no ano de 1930, um senhor de 96 anos de idade, disse está bem de saúde, nisso eu acredito, ele até leu os meus discos, com sua senhora ao lado, mais nova que ele um bocado.
O que me chamou atenção foi que, daqui a quatro anos ele completa 1 século de vida, eeu com apenas 35 sentindo essa agonia.
Deus, dai-me força porque um século é muita coisa, e se ele está bem e com saúde, de solidão eu nao morrerei, farei um trato com ela, nem ela me oprime, nem eu á manderei ir embora.
Quesera eu, que fosse uma ressaca de cachaça, pois ressaca se sabe que passa, mais ela nao, ela tomou partido aqui , nem eu vivo sem ela, nem ela vive sem mim.
Eu me entedio com o cotidiano, talvez por isso eu me refugio nos meus pensamentos e nas minhas inspirações...
Vivo os meus dias no que escrevo, descubro o meu passado, presente e o futuro no poema elouquente;
Quando eu estou pra baixo você é a primeira pessoa que junta os teus cacos coloca no bolso e vem me socorrer.
Quando acontece algo bom/extraordinário você festeja junto comigo... Você se alegra em cada conquista e sonho realizado.Que no fim das contas ambos ficam felizes! Sua amizade foi o meu melhor presente em 2025 sou muito grata a Deus por isso. Com você eu me sinto verdadeiramente livre pra ser quem eu sou de verdade: espontânea, divertida, tagarela, chata e religiosa. Você conhece todos os meus defeitos e qualidades, inclusive uma qualidade que eu achava que era o meu defeito (autêntica).
Palavras são incapazes de descrever o quanto sou alegre por ter a sua amizade e sua parceria.
Gratidão!😇💙
(Jefa Medeiros)
Fiz esse texto para o meu melhor amigo e anjo da Guarda
Em uma bela noite, estava eu, rindo, olhando o céu, lembrando do momento em que parei no tempo, olhando o chão vivo da terra que pisamos. Pensei, repensei: se pudesse voltar naquele ponto e somente falar, mesmo sem olhá-la: "Eu te amo. Você me ama?". Queria escutar a voz mansa dizer: "Tá bem? Claro, amor da tia...", mas só...
Parei, voltei à realidade. Senti a brisa no pescoço, que mostrava-me vivo, vivo da carne que cortava, que doía, mas que mal sentia; dos gestos que não sentia, pois a rotina acabara. Lembrei que o todo se transformou em empatia, em só ajudar, pois não era nada para mim. Concluía que transformara no significado que dará à vida, que mudará a depender do tempo, mas que sempre era veloz, nada nítida, mas linda nos maiores, mais belos e horríveis dias.
Não aprendera a ver o mal. Tentara imitá-lo na tristeza, mas queria rir dela. Será que aprendi a verdade, ou aprendi a desaprender? Choro, rio, grito e me descasco em sangue. Será que fui eu quem mudou, ou foste tu que nunca exististe como lembro?
Em a Inveja do Meu Eu.
Deve ser para isto que servem os sonhos:
lembram-nos daquilo que o subconsciente ignorou.
Talvez por medo, trauma, sei lá. Minha solidão, por fim, resulta na minha falta
de interesse naquilo que é tão simples:
Juliano Assis
"O silêncio do homem sábio não é recuo, é preservação. Eu evito o confronto não por temer a sua força, mas por conhecer o tamanho da minha. Dominar a si mesmo é a maior das vitórias; ultrapassar esse limite é um caminho sem volta."
— Ginho Peralta
Você existe além do seu Eu!
Você tem uma dimensão...
Já que o seu Eu na Psicanálise
é agente dual que percebe
Em si...
o que ele vê no outro.
Ele tem uma dimensão!
que, por sua vez, interfere no sujeito
Por meio do inconsciente
E, pelo sintoma, lapso de memória,
o acusa ou o autorrecrimina.
Mundo
Tu viste um mundo orbitado
Azul vazio ,quase pronto!
Eu vejo canteiro de obra
Placa tectônica que "entra em serviço"
E mãos que chegam com argamassa.
com botas sujas de barro,que o amassa.
Passa tempo
O tempo é rápido por aqui.
Eu passo com ele
E ele passa por mim
Passa tempo....
E marque o instante
a Terra gira num espaço
E mostra o dia e hora,
Ritmo e no compasso
Faz um vôo rasante
Então,amigo tempo,
Seja bastante presente
E não corra tão de repente
Maturidade emocional
Amor maduro
eu preciso de você.
Amor imaturo diz:
_ Eu lhe amo, por isso
preciso de você!
Fiz uma breve reunião com o meu Eu musical!
Constatei uma ideia e todos concordamos:
"Na música (arte), nunca estaremos prontos!
Mas FAREMOS acontecer, todos os dias,
até o nosso último dia sobre esta terra."
O Amar é... espaço seguro.
Eu passei a vida tentando definir o amor em dicionários, músicas e livros, mas só entendi a sua urgência quando os nossos caminhos se cruzaram. Encontrar você foi o marco zero. Foi o momento exato em que a teoria ruidosa deu lugar a uma prática silenciosa, bonita e avassaladora.
Descobri que o amar é o oposto da posse. O amar é espaço; é olhar para o outro e querer que ele seja livre, sabendo que o abraço é o porto para onde ele sempre escolhe voltar. É compreender que o afeto não é uma resposta pronta, mas uma pergunta diária que decidimos responder juntos. Amar você me ensinou que o amor não é um mistério a ser desvendado, mas a própria luz que clareia o caminho.
#Declaracao #PoesiaAutoral #Encontro #Sentimentos #Intensidade
" Eu vejo gente morta
Não no corpo que se perde
Eu vejo gente morta
Na alma que perece
Eu vejo gente morta
Não na falta de pulsar
Eu vejo gente morta
Na ausência do pensar
Eu vejo gente morta
Não na falta de respirar
Eu vejo gente morta
Quando esta deixa de amar"
Eu ficaria parado por horas a fio, imerso na contemplação de cada traço teu, se a lucidez não me trouxesse o receio de parecer insano ante a tamanho sentimento por você. É um fascínio que me paralisa, uma hipnose consentida.
Vejo em ti uma deusa despida de vaidades terrenas.
Teus cabelos esmerados moldam um semblante onde a própria arte encontra o seu limite. Não se trata apenas da harmonia do teu rosto, mas da luz terna e quase melancólica que emana de ti. És a materialização da calmaria, o refúgio onde uma alma exausta como a minha ansiaria repousar.
E, no entanto, a cruel geografia ri do meu desespero.
Quilômetros e horizontes se estendem como um abismo infinito entre o bater do meu peito e a suavidade da tua pele. A matéria me aprisiona neste canto do mundo, enquanto o meu pensamento, rebelde e desesperado, já habita o teu espaço. É a mais sublime das torturas: ter o universo inteiro diante dos meus olhos através de uma imagem, e ao mesmo tempo ter as mãos atadas pela tirania da distância.
Nessa agonia do inalcançável, porém, encontro a minha mais pura certeza.
Minha essência, antes peregrina, cega e trôpega, reconhece na tua imagem o fim da sua busca. Não anseio mais pela abstração do ideal, pois o meu sentido encontrou pouso na tua existência.
Sinto, com a força de um paradoxo indomável, que és o encerramento da minha jornada. A mulher que desenhei nos meus delírios mais lúcidos, aquela a quem eu entregaria não apenas o meu amor, mas a eternidade dos meus dias. Estás tão fisicamente longe, mas, de alguma forma inexplicável, nunca alguém esteve tão perto de ser o tudo que me falta.
Eu senti sua falta o dia todo.
E todo o dia penso em você..
É uma agonia silenciosa a me devorar,
Um colapso do tempo onde apenas a tua imagem ousa reinar.
Tudo ao redor se reduz a pó, a uma nulidade contínua,
Enquanto minha mente naufraga, num salto cego, para te alcançar.
O cotidiano tornou-se um mero ruído de fundo, um rascunho sem cor. Entorpecido pela tua ausência, percebo que não possuo mais o domínio sobre mim mesmo; meus pensamentos foram tomados pela ideia magnífica da tua essência. Há uma insônia crônica na minha alma, uma vigília constante por alguém que está além do meu alcance físico.
A ciência poderia chamar isso de obsessão, a filosofia talvez classificasse como loucura, mas para mim é o único estado de espírito digno de quem encontrou o verdadeiro sentido de amar.
Descobri que a pior das distâncias não é a geografia implacável que nos separa, mas o espaço tortuoso entre o meu desejo de te pertencer e a impossibilidade do teu toque.
Ainda assim, tentar fugir desse pensamento seria um sacrilégio à minha própria essência. A saudade, que para a maioria dos homens é um mero castigo, para mim ergue-se como a prova irrefutável de que, enfim, despertei. Pois a dor cortante de não te ter agora é infinitamente mais sublime do que a paz inerte e cinzenta de jamais ter cruzado com a tua existência.
E assim me deito, entregue ao desamparo,
Esperando que os sonhos ousem transpor
Esse abismo terreno, cruel e avaro,
Para enfim te encontrar, meu imaculado amor.
