Poesia eu sou Asim sim Serei
"Exercício diário de bondade:
Ser humano
Ser o nada
Ser o tudo
Ser e não Ter
Ser é Eterno
Ter tem início, meio e Fim."
Na vida com garra.
Não busque o sucesso estritamente para provar que os céticos estão errados. Encontre algo que você ama e comprometa-se apaixonadamente com isso. Sempre haverá céticos e críticos, não importa o nível de realização.
O nublado de lágrimas
De quem lhe amou
Afogou a luz
E o som de sua risada
Foi, perdendo o volume
Dando lugar ao luto.
Rezo a xangô que tuas lembranças.
Sejam Vagalumes florescendo
O amor dentre as pessoas, descoloridas
Que perderão o matiz
Desda partida de seu astro-rei, (Preto).
Olúwa gun báabo igbó elefá l' órísá,
olúwa gun báabo igbó elefá nú ebó.
Kawó-Kabiesilé
Independente de suas histórias
Desconhecidos contextos se formaram
E andaram mutuamente indiferentes
às suas escolhas.
Gotas de água fazem rimas de harmonia num poema esculpido com fios de seda. É a Natureza a fazer poesia!
© Ana Cachide
🗝 Diz um tolo, a guerra é um mal necessário, e o néscio estufa o peito concordando;
In, santuário das verdades
🗝 O homem não teme a morte, ele teme a sua inexistência futura, mesmo que toda a sua vida tenha sido uma autêntica desgraça!
In, santuário das verdades
Séc. XXI
SABE
Sabe quem tem sorte?
Aquele que te ama
Aquele que tu abraça
Aquele que diz no seu ouvido: Eu te amo.
Sabe, eu? Rimo tudo
É meu dever rimar o seu amor
E te dizer: Sabe quem tem sorte?
Sorte tem quem
É quem te acorda
E te dá bom dia.
Sabe quem tem sorte
A vida
Por te fazer tão lindo
Tão vivo
Tão belo.
O mundo nos passa uma mensagem secreta
Onde não conseguimos desvendar facilmente
É preciso abrir os olhos, abrir a mente
Para que possamos construir nossa meta
Pois se não pudermos ver o mundo de outra forma
Na terra seremos apenas um grande pateta!
Caminho a cada momento Olhando
O chão das ruas
Admirando suas cicatrizes.
Lendo as histórias deixadas por pegadas:
Quê sobre à terra partilharam intimidades.
Lágrimas derramadas dentre
Sorrisos rotineiros em orvalho
Transvestidos em lama
Aonde anônimos contextos
Ao pisar em terrenos alheios:
Deixaram seus, pequenos pedaços!
Junto as lembranças de tua partida.
A SANTA FEMINISTA
Vejo muitos a dizer da causa,
A causa boa,
A causa justa,
Mas quase nulo eu ver,
Algo sobre ela.
A santa feminista que lutou,
Que batalhou para libertar,
A França do julgo inglês.
Joana D'Arc que ouviu a voz de Deus, Não recusou, Não recuou,
E lutou!
E, mesmo no final,
Traída!
Seu heroísmo,
Sua luta,
Seu fulgor,
Lhe tornam a Santa bendita da França.
A PAZ PERDIDA
Tudo que me dava um minuto de paz,
Que me balançava,
Que me acalmava,
Foi-me tirado,
Foi-me abafado,
Foi -me cerceado.
Mas não se preocupem,
Já passei por coisas,
Outrora da mesma causa, Consciência,
E consistência de consideração da mesma.
Sei lá,
Não sinto paz,
Sinto que estou em um limbo,
De fracassos,
De desesperos,
Que vão,
Que iram acabar,
No dia em que eu partir de tudo.
RILEX
Está tão calmo
Está tão tranquilo
Está tão sei lá
As coisas...
A vida...
O tempo...
As coisas estão calmas
Mas não como queriam,
Os seres de bom coração
Que agradam o seu deus em vão.
Sei lá...
Sei não...
Só o tempo dirá
Os pensamentos que viram,
Nesse mundo vão.
O meu peito sangra as mais lindas palavras Que escorre de dentro da minha alma, Misturadas com riso fácil e uma lagrima Atormentada
Ela não serça ela não para..
Oh que motivo vão!
Poetas choram suas dores na ponta de Uma caneta, que as derrrete em mil palavras
Fazem uma tempestade de soluços, Arrepios alegrias,tristezas, agonia alivio e Emoção
Eram planos!
Traçados com tanto capricho
Pensados, quase algoritmo
Não tinha porque fracassar.
Cada detalhe no devido lugar
Com a pausa e o tempo preciso
Nada arriscado ou indeciso
Tudo cabia no meu desejar.
Nada era sonho ou devaneio
Por isso embarquei sem qualquer receio
Pensei ser possível se concretizar.
Agora percebo que nada falhou
Tão pouco o meu plano se modificou,
Foi só um vacilo no meu calcular
Coisa tão boba, mas muito comum
É que onde carece de ter mais de um
O outro também, precisa SOMAR.
Para torar meu tédio.
O cordel é bom remédio.
Se você me insultar.
Mostro a ocês um jucá.
Um jeito simples de cá.
No meu torrão Ceará.
Terra de povo valente.
Com sua vida contente.
Pra doutô nium reclamar.
Wilamy Carneiro – Poeta cearense
26/04/2022
ELA
Todo dia ela sussurra, informal
do profundo, a sensação escoa
com a sua sedução tão virginal
e asas ao vento a ilusão povoa
Literária de matizado de vitral
da caligrafia e, de olência boa
dando cheiro pro sentimental
na graça poética que a coroa
É ela, a poesia, versos que cria
o amor, essência, nada em vão
e que ao poeta o ego acaricia
E, assim, tão emocional e bela
percorre no feito da permissão
varia, e o acaso prosa com ela...
© Luciano Spagnol – poeta do cerrado
26 de abril, 2022, 19’40” – Araguari, MG
Ouço o som do mar e esse som me acalma.
Ouço o som da maré.
Ouço o som do mar.
Ouço o som divino.
Ouço o som da fé.
O véio é o vento
não faz morada, não tem parada
é pó de estrela
é aquilo que ainda se pode confiar.
