Poesia eu sou Asim sim Serei

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⁠Se Deus tivesse atendido todas as orações tolas que eu fiz na minha vida, onde eu estaria agora?

Eu quero viver uma relação em que as pessoas sejam leais e sejam fiéis sem fazer o menor esforço.

Eu cheguei há um ponto que eu cansei de esperar pessoa que eu nem sei se vão algum dia voltar, cansei de depositar amor onde não ha, cansei mais ainda de ficar pedindo amor e atenção porque essas coisas tem que vim naturalmente não adianta forçar.

Eu sei agora, Meu Senhor, por que não profere nenhuma resposta. Você é a resposta. Diante de seu rosto as perguntas desaparecem. Que outra resposta seria suficiente?

Eu só queria um pouco de atenção. Na verdade, reconhecimento, por todas as noites em que fiquei acordada, me desmanchando em choro por sua causa.

Ele chegou assim do nada quando eu dizia que não queria mais ninguém, me conquistou com seu sorriso, e que disse que eu estava linda quando estava sem maquiagem e com sono, ele nem liga para o que eu visto, e adora aquelas provocações baratas, e adora jogar conversa fora, não, não ele não é perfeito, é ciumento, teimoso e muito orgulhoso, fala besteiras que confundem minha cabeça, ele não liga, não manda mensagem mas quando estamos juntos qualquer momento ou lugar tornasse inesquecível, ele me despreza, mas tem um carinho enorme por mim apesar de não admitir, sim ele é bipolar, mas ele também é verdadeiro e por isso que eu o quero, quero com o cabelo despenteado, com cara de sono, com sorriso malicioso, com olhar sincero. Quero-te sorrindo, bravo, nervoso, emburrado, feliz, chateado, triste, te quero lindo, te quero feio, te quero perfumado ou não, eu só te quero, eu quero transformar você em nós!

Quem dera hoje eu fosse a bailarina daquela caixinha de musica, que não se importava com nada à sua volta, apenas dançava com seu sutil encanto.

Hoje eu acordei com uma vontade enorme de olhar no fundo dos seus olhos e te pedir perdão. Por tudo que eu falei sobre o amor, sobre nós dois ou sobre o mundo. As vezes eu perco a razão. É que eu não reparei quando você me protegia em silêncio. E eu não soube expressar o meu carinho, o meu amor em palavras de novela. Mas quando a gente cresce a gente aprende a dar valor a quem está perto.

Alguns riem de mim por ser mãe de gatos. E eu rio deles por não compreenderem essa “maternidade divina”.

Eu não mudei. Eu não me afastei. Eu continuo o mesmo e te juraria se não fosse pecado. A gente se distanciou, confesso. Mas você já parou pra colocar a mão na consciência? O tempo passou e muita coisa mudou. Deixei o ensino médio pra entrar na faculdade. Mudei o corte de cabelo. Aquele velho amor já não me assombra mais. E você? Você começou a namorar, está de cabeça nos estudos. Trocou os cachos por um cabelo liso, não foi? Mas eu continuo aqui e continuarei. Podemos retomar de onde paramos. Sei que as nossas conversas perderam a frequência, sei que as minhas sms não são mais constantes. Sei de tudo isso. Mas volto a dizer: eu não mudei. Posso ter crescido. Sim, é isso. Estou virando gente grande. Tenho novas obrigações, mais responsabilidades. Mas continuo sendo eu. Aquele mesmo e velho eu que um dia você conheceu.

Eu prometi que nunca iria deixar você, e você deve sempre saber, onde quer que você vá, não importa onde você esteja, nunca vai ser muito longe.

Em outros tempos eu ficaria chorando pelos cantos, mas aprendi e não sofro mais. Se não me faz bem eu largo mão, sei que a espera valerá a pena. Quero amores inteiros, chega de paixão pela metade.

Eu jamais pediria desculpas por fazer tudo ao contrário. Se continuamos a dividir a mesma calçada, com a diferença de hoje adotarmos sentidos opostos, é porque eu caminhei rápido o bastante para chegar naquela esquina e perceber que não quero e não preciso atravessar a rua. Já me deixei atropelar por carros imprudentes e caminhões sem freios para hoje saber que, de escoriações e feridas, vou muito bem, obrigado. Portanto, já que é inevitável o nosso cruzar de olhares e caminhos, peço que tenhas a boa vontade de fazê-lo da forma menos chata possível.

"Perdão, eu te peço à distância, pela indigência das palavras, essas, que eu não falo e levo em mim e pouso sobre as tuas pálpebras cada vez que recostas a cabeça e fechas os olhos sem que saibas que eu te olho. Dizem coisas, essas palavras mudas, dizem teu nome entre meus lábios, adivinham tua respiração próxima ao meu rosto e o cheiro dos teus cabelos quando amanhece o dia. Falam das minhas mãos e dos teus rumos, essas palavras não-ditas, que perdem-se uns nos outros e do gosto que suspeito ter a tua língua pelo meu pescoço. Perdão, eu te peço à distância, e torço para que me surpreendas no verde amarelado da íris, instantes antes de eu deitar novamente incógnito meus segredos sobre teus olhos."

A partir do momento que eu saio do limite, eu caio no pecado. O primeiro pecado da humanidade foi justamente sair do limite. O paraíso é um lugar que foi cercado para que ninguém se perdesse, pois Deus estava ali, o lugar do encontro, não é prisão. O primeiro pecado, a queda original, aconteceu porque alguém não compreendeu o conceito de limite, não compreendeu o espaço delimitado e se perdeu. O conceito de limite está cada vez mais claro dentro de nós e por isso seremos mais exigidos, como Deus nos diz: “quanto mais for dado, muito mais será exigido”. Jesus nos diz que é impossível viver servindo a dois senhores. Não é possível viver duas realidades que naturalmente não se conciliam. Seus limites precisam ser aclarados, nós precisamos cada vez mais saber sobre o que nós podemos e o que não podemos.

Eu tenho uma psicologia muito frágil – simplesmente não quero me envolver em estorinhas sujas como essa. É doloroso ver o carreirismo, a falta de escrúpulos e o mau-caratismo de gente que eu, ingênuamente, supunha “amigos”.

Eu acho um absurdo você me controlar assim, com essa facilidade, devia ter lei contra isso. Odeio você não me deixar ir embora, mas nunca me pedir pra ficar de vez.

Maioria é uma coisa e minoria é outra, e a minoria tem que se calar e se curvar a maioria. Eu quero respeitar é a maioria.

Como se eu fosse ouvida, eu gritei. Como se eu quisesse ser vista, eu gastei papel e tinta. Gastei meus dedos calejados no violão ao som de "Que País é Este?". Rouca demais, pequena demais. Suficientemente tímida pra virar revolucionária de sofá. Eu me revolto com a notícia e mudo de canal. Eu prefiro rir da incapacidade de realacionamento do Dr. House do que admitir a minha própria.

"...Me disseram, um dia, para eu não esperar do outro aquilo que ele não poderia me dar. Esperei anos por isso, apenas para poder entender o por que..que nem sempre vem de imediato, mais que de alguma forma sempre aparece...Percebi que, nem sempre o que você quer receber é o que o outro quer dar, e vice-versa. A vida é uma escola, os problemas a sua prova, e as inúmeras situações são as matérias, mas nem sempre passamos e nem sempre somos reprovados. Vida. Tive tanto medo desta a ponto de parar de viver. Já quis por um momento desistir do que ela me proporcionou e dos desafios que me concedeu. E agora, estou a frente de mais um deles