Poesia eu sou Asim sim Serei
Nem ao menos eu sei o que sinto,me diga você então já que implica tanto comigo,me diga você se me conhece do jeito que achas que me conhece.
Eu tenho raiva da raiva que me faz falar e depois pensar no que disse , e é dai que começa o arrependimento .
Eu nunca irei fazer voce chorar e se um dia eu fizer cair lagrimas de seus olhos sera lagrimas de emoção e felicidade e não de tristeza e solidão.
EU PODERIA TA PENSANDO NO FUTURO OU RELEMBRANDO DO PASSADO , MAIS OQUE EU QUERO É VIVER O PRESENTE DO SEU LADO <3
Quando eu era pequeno acreditava que a tecnologia estava atrelada a sabedoria. Mal sabia eu que após anos a inclusão digital veio capacitar a infame arte onde o cômico é aquilo que não faz sentido
Pudera eu saber tudo que sei, sem saber que sabia, sabiamente sabendo o que embora achava que não sabia ?
As memórias que eu tenho de você já não estão mais tão intactas, os detalhes estão fugindo, eu estou me esquecendo de você, de tudo, do seu lindo sorriso, da sua espontaneidade. Isso doí tanto, e se um dia eu não me lembrar mais de você? Se isso acontecer, eu vou ter esquecido uma parte da minha vida, uma parte de quem eu sou.
Eu sei que é assim, mas sei também que é dificil no começo. A gente vai conseguir, ja conseguimos outras vezes, essa não vai ser diferente!
Eu perco o chão sem você por perto de mim. Vivo com meu pensamento solto e livre, e ele sempre quer parar em um lugar em você, em sua boca, corpo, olhar, pele e etc. Fecho meus olhos nesse vento que bate, respiro e sinto seu cheiro, seu perfume. O que mais queria agora era estar abraçado com você,aquecendo meu corpo e beijando sua boca, aquecendo minha alma.
Se eu pensasse com o coração, diriam que tenho um grande coração; mas como penso com o cérebro, dizem que sou louco.
Eu nunca vou entender porque de tantos desencontros, de tanta falta de coragem, de tanto deixar pra depois. Ninguém nunca vai conseguir me fazer entender porque você é tudo o que eu quero e pedi, e eu sou tudo o que você quer, tudo o que você pediu; mas a gente não dá certo.
Eu queria encontrá-lo em um daqueles barezinhos que ele frequentava na Odilon Santos e dizê-lo que agora não dói mais. Planejei sentar em uma das mesas da Casa de Tereza, pedir um drinque, olhá-lo e disparar um riso alto com os meus amigos. Queria mostrar que eu estava bem, recuperado, cheio de vida e fôlego. Mas depois, por uma razão que desconheço, pensei que não seria necessário tudo isso. Ele sempre foi bem esperto. Veria só de olhar nos meus olhos que era tudo mentira, mais uma encenação barata.
Aí foi que finalmente eu me dei conta que, toda vez que te vejo na rua, mesmo depois de quase sete meses distante, eu sempre me derreto e me apaixono por você. Dei conta que sempre estive pronto pra começar algo, pra dormir e acordar vendo aquele sorriso doce, enorme, indispensável. Eu só queria poder te ter além desses acasos da vida, mas é que pra mim é difícil aceitar as coisas desse jeito, é difícil aceitar ser a sua segunda opção.
Eu disse “Não se preocupe comigo”, enquanto na verdade eu queria gritar “Por favor, cuida de mim só mais um pouco”.
E eu, apesar de tantos desamores, continuo acreditando que algum dia - nem que seja por tão pouco, nem que seja por quase nada - alguém se apaixone de verdade e as coisas finalmente deem certo. É como um "dane-se" pra mim mesmo. Vou continuar tentando, conhecendo, quebrando a minha cara.
(...) Queria tentar de alguma forma livrar mais um ser humano de tanta dor. Eu te salvaria desse filme repleto de drama que ninguém entende, só eu sei de cor.
Mas embora eu estivesse loucamente apaixonado e quisesse mostrar para Deus e o mundo esse sentimento, percebi que eu estava exagerando, me expondo, gritando aos sete ventos. Era perigoso. Entendi que posso amar, tranquilamente, sem precisar contar pra ninguém. Algumas vezes, o que fica em silêncio e não é tocado no coração dos outros, prevalece mais.
Sinto, desde ontem, que toda aquela pilha de ansiedade e inquietação que eu adquiri por sua causa está pegando a estrada. Quero muito sossego pros meus próximos dias.
E de novo, em mais uma temporada, eu interpreto um mocinho insosso. Faço a linha bobo, certinho, preocupado, apaixonado, inseguro, entregue e careta. Nada dá certo na maioria dos capítulos. E quando dá, é cena curta.
E quando ele sorria, eu tratava de registrar aquele bendito momento dentro de algum canto em mim. Eu sabia que, mais cedo ou mais tarde, eu seria obrigado a me contentar apenas com as lembranças.
