Poesia de Moral
Quando um país elege um ladrão como seu comandante, é sinal claro da falência da moral e ética do seu povo!
Ó mais bela das mulheres que tanto desejo, vem e me apascente minhas ansiedades que fazem da moral se tornarem imoral com o inicio do fim;
A moral é imoral pela justificativa de querer o que não se tem alcance pela decência de deixar um adeus;
"A limpeza não faz parte da moral e da ética de um porco, um porco disciplinado mantém o chiqueiro sujo."
Eu não dou vitória moral para nenhum Governo maniqueísta que manipula o temor do seu povo para se proteger da opinião pública. Odeio maus governos. Jamais odiarei povos.
Todos têm o Dever Moral de se tornarem Bons naquilo que Repetidamente fazem, mas só os que buscam a Inatingível Perfeição, de fato conseguem.
Hoje, temo menos o fim da vida do que o teatro da despedida — velórios encenados, a turma da moral encenada e as gargalhadas condenadas.
Quando não nos importamos com aquilo que moral e essencial mais adiante a vida surpreende com uma fatura alta.
A moral está acima da esquerda e da direita deste país. A moral é a moral. Precisamos um sério resgate da moral.
Eu escolho os meus amigos pela capacidade de manterem o ritmo com a minha grande energia moral, forte sentimento de dignidade e compromisso com os valores individuais.
A moral é o costume, a regra e a conduta estabelecida por um grupo social. A ética é o conjunto de valores extraídos da moral. E a honra, é o cumprimento da ética.
De quando em vez, humanos manifestam lapsos de lucidez, ainda que moral e ética estejam em escassez.
A insatisfação popular imatura contra a ética e a moral de um governo corrupto as portas de uma crise econômica financeira interna inevitável acompanhada da queda da produção e dos altos índices de desemprego são combustíveis fáceis e certos inflamáveis de rápido incendiamento para as badernas, as manifestações populares violentas, as depredações manipuladas por correntes políticas internacionais minoritárias anti democráticas, interessadas na perda da liberdade e da nacional soberania.
Envergonho me por viver neste tempo utilitário, sem ética, sem moral, sem princípios familiares, sem honestidade, sem temor a justiça dos homens e a de Deus. Tempo de declino de humanidades, falência da sociedade e lendas marginais, subjugadas impunes passam a mais valer.
Os bastardos, miseráveis e sem moral, covardemente alinham se entre si, como uma forma de diminuírem seus erros sorrateiramente perante tudo que seja bom, justo e convencional.
O Brasil atravessa nos últimos anos uma crise ética, moral, social e familiar, sem precedentes, todos os valores institucionais sobre o bem e o mal, do certo e do errado ficaram a mercê do hoje, do dinheiro e da falsa e fugaz felicidade. Como agravante para piorar, a liberdade refém do farto consumo.
Toda medalha e condecoração, que não trás consigo o eterno compromisso moral de multiplicar exemplos, do bem e do bom, pelo qual foi outorgado, não vale nada, é em si mais um pedacinho de pano colorido e de metal enfeitado.
Na escassez dos princípios civilizatórios, na falta da ética e da moral, a lei deve chegar de forma avassaladora, onde o bom senso, não chega.
A politica numa conceituação moderna, diz que a política é a ciência moral normativa do governo e da sociedade civil, mas dentro de um conhecimento pode ser o conjunto das relações de regularidade e concordância dos fatos, modos e tópicos regulamentares com os motivos que inspiram as lutas em torno do poder do Estado, entre os Estados e entre toda Sociedade, que por maioria das escolhas livres promulgam o poder.
