Poesia de Medo
Cauteloso ele se esgueira nas sombras da hipocrisia, com medo que a luz da verdade revele a sua face fria.
O medo muitas vezes nos paralisa, porém na dose e medida certa, é crucial para a nossa sobrevivência.
O mesquinho, dentro de sua lógica escrota, prefere dar esmola do que dividir o que possui. O medo insano de que o comunismo possa se concretizar faz que esse boçal deixe até um semelhante morra de fome para defender seu ideal paranoico.
"O medo e a maldade têm um dramático traço comum: chegados a determinado ponto, ambos são capazes de destruir a consciência de uma pessoa, transformá-la num monstro moral que sobrevive, neuroticamente, de autoenganos sombrios".
Abra suas asas. Explore as maiores alturas. Viva sem medo e segure cada oportunidade como se fosse única. Não tenhas medo de sonhar grande e de lutar para conquistar todos os seus desejos. Viva intensamente cada dia que lhe é dado. Viva como sua consciência lhe aconselhar, independente do que a sociedade considera como adequado.
Às vezes confiante, às vezes com medo, às vezes segura, outras insegura, às vezes em paz, às vezes deprimida… todos esses são apenas momentos. Nunca será suficiente, e está tudo bem, nada é perfeito…
Entenda uma coisa: mudanças dão medo e ninguém se sente seguro ou pronto o bastante para elas, mas para que a mudança aconteça é necessário sair da zona de conforto e dar o primeiro passo em direção ao desconhecido para gerar movimento.
Um caos baseado em uma antítese. Quente, frio. Coragem, medo. A cada dia que acordava viva mais morta se sentia. Sentada no chão do chuveiro, sentindo a água gélida queimar contra toda a extensão de seu corpo frágil, apenas queria paralisar o sangue que corria fervente em suas veias. As lágrimas invadiram seus olhos junto com uma queimação nas bochechas. Quanto mais seus olhos vazavam, mais vazia ela se sentia, como se estivesse pondo para fora tudo o que a fazia completa, toda a sua essência. Chorou. Chorou até seus olhos incharem e seu rosto todo ficar vermelho, até suas cavidades nasais entupirem, não mais deixando o ar passar. Então ela sorriu. Era isso o que queria, não era? Mesmo que por um segundo, ela apenas queria parar de respirar.
Não se pode ter medo de sonhar grande, porém, se em algum momento da vida os sonhos não se tornarem reais, continuem corajosos, e encarem a realidade com firmeza, pois, novos sonhos aparecerão!
Nunca estamos prontos para dizer adeus,ficamos paralisados pelo medo, de ter perdido quem amamos. Os dias passam,os anos se vão, mas fica no peito guardado aquela palavra que sempre esquecemos de dizer,eu não sirvo para nada mais não sei viver sem você.
Acredito que a timidez pode ocorrer naturalmente em diversas situações. Pode surgir pelo medo de ser rejeitado, o que leva a insegurança. Pela necessidade de afeto que, quando ocorre, interfere na autoestima. E pelo perfeccionismo, que leva a preocupação de acertar sempre, o que tira a naturalidade das pessoas".
Por medo de perder o que já foi conquistado, muitos de nós não temos coragem de aceitar o desafio de novas conquistas. A insegurança nos impede de vivenciarmos experiências passíveis de agregar valor ao que já está estabelecido como um bem pra nossa vida, então nos acomodamos nas almofadas do conformismo dispensando novas sensações. Um direito que merece respeito.
Um dia vamos acordar e ver todas as meninas, no Brasil e no mundo, na escola. Sem medo de estudar, com educação de qualidade, sem sofrer discriminação, sem ser obrigada a casar ou enfrentar trabalho infantil. E podendo sonhar com o que quiser – ser médica, policial ou qualquer outra coisa.
Meu coração esta despedaçado, anestesiado. Não consigo reconstrui-lo, sinto um medo indescritível e uma absurda vontade de entender.
As vezes o medo e a insegurança nos interrompe de consquistar nossos sonhos, tem horaque é necessário receber um empurrãozinho de Deus.
Eduque-se, não tenha medo de se radicalizar. Mas nunca permita, nem a si mesmo, dizer que ideias podem ser negadas e ignoradas. Siga, não tenha medo de encontrar o novo. Sapere aude!
"Quando nos calamos por medo de represália, nos tornamos voluntariamente, cúmplices dos nossos próprios algozes".
