Poesia de Luz
Crepuscular do Amor
Luz eminente que me persuade mirar
Tua índole subsidia-me aliciar.
Energia póstuma da fausta natureza a raiar
Opulente sutileza que me faz declamar.
Imaculada como um júbilo singelo
Almejam os anjos com a tua tocata.
Rosas semeiam aos teus pés
E ao crepuscular da tua plácida dádiva
Meus olhos abrumam do teu arcano
É um pierrô donativo do amor.
Teus beijos me alimentam deste mar sequioso
Como numa terra plangente de indulgentes
Como burlam simplórios compassivos.
Idas e vindas
Dois sentidos da estrada
Amor e ódio
Cobiça e generosidade
Luz e escuridão
Dilema sem fim
Não existe segredo
São muitas as estradas
Vou estar em todas
Voando, a pé ou na imaginação
Êxtase puro
Idas e vindas!
Escolho sempre levar luz para minhas guerras internas pacificando-as,
Assim colaboro com o processo de paz do planeta e de alegrias infinitas....
TODOS SOMOS UM.
Estoy sólo
la divisa entre dos polos
los muertos van al cielo
y se divide entre la luz y la oscuridad
el horizonte no se inclina
y la libertad camina
somos parte de un juego
y lo juego es nosotros
los siglos pasan
y yo sin ser sabio condescendente
me voy algún día dulcemente
soy niño
sin embargo dios
do âmago do nada
existente
entre a penumbra e a luz,
evola-se
um halo
cálido
que afugenta o medo.
exala-se
um sopro no gesto
do ser,
um sulco de luz
transforma
o nada
em verbo.
acende-se
subitamente por dentro
do corpo,
a vida.
in O Retorno ao Princípio
Ali, o a luz que penetrava pelas brechas da cortina rasgada, madrugada de Agosto, inverno de 1939.
Talvez não fosse a melhor opção continuar olhando para aquela luz fraca, por algum motivo, ela me fazia lembrar. A fumaça marrom café que se estendia pelo ar, marcas e pegadas na neve branca e a lama seca nas janelas da locomotiva. Tentei desfazer o nó que se formou em minha garganta, as mãos e braços gelados de minha mãe me cercavam, meus olhos mórbidos fitavam a paisagem branca multicor que mudava conforme o bater das rodas. Todos ali dentro, eram diferentes, porém iguais. Nos primeiros assentos, uma senhora que aparentava mais de 60 anos, usava a janela de encosto, uma mulher deu o colo para um de seus três filhos, enquanto os outros se apoiavam em seus ombros cobertos por um tecido fino e lã de seu cachecol. A seguir, um senhor que segurava nas coxas um acordeom, a seu lado estava uma pequena maleta cor de areia que caía aos pedaços, no banco em seu lado, um casal Comunista, ela segurava uma vasilha com fatias de bolo, ele segurava a gaiola de um papagaio, que já nem mais falava. O resto da população ali presente era composta por judeus ou contrários ao partido nazista. Eu era um deles, Liore. No meu banco estavam uma menina pálida de longos cabelos marrons, e olhos verdes, que se escorava na mãe, cujo as características eram as mesmas, e segurava textos em folhas de papel amareladas, os mesmos escritos em hebraico. Esse banco como já disse, era o meu, a menina, era eu.
Num quarto totalmente escuro você acende um fósforo.
Um observador pergunta:
Qual luz originou essa luz?
Qual fogo originou essa chama?
Você responde: nenhum.
Eles, o fogo e a luz, se criaram nesse instante.
Num universo totalmente escuro e frio Ele cria o universo.
Nós perguntamos:
Antes do Big Bang o que ocorria?
Antes do Big Bang o que havia?
Ele responde: nada.
Eles, o espaço e o tempo, se criaram nesse instante.
"Quando tudo parece estar perdido e a escuridão se faz presente, não se desespere, existe a luz no final do túnel, pode acreditar. Nada acontece por acaso ou sem a ciência dele, o Deus do amor."
Trecho do livro - Descobrindo Todas as Formas de Amor
seja bela como a luz que me ilumina,
mesmo que astrevas me consuma,
em pesamentos terríveis,
fonte profunda de dor em meus pesadelos,
na sombra de tais temores,
o frio deixa espaço,
em tantos sentimentos,
em tanto pouco tempo para ter e viver.
A luz da cidade me impede de ver estrelas
A luz dos teus olhos me impede de ver verdades
Eu vejo tuas mágoas, mas não a cauda delas.
Queria livrar-te das inverdades.
Queria guardar teu sorriso como recordação
Acordar todos os dias com um sinal teu
Queria poder vedar teu coração
E impedir que se aproxime quem te submeteu.
Queria ir longe para te observar
Apenas cuidar da tua felicidade
Talvez eu torne a me afastar
Pra não ser uma luz qualquer da cidade
E ofuscar o teu brilho.
Primavera dos anjos
Fecho os olhos vejo luz
Mas se abro se reduz
Escoa do rebento
Aura etérea que traduz
São tão belos seus jardins
Anjo , arcanjo,serafins
Nos seus átrios vê florais
Colorido nos vitrais
Que seu ritmo acompanho
Pastoreando seus rebanhos
Em verdes campos de verão
Com seus brotos coloridos
Esbaldando refloridos
No refolho da estação
Sopra o vento estuante
Que um pronuncio se faria
Sua voz só quer cantar
Neste canto recitar
As mais belas poesias
Deus nos deu uma missão
Ide e proclamai;
Vamos proclamar que Deus é a Luz do Mundo
Toda Raça e nação saberão quem é Deus e saberão de seus feitos.
O 'AMOR'
que retribuis com delicadeza;
VIRA flor,
cheio de luz, uma beleza;
neste sentimento onde nada o contesta!
Mesmo que a pessoa amada não perceba;
a sua alma na calada,
neste amor fica presa;
com eterno fulgor,
riso no lábio, auréola na testa!
.................Shell
Brincar de ser estrela,
pequeno ponto de luz na imensidão
Iluminar o escuro que nos rodeia
desmanchar com amor a solidão.
Não é Verdade que liberta, mas sim a compreensão dela. A verdade, a luz, a sabedoria, estão no universo de forma livre, fluindo.
Apenas quando nos tornamos conscientes dela, e nos desligamos dos "condicionamentos da matéria", com suas leis, regras e "assim é" podemos ultrapassar o senso comum e nos libertarmos do jugo cármico imposto por nós mesmo enquanto consciência coletiva.
Uma frequência acima, um esforço a mais na percepção e conseguiremos abrir "outras portas" que não esse filme material, que tolda nossa visão para o entendimento da unidade do universo.
Abrindo nossos corpos ( astral, etérico, mental, espiritual em seus vários graus) teremos acesso as infinitas virtudes, força, energia vital, sabedoria a luz, que flui em nós e em cada átomo do universo.
(edolesia)
O tempo passa, a vida passa e há uma luz..
um olhar que rasga-nos o escuro dentro da alma
Sonhamos com um horizonte longínquo que tantas
vezes é difícil alcançar e acaba muitas vezes como
uma vela de cera derretida no momento de um quarto escuro
dentro de nós próprios, de um gesto, um carinho,
um espelho ,um afago esquecido,
perdido nas palavras que ficam por dizer.!!
Na lona
O beijo roubado,
O amor não vivido!
Sobre uma certa luz
Do sol, refletida na lua.
Na lona...
Escondido, delírio,
Sem motivo...
Para levantar,
O corpo só, estendido.
Na lona...
Á navegar,
Dentro de um sonho,
No oceano de um olhar.
Altar de vidro
Não escutaram a palavra que evidenciava um sonhador? Se tornaram estéreis à luz, mas conceberam as trevas a um único filho. Assim se partiu o altar e o fênix que estava por cima, se espalhou, nos reconduzido a arca, pois não a buscamos no tempo. Todo ajuntamento foi assim que fizemos, só para agradar as respostas.
Olhando o ocaso cor de sangue
e de volúpia, penso: Amanhã a luz
do sol haverá de incinerar
toda essa escuridão que me aturde.
o que é o amor
nada mais do que o acalento da alma
luz na escuridão
beleza na simplicidade
o caminhar de mãos dadas
a alegria em meio à lágrimas
amor ?
à amor é se encontrar e se perder
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