Poesia Completa e Prosa
Poesia
É a relação do poeta com o sonhador. De transportar a realidade em amor, às vezes
em dor.
Poesia não é, poesia deveria: deixe ser!
Poesia é permitir que palavras sejam
verbo.
ou
não.
Poesia é arte
ou
não.
deveria ser simplicidade e cumplicidade
do tomar o café junto a beira da mesa.
de dividir os problemas, os sorrisos,
ou
não
Poesia,
às vezes é dividir o
silêncio.
silêncio do olhar.
no perder de vista,
de se entender,
se perdoar.
poesia.
NÃO DEIXE DE SER A POESIA!
(04.11.2018).
Concede-me Senhor!
Banhar-me em tuas Palavras,
No qual é o verdadeiro amor,
E o sentido de minha estrada.
Venho te adorar sem medida!
Pois tu és o Rei dos Reis.
O encanto de todos os dias,
Adentrando certeiro no meu coração.
Como posso deixar de te amar,
Ó Deus dos pensamentos meus?
Constrói em mim a sua casa e,
Nela vem pra sempre habitar.
Não deixe de ser a poesias,
A qual o meu tempo quer estar...
Sendo nesta alegria,
O caminho a se trilhar.
OUVIR POESIA
Ora (direis) ouvir poesias! Exato,
Loucura! E vos direi, no entanto,
Que, da alegria ou de um pranto
Está lá, falante, no seu abstrato
E dialogamos vário, sem espanto
Porquanto, eu e ela um só retrato
Cintilante. Cheio de enigma e fato
Porém, em cada estrofe o encanto
Direis agora: tresloucado caro!
Que falas com poesia? Que razão
Tem o que indaga, neste amparo?
Aí vos direi: - amai pra entendê-las
Pois só quem ama pode ter emoção
E assim tagarelar-lhe sob as estrelas...
© Luciano Spagnol
poeta do cerrado
08/11/2018, 05’30”
Cerrado goiano
Olavobilaquiando
RECORDAÇÕES
Para ti, meu amor.
Minha fonte inspiradora.
minha poesia inefável,
meu mar navegável
Minha poesia trazida do vento
recheada de recordações
de boas sensações...
de algures naquela praia
naquela noite de luar prateado,
na plenitude do silêncio
onde só tínhamos por companhia
as estrelas e o mar.
A Poesia...
meu amor...
És tu...
Quando me sussurravas
Inebriantes e doces palavras
saboreadas lentamente (…)
enquanto as nossas línguas se entrelaçavam
entre o balançar,
do ondular bailado,
serpenteado vai e vem...
da espuma do mar.
Deitada na praia,
com os teus lábios colados nos meus.
E enquanto me olhavas com os olhos de amor
a nossa alma se fundia ali lentamente,
num só gesto.
Cobrimos os nossos corpos
Com o lençol da espuma do mar...
E inebriados pelo estonteante cheiro úmido,
da sua brisa...
ali elevamos as nossas almas (…) num cântico ao céu...
E “ele; todo o oceano,
na sua grandiosidade e imensidão.
entoou o mais belo e sonoro cântico
enquanto o luar abrilhantava nossos corpos
Irradiados pela pureza da sua luz.
Poesia
És tu amor...
Ontem...
Hoje...
Amanhã...
Sempre...
No cântico da minha voz.
Quando morre a possibilidade, também morre a poesia, pois é do coração a criatividade de produzir euforia, textos com interatividade recheados de sintonia só são produzidos se de verdade houver combustível para fantasia.
Enquanto existir uma chama alimentada pela intenção, também o coração que ama fará sua entoação, ele quem faz a dança e flui nessa canção, o ritimo que toca a música no instrumento da perfeição, no interior dessa alma, onde os sentimentos tornam as cordas do violão.
Mas o poeta não ver sentido, nem sentirá inspiração se no seu instinto o sentimento entrar em extinção, a possibilidade precisa de alimento ou cai o castelo de ilusão , quando acaba a poesia? A resposta te dou sem alegria, será quando o SIM matar de vez a paixão.
08/11/18
A MORADA DA POESIA
(10.11.2018).
São tantas coisas,
Que fazem meu templo
Ser a morada da poesia!
Um recanto de sua melodia.
E não posso negar as belezas
De cada ser humano, no qual
Ajuda-me a pensar e repensar,
As filosofias de minha própria alma.
Um espelho dos céus!
Ou de um tempo vivo.
Assim, vejo ao meu redor
As flores pedindo amor.
E quem sou eu para recusar
Os clomores de uma rosa?
Abro as portas da minha história,
Deixando a luminosidade passar.
NO TEMPO
Sou o eu que marcha, que andeja
Princípio, sou fim, poesia agarrida
Levo o plural: a tristura e a peleja
As vaidades, e os alardes da vida
O tempo passa, repassa, ou seja
Corre, e nesta ventura, a medida
Pra cada hora: a fé, assim esteja
Os anos no muito na sua torcida
Vou levando acertos e os danos
Vou levando o tudo e o instante
O amanhã a extensão dos anos
Ninguém pode evitar o talvez
Assim, que tudo seja vibrante
E o amor, o primordial da vez!!!
© Luciano Spagnol
poeta do cerrado
Novembro de 2018
Cerrado goiano
Olavobilaquiando
VERSOS TATUADOS
Corpo do soneto, em versos tatuados
A poesia em delírio, e a mão a poetar
Impulso que pulsa, sonhos sonhados
E vida, em cada estrofe o vário estar:
Do beijo, do laço, desejos desejados
A fé ao nosso lado ajoelhada no altar
Ah! e o amor nos corações acordados
Em perfumes que nos fazem embalar
A inspiração: - messe e dádiva, tributo
Pra alma, semeando e colhendo fruto
Hóstia da ideia em purgação. Pensar!
E assim, saudades: - dolorosa rama
Que pelos versos, chora e derrama:
Quimeras e sorte, na pele a versejar!
© Luciano Spagnol
poeta do cerrado
2018, novembro
Cerrado goiano
Poesia de mulher
Corpo bonito, cheiroso.
Jeito meigo de ser.
Gestos pausados, discretos.
Fala gostosa e macia.
A alegria está,
aonde ela estiver.
Um anjo de simpatia.
Você, poesia de mulher.
Roldão Aires
Membro Honorário da Academia Cabista
Membro Honorário da A.L.B/S.J.do Rio Preto
Membro Honorário da A.L.B/Votuporanga
Membro da U.B.E
Porque na poesia a rima?
As vezes as palavras se colocam por si
E se nós formos arrimo
Sem familia...., base da existencia
Formos extinção de um complexo
seria reta, não um convexo
de uma existencia afim
tentamos nos expor
nas inconveniencias
passar que cada pensamento
de nossa existencia
seja captado sem analise
Ainda somos gente........
Poesia
Eu te queria
Já não te quero mais
Descobri que tu me enganas, me trais
Mais do que com outro rapaz ou infante
Com a minha própria ilusão
No que consiste dolorosa agravante
Sabes que não dou conta de ti
Atropelo tuas regras
Parto para outros caminhos
Viajo, arrebento o casulo
E ainda assim
Me iludes
Permitindo-me um átono no inicio do verso
E dizes ao meu coração
Que um dia desses qualquer
Nascerá uma canção
E eu, inocente
Por longo tempo fui crente
No que tu prometeste em vão
Mas só vejo abortos e natimortos
A dilacerar meu coração
Citotec por todos os orifícios
Sangramentos, sacríficos
Tempo consumido em vao
Nada brota desse sonhar
Nem poemas, nem crônicas
Nem duas estrofes rimadas
Um Hai Kai que seja, um miniconto ritmado
Apenas fragmentos soltos e desconexos
De uma alma dilacerada
Que não consegue dialogar
Poesia
Desisti de ti
Mas não desisti da vida
E esta que se cuide, que insista
Enquanto existe o famigerado tempo
E flores vermelhas no jardim do analista
Darlan BH 30out2018
uma repentina vontade de escrever uma poesia
sinto a maresia
o vento soprava
a janela batia
e eu já sentia a euforia
pois em fevereiro terá carnaval
e meu desejo não é só carnal
o vento ainda soprava
e levava as roupas do varal
mas eu só assistia a TV e trocava de canal
estava eufórico
mas estava filosófico
hipocrisia
poesia
maresia
Á minha poesia
Poesia acabada, de nuvens fostes feita.
Um pouco do azul do céu tivestes.
Dos raios do sol ganhastes forma luz,
e as tuas rimas.
Minha poesia, que bom seria ter-te bem
junto nas folhas do pensamento, que
trazem pelo vento, as tuas rimas.
Rimas feitas de estrelas, que te cercam o
tempo todo.
Em tua nuvem bem branca, por entre elas
passeias, alheia a tudo que se passa.
Voa bem baixo poesia trazendo o teu encanto
à quem de ti longe está e te respira, tanto.
Roldão Aires
Membro Honorário da Academia Cabista. ACLAC, Cabo Frio- RJ
Membro Honorário da A.L.B/ São José do Rio Preto- SP
Membro Honorário da A.L.B/ Votuporanga – SP
Membro da U.B.E
Gosto daquilo que tem letra, que tem poesia, que me atravessa, me funda e me inspira ...
Que me empresta sua coragem, que me apresenta seu modo de viver e ver a vida, que me deixa dar cor, contorno e melodia para suas letras.
Que não me Simplifica, que não me decifra, Que me põe brilho nos olhos, que não me leva pela mão, mas sim me dá sustentação e impulso para abrir minhas asas e voar.
Em!! Casa comigo...
tem sempre flor de jardim, música
e poesia de amor.
Casa comigo
Tem pão e café quentinho, filme na TV
e Bacon com Pipoca.
Casa comigo
Tem carinho na nuca, dedos nos cabelos
Beijo na boca e mordida na bochecha.
Vai!! Casa comigo...
Tem bom dia no pé do ouvido
piadas repetidas, sorrisos e ouvido pra te escutar.
Casa comigo
Tem paciência, bom humor
calma e um pouco de birra.
Casa comigo
Tem mão pra vc segurar, colo pra você sentar
ombro pra vc rir ou talvez chorar.
Casa comigo
Tem amizade, confiança
ciumes e quero mais.
Casa comigo
Tem cinema, andar no parque
caminhada e diversão.
Casa comigo
Tem escolher roupa nova
sapatinho 33 e passear na 25.
Casa comigo
Tem pele com pele, beijo na boca
tem suor e folego alterado.
Casa comigo
Tem fim de semana, parabéns,
feliz natal e fogos de ano novo.
Casa comigo
Tem bolo, gelatina, suco natural
cocada e pudim.
Casa comigo
Tem anel escrito seu nome
tem meu sobre-nome e tatuagem.
Casa comigo
Tem violão, contra-baixo
Roberto Carlos e Tim Moore.
Mas eu vim aqui te fazer um pedido...
Casa comigo que eu caso com você
Casa comigo?
A Menina dos Cachinhos Iradiantes
Não sei cara o sorriso dela parece poesia, daquelas poesias que me deixam encantados sem saber deciflar cada verso..
Teus olhos então nossa, são como poemas, daqueles que me deixam completamente apaixonado....
Teus sorrisos tem uma grande harmonia como das musicas românticas, que me Hipnotizam...
O teu Cabelo Cacheado chaga até me matar de tanta Beleza que esse Cachinhos chegam irradiar, tem cachinhos, que em cada detalhe dele tem algo encantador, seja o brilho ou o Reflexo do sol que chega a me abalar.....
POESIA " NOITE PERPÉTUA "
O sol tranquilo e o mar calado,
Assim termina o dia e descansa
o sol de seu labor.
Então o sol se vai embora, além dos horizontes, à perder-se de vista, não cansado, é que precisa por natureza iluminar outros mundos...
Então, chega a noite com tamanha beleza, e no mar do romantismo, a lua reflete um cenário único que inspira os poetas.
Que coisa maravilhosa, gostosa, suave.
Cheia de vitalidade e vontade,
A noite libido e de hormônios aflorados,
Acaricia os corações apaixonados.
Faz parar relógio, faz essa noite perpétua.
Poeta
Nilo Deyson Monteiro Pessanha
Poesia é intensidade, na dor melancolia, no amor alegria. Um eu, sofrendo, outro eu, sorrindo.
O poeta, ora chora tristonho, ora sorri medonho.
Em seus versos romantiza aquilo que a mente eternezina.
Tormento ou imaginação?
Não, claro que não!
São apenas sentimentos embaraçados que se desembaraçam a cada verso iniciado e que nem sempre é terminado.
Sonha poesia.
Ressoa em meu coração,
O poder de um sentimento
Que deseja se tornar recíproco.
A transformação de um ser em outro ser
Transição essa que lhe fez torna-se estrela
E em seguida uma poesia.
Estende-me a tua mão,
Eu não a soltarei.
Tu és a primeira estrela do céu,
O véu da noite levantou-se,
Vão-se os sonhos, voltam os teus beijos
E torne-se a poesia.
Então brilhe!!
Do castanho profundo,
Ao vermelho nos teus lábios.
Até o presente momento,
Ainda não sucumbir ao desejo de saborear do aroma no teu pescoço.
Como eu queria que ao menos 50% das tuas falas fossem direcionadas a mim,
Assim como o teu amor.
Sonha minha poesia,
Desça alguns degraus, se olhe no espelho
E diga: Estou quase perfeita hoje.
A perfeição é algo que apenas tu, pode alcançar.
Então sonhe poesia,
Que também sonharei com você.
Escrito por
Luan C.
Em uma madrugada qualquer.
@recite_ou_excite
FORA...
fora da poesia
as toneladas de inúteis metáforas.
fora da poesia
todos os absurdos teoremas menos o de Pitágoras...
fora da poesia
as palavras obscuramente indecifráveis.
fora da poesia
os imensos pseudo poetas execráveis.
toneladas de metáforas
absurdos teoremas
palavras indecifráveis
pseudo poetas execráveis
são vírus
que ferem de morte
a poesia!
©ArthurSantos
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