Poesia Amor Nao Realizado Olavo Bilac
Uma só vida.
Um só corpo.
É, ao mesmo tempo,
Tanto e tão pouco,
Para alguém,
Tão cheio de vida...
Tanto a ser feito
Em cada momento vivido
E tão pouco a fazer
Em apenas uma jornada
Tanta saudade
De tanta coisa
Que nem vi
Tanto amor
Por tanta gente
Que nem conheci
Tantas possibilidades
De ser...
E uma só vida
Pra viver...
Uma só vida.
Um só corpo...
Estou aki para te por a disbundar,
orgulho por meter este povo a rockar.
Sente beat sente o flow em aldoar,
isto é rap tuga Acapamento Militar.
...as vezes parece-me que as ruas guardam um universo paralelo ao que a maioria dos humanos entendem e enxergam. Há vidas esquecidas, ignoradas. Há histórias perdidas, na obscuridade do preconceito, que são perceptíveis apenas àqueles que aprenderam, e ainda aprendem que, a essência não se limita à aparência...
O medo é comum na realidade tão violenta que atualmente nos envolve, mas não deve ser, em hipótese alguma, desculpa para a ausência de educação, a estupidez, a indiferença, o descaso com o caráter, que é atributo especificamente Humano...
Que a humanidade não se perca... Que não se perca a humanidade...
"""""""""""Jogando conversa""""""""""""
Não dê ouvidos! Não ouça mesmo... Não me importo ou será que sim? Tenho a dor de ser ignorado, possua a experiência de quem vive na solidão. Quero ser amado, que ser reconhecido, e acredito que um dia serei. Faço da minha minha vida um caminho sem volta em direção ao topo.
Gostaria de fazer amizade com você, mas você não me vê, e eu não me disponho. Todos me chamam de louco com um sorriso no rosto, mas não há coisa mais pura que a loucura se quer saber! Sou louco pela loucura e preciso surpreender pra sobreviver. Já não tem graça viver só por viver, se for pairar, que pouse num gramado longincuo, cujo sonhei, e que bata o sol e o vento que traz o cheiro das rosas.
O corpo Verbaliza
(A musica)
A musica quando sentida
circula pelas veias
e logo chega ao coração
meche com o inconsciente
que logo se conscientiza
de forma tão nostálgica
que sinto sensação de vida
os olhos marejam
pois o corpo verbaliza
uma vida mal resolvida
ou intensamente vivida
me sinto um completo idiota
quando a me emocionar
com musicas de outra historia
historias de outras pessoas
pois eu não estive lá...
"Fabula do maltrapilho Rei"
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Logo pensei
isso é real ?
não sei
será que sou pobre ?
talvez
mas me sinto nobre
um Rei
depois de alguns goles
Quando no Nirvana faço agir
como em pasárgada
causo furor poético
de forma desordenada
não ligo
juro que não ligo !
se me olhas como trapo
magro, feio e sujo
nas calçadas de seu mundo
entorpecido me transporto
sem pedir licença a ninguém
pois em meu mundo sou rei
na hora em que me convém
e quando me vêem apagado
e balançarem as cabeças pra o lado
saibam que estou em meu mundo
onde Mansa Musa 1°
me toma dinheiro emprestado.
Eles criticam o meu trabalho,
mas vem roubar a dicas,
Pra mim és Carta fora do baralho,
tem cuidado e vé lá se não te esticas.
Fotografia
Talento
Propaga
Acalento
E apaga
A tristeza
Traz leveza
E alegria
É magia
Cheia
De poesia
''Eu que sou um sonhador,
Encontro minha
Alma na dor.
Na dor de um lamento,
De um universo
Imenso.
Meu coração é
de um rasta,
Minha alma
De um cristão.
Minha arte
É escrever poesias e transmitir
Informações, ou ate mesmo convicções,
Por que não?
Nessa vida somos um em um milhão,
Querendo chamar atenção.
A bondade esta coração de poeta,
Seguindo sua meta.
Escrevendo poesia,
Pra ver se algum dia,
Alguém se interessa,
Essa é a dor de um poeta.
Esquecido no mundo,
Fingindo ser cego surdo e mudo,
Essa é dor de um poeta,
Que segue sua meta.
FACE A FARSA
Feixe — de vara — sujo e condenado
Em contorno de um machado afiado
Subversor medido a golpe dado
Marcha com o corpo decapitado;
Procuras patente que não se aponta
— Ainda devotarias apreço militante
Se conotar símbolo semelhante
Prenda-o que será temida afronta;
Acéfalo de natureza — anomalia
Se procuras amainar esqueça
Aceite-se que és um ser sem cabeça;
Paradoxo de incerteza — antinomia
Se outrora via-se versus a ver
Conjugas agora o verbo vencer.
MENINA DANADINHA
Menina danadinha
na fiúza do que faz,
vou em busca outra vez
dos teus temidos ais!
Menina danadinha
repleta de confiança,
nas curvas do teu corpo
está a minha pujança,
A noite uma criança
na fiúza do que faz,
bate em minha porta
mas, ela, não me traz,
Irei encontrar talvez
debaixo desta lua,
vou em busca outra vez
da volúpia pele tua,
As minhas alegrias
não se apagarão jamais
nas exterioridades
dos teus temidos ais!
POEMA DA SEPARAÇÃO
De um núcleo da degenerescência
Escapou para a vida irresoluta
E alma bendita que outrora
Encontrara disposta a enfrentar
O vale das incertezas
E o tempo que passou foi pouco
Pelo que outorgou, mesmo assim
Alivia em si a compleição de bronze
Intercalada na pele
E formas meticulosas
Alí onde e antes encobria
O desejo venerado
Que escarpava o terreno
Do rubro músculo
Que não parava de pulsar
Ainda que a luz devorasse as sombras
E eles iam, sonhavam e deleitavam
Caiam, levantavam e andavam
Até que um dia
Caíram num núcleo e...
Degeneraram-se.
TEMPO DE RAPINA
Tempo de rapina que me impressa
Monções com ampla velocidade
Onde o segundo não se interessa
Em passar na queixa da saudade,
Mesmo que passe com muita pressa
Nos dias com certa dificuldade
Pois não há nada que me impeça
Em tempo transir amenidade!
Pois, a hora fria que se importe,
Vou ao encontro do inusitado
Nos versos cálidos que me aquece,
Porque poesia como suporte
Que leva a um mundo ilimitado
Pára o tempo e a gente o esquece.
ESFERA DO AMANHECER
A luz do sol ainda parca entalha
Aurora em vidas ora interferidas
Pelas farpas de espinhos e feridas
Quão árduas marcas de batalha,
A luz do sol ainda fraca trabalha
Em vidas de histórias fenecidas
Renegando qualidades perecidas
Impetradas de uma jornada falha,
A luz do sol que crema se conhece
Os acúleos de um fluxo irregular
Deixados pelos azos de uma fera,
A luz do sol que tece e amanhece
A procura deste influxo singular
A doar a paz extensa nesta esfera.
...sou um pescador ...nesse vasto mar.
...minhas redes, joguei no além, onde Deus descansa e eu também, pesquei sonhos pro mundo inteiro, trouxe amor e não havia dinheiro que pudesse pagar !
- Cadê Maria? - Foi pro mar
- Cadê João ? - Foi trabalhar, nos acordes da construção de uma nova canção, sob o sol e o mar, de um dia de verão.
- ... cadê João ? -Foi pro mar.
- cadê Maria ? - Foi buscar, poesias pro jantar.
PRIMAVERA, LINDA ESTAÇÃO!
ACHO QUE A PRIMAVERA É A ESTAÇÃO PREFERIDA DE DEUS,
POIS QUANDO CONTEMPLO SUAS FLORES,
DESABROCHAREM NUM FESTIVAL DE CORES,
LEMBRO DA NATUREZA, DISTRIBUINDO SUA BELEZA,
NUM ARCO-ÍRIS DE AMORES.
PRIMAVERA, LINDA ESTAÇÃO! SÓ MESMO DEUS PARA INVENTAR ALGO ASSIM:
ALEGRE;
COLORIDO;
CRIATIVO;
INSPIRADOR!
POR ISSO A ESTE DEUS, DONO DA CRIAÇÃO,
OFEREÇO O MEU AMOR E A MINHA ADORAÇÃO,
PARA TODO O SEMPRE E DE TODO O MEU CORAÇÃO.
De que somos feitos,
senão desse roteiro indecifrável que atravessa séculos.
Senão desses caminhos que trazemos nas origens.
Somos feitos dessas dores , desses sonhos ,
e principalmente dessa grande adiposidade poética
que inauguramos diariamente , em nós...
(Para Vânia Regiane)
Solteiro feliz.
Estou que nem um pássaro
entre os céus.
Dançando ao saber do vento.
livres estão os meus sentimentos,
Não amo, não odeio.
Puro está o meu coração,
pronto para receber uma nova paixão.
Um novo amor.
e talvez uma nova decepção.
das mágoas antigas me Esqueci.
estou pronto para novas mágoas.
Enquanto espero pelo meu grande amor.
Vou a cada baile dançar e beber.
Autor: Massivi Suburbano Odisseia
No alheio.
Vivo no alheio
completamente distraído
do ódio
de quem jura ser meu amigo.
e do político
que jurou velar pelo
meu-estar.
Quando no fundo
pretende acabar com o meu suspiro.
Vivo no alheamento
nada de jeito sei
dos interesses de quem
jura estar comigo
nos bons e maus momentos.
E aquela mulher
que jura me amar.
sem ter me conhecido.
conheço a máscara
mas desconheço a pessoa.
nada sei dos seus sentimentos e pensamentos.
sou um ovelha
junto dos leões
mascarados de pessoas.
Autor: Massivi S. Odisseia
A minha janela
É uma televisão
onde a cada manhã
assisto a caminhada sem nenhuma direção.
Homens andando
de cima para baixo
procurando por um tostão.
Conheci o mundo
sem sair de quarto.
Pela minha janela
Assisto as gargalhadas
nas ruas,
tristezas e namoricos
a mais esquerda da parede.
Assisto as crianças
falando dos maus tratos.
e reclamando da fome.
Na minha tv-janela.
Assisto a novela do mendigo.
todo sujo pedindo esmola
no homem rico
todo arrogante.
Autor: Massivi S. Odisseia.
