Poesia Amor Nao Realizado Olavo Bilac

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Bergamota pode ser uma fruta que se descasca assim como banana nanica,
também pode ser o epíteto de alguém
conhecido por mexerica.

Inserida por SOPLARIS

Já foi dia, já foi noite
E eu cheio de paixão
Já foi mês e já foi ano
E eu continuo com o plano
De ganhar seu coração...

Inserida por edgi_carvalho

Com meu jeito carinhoso
Eu chamei sua atenção
Com meu abraço gostoso
Apertado e caloroso
Conquistei seu coração...

Inserida por edgi_carvalho

E quando a aurora desabrochar no crepúsculo
Assim como uma rosa desabrocha num jardim.
Lembre - se do punhal e da rosa
Tudo será mar
Tudo será vermelho
Vermelho de aMAR...

Inserida por edgi_carvalho

Eu estou indo ao seu encontro...
Calma, hoje tenho muitas coisas para lhe contar.
Quero lhe falar como anda a nossa história...
E como ela irá ficar!

Inserida por JeanFrases

AO TEMPO

Menino da pipa
empina e apita
e sai as carreira
com vento ai.

Esta sempre alegre
brincando na vida
e seu rashtag
é sempre um sorrir.

Menino da pipa
que vai, que fica
no sonho treteiro
e no seu ti, ti, ti

No banho da bica
na água a cacimba
o pote a moringa
e seu existir.

Na haste da flor
a batata do lírio
o suspiro o amor
a onda o Taiti.

Menino da pipa
cresceu foi p'ro mar
e hoje surfando
não quer mais voar.

Antonio Montes

Inserida por Amontesfnunes

CÁCERES DA SAUDADE


A saudade cárcereira
que instigou minha paixão
atiça os sonhos como feira
esse cubículo é uma asneira
apedrejando meu coração.

Cavalga sobre a vontade
arco e flecha, meu avexo
trepida o amanhecer
sem direito ao espairecer
do segredo e do confesso.

A saudade enclausurada
fisga-me em quatro paredes
no meu peito ela faz cáceres
do sonhos uma ampla rede
do meu futuro, grande cede.

Estou dentro, estou fora
desse mundo emparedado
viajando por todas as horas
esse quadro me apavora
pelo amor teleportado.

Antonio Montes

Inserida por Amontesfnunes

A morte em vida

Vejo ao meu redor
Almas sedentas que vagam em cemitério infértil
Que ninguém rega o terreno endométrio
Gerador de novas vidas, tanto na Terra como no céu

Almas ressequidas pela robusta ignorância
Onde estão em si mortas
Apesar de semivivas
Não conhecem a vida
Apenas sobrevivem
Feliz são as prosopopéicas vidas que as assistem

Felizes aqueles que são homenageados
Sem a consciência de estarem
Sem o orgulho para seus egos se elevarem
A vida é assim
Dá-se vida aos mortos
E mata os vivos, outrossim

No cemitério da ignorância
Morrem para dar frutos
E dão vidas aos que perderam a consciência de tudo

Inserida por Poetaantonioferreira

PRESENTE PEIA

Morderam a fruta
e jogaram a culpa da mordida
e dos pecados da vida,
na frigida serpente.

Hoje a condenação do pecado
rasteja e serpenteia o sentimento...
Essa gente, que não sabe o que sente
esse efeito essas serpentes,
esse povo que se fazem de inocente.

... Inocentes da verdade
todavia moram na saudade
de um tempo, distante ausente
... E vivem para o futuro
com a peia no presente.

Antonio Montes

Inserida por Amontesfnunes

Média

A manteiga dá o sal,
o pão amansa a fome,
a rua vira quintal...
Mas a média é sempre fria
(mesmo que fervente)
Quando servida
por um estranho
a uma mulher de pé,
sozinha,
na padaria.

(Verônica Marzullo)

Inserida por veronicamarzullo

Eu faço este Boombap
para recordar
daqueles velhos tempos
k nunca mais vai voltar.

Então é a sim
eu faço este som
para mostrar rap
a esta nova geração.

Estou a curtir
acredita k é real
escuta com atenção
porque isto é HipHop Nacional.

Custe o k custar
vais ter k te habituar
sou Real Poeta
e vim para rockar.

Inserida por TiagoSuil

Salve!
Palavras fáceis dizem seus lábios
achando que o caminho é livre,
mas saiba que há um salve-se quem puder,
e já estou fora desta caserna,
você nem começou a luta
e eu ganhei a guerra ...

Inserida por neusamarilda

Momento Breve

E eu permaneço aqui olhando as estrelas e assistindo o céu
Sem nenhuma certeza
Eu vou tingindo o papel

Com cores claras e opacas
Com noções raras e breves
Cores tristes e alegres
Sujas de fumaça

Num papel a perigo
Em um ninho de traças
E o meu único pedido
É só mais uma taça
De vinho tinto

Pra me desoriêntar
Pra eu me achar
E me perder no caminho
E entender o que sinto
Ou não...

E ela me chamou
De bandido, de vilão
Pois levei comigo
Teu coração

Mas me chamou
De herói, de mocinho
Me deu um beijo
E pediu carinho

Meu bem fique Mais um Pouquinho, por favor
Querida é que eu
Preciso do teu calor

Inserida por MatheusSAraujo0

Se perderam com os ventos, minhas melhores palavras, meus pensamentos;
Os melhores versos de toda poesia, por falta
de tinta, só existiram naquele dia

Inserida por Luan9464

MEU SANTO

Valei-me, teime meu santo
com o fulgor d'essa quermessa
me valha aqui no meu canto
enquanto eu faço a promessa.

Não me deixe partir a míngua
eu não quero tomar na testa
dei canseira com minha vinga
no vingar que a mim não presta.

Valei-me teime, meu santo... Com
quebranto que alguém me deu,
estou vivendo em desencanto
com encanto que nunca foi meu.

Valei-me teime meu santo!
Com os santos todos impedido
o planeta aqui, é um canto
que se dá bem, quem é bandido.

Vou partir do jeito que vim
voar para onde não há nada
pois nesse mundo por aqui
tudo é um conto de fada.

Antonio montes

Inserida por Amontesfnunes

As pegadas que deixei
o mar apagou...
e as flores que plantei
o vento soprou...
me trouxe o seu perfume
essência do amor
e já não importa se chove ou faz frio...

Inserida por junior_ramos

Mergulhei

Mergulhei
No silêncio dentro de mim
Encontrei boiando
A esperança
Nadei com ela
Pronto pra
Emergir
Em mim ?

Como ?
Se em mim
Estava já
A me procurar

E
Falhei

Inserida por zeguilhermecosta

BEM VINDO!
SETEMBRO...
...é sentir a beleza e a leveza de uma pétala.

SETEMBRO

É setembro, mês de transmudação
Nuvens metamorfoseiam em chuva
Chuva em flores que colorem o chão
O cerrado recamado de peúva (ipê)

É o mês de setembro, a primavera
Em coro, a passarada o que se vê
Beijando o beija flor... a flor da era
A natureza tão diversa em comitê

E o céu se rubra, e o sertão flama
Qual uma árida canção encantada
Disputam o botão na virgem rama
Floreando às margens da estrada

Briza casta de pureza despojada
Aflam quimeras rumo a novembro
No rodopio dum condão de fada
O renascer de mais um setembro...

© Luciano Spagnol
Poeta do cerrado
Agosto de 2017
Cerrado goiano

Inserida por LucianoSpagnol

Encontrei uma rua no
no inicio esburacada,
sem asfalto , perigosa
cheias de curvas, alguns
se aventura , alguns metros
é desanima é volta para trás,
carro não vai , a rua é sem forma,
não parece rua , cheia de mato
os mais afoito , vão correndo
cansam é fica pelo caminho , o
caminho é longo , deveria ser para
todos mas é para poucos... no final
do caminho existe um lugar chamado
GRUTA DE DEUS uma das maiores
paisagem que já vi, com cachoeiras
é mata virgem , "quem conhece o
final do caminho , não desiste no
inicio!"..

Inserida por joaojoy

"VOLTA me acostumei ao seu
lado mesmo para dormir...
sinto sua falta , a noite , na
cama pequena! que hoje é
grande! me chega a memória
da nossa historia de amor!
no inicio quase quebramos
a cama ,que cama resistente
para aguentar a gente!fui feliz
no amor encontrei a dose certa!
a campainha tocou e o meu amor
chegou! chegou cansado , mas
chegou... chegou para mais uma
noite de amor"...

Inserida por joaojoy