Poesia
Não quero que você acredite que não seja mútuo...
Não quero que me vejas como um covarde. espero que entenda que minha falta de atitude, É um mecanismo de defesa, de alguém que um dia tevê muito iniciativa...
Embora eu não consiga ser direto e específico...
E a incerteza e dúvida que você não me quer, me fruste...
E o medo da rejeição seja muito presente...
Tomarei medidas!
usarei metáforas para que você perceba a expressão do meu coração...
E tudo o que eu quero, é saber se também o seu coração me deseja como eu te almejo...
-Allan Meraki
A leitura ainda é o melhor e o mais confortável veículo de inspiração, levando os seus passageiros ao destino planejado e aos seus sonhos idealizados.
Ao ler o livro o leitor descobrirá a verdadeira essência poética, enraizada nas veias de quem o escreveu; despertando assim a poesia esquecida nas veias de quem está na viagem dentro deste veículo.
" AH, O AMOR "
Eu já vivi o amor! Ah… O amor…
Sublime, majestoso, embriagante,
um tanto mentiroso e arrogante
mas, sempre, um sonho lindo, encantador!
Me fez mais sensual, melhor amante,
voraz quanto à paixão em seu ardor…
No entanto, mais sensível, sonhador…
Um poeta em seu espasmo delirante!
Cravou-me à alma os versos da poesia
e fez-me estar bem mais em sintonia
com todo um cosmo de real candura…
O amor… Ah, sim! O amor mais verdadeiro!
Vivi-o como um sonho derradeiro
confiando, eu, inocente, em sua jura!...
Minha vida sem minha flor é como uma vida sem aroma.
O que seria do gosto do alimento mais saboroso sem seu cheiro que aumenta as expectativas do paladar e da fome?
Você me envolve em arrepios com sua sedução natural que encontra no universo da minha íris a constelação da sua.
É lindo observar você existir.
Beleza, sensibilidade e genialidade... Tudo em uma única mulher.
Gratidão me encontro sentindo a batida do teu coração, que palpita mais forte e fora do peito, quando te lembras ou sentes o meu..
FIM DO MUNDO - 5 BILHÕES DE ANOS -2024
No limiar do tempo, daqui a 5 bilhões de anos adiante, nossa saga cósmica, um desafio constante.
Explorar novas fronteiras, além do nosso lar inicial, como uma só humanidade, rumo ao espaço sideral.
Com audácia e engenho, forjaremos nosso destino, nos confins estelares, onde encontraremos nosso caminho.
Então, ergamos os olhos para nossa epopeia eternal, ecoando além do tempo e do que nos faz mortal.
Aprendemos a correr atrás do impossível, como o tempo que degenera.
vivemos expectativas de algo surreal dando conceito a algo além do dia.
Quando um sorriso vai te emocionar?
No oceano naufraguei em tuas palavras afoguei.
Distraido com o céu e os planetas a testemunhar;
Em uma concha aos meus pés, um eco, tua voz, sem explicação.
Duas distancias de um único meio de sentir.
Uma historia e duas formas de imaginar e levar;
Lembranças de um futuro com fotografias retro.
Ponte aérea Porto alegre e Paraguai.
Espero não deixar a saudade matar.
Eu peço que não tente desafinar meu riso frouxo.
Pois não podes imaginar como estou feliz com minha loucura.
Todas noites eu fecho os olhos e me emociono de tantos sentimentos vivos que borbulham.
Feio é não sentir, feio é não sorrir, feio é de definir.
minha mania de corrigir brinquedo torto não vai mudar...
Pois amar não é delimitar o que de belo a vida te ensinou a compartilhar.
Quando te delegam poder, você usa ele para florescer relações inspiradoras ou vira escravo do próprio ego?
A empatia humana que existem em nós vai muito alem do ser profissional. Muitos "criadores de realidades" deixam de lado a razão e a ética e se deixam mover por pequenas vaidades.
A forma como você toca o mundo é um eco da sua alma, ela fala apenas sobre você. Faça parte de uma nova era, ame novos ciclos, seja liderança e lembrança inspiradora.
Declaração
Minha vida é bendita,
Como a beleza da flor,
Junto as virtudes desse amor
Sem a dor das noites frias!
Quando a dor me corroía
Na soledade sem magia
De um intenso desamor!
Com você não sinto as velhas feridas,
Pois o seu alento de vida
Simplesmente me completou!
Coro das Sombras
Meu suspiro ergue-se como bruma sobre o berço daquele que parte.
Filho da dor, fruto do meu sangue,
ainda lutarás contra o fio que já foi cortado.
Volta, olhos que um dia foram estrelas nos meus,
Volta ao ventre que não dorme —
pois não há sono para quem viu o abismo abrir-se em flor.
Na tinta ardente dos meus versos, ecoa o querer,
De uma paixão que incendeia a escuridão,
Eloquente e amado poeta, és meu eterno prazer.
Entre suspiros e gemidos, na dança da paixão,
Mil sonhos, enquanto o tempo nos conduz,
Separados na eterna canção do coração.
Livro "Entre Pétalas, Desejos e Paixões"
Todos os registros CBL
Sou a rosa do deserto, florescendo no calor,
Forte e delicada, num mundo hostil e intrépido.
Minhas pétalas, escudos contra o sol inclemente,
Minha fragrância, promessa ardente.
No coração árido das dunas, meu esplendor,
Resistindo aos ventos cortantes,
Sou a força oculta no deserto, minha alma é selvagem,
Livro "Entre Pétalas, Desejos e Paixões"
Todos os Registros CBL
Enlutado
No alvoroço da vida corrida ao anoitecer encontrei a minha mente apimentada no mundo dos sonhos.
Vasculhando entre alguns recortes e escritos de gaveta vi nascer com uma alegria imensa mais uma poesia complexa, inteira e ainda vos digo ademais, nascia ali mais um fenômeno da arte escrita no detalhe.
Até que eu acordei as pressas além de muito assustado com os latidos ofegantes da gangue dos cachorros caramelos em frente o portão da minha casa, isso me tirou metade do brio da poesia que estava por emergir, logo a outra metade da surreal poesia perdi no momento pelo qual fui lavar o rosto e beber água para tentar controlar as emoções e recuperar o raciocínio de tanto valor.
Além disso, foi uma pena perceber que havia perdido mais uma arte rara da escrita para o meu próprio subconsciente.
Enlutado como uma múmia voltei a dormir no desejo talvez de reencontrar os caminhos daquela tão sonhada poesia.
Ouro que Cega.
Ouro não vê, mas cega o olhar.
De quem, com sede, o começa a buscar.
Na ânsia de ter, o homem se engana:
pensa ganhar e a si profana.
Constrói impérios, destrói o chão.
Perde o afeto, fere o irmão.
Com sua ganância, sonha com poder.
Mas seu maior tesouro deixa de viver.
E qual é esse bem, tão puro e singelo?
É o riso do filho, o amor mais belo.
A paz no almoço, o toque na mão.
As coisas que moram no coração.
Na corrida por ouro, a alma se esvazia.
E o que era calor vira noite fria.
Pois nenhum ouro no mundo compensará.
O que, por cegueira, deixou de amar.
Tem os que passam,
como o vento discreto,
levando o tempo,
deixando o espaço.
E tem os que partem,
quebrando silêncios,
desfazendo vínculos,
partindo mais que o chão.
Mas há os que ficam,
mesmo invisíveis,
morando na ausência,
presos na memória.
E há também os que retornam,
não com os pés,
mas com o olhar que resta,
com a palavra que ecoa.
São esses que fazem morada,
não no tempo,
não no espaço…
…mas no coração
de quem os sentiu,
mesmo quando tudo
já parecia passado.
A flor do poeta
O néctar, a sua alma mais profunda
O pólen que germina em palavras
inspiradas nas tenras folhas esvoaçantes
os mistérios, dos perfumes das pétalas
As cores, o amálgama da beleza,
solidão misturada em fantasias
O caule que a brisa dobra
são sentidos que a poesia abriga
No outono, a flor do poeta
canta folhas secas, nostalgia
A sedução não é mérito da primavera
é o ocluso na bela flor da poesia.
À Hanna
Hanna possui milhares de "amigos"
tem a Tina, a Lene,
talvez a Celine, Dora e Deusa também
é interminável a lista, impossível falar de mais alguém
Hanna política, artista
toca flauta transversal erudita
em perfeita melodia
mas, somente quando lhe convém
Conheço Hanna de touca
com sorriso cativante e olhar meigo
não é lá boa boca
Hanna é bem do tipo
não é do ambiente boa bisca
joga cartas com o amigo do amigo
e tira proveitos disso
Hanna necessita de estar em evidência
como não tem lá muita inteligência
só faz pacto com a demência.
