Poesia

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Amo a poesia

Das
Flores pois elas
Me ensinam...

Que mesmo
Com espinhos sabem

Amar
Encantar
E perfumar

À todos
Que elas tocarem.

A poesia morreu
O poeta nos deixou...
Mesmo inferno acordou...
A poesia morreu...
Ninguém sabe o que é o abismo literário?
O poema morreu a três dias Ninguém ressuscitou...
O momento se calou diante a trova Ninguém acordou...
Aonde esta o pensamento...?
Nossa imaginação se tornou parte da gente... e mesmo assim quem chorou?
Num mundo de palavras o mundo está cego e vendido...
Na semântica todos são apagados amor, no paradigma o estado de apologia somos a vertente... para aquele que ousam dizes que vida nunca foi uma opção...!




.

Poesia


um balé de palavras
para dar voz a alma.
Dançar por cima de letras
entre a compreensão
de si mesma
e a vontade de desabafar.


Coreografia de línguas
para acasalar
numa dança de hiatos e rimas
tentando rimar emoções.


tipo isso
passando a língua em você
e nem percebe,usando verbos
numa linguagem que só eu entendo.
É tudo mais intenso,
os sentimentos mais exacerbados.
A carência mais presente e violenta.
Numa poesia que movimenta emoções
num latejo que se alastra nesta avalanche,do que vive a me consumir.
Até expulsar o coração numa gramática.
Mil sentimentos em folhas de amor.
que deixo ir…


andréa

A tristeza virou poesia
Cada lágrima, uma nova canção.
E no lapso daquele absurdo
Renovei o meu coração...

Não sou quem sonha com um mundo encantado.
Isso é poesia!
Mas gosto de recitar poesia para o mundo se encantar.
Isso é embelezamento de vida!
Encantamento de mundo!
Sonho que me fascina!

Num simples instante, o comum virou poesia
E o tempo parou quando eu vi você chegar
Era só mais um dia, uma noite qualquer
Mas o mundo mudou quando pude te encontrar


E agora eu compreendo o que é felicidade
Em cada detalhe, em cada olhar
Mariana, você é a minha realidade
O amor que eu sonhei pra poder encontrar


Mariana, flor que desabrochou em mim
Mariana, o melhor que há em meu jardim
Seu nome ecoa no meu peito como uma canção
É pura melodia, minha doce paixão
Mariana, razão do meu viver
Em seus braços eu quero sempre acolher
O mundo inteiro pode até girar
Mas é no seu amor que eu quero morar
Seu sorriso ilumina minhas madrugadas
Seu abraço aquece como o sol da manhã
São suas palavras, doces risadas
Que fazem minha vida tão especial




Seu sorriso ilumina minhas madrugadas
Seu abraço aquece como o sol da manhã
São suas palavras, doces risadas
Que fazem minha vida tão especial


E agora eu compreendo o que é felicidade
Em cada detalhe, em cada olhar
Mariana, você é a minha realidade
O amor que eu sonhei pra poder encontrar


E se um dia eu tivesse que definir
O que é o amor, o que é ser feliz
Eu mostraria uma foto dos seus olhos
Onde eu me perco e me encontro, num só instante
Onde tudo faz sentido, onde tudo é importante

Sou feita de fragmentos indomáveis,
de partes que sangram poesia e sobrevivem ao caos.
Não sou calma — sou mar em ressaca,
sou lucidez depois do excesso,
sou o que fica quando tudo vai.

Carrego amores mal resolvidos no bolso,
cigarros que nunca acendi,
promessas quebradas no fundo do peito
feito garrafa jogada no asfalto da memória.

Tem dias que me reconheço inteira no espelho,
noutros, só vejo estilhaços.
Mas ainda assim eu vou —
de salto, de risco, de coragem torta,
porque parar nunca foi opção pra mim.

Me perco fácil nos olhos de quem sente demais,
me encontro rápido na música alta,
num verso cru, num gole amargo,
num “fica” dito sem planejamento.

Sou feita de falhas bonitas,
de ruínas que aprenderam a florescer.
E mesmo em pedaços, eu ardo,
eu canto, eu erro, eu amo —
porque ser inteira nunca foi sobre perfeição,
sempre foi sobre intensidade.

​"A única margem segura é aquela onde a poesia se recusa a ser perfeita."


Dollber Silva ⁠

Busque-me na poesia
Quando meu espírito partir desse mundo
Pois lá eu estarei.

Em cada verso que escrevi
Deixei um pouco de mim
Na maioria deles sangrei e morri
Mas um pedaço da minha alma se prendeu entre as palavras.

Se quiser me encontrar, saiba
Estarei em todo lugar
E também em lugar nenhum.

Estarei esperando
Por uma vida melhor
Ou, talvez, apenas me una ao nada
E seja parte do vazio
Dentro de ti

Mas de toda forma, saiba
Nunca duvide
Que estarei aqui.
- Marcela Lobato

Minha poesia anda meio triste
Vagando nos espinhos
Nadando in relentos
Alimentando-se de desvarios
Clamando por um leito
de amor e de carinho
Pedindo aos céus um canto
de repouso
por onde o vazio não
me seja encanto.

Por onde andam os girassóis
que um dia colhi no jardim
despido de mim?

Tu és a sintonia que embala meus dias,
a inspiração que transforma cada instante em poesia,
meu amor, minha razão de sonhar.
Desejo você em cada amanhecer,
em cada noite estrelada,
em cada sopro de vento que me toca.
Você é a deusa do amor que ilumina meu caminho,
a chama que aquece minha alma,
o sorriso que me faz acreditar que a vida é feita de milagres.
Não há distância que me afaste de ti,
nem tempo que apague o que sinto.
Você é eternidade em meu peito,
melodia que nunca se cala,
verso que nunca se perde.
E assim, em silêncio,
eu te amo — intensamente, infinitamente,
como quem encontrou na vida
a mais bela razão para existir.

Eu não sei escrever direito
Poema nem poesia
Se soubesse, faria pra ela
O melhor poema do dia
Minha mente tem duas metades
Uma delas eu usava
pra viver a vida
a outra pra pensar nela
Não havia neste Mundo
Nenhuma grade que me prendesse
Mas eu estava preso a ela
Por causa desse amor
Nunca fui bom em amor
Poesia e nem palavras
Agora vem aqui,
termina de esburacar meu peito
...escava
Aquele amor não existe mais
Era pouco pra você
Mas era tudo que ainda restava.

Tu és a poesia lida nos dias quentes e frios, tu és a poesia que ocupa as madrugadas de insónias, Tu és a poesia que a minha garganta reconhece para a sede matar, Tu és a poesia que como vinho que aquece minhas veias se apodera do meu ser, Tu és a poesia que com emoção ativa as minhas hormonas de felicidade, Tu és a poesia que amo e declamo com o sorriso nos lábio e alegria no coração.

Se eu pudesse transformar o tempo em poesia, cada mês seria um verso dedicado a você. Vou parcelar o meu amor, não por falta de entrega, mas para ter sempre um motivo bonito de cruzar o seu caminho, de sentir sua presença, de renovar em prestações suaves a eternidade que mora em nós.
A cada encontro, pago com sorrisos, juros de saudade e dividendos de ternura. E mesmo que o calendário tente nos separar em dias e semanas, eu insisto em fazer da rotina um ritual sagrado: o de te ver, te ouvir, te sentir.
Você é o crédito infinito da minha alma, a fatura que nunca pesa, o investimento que sempre rende felicidade. E se o amor é dívida, que seja eterna, porque não quero quitá-la jamais.
Assim, mês após mês, parcela após parcela, vou te entregando pedaços de mim — até que um dia perceba que já não há parcelas, porque o amor inteiro já se fez morada em você.

Meu amor me ouve

⁠eu,
quero te servir a poesia
numa concha azul do mar
ou numa cesta de flores do campo.
Talvez tu possas entender o meu amor.
Ouço Barulho de trovoada, coriscos em profusão
A chuva caindo em cascata na terra fofa do chão
Virando a poeira em lama! Torrão.
Sinto o cheiro da chuva.
Sinto o cheiro da sua pele
Do seu rosto de menina rosado
Antes de morrer espero
Cantar em versos minha alma.
E mandarei buscar orquídeas e buquê e com vc casarei.
Mas nunca terminarão o amor louco (nosso) , esse resistente a todas tempestade e enxurradas !!!
Será para sempre.

Paz e amor !

Crônica sobre a Literatura Portuguesa

Herdaram o mito a poesia e o drama, são todas às experiências da humanidade, que se transformaram em literaturas curriculares ou grandes livros que são difundidos na forma do criacionismo. As experiências da humanidade são materiais da cultura dos povos, por meios descritos ou imaginários. Assim se fez o homem, a memória a fé a crença e as experiências até a morte. A morte leva o homem ao sufoco pelo clarão do fogo ou pela coroa d’água, mas não pelo entendimento. Não existindo a presunção da morte nem a passagem dela existe; o que existe é apenas o imaginário do inicio e fim e o “Meio”. Para a criação da carne existiu um diário imaginário contido em prazeres ilimitados com as experiências contadas em prosas e versos, poesias e dramas. Deus desfila a carne nas entrelinhas do imaginário anseio do homem, do êxtase o diabo, construído pelas circunstâncias naturais dos ciclos das vidas. Como pode o resto de eu compreender o a idade o meio e o fim de tudo! Como pudera eu morrer sem compreender as promessas das liquidações das contas! Como pudera...

Espero a poesia chegar,
No tempo dela,
Sem pressa.
Horas, dias e meses
Sentado no sofá,
Na expectativa do momento certo
Para escrever
O sentimento da alma,
Que transpassa o corpo
E vai além da mente.

Direitos humanos são voz e poesia, não só discurso, mas prática e guia. Sem hipocrisia, justiça se cria, igual para todos, de noite e de dia.

A poesia, todavia,
traz alegria e tristeza,
se o sentimento
expressa o momento, com a certeza do tempo.

Acontecimentos
marcam, com lápis e canetas,
nos papéis da vida —
essa jamais obsoleta —
tratando de histórias vividas.

Fundi com a Poesia


Face única
Natureza da minha intensidade
Condução das minhas palavras
Horizonte do meu existir
Singularidade dos instantes
Abraços dos atos conectados.