Poemas Tristes
Felicidade não está na pessoa ao seu lado, quem pensar assim é dependente e propensa a infelicidade constante. Felicidade existe em você, é algo volátil mas saiba que é você que a detém, não algo exterior!
Infelizmente não são os outros que definem nossa felicidade ou nossa infelicidade, mas sim o tamanho do amor que depositamos neles, o que os liberta de qualquer responsabilidade, resta-nos aceitarmos e aceita-los com nossas humanas limitações.
O único culpado pela sua infelicidade é você mesmo e o único culpado pela sua felicidade é você mesmo.
Não acredito que existam fórmulas prontas para a (in)felicidade. Apenas compreendo que redomas, opiniões incontestáveis e ilusões impedem a oxigenação e o trânsito entre o que somos e estamos.
A felicidade ou a infelicidade do homem dependem unicamente da sua forma de pensar e aceitar as coisas. Se o ser humano enfrentar tudo com coragem e boa vontade, aprendendo e pesquisando cada coisa, poderá ampliar cada vez mais o seu interesse, a ponto de entender que a vida é um tesouro inesgotável.
Dona felicidade e irmã Gratidão resolveram morar na mesma casa.
Assim, a infelicidade e a ingratidão se darão muito bem juntas, mas em outro ambiente.
O único modelo ilegítimo e condenável de felicidade é o construído sobre a infelicidade dos demais. Todas as outras formas se constituem em um direito inalienável do indivíduo e devem ser defendidas até o fim, em nome das liberdades e ao preço de se abrir mão da dignidade enquanto ser humano.
Porque gotas de angústias, ódio do amor, infelicidade pela felicidade, você tem o maior presente a dádiva da vida do criador.
A felicidade do invejoso consiste na infelicidade alheia. Tenha cuidado em quem você confia. Nem todos que te rodeia se importa realmente com você
A felicidade do invejoso consiste na infelicidade alheia. Tenha cuidado em quem você confia. Nem todos que te rodeia se importa realmente com você
A maior felicidade dos infelizes é introduzir o máximo de infelicidade no seu mundo.
O porquê disso? Sabe-se lá!
Paradoxalmente, o primeiro passo para a felicidade é permitir a entrada da infelicidade. É quando temos permissão para sermos humanos, quando nos permitimos experimentar emoções dolorosas, como tristeza, raiva, ansiedade, decepção, inveja... É só quando sentimos essas emoções que nos abrimos para emoções prazerosas também. Rejeitar emoções dolorosas só vai intensificá-las.
Só há dois tipos de pessoas que não sentem emoções dolorosas: são os psicopatas e mortos. Se sentimos emoções dolorosas, esse é um bom sinal de que não somos psicopatas e estamos vivos.
