Poemas de Lamento
Quero ganhar um vintém, por cada verso que me inspira.
Pelos cantos que pensando em vc componho em lira.
Nesse vacuo que fica quando se vai, me deixa de companhia somente ais.
Mesmo assim ainda me alimento do que passou
Pois quem sabe regando um dia floresça e deixe de ser dor.
Seu olhar parece estar sempre na solidão, como os meus antes de ter ter no coração, Um dia posso ser seu príncipe sem cavalo, para que cavalo,? se vc me da força para mais de cem cruzadas.
Essa força que me deixa vivo quando se vai, pois de lembrança me alimento pois muito ainda ai...
Não queria que isso fosse uma despedida, principalmente pelo fato de nao querer ir embora, mas parece que de alguma forma o destino trabalhou para que isso fosse sempre inevitável
Só que dessa vez o que acontece é totalmente ao contrário de tantas idas e vindas, pois dessa vez eu que tenho que ir embora mesmo querendo ficar
Eu que sempre esperava mais, pelo visto vou ter que me contentar, reconhecer que nem toda história realmente tem um final feliz do jeito que nós sonhamos...
É a vida real, não um conto de fadas, mas tudo o que eu queria escrever nessas linhas era apenas o que eu sonhava....
Sonhar, sonhar, sonhar...
Pelo visto não vou sair disso, um sonho e quem dera jamais acordar dele pois so assim teria todos os meus desejos realizados.
Então....
Uma historia de amor que nao aconteceu.
Seja
Seja como o vento,
Que sem aviso,sem receio,
Chega e meu rosto acaricia.
Seja como a brisa,
Que sem aviso,sem receio,
Chega e meu calor ameniza.
Seja como sol,
Que sem aviso,sem receio,
Chega e meu corpo bronzeia.
Seja como a dor da perda,
Que sem aviso,sem receio,
Chega enquanto minhas lágrimas despencam.
Seja como o fim do meu dia,
Que sem aviso,sem receio,
Chega, rouba meu tempo,
Ri das minhas lagrimas,
E ceifa minha vida.
Só seja.
Não tente me moldar à sua maneira!
Eu já fui esculpida quando nasci e,
eu amo ser como sou!
Para mudar o que penso
tem que ter argumentos!
se não tiver, só lamento...
Mas,continuar assim!!!Eu vou!
Meu engano, seu ato...
Foste meu tango, meu fado
Eras meu moreno, meu pardo
Meu tigre, feroz leopardo
Meu amor, conserto e estrago
Que me conduzia desde o tablado
A um céu de magia desencontrado
Vem e me devolve o chão roubado
Para que eu siga meu destino fadado
Príncipe mascarado de mil encantos
Que me lançou à sorte dos lamentos
Dos risos ausentes, a chorar pelos cantos
Num um palácio forjado de sonho inventado
Como chegamos a esse final?
Tudo o que era pra ser alegria, se fez fatal
Porque em ti, vigorou o irracional animal
Que trocou o respeito por todo um mal
Foi no coração que tudo findou
Sua valentia, insana e demente
Marcou mais que minha pele e mente
Foi ela a algoz do amor que uniu a gente
Bem pessoal, ou "Pessoando"
(Nilo Ribeiro)
Um amor leve,
me fez apaixonar,
mas foi um amor breve,
a saudade me fez chorar
escrever em quadras,
de modo bem pessoando,
me faltam palavras,
mas continuo te amando
não faz sentido,
escrever assim,
um amor perdido,
e a saudade em mim
as quadras que poetizo,
são todas de amor,
nelas eu exorcizo,
toda minha dor
são quadras, não poesia,
não há sentido completo,
talvez se ela voltar um dia,
eu faça um grande verso
remendar,
é pior que refazer,
te amar,
é melhor que escrever
quadra não tem enredo,
nem faz parte da vida,
é apenas um enlevo,
para a mulher querida
não tem fechamento,
não tem final,
tem apenas o lamento,
de um poeta passional...
Mal acostumado…
(Nilo Ribeiro)
Você me deu vida,
mostrou um rumo,
foi a mais bela diva,
deixou mais lindo o mundo
me fez senhor,
com virtude me completou,
me deu amor,
me enfeitiçou
jamais irei te esquecer,
pois é impossível de fazer,
você foi todo meu prazer,
faz tão belo o meu viver
embora tenha ido embora,
desta premissa eu parto agora,
me deixou feliz pro dentro e por fora,
mas meu coração ainda chora
não é um choro arrependido,
mas de incompletude,
melhor eu poderia ter sido,
mas me faltou virtude
fiquei mal acostumado,
você me deu vida honrada,
eu não fui honrado,
decepcionei a amada
agora, é vida que segue,
sem tempo para lamento,
meu amor a você foi entregue,
é todo teu o meu sentimento…
11/05/2018
Lamentar
Alivia a alma, regenera o fluxo sanguineo e dá novo fôlego para enfrentar a barra,
Tem que desatar o nó que fica na garganta,
depois, então vá em frente para evitar que "fluxos de piedade" cheguem e entorpeçam o momento,
distorcendo a realidade e oferecendo falsas ilusões.
A vida oferece pontos de parada para chorar,
lamentar, meditar, e que servem como luz e orientação
para o horizonte desejado encontrar.
Tenha a lamentação como ponto de parada (igual a espera de condução),
depois tem que embarcar e superar,
momentos de dor, arrependimentos, decepções...
..tudo isso passa,
às vezes,
mesmo com a alma machucada e o coração dilacerado em dor
Há que se seguir em frente pois, a vida pede passagem,
há os que te aguardam para caminhar,
os que te aguardam chegar para abraçar e beijar.
Só tu tens o brilho e poder de superar e se superar....
à tudo e à todos!
...Sempre!!!
Depois da porta...
Dói a dor que não tem nome
Que vem, prende e consome
Dói não entender tantas vozes
Que só ou em coro falam ferozes
Línguas arcaicas que desconheço
Vindas sem pressa em seu começo
Dói os vultos que passam ao lado
Sombras que migram desfiguradas
Para dentro de meu lugar particular
Dói a fome ávida e desconhecida
Sofrida, gritante, jamais tida ou sentida
Dói rezar ao pé do altar e ver crucificado
O Santo de minha fé tão maltratado
Dói o desejo de partir no primeiro vagão
Pois se conta que a cura da sofrida emoção
Reside depois da porta da velha estação
Eles
Cega em meus sentimentos, lamentos e tormentos
Eles estão sempre atentos
Se desapareço
Surge os questionamentos
Mesmo em noites de ventos, ao relento procurando qualquer boteco
Eles não se negam
Me perguntei, por que falar só da nostalgia
Se meus melhores momentos são com eles
Sempre em alegria
Escrevo sobre amor não correspondido
Mas é sem eles que não vivo
Esse verso é para vocês
Que ao meu coração sempre dão abrigo
E hoje lhes responde
Não existo sem vocês
Meus amigos.
Dessa vez eu queria que desse certo... Sério!
Olhava pra ele e pensava,ah,tem que dar... Vai dar...
Eu cruzei os dedos...
Eu imaginei coisas bobas mas que faziam total sentido.
Ah,como eu queria que desse certo.
Que fosse você
Pq pra mim era você... Entende? Não,acho que não entende...
As pessoas nunca entendem ...
Juro,eu to lamentando...
Um lamento triste,melancólico...
Não é você... Não foi dessa vez...
Alguém um dia será...
Que esse dia chegue brevemente.
Já levaram muitas flores do meu jardim,
Utopias futuras recém semeadas,
Lamentos e dores , foi o que restou para mim.
Inspirados em fatos dessa alçada. mas
Ainda que levem todas as minhas flores
Nenhuma jamais substituirá você,
Aguardarei então anciosamente, seu retorno em um buquet
Se levante do sofá pegue sua mascara de ar,
Porque se for reivindicar COM BOMBAS VÃO TE ATACAR
Mas assim melhor dizendo, desde já eu só lamento
Quem te ataca na rua é nosso ´´VOTADO GOVERNO``
Eu sei que para você eu não era nada .
Mas talvez para um outro alguém eu seja tudo.
E talvez um dia você veja isso , eu só peço a Deus para que não seja tarde demais.
(lamentos)
Ai que saudade da vida de outros tempos
Tempos que se foram e não voltarão
Onde a melodia da canção me lembrava você
E não me faziam chorar, apenas sorrir
Saudade das lembranças e galanteios
Galenteios que vc fazia questão de dizer e expressar
Que me faziam acreditar que eu era especial
Única
Talves tudo não passe de ilusão
Um sonho, como uma bela canção
Que entra em seu ouvido, te enche de esperança
Mas qdo termina, se vai a alegria pois é triste nossa alma
Nas músicas já não encontro você
Meus sonhos se acabaram
As vezes nem sou capaz de amar
Fico aqui amarga
Ai que saudade da vida de outros tempos
Tempos de risos e saudades
Saudades de sentir sua falta
E hoje falta tudo em mim...
Se a lua nossa desce o canto no alpendre
eu sobre o som daquela noite triste
escorro em prantos - uma dor que existe -
a melodia que me sai do ventre.
Canto a certeza de só ter em mente
O que nos braços o desejo clama.
Há dor maior que essa, de quem ama,
que emudece o ato que se sente?
DOR DE POETA, DOR DE PALHAÇO
Eu amo ao ponto de me dar ao sim,
de me vestir de ais, de ser o nunca,
o todo, o meio, começo... enfim.
Eu amo ao tanto que não cabe em mim,
Sonho o instante que não chega; junca.
Meço o começo, mas o que tenho é fim.
SONETO COM CHARME
Moço, se no tempo, velho eu não fosse
Onde a dor da saudade a apoderar-me
As recordações a virarem um tal carme
E a lentidão em mim se tornarem posse
Ah! Aquelas vontades já me são adarme
O que outrora me era tão suave e doce
Num gosto acre o meu olhar tornou-se
O espelho, um revérbero, a desolar-me
O meu espírito a tudo acha tão precoce
Já o corpo, cansado, soa em um alarme
Na indagação a juventude que o endosse
Da utopia ao caos dum tão triste arme
Envelhecer, como se não fosse atroce
Então, vetusto, tenhas arrojo e charme!
© Luciano Spagnol
poeta do cerrado
2016, 18 de novembro
Cerrado goiano
A todos aqueles q tiveram o desprazer de me conhecer me desculpa...eu sinto muito.
Sim,desculpa se vcs tiveram que desperdiçar momentos das suas vidas ao meu lado.
Eu nunca ajudei ninguém, nunca pude ser algo realmente bom pra alguém eu simplesmente passei na vida e vcs e deixei pra trás um rastro de decepções e chateamentos especialmente uma pessoa a qual desperdiçou quatro anos de sua do meu lado veja tudo oq vc perdeu,tudo oq vc deveria ter alcançado,quem vc deveria ter se tornado, onde provavelmente vc estaria agora,o numero de coisa q vc perdeu do meu lado e incalculável.
Tudo que vc fez por causa de mim,as brigas,os riscos,a perdas,os traumas,os sacrifícios, as situações as quais vc se sujeitou por causa de min ...
Sinceramente me desculpa... Não sei como vc não me odeia,pq eu sim...
_isso me consome dia após dias...-
"...N..."
LIBERTINA (soneto)
Recordo, ao ler-te, as épocas sombrias
Ó escura poesia, de outrora, tão torta
À inspiração, lasciva, e da alegria morta
E em tuas trovas, as vis sensações frias...
Simetria e rimas, nas fantasias vadias
Enroupadas, pária de Suburra à porta
E a impudicícia em tuas linhas, absorta
Acabrunhando o decoro nas ousadias
Ó nuvioso e tristonho cântico em ruína
Na esquina pesada, tendo a fonte impura
Do lampejo, na qual se traje de Messalina
Tu, prosa descarada, sem amável ternura
Sem o amor, traindo a mão na sua rotina
Libertina, que ao poético só traz amargura
© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
14/03/2020, 04’59” - Cerrado goiano
Olavobilaquiando
Ninguém me entende,
Ninguém é capaz de me suprir,
Ninguém suporta minha interiedade,
A dor do Amor,
Em mim suplica,
Deteriora o meu ser,
Derreto-me,
Como cera quente,
Queimo,
Arranho,
Arranco,
Avermelho,
Intrínsecamente,
Derreto,
No vazio do ser.
