Poemas Sombrios

Cerca de 5571 poemas Sombrios

O tempo passa
Ainda vejo sua sombra na parede
Ainda escuto aquela música, da primeira noite que eu dormi na sua casa.
Ainda lembro do seu cheiro
Ainda sinto falta do seu cabelo
O tempo passa
E o amor
Não sei...
Como
Sobrevive ao tempo
Mesmo caminhando em uma via de mão unica
Ele segue em frente
Sem perceber que não tem volta
Movido pela esperança de
Amor
Volta!
É só mais um eco
De tudo o que a gente foi.

Sou deserto
Sou oceano
Sou noite
Sou manhã
Sombra incerta ❤
Sou silêncio de mim
Sou versos em poesia.

Quero o frio, e o calor de um corpo pra me aquecer. Quero sol, mas com a sombra de uma árvore para ler. Quero música para alegrar os ouvidos e acalmar a alma, que ressoa todas as boas vibrações do universo.

B.

Soneto de Encontro

'Estás comigo
Estamos cantando na sombra com a luz de aurora
Caminhando por palavras infinitas
Existem tantas coisas...
Aprendi a gostar de tudo que me encanta por natureza
Das linhas que compõem o quadro
Imagens que embarcam longe
Perto da ponte
Que é nossa
Dentro da casa preferida tu descansas na rede de tricô
E a cor desse amor é a cor de encontro. '

Nao permita que sua sombra seja maior que a luz..
Não deixe que os enganos sejam maiores que as certezas..
Nunca deixe de olhar para o que realmente faz diferença
em seu coração ,para dar lugar ao que te leva pra longe ..
Não permita que a inveja alheia faça você duvidar de quem
você é ...
Pessoas para te derrubar sempre existirão...
Cabe a você dar ouvidos a elas ou não...

Hoje me lembrei.

Hoje me conheci novamente,
Fui até o pico que trazia a sombra para o meu mundo
Descobri que não havia problema
Esta colina era minha, era meu o dilema.

Hoje me descobri como nunca
Mudei sem perceber tamanha decadência.
Nego, mas meus traumas me trouxeram seqüelas.

Escondi meu melhor sorriso, minha melhor roupa,
Escondi minha melhor piada, e minha bola favorita...
Onde estão eu não me lembro...
Mas hoje me lembrei que lagrimas são salgadas...

Luz, minha luz,
Onde está minha luz?
A sombra envolveu-a,
Em seu manto de trevas acolheu-a.
Sol, ó meu sol,
Para onde foi o meu sol?
A noite roubou-o,
No breu mais profundo guardou-o.
Vida, minha vida,
Para onde foi a minha vida?
Entre os meus dedos escorreu,
E como flor entre espinhos morreu

As crônicas do Mundo Emerso - O Talismã do poder

"Alma Perdida"

Sou alma perdida no meio da solidão.
Sou sombra que caminha no vale da morte,
O ser que arranca as suas próprias entranhas.
Minha alma tem espelhos partidos,
Absorvem toda a vida que possa existir em meu redor.
Sou espírito que canta marchas fúnebres.
Rasgo os céus com minhas lágrimas.
Ninguém ouve meus gritos.

VERMELHA TEUS SENTIMENTOS
[20.01.2019].

Encobre-te com a sombra da Terra!
E me deixa te observar em sua beleza,
Pois vens para trazer mudanças,
Quando for hora de tudo acontecer.

Ah, lua de sangue,
Vermelha teus sentimentos,
Abre as portas do meu peito,
Para que meu coração possa se inspirar.

Assim, encontrarei as razões,
Dos quais sou um poeta!
Liberta-me das paixões,
Dai-me um fragmento das canções.

Veja, os mistérios não se explicam,
Mas causam versos em sua manifestação,
Despertando-me, e vivo a vida,
Sendo um trecho contido num livro.

SOMBRA DOS VENTOS

Cansado de ser marinheiro nauseado
De remar à unha rumo a dezembros nublados
Pus-me ao solo encravado
Aqui ando e corro descalço

Meu superego, campo farto de hectares
Da primeira à última porteira
Posse tenho das poças em que tanto afogo
Eu quem afaga a cada seca desse cerrado
Eu quem afaga
Espelho de faca

Plantarei um pássaro
Para asas fazerem sombra em meu quintal
Sujo, eivado, de esgalho (ou da migalha)

O assoalho de meu quintal...
Solo, sujo, sol e chão
Farto de folhas de feridas que secaram
No outono que se foi.

Não como a sorte que nasce nos trevos
Nas vielas dos meus dedos...
A minha sorte - eu tenho outras -
Ainda é cedo
Pra mostrar

Quero (mais do que posso); vê lá se posso
Oh, esperança tão teimosa

Quero comprar uma rede
Pra me balançar
E voar em vento
Pra mo'da vida não parar

A minha sorte - eu tenho outras -
Ainda é cedo
Pra mostrar

⁠Eu caminho através do vale da sombra da morte
E não temo mal algum, pois sou cego para ver tudo isso
Minha mente e minha arma me consolam
Porque eu sei, matarei meus inimigos quando eles vierem

Certamente que a bondade e a misericórdia irão me acompanhar todos os dias da minha vida
E eu habitarei essa terra eternamente
Eu caminho juntos às águas calmas e elas restauram a minha alma
Mas eu não posso andar no caminho dos certos, pois sou errado

(Through The Valley)

naquela noite
despi-te o luar
que vestias no olhar
dei sombra ao sol
que escondias no regaço
pronto para amar

ah esta loucura
que me faz escrever-te
me faz estremecer
a caneta na palma da mão
perceber que nada é em vão

este amor
qual cavalo selvagem
galopando nos vales
que se quebram nas dunas
perto do mar

não te quero sempre..
quero que me tragas o amor
antes da hora que ameaça
a chegada do amanhã
que tudo não seja mais
que uma esperança vã..

Canção sem seu nome

EU VI VOCÊ ATRAVESSAR A RUA
MOLHANDO A SOMBRA NA ÁGUA
EU VI VOCÊ PARAR A LAGOA PARADA
VOCÊ ATRAVESSOU A RUA
NA DIREÇÃO OPOSTA
PISANDO NAS POÇAS, PISANDO NA LUA
E A POESIA REFLETIDA ALI ME DEU AS COSTAS
E PRA QUE PALAVRAS
SE EU NÃO SEI USÁ-LAS?
CADÊ PALAVRA QUE TRAGA VOCÊ
DAQUELA CALÇADA?
VOCÊ ATRAVESSOU A RUA
NA DIREÇÃO CONTRÁRIA
E A POESIA QUE MEU OLHO MOLHAVA ALI
QUEM SABE NÃO ME CAIBA
QUEM SABE SEJA SUA
ALI, ATRAVESSANDO A CHUVA
E TODA A LAGOA PARADA
VOCÊ NA DIREÇÃO ERRADA
E EU NA SUA

Esperança maldita.

Tudo em nada e nada em meio a tudo.
É assim que me sinto!
Ser sem sombra, sem rumo.
Ser de vida! Vida desgraçada, sem alento, nem lamento. Vida vivida, mal vivida, mas, vivida!

Olhar tosco, brilho vazio, sorriso sem luz, é assim que sou.
Sem esperanças, crenças ou coisa qualquer.

É assim que sou eu! Um ser sozinho...
Sem nada e sem ninguém.
Cheio de vazio. Vazio sem fim, sem luz, sem trevas... Apenas vazio!

Fúnebre. Assim é que é minha vida!
Esperança maldita, desgraçada, desgarrada, que teima apesar de tudo em ser feliz...

25/05/07

REENCONTRAR

Versos soltos pelo vento,
Vago no mar do tempo,
Sou sombra do que já fui,
Em caminhos que desencontro.

Essência evaporada, perdida,
Num caleidoscópio de sonhos,
Colorido que se esvai,
Preciso me reencontrar.

Pintar de novo as manhãs,
Com cores de esperança,
Coração que pulsa vida,
Em harmonia e dança.

Sigo nessa estrada incerta,
Procuro em mim o brilho,
Faço da jornada a meta,
Renascer é meu trilho.

E em cada passo, revivo,
Nas notas de uma canção,
Buscando o que é perdido,
Em eco e ressurreição.

Roberval Pedro Culpi

Às vezes, o amor parece uma dança entre luz e sombra. Na euforia dos primeiros momentos, os sorrisos são garantia de felicidade, mas com o tempo, as tempestades se tornam inevitáveis.


É nesse espaço impreciso que encontramos a tristeza, como um lembrete sutil de que cada relacionamento é um reflexo de quem somos.

⁠À "MEIA SOMBRA"

A luz é sombra também...
sombra que se ilumina
apesar do medo
apesar do desconhecido
apesar do medo de ser luz

⁠Doce menina
Minha menina doce e alegre,
onde vou vejo o teu sorriso
que a mim cerca.
Sinto a sombra do teu querer
que ao meu querer se junta,
ambos caminham juntos
Doce criatura que habita o
o meu coração com tanta habilidade.
Sai logo de dentro dele, se faz
presente , em vez de sonho.
Se uma linda realidade.
Roldão Aires
Membro Honorário da Academia Cabista de Letras Artes e Ciências.
Membro Honorário da Academia de Letras do Brasil
Membro da U.B.E
Acadêmico Acilbras - Roldão Aires
Cadeira 681 -
Patrono- Armando Caaraüra- Presidente

⁠Corra,corra e não deixe de correr.
Essa sombra a perseguiste.
Terá de perecer.
Sobre a luz do amanhecer.

A minha solidão é autoinfligida

A ⁠minha solidão, como uma sombra persistente,
Infligida por escolhas e silêncios,
É um vazio que se estende,
Um abismo onde os pensamentos dançam.

Nas noites solitárias, alta e imponente,
Ela se ergue como uma torre de pedra,
Cercada por memórias e arrependimentos,
Um labirinto de emoções sem saída.

Solidão, companheira silenciosa,
Teço versos com fios de melancolia,
Escrevo cartas para o vento,
Na esperança de que alguém as leia.

Mas a solidão é minha fiel confidente,
Ela conhece meus segredos mais profundos,
As cicatrizes que escondo sob a pele,
E os sonhos que se perderam no tempo.

Alto na madrugada, olho para as estrelas,
Buscando respostas no céu escuro,
Mas a solidão sussurra: “A resposta está dentro de ti”,
E eu me perco nas sombras do meu próprio ser.

Talvez um dia a solidão se transforme
Em algo mais suave, menos cortante,
Até lá, continuo a escrever,
Na esperança de que minhas palavras alcancem alguém lá fora.