Poemas sobre Ruas
Além de suas ruas escuras, becos, pessoas vazias e perdidas. Eu rejeito o mundo, eu simplesmente rejeito o mundo. Para viver solitário, para conhecer pessoas vivas de fato, pessoas tão loucas que são capazes de enxergar vidas em cada estrela dessa cintilando, brilhando nessa imensidão de céu escuro, numa noite de luar de frente por mar.
Não diga-se que és a última pessoa com mais problemas nessa vida, esperimenta sair pélas ruas e acredito vais deparar com outras pessoas com mais incógnitas de problemas e dirás mil vezes eu! Não te oprimas vai à luta com toda fé e o segredo nunca desistir.
'' enquanto a luz do sol iluminar as ruas eu terei o folego para continuar e quando o sol se por, a lua tomara o teu lugar e juntamente com as estrelas irá iluminar o meu caminho ate você.''
" A inocência, caminhou pelas ruas da cidade alegre, feliz e contente. Os maldizentes somente viram a maldade proveniente deles próprios."
Quando você encontra alguém,perdido na ruas, se você sabe qual o caminho correto a ser tomado, o que se espera é que você o ensine.Pessoas que conhecem o caminho da iluminação divida,estão por toda parte, vá indaga-las, acredite o quanto antes melhor.
"Proponho um acordo, que os antagônicos se unam, tomem as ruas contra os corruptos, mas todos eles, sem paixão por esse ou aquele."
Nas ruas: panelaço. Na mídia: desacasos. E é assim que a sociedade se entretém. O cifrão é quem domina. E gerencia calibrado de estamina. Panela?! Pra quê bater se no fim só amassa. Enquanto a massa nem a manga arregaça, e a notícia passa com o seu foco aquém, o tempo abraça, tampa os olhos e deixa tudo a desdém.
E hoje o príncipe transita pelas ruas dessa cidade.
O seu velho chinelo, seu caderninho de poesias e um Facebook, pra sanar a vontade de gritar pro mundo inteiro.
Aos assobios que ouço ao caminhar pelas ruas, aos dias em que deixo de usar certas roupas, aos momentos de medo que vivi, mando-lhes um súplica de compaixão.
Quando as luzes foram se acendendo, uma a uma, coloquei minha alma para caminhar. Vagueou por ruas, sobrevoou casas. Mas encontrou mesmo abrigo, foi na melodia inspiradora daquele violinista emitindo suas notas de cima do telhado, sob a luz do luar. (Violinista do Telhado - Victor Bhering Drummond
Era para ti que o meu dia clareava mais cedo e as ruas acordavam para escutar o abrir das portas, o caminhar lento das horas sob o cheiro quente do café coado. Era para ti que as calçadas se alargavam para o movimento da manhã; que nascia o sol e as árvores faziam sombra. A vida vista da janela tinha a moldura que eu quisesse, porque os olhos eram meus e o que eu via te dava, porque a ti deveriam pertencer todas as coisas serenas que atravessavam o meu caminho. E foste aos poucos vendo a nuvem que fugia pra desencantar a lua, as horas correndo apressadas sobre os paralelepípedos e as estrelas unindo nossos olhares no firmamento. E foste entendendo que, no ir-e-vir de todas as coisas, já não apenas sou; já não apenas és: SOMOS.
sinto falta de andar em ruas largas, aonde eu podia sorrir a troco de nada. sinto falta também de filmes de madrugada, bebendo vinho e disfarçando meu medo em risadas. sinto falta da escuridão que eu enfrentava, em passos suaves e em calçadas molhadas. sinto falta de mim, e do meu bom e velho jeans.
Ando pelas ruas, cheias de gente por todos os lados. Todos rindo e se divertindo. E eu tão só. Acho que nem na Lua minha solidão seria maior.
Estávamos andando pelas ruas da cidade de Rio do Sul, olhando vitrines, apreciando as pessoas estranhas, a vendedora ambulante, da qual ele me comprou uma pulseirinha. Vagando pelos meus pensamentos, eu me dei conta de que deveria aproveitar muito aquelas tardes. Pois só eu sei o quanto sentirei falta disso um dia.
A noite cai, a estrela azul, vai subir, as ruas se enchem de jasmins que caem das casas brancas, e minha cidade tem uma voz ... que chama o teu nome... a lua, é cúmplice e suave, no céu, onde nadam anjos negros que se camuflam no azul marinho da noite...
Que vão, dançar até de manhã, na ausência dos neuróticos, que não podem ver a beleza do amor!
Eu estava sentada no último andar do prédio, olhando diretamente para as ruas, via os movimentos das pessoas, desesperadas, o trânsito, um enorme som desarmônico de buzina, repetidamente várias vezes, não parava nem por um segundo, pareciam que tinham se esquecido de tirar o braço do volante. Perguntava-me por que aquelas pessoas, independentemente se estavam andando em plena rua ou sentadas num carro, será que elas se questionam o quê vieram fazer nesse mundo? Cada uma daquelas pessoas deveriam saber que são únicas, mesmo não achando, tudo que eles fazem, talvez para uns sem importância alguma, é necessário fazer, aquele alguém foi designado pra exercer aquela função e ninguém pode tirar isso, é a missão desse ser, que embora não faça as coisas que você faz, não deixa de ser capaz de fazer, ele se diferencia. É nesse ponto que queria chegar enquanto pensava nesse assunto lá em cima, algum dia se quer você já se perguntou no que te faz ser diferente, o que te destaca? Pode ser seu cabelo, seu jeito pessoal, modo de tratar o próximo. Nunca desista por achar que você não vai ser notado, é importante tentar. As portas nem sempre estão abertas, mas com a chave certa você consegue.
