Poemas sobre Ruas

Cerca de 1691 poemas sobre Ruas

⁠Há entre as pedras um murmúrio de queixume...
E nada mais se ouve ao longo das ruas...
Ocultos, na agonia das casas, velhas saudades de olhos que fitam o nada...

Apressa-te, amor, que amanhã eu morro...

Destila-se de lágrimas as preces e a profecia...
Do que outrora havia...
Do futuro que se avizinha...
Tremem mãos...
Escondidas nas cortinas...

No abismo do pretérito foram-se os dias...
Caminhantes se vão da terra...
Perdidos na própria sombra...
Levando consigo seus sonhos e histórias...
Deixando para trás...
Apenas algumas lembranças partidas...

Não demores tão longe...
Não se esconda em lugar tão secreto...

Anos após anos...
Seguimos aprendendo mais com os desenganos...
Meu ser traçado pelo som do vento…

Apressa-te, amor, que amanhã eu morro...
Amanhã morro e não te vejo...
Amanhã morro e não te escuto...
Não demores tão longe...
Não se esconda em lugar tão secreto...

Todos passam...
As pedras não...

Queixando-se dias após dias...
Por serem ignoradas...
Dos que ainda ficam de vozes amargas...
Urdindo a grande teia... Sobre nós a vida...
Não demores tão longe amor...
Que amanhã eu morro...

Sandro Paschoal Nogueira

⁠⁠"O Vazio Silencioso"

Na cidade onde os prédios parecem tocar o céu e as ruas ecoam de passos solitários, há uma história que se desenrola em meio ao desamor. Não é uma narrativa de lágrimas derramadas em noites solitárias, mas sim um relato silencioso de corações que se afastaram sem alarde. Em um café aconchegante, onde o aroma do café recém-coado mistura-se com a melodia suave de um piano ao fundo, duas almas perdidas encontraram-se, não por acaso, mas por um capricho do destino. Ele, com seu sorriso contido e olhos que guardavam segredos não ditos, e ela, com sua aura de mistério e uma tristeza velada nos cantos dos lábios. O encontro foi casual, como muitos outros na cidade movimentada, mas algo na maneira como trocaram olhares fugazes indicava que ali havia algo mais profundo. Conversas se iniciaram, histórias foram compartilhadas, mas entre as palavras havia um abismo, um vazio que nenhum deles ousava preencher. Eles dançaram ao redor do desamor, mantendo uma distância segura, como se temessem o que aconteceria se permitissem que seus corações se aproximassem demais. A cada encontro, o silêncio entre eles crescia, preenchendo o espaço com uma melancolia sutil. Até que um dia, sem aviso prévio, eles se despediram com um abraço frio e palavras vazias. Não houve lágrimas, não houve gritos, apenas um entendimento mútuo de que o desamor já havia se instalado entre eles, como uma sombra persistente. E assim, eles seguiram caminhos separados, perdidos em suas próprias névoas de desilusão. No café aconchegante, o piano continuou a tocar suas melodias, enquanto as cadeiras vazias testemunhavam o desfecho silencioso de uma história de desamor, onde o vazio era a única certeza.

Inserida por TiagoJSilva

⁠realidade turva, crua e nua essa sua
que dores são essas menina das ruas
deixe seus pensamentos a deriva
deixe essas dores na deriva
ou as esqueça na esquina
aprenda a viver os momentos
que todos esses teus sentimentos sejam de felicidade, não sofrimento

Inserida por mikakk

Chegando primeiro de abril ( eleição ).

Vamos ver e esperar ruas movimentadas, não esqueça que acaba somente em outubro,
Cuide para não ser enganado por 4 anos.

Então com sabedoria vamos analisar desde já quem está e quem poderá entrar.

Inserida por Cristiane_Pereirah

⁠Sereno

Céu nublado, lá em cima. Novos caminhos, nova vida, sob as ruas de NASCAR, um bar, míope, luz apagada, cabeça vazia, dor demais para lembrar de tomar os remédios. Em necessidade. Necessário, um bilionário acelerando o tempo na prisão, porque usava partes do corpo para se curar. Olha como é a realidade: um pedaço d sociedade. Quando você se faz o mal, recebe prêmios, orgulho e muitas almas perdidas atrás de você. Aqueles homens estão cansados? Dê-lhes um descanso, não é fácil viver. Respire. As abelhas vivem pouco, mas é um acordo justo; a beleza não dura mais do que um curto tempo. Isso é o que temos. Chovendo lá fora, aqueles homens trabalham sem parar, sem sede, pelo menos não desejam isso. Você vai ser grande, que mentira é essa quando você acha que está dizendo a verdade? Qual é a sua maldição? Julgue e esteja pronto, as cores são cinzas, perca o dia azul. O tempo passa.

Inserida por Andr3luis

⁠Terceira pessoa

A noite escura recai
As estrelas iluminam as praças
E a boemia perfuma as ruas
Todos largados e abandonados
Mas não destoante da história
Escondida no declínio da saudade
vejo uma luz
Entre as garrafas de vinho que comigo compadecem
Vejo pessoas indo e vindo
Entradas e saídas
De grandes amores que nunca conhecerei
Conjuro versos feridos por ausência de amor
Com razão, prazer e saber
Procrastino
Reflito
Deixo o tempo passar
Vasculho lembranças do passado
Por tênue
Por iluminada
Por filosofia que sou
Entre amores e ressacas
Reergui-me
Nada sei
Nada perdi
Onde vou
Ou como sou
A noite é relativa nesses confins
Lá fora
Choram corações
Sofrem e mendigam amor
Eu não estou mais lá
Longínqua eu os observo
Apenas os observo.

Inserida por anailmasilva

⁠⁠⁠Sardinhas na brasa


Em Portugal se tem a tradição de comer sardinhas assadas, nas ruas, durante as festas populares, dos Santos.Em todo o território isso é um espetáculo. São lindas essas festas e deliciosas, essas sardinhas.


Agora mudando de assunto.


"Puxando a sardinha para a minha brasa"...

Expressão em que muitos querem se beneficiar a custa dos outros...


_Atitude feia, né...


Não entendo essa vaidade e esse orgulho em querer se dar bem, prejudicando os outros?...

E querendo diminuir as outras pessoas, para querer que achem "que elas" ou "eles" São fantásticos, bonzinhos e que sabem fazer tudo corretamente...

Tenho pena dessas pessoas que agem assim. Ainda não encontraram e descobriram o poder que tem em suas Essências, para não depender das avaliações dos outros para se acharem importantes...
Se elas soubessem a força universal que trazem dentro de sí, não ficariam mendigando por um aplauso e uma palavra de consolo...
Mal sabem eles ou elas, que aqueles para quem querem chamar a atenção, muitas vezes reconhecem essa fraqueza nelas, e querendo mais lenha na fogueira, aplaudem esse tipo de comportamento só para terem os seus interesses, ocultos, atingidos...

Vida que segue...

Farinha pouca, meu pirão primeiro...

Esquecem que o mundo gira e um dia a Água vai faltar para fazer o próprio pirão...
Vamos aprender a compartilhar, dividir e ajudar os irmãos e amigos. Mesmo que eles estejam saindo da rota. Assim, com a consciência tranquila, vamos seguindo em paz na vida, na alma e no coração.

Tem se ter muita paz no coração!...

Inserida por PeregrinoCorrea

⁠Porque escrevo tanto...

Muitos me perguntam
As vezes respondo:
Que andando pelas ruas
Tropeço em uma pedra
Vontade de palavrão
Mas a pedra me olha feliz
Contemplativa
E me diz:
_ Gratidão por ter me tocado...
Estava sozinha, solitária,
Solidão
Ninguém me via, ouvia
Decepção
Vivo estagnada, paralisada
Mutilação
Não consigo andar
Só sinto o ar, poeiras echuvas
Por isso, sou grata
Por sentir a sua vida
Sua pele, seu cheiro
A beleza do teu ser!...
Agradeço e continuo a caminhar
Emoções tocam-me
Pó da terra a me envolver
Matéria, condensação...
Mostram_me o ciclo da vida
Evolução
A inspiração explode
Big bang no ar
Meu acelerador de partículas
Explode sem cessar
Imaginações etéricas
Universos paralelos
Entro em ebulição
Começo a escrever
Chuvas magnéticas
Contaminam meu ser
Por isso tantas partículas
Do meu infinito mundo
Começam a aparecer
Super novas
Cosmogênese
Contagiação
E tudo surge para você
E assim vou renovando
A minha e a nossa
Atmosfera do coraçã
Paz e evolução

Inserida por PeregrinoCorrea

⁠revolução
ação
causa reação
revolucionar
mudar
gritos ecoam pelas ruas da cidade
buscando liberdade.

Inserida por warleiantunes

⁠Não existe mais amor nas ruas da cidade.

O asfalto é cinza e sem vida
As ruas são frias e solitárias
É todos os prédios espelhados que nos julgam, demonstram nossa maior fraqueza.

A vida parece não existir na metrópole
Ela fugiu ou foi roubada?

A cidade é o espelho do egocentrismo, de pessoas que carregam apenas seus corpos, pelas entranhas sem fim.

Se estou perdido, vivo na morada eterna de minhas piores memórias.
A metrópole suja a minha vida e rouba o meu amor.

A minha dívida vai ser paga, pois devo meu tempo, minha morte e minha alma a alguns Deuses.

Inserida por viniciusagapitor

⁠Escritora da janela

Da minha janela,
o que eu vejo?
Outras janelas ...
Poemas, ruas e vilarejos.

Viajo a olhar na direção das colinas.
Enxergo trens, flores, cores e ruínas.

Pássaros voando em bando e,
no céu a beleza da lua.
Vejo crianças cantando,
numa ciranda no meio da rua.

O tempo que passa, apressado,
no tic tac das horas,
um verso no papel, rabiscado.

O que vês,
escritora da janela?
Indaga-se, Francine, curiosa.
Vejo o que ninguém vê ...
Subjetivamente, misteriosa.

Lise Oliveira

Inserida por Liseoliveira28

Eu não quero ser mal criado,
Como estes que vagam pelas ruas como carros.
Muito menos ser narcisista
Pra sair pedindo esmola nas esquinas.
Não posso ter e sentir amor
Porque em cada vida estou
E acabou.

Me acho tão lindo
E feio ao mesmo tempo.
Não sei o que digo,
Mas espero que passe com o tempo.
Tudo isso é bobeira,
Uma grande baboseira
Que se perdeu, antes mesmo de se encontrar
E se amar, sem fim, sem dor, sem luz, sem amor.

A minha poesia é isso:
Envelhece e morre feito vinho.
Acaba e ressuscita,
Mas, por favor, não insista!
Nesta vida, pago tudo à vista,
Pois não sei o dia
Que a conta irá chegar.
E o medo é bem maior
Que o tempo, e o dó.

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Inserida por WalyssonLima

⁠ERA NOITE

De horas frias
No chão molhado
Silencioso momento
De ruas vazias.

Alagando a calçada
Embrenhado a escuridão
Luzes piscando
Em plena madrugada.

O vento em calmaria
Enquanto a chuva
Lava as nuvens
Borda com alegria.

E vem um novo dia
Raios de Sol
Brinca no solo
Vira poesia.

Autoria Irá Rodrigues.

Inserida por Irarodrigues

⁠Atrás do seu sorriso escondo a minha dor , nas ruas escuras eu vejo o seu rosto , fechando os meu olhos na minha mente só vem o seu sorriso. Só de pensar em te perder o meu coração se parti em mil pedaços, mas se me dissesses que nunca vou te perder eu usaria os mil pedaços só para escrever no céu o quão eu te amo, fica comigo meu amor!
De Alberto para meu amor Nélia

Inserida por AlbertoTamela

⁠O que eu vejo

Eu vejo o sol nascer entre fios e postes,
iluminando ruas de asfalto rachado.
O som do ônibus ecoa, rouco e cansado,
carregando sonhos, corpos, desgostos.

No metrô, corpos se apertam, suor e silêncio,
olhares perdidos, vidas que se cruzam.
Ambulantes oferecem o que podem,
um doce, um adesivo, um lenço.

Nas esquinas, mãos estendidas,
histórias que o vento leva, mas não apaga.
"Me ajuda, por favor?" — a voz é fraca,
mas ecoa fundo, onde a dor reside.

Eu vejo a luta diária, o vai e vem,
gente que não para, gente que não tem.
Cada rosto um mundo, cada passo uma história,
na periferia, a vida é dura, mas também é glória.

Eu vejo a resistência, a força que não cai,
nos olhos de quem segue, mesmo sem paz.
Subúrbio é isso: dor, luta e beleza,
um poema vivo, vivendo na incerteza.

Inserida por RALF2017

MENINA DO BLOG.

⁠Eu tô saindo com uma menina comportada, que trabalhar em um blog. Mas nas ruas as pessoas tá chamando de garota do job.

Ver se pode, não sei se deixo desse jeito, já não sei o que faço para me defender. Tô com medo da mulher descobrir, que não se trata da prima Gabi.

Não sei qual é a boa da vez, não sei o que antes de ficar comigo ela fez, mas não vou pagar promessas dessa vez vou ficar calado deixar os problemas de lado.

É que sou pobre por isso que escolhi a menina do blog, aquela que as pessoas chamam mulher do job.

Se me ver passando aí tentar não descobrir quem sou, não tentar descobrir quem ela é. Nada menina do job. Porque lá do blog nas horas que ela foge, será que foi da acesso no job.

E quando procuro ela no job ela volta acessar o blog. Para os outros jovens como pode eu tá saindo com a mulher do blog.

Isso tá confundindo, minha mente, sera que ela mente.

Inserida por Eraldosilva123

Cair para frente

Eu ando, mas não sei para onde,
meus passos são ecos em ruas vazias.
O que antes fazia sentido, se perde,
o que antes era luz, agora é névoa.

Busco algo que nunca encontro,
um norte que me escapa das mãos.
Se existe um caminho, não o vejo,
só sinto o peso de continuar.

E quando tropeço, não há quem segure,
o chão me espera de braços abertos.
Mas mesmo assim, caio pra frente—
como se o destino zombasse de mim,
me empurrando sem me deixar parar.

Inserida por arthururso

⁠O sapo agora dorme, cansado de tantos saltos em vão. Circulou pelas ruas estreitas, visitou todos os lugares do mundo e brilhou nas cores escuras das festas juninas. Mas há um mundo que sangra e há sempre alguém a vender por litros.

Mas não se preocupe.
Nós estamos aqui prontos, para culpar as estrelas, as marés, o velho governo e até as galinhas.

Inserida por Bissueque

⁠O legado invisível da educação


A verdadeira revolução não acontece nas ruas, mas dentro das mentes que se recusam a aceitar a mediocridade.Quem tem acesso à educação tem nas mãos a única arma que jamais poderá ser arrancada: o pensamento crítico.E não há nada mais perigoso para os que lucram com a desinformação do que um povo que sabe pensar.

Inserida por darcicley

⁠Gritando
Poemas
Pelas ruas da cidade.
Clamando
Por liberdade
Por paz
Por igualdade...

Inserida por warleiantunes