Poemas sobre Ruas
Que nem alma penada vagando pelas ruas,
escrevendo notas sobre coisas que ninguém escuta.
Morrendo a cada trago ou gole,
andando sozinho para que não me roubem a sorte,
de sozinho estar.
A cada palavra escrita é um demônio que se aquieta,
buracos e pedras, não tenho com quem reclamar,
me deixe sozinho ou me traga um taça de vinho e poderemos conversar.
Dedos sujos, vocabulário imundo,
vista grossa ao mundo, me deixe por cá,
não me juntarei ao grupo,
o dragão no escuro, só sai para se alimentar.
O vento leva, o vento traz,
segundos somam dias,
e ela me dizia,
que eu deveria me cuidar.
O que pensar?
Amigos desaparecem,
o copo esvaziou,
sozinho aqui estou e
sozinho irei ficar.
Por fora bela viola...
As reclamações a respeito dos buracos nas ruas, do lixo espalhado e mal recolhido que entope os bueiros e impede a vazão das águas pluviais, dos mendigos urinado e defecando em cada canto das calçadas têm sido algumas das muitas reclamações dos moradores do Guarujá e dos visitantes que fazem coro no desagrado com a política de baixo nível que deveria administrar a cidade mas só pensa em administrar as próprias vantagens.
Há alguns bastiões das sociedades de outras cidades, como as sociedades de servir, clubes e associações de comerciantes, que por aqui são ou foram dirigidas por incompetentes e conhecidos puxa sacos que governo após governo dão apoio a prefeitos que fazem da cidade quintal da própria casa.
Nanicas, algumas associações trocam seus presidentes e diretores que se contentam e ser fotografados e aparecer nas muitas “colunas sociais” da cidade. Algumas parecem, pela qualidade das fotos e pela feiura dos homenageados, verdadeiros terreiros onde se oferece o sacrifício de animais.
Salvo honrosas exceções, que não nomearei para não incorrer em erro, clubes e associações de servir fazem cortesia com chapéu alheio e fazem festas e churrascos onde o presidente é anfitrião e os comensais são conhecidos aproveitadores da pseudo benemerência.
Há clubes que nem por fora são “bela viola”. Quem olha a fachada mal cuidada com faixas velhas e sujas, ao arrepio da lei, pode imaginar que por dentro não vai encontrar nada melhor.
Há um clube na cidade que fez da área de embarque e desembarque dos passageiros de veículos que são deixadas à sua porta, estacionamento para motos e bicicletas.
O resultado é a parada em fila dupla que é ilegal,prejudica o trânsito, tira a segurança desse desembarque, arrisca a integridade física e subverte a finalidade do espaço.
Por fora, nem bela viola, lá dentro, churrasco semanal para a panela bolorenta.
Ah noites (...) noites mal dormidas,
vidas sem serem vividas!
ruas desertas!
aguas sem vidas, sem cores
luzes apagadas de meu quarto
ruins pensamentos, e desejos incompletos
é simplesmente assim quando me pego
imaginando a minha vida ao seu lado
e quando acordo dessa realidade
e me vejo sozinho
mas o meu dia chegará
e será o mesmo que o ceu estiver
branco e o sol brilhar fortemente
com a chuva vc chegará
e até a neve passar você não partirá!
pois ao teu lado desejarei estar
até a morte vir a minha procura...
Noites.
O corpo estendido e no fundo uma canção
Algo que acompanha voce e eu
Nada de normal pelas ruas encontrei
Foi diferente, mas o normal morreu
Encanto, sofre por desencanto
E o sol, que nada tem a ver
só veio prejudicar....
Por várias vezes descobri a morte,
umas nas ruas sob o som dos bares,
em meio à alegria e luz dos peões
outras,dentro de mim, em forma de dor.
NOVAMENTE o congresso me surpreende. A sociedade necessitando, clamando nas ruas pelas questões basilares: SAÚDE, EDUCAÇÃO, SEGURANÇA; reformulações pontuais, mudança no código penal; e etc. E o parlamento discutindo FINANCIAMENTO DE CAMPANHA.
Se for PÚBLICO: Vai tirar da onde?
Se for PRIVADO: Vai pagar com o quê?
Se for PÚBLICO E PRIVADO: Vai tirar quanto e vai pagar quando?
Sendo assim, quem irá fiscalizar e como será feita esta fiscalização (impossível)?
Estão querendo copiar o modelo Alemão, Americano, inglês, ... Sabemos que a aqui não funciona.
Mais uma vez, de novo, os nossos representantes legislam interesses próprios e, ou de grupos fechados.
O que leva o povo a reagir e ir às ruas.
O povo brasileiro é, de certa forma, muito passivo, aceita os fatos, assiste de camarote aos acontecimentos, ao acúmulo de escândalos de forma inerte e sem cobrar muitas explicações. Nossa gente não gosta muito de se envolver em movimentos e manifestações, somos, por natureza, pacíficos e passivos.
Sabendo que o povo brasileiro é assim por natureza, ficamos, a maioria, surpresos com as manifestações do último mês, o povo, de norte a sul, tomou conta das ruas, cada um ou cada grupo com uma reinvindicação diferente, todos tinham seus gritos de guerra, tentavam, a partir das ruas, mostrar suas, nossas, insatisfações, o motivador principal de tudo isso foi o aumento do preço das passagens de ónibus urbano nas maiores cidades brasileiras, mas sabemos que não foi apenas esse fato que levou toda essa multidão para a rua.
Há anos estamos esperando por uma resposta positiva de nossos governantes, queremos, precisamos, é urgente e necessário que sejam feitos investimentos em infraestrutura urbana, em saúde pública, Educação, saneamento, segurança, meio ambiente e outros mais. Queremos ver reformas saírem do papel, aguardamos há muito tempo pela reforma política, pela reforma tributária. Há muito esperamos por uma economia mais consistente e, ao contrário, estamos vendo a volta da inflação, aumento dos índices de desemprego, crescimento lento e sem consistência.
Não tem vandalismo, não há nenhuma bagunça acontecendo, é simples, o que está levando o povo a reagir e ir às ruas são todas as insatisfações e decepções juntas, “queremos que tudo mude para melhor”, esse é o grito geral, cada cidadão está, nas manifestações, gritando por um motivo, carregando uma bandeira, mas é o conjunto da obra que está nos levando a exercer de forma mais efetiva o nosso direito/dever de ser cidadão.
É isso!
Vamos continuar gritando pelos nossos direitos.
Aldeia deserta,sozinha,perdida.
no tempo,casas vazias,sem som,
sem risos,sem passos,ruas sem alma,
perdidas,sem vida,com desencontros,
encontros que esquecem sentimentos,
perdidos no escuro da noite,
vou ver a minha Mãe e o meu Pai,
com os brancos dos seus cabelos,
do tempo da vida os seus dedos gastos,
de tanta ternura e tanta solidão.!
Quem está indo às ruas
abrindo a boca e protestando
quer ver a classe política calada
e trabalhando.
Para quem passa a vida jogando lixo nas ruas, caminhando dentro de carros ou de transporte coletivos, não podem reclamar quando sofrem efeitos das inundações!
Estão recebendo de volta da natureza a mesma medida que fizeram uma vida inteira.
Nossas ruas não são LIXÕES A CÉUS ABERTOS!
É a continuidade das nossas casas.
O planeta inteiro é o nosso lar!
Temos que respeitar a vida em todos os sentidos!
Não reclame de alguma inundação, quando você não cumpre com seu papel de um limpo cidadão!
Jogar lixo nas ruas é acima de tudo, uma ENORME falta de EDUCAÇÃO!
QUESTÃO DE CIDADANIA!
ACORDA CIDADÃO!
Estou andando pelas ruas vazias da cidade
e meu coração parece não entender
todas as noites é assim
um sofrimento que não tem fim
"Hoje andando pelas ruas me peguei pensando:
O que ainda me chama a atenção nesses lugares, nessas paisagens que eu conheço bem? As pessoas, os carros, as janelas das casas, as risadas, as formas das nuvens, os desenhos nas rachaduras das calçadas...
E dentro da minha alma? O que ainda me assombra, me dá calafrios e me tira o fôlego?
Resolvi seguir o conselho de um amigo:
Apenas respire..."
- Um Mundo Melhor
Andando nas ruas de qualquer cidade, vemos inúmeras coisas que muita das vezes, passamos despercebidos, ou fingimos que foi despercebido. Passamos por milhares de pessoas que não conhecemos, e cada uma delas, carrega com sí algum tipo de problema, e não damos nenhuma demonstração de carinho para nosso proximo,para mostrar que, para existir um mundo melhor, só depende de nos mesmo, seja demonstrar com apenas um abraço, ou ate mesmo, um simples bom dia.
O nosso dia a dia é tão corrido que, não observamos o que se passa ao nosso redor, não nos deparamos com um imenso desamor que ocorre nesse mundo, e quando muitas pessoas observam esse dasamor, pensam em se mudar, pensa que todas as pessoas a invejam, mas não penssam que para tornar um mundo melhor, temos que começar deonde moramos.
Vago pelas ruas em minha solitária ronda e vejo os semblantes tristes das pessoas, qual dor as aflinge? Será o amor perdido ou talvez perdas materiais,não sei porém a minha sina conheço, andar por aí sem nunca encontrar, minha luz,meu refúgio,meu lugar,
alguém que traga uma razão para existir...
Minha alma busca incessantemente um amor,uma saída
pois possuo a solidão como companheira de meu aflito coração.....
O Outro Bicho
Sem destino certo, caminhava pelas ruas como um cão farejando alimento. Eu estava faminto.
Se batia à porta das pessoas, a hostilidade das donas e seus maridos causava-me medo. Minha presença provocava-lhes repugnância.
Sequer podia transitar nas calçadas frente a restaurantes sem ser vigiado ou humilhado por seguranças. Mendigos prejudicam a reputação do comércio, diziam.
Minha esperança era revirar o lixo nas lixeiras de restaurantes e, quando encontrava algo comestível, lançava-o goela abaixo sem me importar com o cheiro e o gosto desagradável.
Aquela manhã tornei-me objeto de curiosidade de um garoto, provavelmente em seus seis anos de idade. Enquanto investigava o lixo de um restaurante ao lado da escola, pelo pátio, um menino olhava-me fixamente. Estava atônito pelo espanto de perceber um homem sujo e tão magro se misturando ao lixo e dele comendo voraz.
O garoto não dizia palavra alguma. Apenas encarava-me com seus olhos insistentes que, por um momento pareceu-me gritar: “não coma isso. É lixo!” Senti-me envergonhado.
O sinal da escola tocou anunciando o término do recreio.
Lacrimaram meus olhos em ver aquele menino, meu Deus, livre de qualquer preconceito, na inocência de sua vida, com as mãozinhas trêmulas me oferecer da sua lancheira para comer.
Linhas,Estradas,Ruas Destinos em comum que Entram por
acasos na nossas vidas amores amizades Que não tem nossão
e nem coerencia mas se não falar amor por se amar minha fonte
a morena mas linda que já vi com os olhares mas profuntos mas
intenções Mas puras a voz mas linda e doce que pode me acalmar
e bela mas Sincera que eu já vi a pela mas sedosa que já toquei
E os cheiros dos mas cheirosos jardins perdidos da Babilonia
Os sentimentos mas lindos estão escritos no teu olhar.
A pureza em suas mãos.
deicha ja inventeei
Os sentimentos mas lindos estão escritos no teu olhar.
A pureza em suas mãos.
A lindesa em teu corpo.
Morena da cor de janbo ,
Você me facina.
Me deucha completo eternamente
Hoje , amanhã e sempre
Amor
palavra falada
nas praças
plenário,
escola,
ruas,
vielas,
favelas
Amor
palavra doce
mas também
amargo quando
se rompe uma perda
no relacionamento
na vida e na morte.
Amor afinal
é amamos sem
pensar no amanhã,
a quem ou que, apenas.
Amemos.... infinito.
O silêncio das lágrimas e o abandono em meio a chuva de ventos pelas ruas escuras a procura do sol que se esconde na noite.
E o amor vai morrendo silenciosamente em meu coração
meus pés tocarão o chão de ruas dobradas em esquinas, iluminada pelo sol adormecido nas água do mar, iluminado pela luz da noite e pelas lágrimas de um tímido luar.
a vida arrisca a sorte no destino das cartas de Tarot e a rebeldia desafia a morte que se faz na arte um mondo novo de horror, a cada rosa que eu despedaço sinto o cheiro de você, amor.
e no silêncio de meus passos, nas palavras caladas que o coração intui, nas esperas pelo sol em frias madrugadas, vou viver o amor, esse esquisito ardor que da vida flui.
Pelas ruas de Pombal há esperas
Que encontro na imensidão
O amor de Dona Vera
Que preenche meu coração
