Poemas sobre quem Realmente eu sou
Do vento fiz um sopro de poemas
escrevendo nas tardes soalheiras
nas noites discretas e quentes
faço do sonho e da vida um poema
joguei ao vento as tristes lembranças
colhi as conchas do mar, deitei fora a dor.!!
RASTROS DE POEMAS
Revisitando meus escritos Antigos e inglórios Tais quais pergaminhos Encontrei tanta coisa Estranha Até teias de aranha E amarelidão no papel Letras de datilografia Palavras do primórdio Tudo revelando o tempo Passante, passado, passeante De fato tudo passou Eu não sou mais o mesmo Hoje gosto de pão com queijo E veja até de cerveja... Do amanhã não sei nada ainda O que sei apenas é que a poesia mora e sempre vai morar em mim Ela pulsa latente, de forma irreverente, não me deixa ficar ausente E assim eu sigo rente eu e a poesia, de mãos entrelaçadas, deixando um rastro de poemas.
Sentimentos em poemas!
Todos os poemas aqui descritos,
Deixa tudo transparecer,
Um sentimento oculto,
Que desesperadamente tento esconder.
Não falo, nem comento,
Crio em poemas o que me faz sofrer!
Criatividade busco na dor, busco na saudade,
Na escrita expresso unicamente você!
Se Foi
Sim! Faltam poemas
Faltam palavras
Faltam vozes
Faltam olhares
Falta aquele abraço
Falta aquele sorriso
Ah! Falta aquele simples Aperto de mãos
Falta a palavra não dita
Falta a voz muda
Falta o ouvir surdo
Falta tanta coisa nesse mundo
Falta o Amor
Falta a Paz
E enquanto falta o importante
Vem-nos de acréscimo...
Sobra o medo
Sobra a dor
Sobra a decepção
Sobra o silêncio
Sobra o desprezo
Sobra a falta de atenção
No mundo de sobras e farturas desse tipo
Resta-nos a Solidão
Entre as pausas.
Quero compor meus espaços em poemas.
Minha vida em musicas e minhas palavras em sinônimos de silêncios.
É assim que minha alma estará em descanso, pois quando escrevo não são as frases que importam, mas sim as pausas entre elas.
É nesses espaços que eu moro.
Venha passar essa noite comigo.
Descubra meu nome nos lençóis.
Não sou escritor, sou apenas um poeta e por isso não encontrará nada em minha fala.
Leia a poesia dos meus olhos e sinta a escrita dos meus toques.
Acorde comigo.
Caminhe comigo entre as pausas.
Essa tarde está perfeita para um poema.
Eu lhe empresto meus chinelos e divido minha caneca.
Há muitos, muitos espaços a serem compostos.
Metamorfose
Meus poemas
são borboletas...
Que voam...
Em buscar de néctar.
Nos corações de quem os leem.
Leio poemas para te esquecer.
Mas esse e o maior erro que já pude cometer.
Quanto mais leio, mas amo você.
Perdi os poemas ébrios
de ritmo
feitos ao sol da manhã
Esse tantã longínquo que me acordava
manhã cedinho
antes de subir na minha bicicleta
reduzida ao mínimo para pedalar até ao liceu,
acordava-me como uma loa,
cântico virginal
puro…
ou como um ritmo escondido
no regaço da mais linda mulata
da sanzala
Um poema ébrio de ritmo
órfico
em dionisíaca celebração
um cântico mestiço
místico
pagão
negro soneto espúrio
de um povo híbrido de muitos deuses
e de mais irmãos ainda…
Hoje o meu poema já não é ébrio
de ritmo
nem o som do tantã tem o sol puro
erguido pela manhã
cedinho
O meu poema é de sangue
e dor
lavrado pelo frenesim dos tiros
O tantã que me acordava
manhã cedinho
e trazia no som o ritmo
dos beijos,
hoje
já não me acorda deste sono
que não durmo
sobressaltado
O tantã traz agora na sua voz longínqua
o som próximo
da metralha
In “Há o Silêncio em Volta” (poética de guerra), edições Vieira da Silva do poeta Alvaro Giesta
Na penumbra da dor...
Senti....senti muita saudade....
Escrevendo poemas...
Onde colhi as flores mais belas...
Do meu jardim por abrir....
Senti a quimera....
Do desejo...
Acordei na Primavera...
Verde....verde de esperança....
Os nossos sonhos correram...
Onde as ilusões...
Fazem castelos no ar.....
A voar de nostalgias...
Como nunca ousei fazer......
Numa cadeira vazia...
Naveguei .....
Naveguei e esqueci-me da dor....
Nas vinhas plantadas...
Nas asas da madrugada.....
Dei asas ao pensamento....
Lavei o meu tormento...
Deitei a saudade......
Nas ondas do nosso mar....
O nosso sonho......
Tornou-se em desilusão....
Fizemos um porão...
Do nosso navio...no cais...
Nas ondas do mar vadio....
Onde deixamos os desejos....
Com o calor...e a saudade...
Demos beijos...ao sabor...da ilusão.!!
Poemas inacabados - 1
Emiliano Lima de Araujo
Resumo:
Poemas que em outro momento da minha vida desejo terminar.
Nesses dias nublados em que o coração acorda atordoado,
Onde o medo toma conta e o futuro nos desespera,
Nesses dias eu rezo e peço pra que aja da forma correta.
De forma a concretizar nossos planos, nossos sonhos.
Quero refletir nos sorrisos o bem que você me faz.
Conquistar nos desafios as metas que nos aproxime sempre mais
Meu mundo pode ser do formato que for, desde que você, meu amor
Não esteja mais distante, à não sentir seu calor.
Nossas vidas se uniram, criamos raízes e florescemos.
Somos parte de um mesmo inteiro, frutos do mesmo sonho.
Meu amor quero erguer à sua volta uma realidade digna,
Pra deixar pasmos os mais loucos sonhadores.
Ah meu amor, só você me faz tão bem
Saudades daquela época
de quando lia poemas para você
e te via sorrir, não um riso para todos
um riso para você e para mim...
Era particular
só nós entendiamos, só nós sabíamos
você ali sentada ouvindo
palavras serem declamadas...
Era assim que eu me sentia
E não sabia que disso você compartilhava
Mas tivemos uma dança
e a realidade veio as claras...
Mas disseram que era proibido
E tudo ficou escondido
Para que um dia você dividisse isso comigo...
Revolução
Ora ora ora, se não é aquela
Com a mais formosa beleza
No existir de poemas não lidos
Versos inacabados
Sentimentos encarcerados
Reprimidos?
Eu não sei
Das confusões e perdições
Dores, intermitentes
Feitas de chuvas e tempestades
Sem fim
Aquela, em que se espera o toque mais dócil, gentil e complicado?
Nunca se sabe, o que vem dela
Mas de uma coisa sei, é a flor
Que surge em dias nublados e renasce
Como quem não quer nada, apenas
Um aconchego, em seu coração
Mal resolvido e destruído
Dores, intermitentes.
Ora ora ora, lá vem ela
Com sua revolução, em mãos
De amores indefinidos e autodestrutivos
Que faz perder o chão e a cabeça
Até não restar, mais nada de si.
Feitos de mim
Meus poemas
São feitos de histórias
De derrotas
De vitórias
De tantas coisas vividas
Lembradas
E esquecidas
Abandonadas
Ou remoídas
Meus poemas
São feitos de mim
Ou de você!
Quem vai saber?
Quem lê!
Sei que beijas letras, transas com palavras, ejaculas poemas.
No entanto tu não és nada,
Somente uma fera.
Poesia Infantil | Poemas Para Crianças
NA JANTA
Na Janta
Minha mãe gosta de pato
temperado com alho
E um suco de toranja.
Mas no meu prato
Eu não gosto de pato
E alho para mim é um
Espantalho…
Na Janta
Eu gosto mesmo é de Canja
de Galinha, uma batatinha
Com um refri de latinha
Laranjinha =P
www.jessicaiancoski.com
Os poemas
Os poemas são cantigas que soam
As sinapses da inspiração
Que vem como pássaros que voam
Em busca de alimentação.
Eles são filhos do espírito
Que quando no livro grifados
Pousam a alma no infinito
E as mãos nos estros alados.
Saibas que ao leres um...
No encantado mundo da poesia
Dar-se-a nele tudo, real e fantasia.
© Luciano Spagnol
poeta do cerrado
Cerrado goiano
requinte
as rosas, com certeza...
são poemas lindos da natureza
sua poética, elegância e beleza
poetam o olhar com odor da pureza
© Luciano Spagnol
poeta do cerrado
Cerrado goiano
POEMAS SEM NOMES
Não sei que nome daria,
ao meu último poema de amor.
Talvez daria o seu apelido...
Ou seu nome distorcido?
Quem sabe usaria um pseudônimo?
Nomes de trás para frente seria um mimo;
Se fosse o teu nome, e usaria como apelido, Sineos!
Ao invés de amor, eu escreveria roma;
Trocaria meu, por uem;
De eu, redigiria ue.
Meu último poema...
Que pena, não rima!
Pois, um nome não teria.
Amo-te em segredo...
De te perder tenho medo;
Por isso, não importa o tema;
Não importa a rima...
Amar-te é o que queria para sempre.
Quem pensa que quero saber:
A data de escrever...
E que nome daria ao meu poema sem nome,
do meu último poema ,se engana!
O que quero mesmo é usar a pena todos os dias;
Escrever muitos poemas:
Poemas sem nomes, poemas de amor.
Sabe? Pensei na possibilidade
Mas não quero que aconteça
Pois se veres os meus poemas
Saberá do meu amor
Mas acho que isso
Provavelmente causaria minha dor
E sei que inevitavelmente já houve suspeitas
Mas ainda há incertezas
Mas sei que pensas
Que em meu coração há nada
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